Meu cabacinho é teu, gentil Faraó

Um conto erótico de luizaflor
Categoria: Heterossexual
Data: 11/01/2005 11:24:12
Nota 8.00
Assuntos: Heterossexual

Um dia, já faz um tempinho, Marcelo, o amigo lindo do meu irmão, passou um fim de semana inteirinho aqui em casa, de sexta a segunda. Fui eu que abri a porta para os dois e fiquei maluca quando soube que ele iria dormir três noites aqui. Mas nem tudo é fácil, claro; eles entraram e se enfiaram no quarto do meu irmão sem nem me convidar. Foi só no jantar que eu pude finalmente ficar perto dele. Estava calor, todo mundo de roupa fresca, eu de shortinho rosa apertadíssimo e uma camiseta velha que ficou curta (ficava quase a um palmo acima do umbigo) e que eu usava como top em casa. Não tinha como o Marcelo não me notar e eu logo percebi que ele notou! Quando a gente trocava algumas palavras o olhar dele ia direto para o meu peito e ele imediatamente consertava tentando me olhar nos olhos mas só conseguindo me encarar por menos de um segundo. Eu cravava os olhos nele e fazia caras e bocas. O garoto era lindo, tinha uns olhos verdes enormes e era moreno; parecia um faraó, poderia ter sido o Tutankamon! Depois do jantar eles foram assistir um vídeo e, com muita insistência, acabei descolando um convite. Matrix, milésima vez  todo mundo já sabia de cor mas eles insistiam em tentar bater o recorde porque tinha um carinha na escola que tinha assistido 50 vezes e se gabava de saber explicar, cena por cena, os lances computacionais e filosóficos! Marcelo se instalou numa ponta do sofá, eu na outra e meu irmão deitou de bruços no chão. Com a luz apagada, passei o filme inteirinho dividida entre a TV e o Marcelo. Quando eu tinha certeza de que ele não ia perceber, ficava olhando para aquele rosto perfeito, um narizinho meio arrebitado, pequeno, pontudinho, os olhos de águia, retos para frente, as sobrancelhas super bem desenhadas e aqueles olhos enormes pouco abaixo da franja do cabelo preto e liso. Os garotos tinham tirado a camisa e eu, que adoro peito e barriga bem feita, fiquei olhando, claro! Ele era todo perfeito, braços fortes com os músculos desenhados, o peito musculoso também mas nada de exagero (detesto marombeiro até hoje, puah!) e a barriga retinha, tanquinho com o umbigo bem rasinho. Ainda tive sorte que o Marcelo não gosta (nem eu) dessas bermudas ridículas de palhaço, que vão até a batata da perna; estava de short cáqui com bolsos, bem bonito por sinal. Assim eu podia, de quebra, olhar as pernas dele, e que pernas; as coxas que davam duas das minhas! Acho que ele nadava, não tenho mais certeza. Lá estava ele, estendido no canto da poltrona, os pés cruzados esticados lá para a frente, euzinha olhando e me derretendo toda. Eu ficava entre o Neo e ele, tentando sacar qualquer mudança de posição para ver os músculos mexendo. Teve uma hora que ele se ajeitou para botar uma perna dobrada em cima do sofá e eu pude ver a coxa inteirinha, até sumir dentro do short  fiquei maluca! Várias vezes eu me levantei passando bem na frente dele para ir pegar coca e Pringles para nós três. Dei copo para ele, servi coquinha gelada, só faltei dar na boquinha. Quando eu voltava dava uma boa encarada no rosto de faraó e ainda olhava as coxas maravilhosas. Eu sentia que ele me olhava e tentava adivinhar minha bunda apertada dentro do shortinho rosa. Ele não tirava os olhos das minhas coxas quando eu passava, dava para ver o pulo dos olhos fazendo TV-meu corpo-TV. Também pudera, coitado do menino, o short tinha menos de um palmo, deixava ver as dobrinhas e estava tão apertado que era todo enfiadinho tanto na frente quanto atrás! Eu não sou propriamente arrebitada mas sei causar esse efeito quando eu quero e, na adolescência dos quinze-dezesseis eu era fera nisso. Numa das voltas da cozinha eu também me sentei entre o encosto e o braço do sofá, com uma perna dobrada e fiquei observando as idas e vindas dos olhinhos do Marcelo, que faziam TV-minhas coxas-TV a cada vez que ele achava que eu estava muito concentrada. O filme foi passando e a gente foi gostando de se olhar escondido daquele jeito. Os dois sabiam o que estavam fazendo e aquilo virou um tipo de brincadeira, até que nossos olhares se encontravam e eu sorria maliciosamente para ele. Para provocar mais um pouco eu me sentei com os pés no sofá, encolhidos e abracei os joelhos. Eu sabia que isso expunha quase meia bunda e vi o Marcelo ficando maluco, tentando olhar sem ser percebido. Ele coçava a cabeça, olhava para o teto e, quando voltava, dava um jeito de passar o olhar em mim. Deixei ele sofrendo um tempinho e mudei de novo de posição, deitando os joelhos e quase debruçando no braço do sofá. Assim ele via quase tudo e, pensando que eu não estava vendo, ainda tentava olhar por baixo da minha camiseta-top. Eu fui virando até ficar quase deitada de bruços no sofá, que nem uma gatinha com uma das pernas meio que fora do sofá e de bunda para cima. Eu ouvia a respiração do Marcelo, de tanto que ele estava nervoso! Sem ele perceber, virei a cabeça no braço do sofá e fiquei olhando. Ele ajeitava o pinto para não fazer aquela bola no short; teve uma hora que ele até enfiou a mão dentro da calça para botar para cima. Eu fiquei lá, na minha, só olhando sem ser vista. Eu ria mas estava toda excitada, molhadinha! Também me dava vontade de passar um dedo na xaninha enquanto ficava olhando para ele, mas sem chance! Eu ficava sonhando que o Marcelo era o meu homem, que dali a pouco eu ia escancarar as pernas para ele mergulhar de boca, me lamber e me morder todinha, que depois ele ia arrancar com força o shortinho