Fui enrrabado depois de velho pelo sobrinho de 19 anos

Um conto erótico de Marcelo Castro
Categoria: Homossexual
Data: 08/03/2008 23:45:08
Nota 7.80
Assuntos: Homossexual, Gay

Tenho 37 anos me chamo Marcelo, nasci em São Paulo e tenho uma vida razoavelmente estável possuo dois pequenos restaurantes na cidade que servem comida simples e barata, fui