rosa, rasgar minha calcinha e passar a língua no meu grelinho encharcado, e que depois ele ia ficar nu para mim e me mostrar um pau enorme e perfeito, que ele ia me dar para chupar antes de meter em mim e me fazer gozar como uma louca. Sonho de pivete né! Eu ainda era virgem e o máximo que eu tinha feito em matéria de sexo tinha sido chupar o Guilherme na festa da Aninha (eu contei isso em Fiquei com o menino gostoso). Mas eu fiquei tão molhada durante aquele filme que quando eu fechava as pernas sentia os lábios deslizarem um contra o outro. Seria tão mais simples poder fazer as coisas abertamente, não é? Se pudesse, naquele dia eu teria tirado meu shortinho, aberto as pernas e começado a passar um dedo na fendinha, enquanto eu faria carinha de sacana para excitar o Marcelo. Ele abriria a calça e mostraria seu pau enorme e duro para mim. Depois seria só transar gostoso e pronto. Mas não, tinha que ser muito mais difícil que isso! Na realidade, o que aconteceu foi que o filme acabou, os garotos foram para o quarto do meu irmão, eu fui para o meu. Me masturbei; talvez o Marcelo tenha feito isso também. Sei lá, o que eu sei foi que fui dormir sozinha porque não dava para me jogar em cima do cara e dizer que ele me deixava com tanto tesão que eu estava toda molhada só de olhar para ele e imaginar coisas. Dormi pensando em trepar. Sonhei comigo trepando que nem uma putinha com um um monte de amigos do meu irmão. No dia seguinte a gente se viu cedo na hora da zona matinal, todo mundo querendo usar o banheiro. Ele já estava de sunga azul e camiseta, meu irmão também; os dois iam para a praia. É claro que eu decidi na hora que eu iria também! Fui me arrumar e voltei de bikini amarelo e canga. Marcelo não tirou os olhos de mim durante todo o café da manhã, puxou conversa, fez perguntas idiotas sobre a escola só para me fazer falar com ele. Bom sinal, eu estava realizada. A gente ficou na praia de nove a uma, muito mais do que eu queria  detesto sol forte. Mas estou acostumada e isso só serviu para aumentar minha cor de verão: eu estava preta! Na ida e na volta, os três no elevador, reparei bem a altura do Marcelo. O topo da minha cabeça batia nos olhos dele. Achei bom, normal. Daria até para transar em pé, ficar coladinha nele só de bikini com ele só de sunga, pensei rindo para dentro. Ele era um gato de sunga azul. Na praia eu tinha quase engasgado quando ele tirou a camiseta e eu pude ver o monumento por trás da sunguinha fina. Acho que ele estava constantemente excitado comigo em casa, então o pinto estava entre o mole e o duro, atravessado em diagonal, com o saco redondinho embaixo. Humm! Que vontade de passar a mão; devia ter como um palmo meu e parecia bem grossinho. Lembro que na volta me pareceu uma eternidade até chegarmos ao andar lá de casa. Eu olhava furtivamente para baixo para ver como estava o pinto do Marcelo. Eu comparava os dois corpos e o dele dava de mil a zero no do meu irmão, magrinho com o piruzinho mole na sunga preta frouxa. A sunga do Marcelo parecia ter vida, esticadinha com aquela bola na frente. É feitinho para botar a mão, não é? De vez em quando ele se ajeitava por causa da areia coçando e eu via um pouquinho mais para dentro quando ele afastava o elástico, mas nunca o dito cujo. Quando a gente chegou em casa, meu irmão se enfiou no banheiro. Pronto, próximo banho agora, só daqui a quartenta minutos, pensei, dividida entre a raiva e a alegria por poder ficar sozinha com o meu homem. Marcelo foi para a sacada e eu fiquei olhando. Eu tinha acabado de ver a bundinha na praia mas assim, de tão perto, na minha casa, era demais. Era pequena, bem durinha e cheia. As coxas eram discretamente peludas e muito bem feitas, com umas viradinhas maravilhosas antes da bundinha começar! Ele olhou um pouco para fora, se virou e veio voltando. Eu estava fingindo que arrumava alguma coisa em cima da mesa e fiquei olhando para o andar de garoto fortinho, ao mesmo tempo vaidoso e meio inseguro. Ele sentou na poltrona que dá para fora e eu fui para o balcão de onde ele tinha acabado de sair. Soltei estrategicamente a canga e lá fui eu só de bikini. Dei um jeito para me debruçar bem e ficar olhando por baixo do meu braço esquerdo. Ele não parava de olhar. Fiquei na ponta dos pés, me esticando toda e fingindo estar tentando ver alguma coisa no prédio à direita. Ele foi ficando tão excitado que teve que se ajeitar, levantando o elástico da sunga, arrumando o pinto e tapando com a camiseta branca. Eu estava exultante com o efeito que produzia o meu corpinho. Deixei Marcelo babar durante uns minutos e me virei para entrar. Ele mal conseguiu disfarçar que tinha ficado me olhando o tempo todo; deu um sorrisinho amarelo e continuou a fingir que lia uma revista geográfica do meu pai. Que ódio tudo ser tão difícil! Eu estava furiosa por sentir um mixto de tensão com aquele desejo todo. Fui caminhando para o meu quarto e, quando passei pelo banheiro, meu irmão abriu a porta e foi saindo pelado para o seu quarto e chamando o Marcelo. Os dois se enfiaram lá dentro e eu entrei no banheiro. No banho, não pude deixar de me olhar no espelho e reparar que os meus mamilos estavam durinhos. Me despi e olhando para baixo, abri um pouco as pernas, passei um dedo entre os lábios da minha bucetinha e vi que estava toda melada novamente. Eu tinha me molhado toda enquanto me exibia para o Marcelo sabendo que ele me olhava. Me sentei na banheira, coloquei as pernas bem abertas sobre as duas bordas e comecei a me acariciar com a pontinha dos dedos, lentamente, só estimulando a cabecinha do clitóris, enquanto sonhava mais uma vez com o Marcelo completamente nu do meu lado, me beijando com a língua toda enfiada na minha boca enquanto eu pegava no seu pau grande e grosso. A excitação foi subindo, me fazendo esfregar a cabecinha vermelha do clitóris e, ao mesmo tempo, massagear os peitos e apertar os mamilos com força. Minha bucetinha estava em chamas, molhando, molhando sem parar, até que o orgasmo veio como uma onda enorme que me arrastava para o fundo me fazendo quase sufocar. Fiquei deitada na banheira seca ainda por uns momentos e quando minhas pernas voltaram a ter controle, me levantei, abri a torneira e tomei um bom banho longo e caprichado. Quando eu saí, enrolada na toalha, Marcelo logo veio e passou por mim encostando no meu braço e pedindo desculpas. Ele era gentil e sempre sorridente, eu me desmanchei toda como uma garotinha boba. Sábado à tarde. Resolvi atacar de sainha. Coloquei uma calcinha branca de algodão que ficava toda enfiadinha. Quando achei a sainha xadrez escolar da Gap (presente da Cecília), toda plissada e molinha, não tive dúvida de que o Marcelo ia enlouquecer me vendo. Botei uma blusa branca bem curtinha que deixava aparecer um pedacinho da barriga, dei uma arrumada no cabelo e saí descalça mesmo, bem à vontade. Quando saí do quarto, percebi a casa mais vazia e fui ver quem estava faltando. Meus pais tinham saído de manhã para ir à casa da minha avó e, no quarto do meu irmão, só estava o Marcelo. Entrei e pergunetei onde estava o Bocão (é o apelido do meu irmão porque ele chorava o tempo todo e fazia o maior bocão quando era criança). Marcelo estava no computador. Quando ele virou para responder, notei que ele ficou todo confuso, sem saber se podia olhar para mim ou não. Eu sabia que quando eu punha essa roupa ficava parecida com as garotas do t.a.t.u. Meu irmão sempre implicava quando eu ameaçava de sair vestida assim, dizia que eu ia ficar como uma putinha e ia deixar os caras sem jeito porque ninguém ia ter coragem de confessar que queria me agarrar. Acho que saí com ela umas duas ou três vezes e, realmente, pude comprovar que o assédio era coisa certa! Numa das vezes eu me vesti assim para um churrasco na casa de uma amiga, porque ia rolar piscina depois e ia ter um monte de carinhas que já estavam na faculdade. Um cara bem mais velho, todo asqueroso, veio tentar dizer que eu estava linda e ficou colado em mim tentando jogar aquele papo mole de pervertido. Foi isso que me fez perder o tesão de botar essa roupa que eu adorava. Bom, mas o que eu queria dizer é que a roupa estava fazendo o mesmo efeito com o Marcelo e ele estava lá, nervosão, sem saber se podia olhar para mim ou se era para ficar olhando a tela do PC. Ele acabou respondendo que o Bocão tinha ido comprar coca-cola e que ele tinha pedido para ligar o computador. Eu cheguei perto, claro, e perguntei o que ele estava vendo. Na hora vi que uma tela tinha sido minimizada e que ele estava com o hotmail aberto. Na janelinha azul, embaixo, estava escrito alguma coisa em inglês, não dava para ler tudo mas, para a infelicidade do Marcelo, a palavra butts estava bem clara: estava na cara que era site de sexo. Muito malvada, fui logo perguntando: quê que é aquilo ali embaixo? Ele ficou amarelo, roxo, de todas as cores, soltou um nada todo trêmulo e tentou desconversar falando de problemas para responder ao email de um colega. Nem ligando, insisti em querer saber o que era o site minimizado. Finalmente, sem saber o que fazer, ele recuou um pouco e eu peguei o mouse para maximizar. Na tela apareceu uma daquelas ninfetas americanas horrorosas, toda maquiada, de sandália plataforma, que devia ter vinte e tantos mas o aviso de que as modelos tem mais de dezoito anos queria fazer que a gente pensasse que tinha acabado de deixar de ser menor. Estava de bunda empinada para a tela e olhava para trás com carinha de puta, mostrando um peito raquítico e, entre as coxas, uma vagina raspada e feia. Nossa!, exclamei para o Marcelo, com uma entonação que denunciava seu mau gosto. Ele ainda quis se defender, dizendo que a menina era gostosinha, mas a imagem na tela falava por si. Eu estava quase encostada nele, sentado sem camisa do meu lado esquerdo. Eu sentia na coxa o calor do braço dele e aquele arrepiozinho de pele quase encostando em pele. Mas ele estava todo duro, talvez porque já estivesse sentindo o mesmo. Aproveitei para chegar mais perto e, milímetro por milímetro, fui me apertando contra o braço dele, que ficou paralizado, completamente colado ao corpo, com a mão parada sobre o teclado. Resolvi então mostrar a ele o que eu julgava ser uma ninfeta perfeita. Abri o site do t.a.t.u. e mostrei Julia e Lena usando as sainhas que haviam insipirado aquela que eu estava usando. Eu sei, elas são demais, mas aí é covardia, elas não são reais!, exclamou Marcelo com um sorriso e os olhos fixados na tela. Era uma foto em que elas aparecem fotografadas no palco, de baixo para cima, se beijando na boca. Dá para ver as coxas inteirinhas e, se desse para ampliar a foto com bastante nitidez, daria para ver a polpinha da bunda de uma delas. Deixei Marcelo olhando um pouco e resolvi perguntar se ele não tinha reparado em nada. Ele ficou todo vermelho mas acabou conseguindo dizer que eu estava vestida igualzinho. Me afastei, dando sinal verde para ele me olhar e, pela primeira vez, ele teve coragem de me mostrar que gostava de percorrer o meu corpo com os olhos. Ele se deleitou olhando de baixo para cima, de cima para baixo, voltando para as minhas coxas, tentando ver mais da minha barriga e, por fim, olhando bem para o meu rosto sorridente e vermelho de excitação. Aí meu irmão entrou no quarto... Minutos depois que Bocão voltou, nós fomos preparar uma macarronada a seis mãos (que ficou horrível) e fiquei sabendo que as gracinhas iam sair e voltar sabe-se lá a quantas da madrugada porque tinha festa. Decepcionada, liguei para a Tati e fui para a casa dela toda coberta, de jeans e camiseta bem baixa. O astral baixou e desabafei o meu desencorajamento pelo trabalhão que eu estava tendo com aquele garoto. Ela disse o que as amigas dizem e a gente acabou saindo também para a casa de uma amiga nossa. Até que não foi ruim e deu para esquecer a minha fixação. Mas eu voltei para casa às onze ou quase isso e só fui ver os meninos no dia seguinte às nove. Era domingo, último dia válido do Marcelo em casa; na segunda todo mundo só ia pensar em escola. Todo mundo em casa, papai, mamãe, irmão, como é que eu ia fazer para ter um tempo sozinha com ele? Eu precisava arrancar nem que fosse um beijo desse menino! Na praia a gente jogou frescobol, brincou na água, eles jogaram vôlei e eu torcendo como se fosse final de olimpíadas. Mas eu estava mesmo numa fase estranha, não era tanto beijo e carinho que eu queria, era sexo. Depois da festa com o Guilherme eu queria transar e só faltava isso para me sentir completa. A maioria das minhas colegas ainda não tinha feito a metade do que eu já estava cansada de conhecer, mas uma ou duas que já tinham transado eram as únicas que me interessavam. Na praia, eu olhava para aquele bando de mulheres que já deviam estar transando direto com os namorados e morria de vontade que a minha vez chegasse logo. Eu olhava para o meu faraó saltando na rede para marcar pontos e ficava me imaginando daquele corpo maravilhoso, todo nu colado comigo, me beijando e me possuíndo como quisesse. O jogo acabou, a equipe dos meninos venceu e foram todos para a água. Fiquei conversando com a Júlia, uma menina super boazinha que namora o Kleiton, um dos carinhas que tinham jogado. Ela estava exausta, me contou que eles tinham ido para um motel, transado horas assim que chegaram, depois umas quatro vezes naquela noite e que deviam ter dormido só uma hora. Aquilo aumentou tanto a minha gana de trepar que saí fazendo perguntas indiscretas até a Júlia achar estranho eu querer saber tanto! Acabei arrancando altos segredos, tipo que o Kleiton adorava comer ela por trás, na bundinha e que tinha sido assim que eles começaram porque no dia que eles transaram pela primeira vez ela estava menstruada. Ela se preparou todinha para transar com ele assim e ele ficou caidinho. Ela me deu altas dicas sobre como se preparar para fazer legal e me disse para não ter medo porque não tinha nada de mais e podia ser uma delícia se o carinha soubesse mandar bem. Me lembro de ter ouvido toda excitada, tocando discretametne nos meus mamilos enquanto a Júlia me contava como o Kleiton vinha por cima dela, deitada arrebitada de bruços na cama e, depois de lubrificar bem com mel, creme ou ky, ia enfiando o pau no cuzinho super apertado e socava até gozar lá dentro mesmo. Minha cintura mexia sozinha enquanto eu ouvia aquilo e, mais uma vez, fiquei toda melada. Quando subimos o elevador do prédio, eu estava perto do Marcelo e, com o passar dos dias e principalmente depois do que tinha rolado perto do computador no quarto do meu irmão, nossa atração mútua tinha ficado um pouco mais explícita: pelo menos nós sabíamos que estávamos com tesão um pelo outro. Vendo o elevador chegando e o nosso tempo acabar, comecei a procurar uma idéia. Quinto andar: nada; sexto: nada. No sétimo andar dei um jeito de enfiar na canga os óculos que eu estava segurando na mão e inventei que tinha esquecido com a Júlia e que eu tinha que ir pegar de qualquer maneira porque aqueles óculos blá blá blá... Meu irmão fez as caras dele e disse que não voltava. Aí olhei para o Marcelo e ele, claro, aceitou na hora voltar para a praia comigo. Quando o elevador estava para voltar só com a gente, inventei para o Marcelo que eu tinha que dizer uma coisinha ao meu irmão, pedi para ele segurar o elevador, saí e, cochichando bem baixinho, falei: Se toca e vê se me ajuda com a mãe! Foi só naquela hora que o idiota entendeu que eu estava a fim do Marcelo! Voltei para o elevador e continuei meu teatrinho. A gente foi descendo a rua e eu dizendo que não sabia como aquilo tinha acontecido porque eu estava com os óculos na cara enquanto conversei com a Júlia, etc. Para ele estava tudo ótimo, não tinha problema, ele ia lá comigo, coisa e tal. Chegando na praia, não tinha mais Júlia nem ninguém do vôlei. Dei um jeito de deixar cair os óculos e voltei de cara triste para o Marcelo: teríamos que voltar para casa de mãos vazias. Ele veio me consolando perguntando qual era a marca, porque ele poderia me dar outro. O Marcelo era todo bom, todo legal com todo mundo e eu não pude deixar de falar isso com ele, dizer que eu achava o máximo alguém assim. Ele foi ficando todo dengoso com os elogios, me olhando e sorrindo, mostrando a boca maravilhosa com aqueles lábios carnudos e os dentes perfeitos, curtinhos. Quando a gente chegou no prédio e entrou pela porta dos banhistas para tirar a areia e subir pelo elevador de serviço eu senti que era a hora de atacar. Não dava para subir, seria pôr tudo a perder! Então eu inventei que sabia uma passagem legal para subir e fui em direção à porta de ferro da escada de incêndio. Marcelo ficou todo espantado por não ser um elevador, mas estava sintonizado comigo e entrou. Lá dentro é apertadinho, é como se fosse uma escada em caracol só que quadrada. Eu comecei a subir, ele atrás. De repente eu virei e fiquei com o peito de frente com a cabeça dele. A gente se olhou bem nos olhos só para checar a cumplicidade e, um segundo depois, ele me agarrou pela cintura e começou a me beijar. Eu estava até sem forças de tão emocionada com a vitória. Ficamos nos beijando um tempão na boca, chupando língua e engolindo saliva um do outro, até que ele subiu os últimos degraus do patamar e nós ficamos encostados no corrimão entre o térreo e o primeiro andar. Enquanto nos beijávamos sem parar, as mãos do Marcelo iam das minhas costas para minha bunda, depois ele me agarrava pela cintura e me tirava do chão quase, me fazendo suspirar de tesão. Quando ele fazia isso eu sentia a bola dura da sunga e também o apertava mais de encontro a mim. Logo me desfiz da canga e ficamos nos agarrando só de bikini e sunga. Como ele me beijava muito o pescoço e o peito, resolvi baixar o sutiã e deixar meus peitinhos nus. Ele logo envolveu um com a mão e começou a chupar gulosamente o outro, beliscando e mordiscando meus mamilos que estavam durinhos e doloridos. Em minutos eu estava explodindo de tesão e o pinto dele estava duro que nem um pau contra a parte de baixo do meu bikini. Nunca molhei tanto na minha vida! Depois de beijar por minutos sem conta, comecei a passar a mão dentro do elástico da sunga, fazendo que ia entrar. Ele então puxou o elástico e soltou o pinto, que deu um pulo e ficou reto para cima, preso a meia altura pelo elástico. Eu passava minha mão por ele enquanto fazia carinho com força na barriga do Marcelo. É claro que eu fiquei imediatamente doida para olhar mas estava sem jeito de mostrar tanto interesse por aquilo, então continuei a beijar, fazer carinho e, de vez em quando, esbarrar com a mão. Marcelo também não tomava nenhuma iniciativa muito mais ousada porque me respeitava. Mal sabia ele o quanto eu qeria, naquele momento, ser tratada como uma putinha bem vadia. Queria que ele me pusesse de joelhos e me fizesse mamar seu pau e fodesse com a minha boca até gozar para eu engolir tudinho. Queria que ele me levantasse, me pusesse sentada no tubo do corrimão, que ficava na altura certinha e, me segurando para eu não cair para trás, enfiasse aquele pau grande, duro e gostoso na minha bucetinha encharcada. Ou que ele me virasse debruçada na escada, baixasse minha tanguinha e, abrindo os dois gomos da minha bunda, chupasse e inundasse meu cuzinho de saliva para, em seguida, enfiar nele o cacete bem duro e quente até gozar muito, muito. Queria que ele me fizesse arreganhar as coxas e enfiasse a língua na minha xaninha molhada e cheia de tesão, me fazendo gozar como uma gata no cio. Mas Marcelo só me beijava os seios e acariciava meu corpo fazendo-o no máximo sentir a dureza do seu pau. Era um garotão, não um homem. Percebi que se quisesse extrair o prazer máximo desse carinha meio tímido e todo educado, caberia a mim tomar a iniciativa. O que me ocorreu de imediato foi pegar seu braço e baixá-lo para conduzir sua mão até bem entre as minhas coxas. Quando a mão chegou no lugar, apoiei sobre ela com a minha e o encorajei a continuar. Marcelo foi com tudo, agarrando minha xoxotinha por fora da calcinha do bikini e massageando-a com os dedos enquanto me enfiava a língua na boca. Mais do que depressa, fui até a sunga e baixei completamente o elástico, prendendo-o por trás do saco (meu irmão fazia isso para me dar medo quando eu era pequena, por isso eu conhecia o macete). Sentindo contra a barriga o pinto grosso, duro e molhado, resolvi empunhá-lo e assim que o agarrei forte com a mão, Marcelo começou a mexer, me fazendo masturbá-lo. Gemendo, ele continuava a passar o dedo em minha grutinha por fora da calcinha, que já devia estar encharcada. Decidi então baixá-la até o meio das coxas e ele pôde finalmente deixar seus dedos escorregarem entre os meus grandes lábios, que já eram bem carnudos. A certa altura ele encontrou o clitóris e começou a massageá-lo tão bem que eu m e agarrei na escada e fiquei olhando direto nos olhos. Ele estava concentradíssimo, sentindo todas as minhas formas e me tocando com a ponta dos dedos para conhecer bem pelo tato tanto o meu clitóris quando os pequenos lábios e a entradinha que ele não podia explorar porque ainda era virgem. Quando ele ficava alguns segundos no lugar certo eu quase ia à lua e apertava a mão dele com a minha para que ele não saísse. Assim gozei fartamente, mais de uma vez, sentindo as ondinhas de choque percorrerem meu corpo e amolecendo minhas pernas. Depois disso foi minha vez de colocar o Marcelo contra os tubos da escada. Fiquei um tempinho olhando para ele, afastada uns cinquenta centímetros. Ele era bonito com aquele pau para cima e o saco para frente forçado pelo elástico, as coxas grossas por trás. Um pouco encabulado de ficar tão exposto, ele tapou o pinto com as mãos e ficou me olhando a sorrir e perguntando o que foi? Eu estava diante dele com o sutiã abaixo dos peitos e a calcinha no meio das coxas, com tudo encharcado em volta da grutinha e ele me perguntava o que foi!!! Tornei a me aproximar e, agarrando seu pau, beijei-o na pontinha da cabeça e ergui-me para ir beijar Marcelo na boca logo depois. Ele desviou a cabeça e fez uma careta mas, diante da minha carinha sedutora e intrigada pelo preconceito, acabou deixando e nos beijamos várias vezes fazendo varalzinho entre uma boca e outra com seu líquido cristalino mas bem viscoso. Marcelo acabou gostando tanto disso que a cada instante ele pedia para fazer varalzinho de novo. Chupar eu sabia, tinha me saído muito bem com o Guilherme, conversado depois disso com umas amigas (uma delas a Júlia na praia) e ia dar o melhor de mim com o Marcelo. Ele sabia que era a hora e estava preparado, sentado na balaustrada da escada com os pés sobre os tubos de baixo. Eu me encaixei entre suas coxas, segurei seu pau com as duas mãos e comecei a lamber a cabeçona vermelha e toda inchada. Ele ficou doido porque eu fui direto naquele ponto onde dá para fazer gozar só com umas linguadinhas. Mas eu não insisti ali e fui logo descendo para percorrer o talo todo com a língua e os lábios, beijando e lambendo alternadamente. Eu via as mãos do Marcelo se crisparem todas a cada vez que eu chegava no ponto crítico, olhava para ele e via seu rosto aterrorizado com a possibilidade de gozar de repente. Ele estava com um gosto delicioso de mar, um pouco de areia que eu tinha que cuspir e, pelo buraquinho da cabeça, litros daquele líquido tão limpinho e gostoso saíam, que eu sorvia diretamente com minha boca gulosa, engolindo tudinho e fazendo estalinhos com a língua. O pau dele era tão gostoso, tão gordinho e perfeito, só com aquele altinho no meio e todo liso até o saco, que tinha alguns pentelhinhos! Eu não cansava de olhar, passar a língua, botar a cabeça toda na boca, chupar, chupar, chupar fazendo bastante barulho para tirar, que nem em filme pornô. Como era gostoso sentir o tronco grosso invadindo os lábios, deslizando pela língua e a cabeça se encaixando certinho no céu da boca, depois tudo saltar para fora como um cogumelo! Marcelo não tinha o pau tão comprido quando o do Guilherme mas era mais grosso, maciço, me forçava a abrir mais minha boca e ficava maior dentro dela. Era uma sensação diferente mas também muito gostosa. Eu salivava tanto que ele deslizava o tempo todo. Quando eu estva com a boca cheia de saliva e daquele liquidozinho, eu ia beijar o Marcelo e a gente ficava passando tudo da boca de um para a do outro enquanto eu ficava massageando o pau dele com a mão. Nós ainda ficamos nisso um tempinho mas eu tive que parar quando ele ficou com muita secura para gozar e deu medo de desperdiçar a trepada. Na escada estava difícil eu encontrar uma posição para uma coisa que eu queria demais que ele fizesse  me chupar. O jeito que eu dei foi subir dois degraus e ele vir por trás. Eu abri bem as pernas para expor a xaninha e ele começou a atacar com a língua. Me lambeu a bundinha toda, depois entrou no reguinho, abrindo os gomos com os dedos para chegar mais fundo. Eu já tinha deixado um namorado lamber meu cuzinho mas nem de longe passou perto do que o Marcelo me fez sentir! Ele tinha tanta força com a língua que, depois que o meu cuzinho ficou bem relaxado, conseguia entrar com ela como se fosse meio dedo! Ele disse que o gosto era um pouco amargo mas que estava salgadinho de mar também. Minhas pernas foram logo ficando bambas com a língua dura e molhada entrando e saíndo. Eu fiquei toda curvada, com as mãos num degrau da escada, enquanto ele arreganhava minha bunda e me devorava o cuzinho. Foi ficando tão bom que, a certa altura, não aguentei e comecei a me acariciar e a estimular o clitóris com tapinhas. Marcelo ficou doido com isso e logo estendeu as linguadas para começar na rachinha e terminar no fim do rego do bumbum. Meu cuzinho estava piscando à toda. Quando Marcelo começou a dedicar sua língua à minha xaninha, passei uma mão para trás e fiquei alargando meu buraquinho com um dedo. Mas minhas pernas logo foram ficando tão bambas dos orgasmos de língua, que tive que voltar a botar as duas mãos no degrau para não desabar de joelhos. E mesmo assim, em determinado momento, não consegui mais nada e tive mesmo que ajoelhar no degrau. Marcelo me fez ficar em cima da camiseta dele e da canga, me agarrou pela bunda e enterrou sua língua na minha bucetinha, massageando furiosamente o meu grelo. Eu comecei a revirar a cabeça, desorientada, gemendo baixinho e quase em pânico de tanto tesão, sentindo o líquido escorrer pelo interior das coxas. Perguntei ao Marcelo como estava a minha bucetinha e ele disse que ela estava linda, toda abertinha como uma flor, só com um buraquinho minúsculo e bem escuro perto do cuzinho. Eu estava morta de vontade de ver mas o máximo que eu conseguia ver era, por entre as pernas, Marcelo também de joelhos na escada, com o pau apontando para cima e o queixo, os lábios e a língua dele se movimentando contra minha xana, que eu não via, só sentia sendo castigada. De vez em quando eu sentia que o Marcelo entrava com o rosto inteiro na minha bunda, esfregando o nariz no meu cuzinho enquanto lambia minha bucetinha. Isso foi me deixando louca de vontade de ser penetrada logo de uma vez e comecei a pedir para ele me comer, me foder com o pau dele. Tem menina que sonha em perder a virgindade numa cama maravihosa e lençóis limpinhos e sedosos. Eu estava ali como uma putinha da vizinhança, prestes a perder o cabacinho numa escada de incêndio. Tive um segundo de hesitação mas logo me achei a garota mais sortuda do mundo por estar tendo uma ocasião emocionante como aquela para deixar de ser virgem com um gato como o Marcelo. Me levantei com toda a calma do mundo, desci os degraus que eu tinha subido para ficar de joelhos, cruzei os braços sobre a balaustrada, empinei bem minha bundinha para trás, abri bem minhas pernas e, deitando a cabeça sobre os braços, fiz uma vozinha de gata manhosa e disse: Mete em mim agora, vai, Marcelinho... quero dar minha bucetinha para você ser o primeiro a abrir. Ele veio imediatamente como um búfalo pronto para a cobertura e colocou seu pau entre as minhas coxas e batendo na minha grutinha encharcada. Depois colocou-o no rego da minha bunda e começou a me sarrar para ficar no ponto. Eu pude sentir o pau dele ficando cada vez mais duro, cada vez mais duro. Sem saber como ia ser, fui ficando tensa com a ansiedade, minhas pernas estavam duras como um A maiúsculo e Marcelo estava lá, passando o pau pela minha bundinha e se preparando. Mesmo se ele não tinha muita experiência, já tinha comido várias meninas, transado com um monte de namoradas. Para ele, a única coisa nova ali era talvez a minha virgindade e o lugar que eu tinha escolhido para dar meu cabacinho. Pela minha mente foram passando todos os episódios eróticos da minha vida, desde a preadolescência. Um após outro, vi todos os garotinhos que eu achava bonitinhos e que eu permitia que me fizessem coisas eróticas, depois todos os namorados e todos os meninos com quem eu havia ficado. Em questão de segundos, dezenas de cenas desfilaram pela minha memória, em riqueza de cores e detalhes. A tônica era o momento crucial de cada uma das situações, que jamais haviam chegado ao ápice porque, na hora H eu sempre dava um jeito de mudar o rumo das coisas. Revi o piruzinho do Dudu em minha mão, os agarrões de Betinho por trás na hora da fila, Jorginho me mostrando o piru todo duro uma vez que ficamos sozinhos na sala de aula, Carlinhos, Thiago e Zé sentados de braguilha aberta, com os pintos duros para fora, me esperando pagar uma aposta perdida (ha!ha!ha!, coitados, larguei os três assim e saí correndo!), Pedro colado em mim por trás, depois de horas de melação, ameaçando me deflorar à força e eu me debatendo (acabei dando-lhe um tremendo tapa na cara!). Eu aprontava tanto! Lembrei até de Felipe, o menino argentino das férias, se gozando todo só de botar o piru para fora porque eu tinha prometido pegar! Guilherme também, na festa da Aninha, me passou pelo pensamento, deixando um rastro de saudade. Revi também todas aquelas expressões de frustração estampadas nas caras dos meninos que eu não deixava chegar às últimas consequências. Miguel quase me bateu, Rogério virou as costas e foi embora me deixando peladinha na piscina da casa dele, André saiu de cima de mim depois do e veio se aliviar na minha frente, com a mão. Thiago_2 fez a mesma coisa mas estava tão nervoso que esqueceu de se limpar e foi para casa todo lambrecado! César, com o piru tão pequenininho que eu deixava botar na portinha. E Amilton, com o piru tão grande que nem me dava medo porque não ia entrar mesmo! Lembrei deles todos, zangados, rabugentos depois do não. Na maioria das vezes, isso significava o fim do namoro. Com outros, era o início de uma fase chata em que eles não tinham motivação para nada e cuja consequência era invariavelmente a ruptura. Até Marta, a adulta, me passou pela mente, com suas investidas sérias e promessas de cuidar de mim e me amar para sempre. Ainda não entendi bem como é que eu fui parar na casa daquela mulher tantas vezes e rolar com ela, acalorada de tantos beijos e carícias! Essa torrente de episódios e pessoas varreu minha mente nos segundos que precederam meu defloramento por Marcelo. Eu o sentia pincelar minha bucetinha com seu membro duro, que me parecia muito maior do que era na realidade, preparando-se para enfiá-lo em mim e roubar meu fim de inocência. Eu o sentia mas não desanuviava do tropel de lembranças. Quando tudo serenou enfim, senti meu corpo afrouxar e levei uma mão em concha por baixo e entre as pernas, sinal para Marcelo de que era hora. Logo senti a cabeça úmida pousar sobre meus dedos e encobrir a ínfima abertura, começando a empurrar lenta e firmemente. Marcelo, de pé, pôs as mãos nas minhas ancas, acariciou o final das minhas costas, elogiou as duas covinhas que eu tenho logo antes do início da bunda, meus cabelos, minha cor bronzeada e o tesão que lhe dão os meus gemidinhos de menina carioca (ele era não sei de onde, mas fazia pouco tempo que estava no Rio). Eu me espichei como uma gata, curvei mais a coluna, empinei mais a bunda. Isso levou seu tesão ao pico e ele começou a enterrar seu pau em mim. Mal a cabeçona começou a expandir minha xoxotinha, começou a doer e eu travei os dentes nos lábios para não começar logo a gritar. Marcelo não parava de empurrar e, milímetro após milímetro, parecia que, em vez de entrar, a cabeça só empurrava o cabacinho, que resistia. Eu resistia, de perna dura, sem ir um centímetro para frente. Marcelo empurrava, empurrava, ia e vinha mas sempre empurrando até que, de repente, a cabeça entrou toda num salto. Finquei os dentes no braço e não pude reprimir um grito entre os dentes. Marcelo, inquieto, perguntou se estava tudo bem. Nós ficamos assim, com o pau dele dentro de mim, que nem dois cachorros, paradinhos, durante uns três minutos. Eu suava e estava preocupada: e se entrasse alguém, com a gente daquele jeito! Marcelo estava literalmente preso na minha bucetinha que só tinha aberto o suficiente para a cabeça passar e parecia estar esmagando o pau dele. Fui eu que tive que dizer a ele para começar a mexer. Louco de tesão com o aperto da musculatura vaginal contra o seu pau, Marcelo fez mais pressão e foi entrando mais e mais. Eu sentia como um rasgão e queria morrer, mas estava vencendo. Ele me segurou no alto das coxas, na junção com a barriga e me puxou para si até que eu senti seu saco frio tocar de leve a minha bunda. Tinha terminado, meu cabacinho tinha sido rebentado por ele. Eu ainda sentia dor, vi um pouquinho de sangue nos dedos quando passei a mão, mas sabia que tudo aquilo era normal e que tínhamos que continuar para chegar ao melhor momento: meu primeiro orgasmo com penetração. Isso para não falar do orgasmo do Marcelo, que eu ainda não tinha decidido se ia ser dentro ou fora (por sorte o fim da minha menstruação tinha sido na véspera). Sentindo o calor das mãos dele contra minhas coxas, comecei a fazer movimentos de ir e vir para ajudá-lo a me comer como se deve. Eu sentia minha bucetinha toda arreganhada pelo pauzão todo lá dentro; sentia também meu cuzinho pulsar pouco acima dela e desejava que Marcelo aplicasse um dedo para estimulá-lo. Ele começou bem devagar mas logo adquiriu ritmo e ia e vinha com regularidade, enfiando e tirando o pau que eu sentia tão quente e molhado na minha grutinha. A dor logo se transformou em prazer e meu tesão foi a mil me fazendo molhar intensamente o pau de Marcelo, que passou a deslizar suavemente para dentro e para fora. Parecia um sonho; fechei os olhos e me deixei levar pelo balanço e pelas batidinhas das coxas do meu homem contra as minhas. Ele mudava de direção, então eu ora sentia o pau ir reto para frente, ora tocar à direita, ora à esquerda, ora embaixo, ora em cima, vasculhando minha bucetinha toda e abrindo bem o caminho para os outros cacetes que eu viria a sentir dentro dela. Às vezes ele tirava o pau todinho de mim e eu reclamava agitando minha bundinha para ele voltar. Aí ele me dava um tapinha que ecoava baixinho na escada e aumentava meu tesão. Em dado momento, louca de vontade de realizar um sonho, me levantei e virei para ele, pedindo para ele me comer pendurada em seu pescoço. Ele deixou, passei as pernas em volta da cintura dele e, me segurando sentada com as mãos fortes, ele enfiou o pau na minha bucetinha. Foi lá dentro, acho que até bateu no útero. Me agarrei com força no pescoço dele e ele começou a mexer, sempre me agarrando por baixo das coxas. A gente consegiu entrar num balanço tão bom que ele pôde explorar meu cuzinho arreganhado com a pota do dedo. Isso me deixou maluca de tesão e gozei como uma desesperada, quase chorando, beijando Marcelo na boca com amor, gemendo, socando e arranhando suas costas. Foi meu primeiro orgasmo em trepada. Ele me agarrou com tanta força por baixo que parecia que ia me rasgar pelo rego, enquanto socava o pau sem parar dentro de mim. O tesão foi tão forte que ele anunciou que ia gozar se a gente não parasse. Em um instante, resolvi permitir, mas me lembrei dos filmes e, rapidamente, saltei do colo dele e fui para o chão, de joelhos, agarrando seu pau e colocando na boca. Marcelo começou logo a jorrar, me agarrando pela cabeça e fodendo com minha boca enquanto gozava como um cavalo. Minha boca se encheu tanto de porra e saliva batida, que tudo começou a sair pelos cantos e escorrer pelo meu queixo, que eu limpava com a mão para não sujar o sutiã do bikini. Quando Marcelo parou de mexer, tirou o pau da minha boca e ficou olhando para mim, sorrindo. Passando a língua pela boca toda, recolhi tudo que eu pude da porra quente e espumante e, mostrando a boca ainda cheia, olhei bem dentro dos olhos do Marcelo e, apertando os lábios, engoli todinha, fazendo barulho e mostrando a garganta com a boca escancarada, para provar que não tinha sobrado nadinha. Ele endoidou e veio logo me dar um beijo de língua, dizendo que eu era um tesão e que ele nunca tinha tido uma foda tão gostosa. Com o Guilherme eu não tinha podido engolir. Não sei dizer se é gostoso ou não, mas quando eu estou com tesão adoro que o carinha que está me fodendo goze na minha boca e, se a trepada tiver sido legal, sempre presenteio o carinha olhando para ele bem nos olhos e engolindo a porra dele toda. Foi assim com o Marcelo da primeira vez e ainda faço isso, cada vez mais certa de que é a melhor maneira de terminar uma trepada gostosa. Enquanto eu faço isso minha bucetinha ainda está voltando ao normal, está toda doloridinha e pulsando forte, quente e encharcada. O pau do carinha também está cansado, latejando da gozada, todo quente, entre o mole e o duro. É a hora de dar uma paradinha para ver outra coisa acontecer. Marcelo foi o primeiro e adorou. Depois dele nunca ninguem se queixou, pelo contrário! Depois de tudo aquilo, estávamos exaustos e eu ainda meio que não sabendo como processar o fim da virgindade, meio confusa a respeito do que ia ser de agora em diante com o Marcelo  se a gente ia ficar um tempo juntos ou não  e, claro, um pouco preocupada com a minha cara, entrando em casa. Claro que meu irmão devia estar imaginando que eu iria voltar anunciando o Marcelo como meu novo namorado. Não vou tirar o tesão do leitor contando os detalhes de tudo isso; só tenho que dizer que acabei resolvendo ficar com o Marcelo e que o namoro da gente durou uns três meses, sendo detonado por uma piranhazinha da escola que o fez ficar caidinho porque fazia boquete até em ônibus para Teresópolis! A gente brigou sério mas nunca vou esquecer que foi o meu faraó que, naquele final de fim de semana, me fez realizar o que faltava para soltar as amarras de vez e levar a vida que eu estou contando pouco apouco a vocês. Vou adorar responder a comentários, críticas e sugestões. Não deixem de escrever se tiverem algo legal a dizer diretamente para mim, viu? Beijos da Luiza.

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Comentários

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LORD THOM
03/06/2006 16:48:33
sABE lUIZAFLOR TEU CONTO É MARAVILHOSO, NOTA MIL, QUERO SABER SE VOCE TEM OUTROS ESCREVA-ME
mR. oDEIO
11/01/2005 15:39:13
Tai, odeio dizer foi um bom conto, más odeio livros, ele da pelo menos umas 10 pgs, rs rs rs, não leva a mal e que sempre tenho de odiar alguma coisa, ha odeio vc tbm quem escreveu rs rs rs

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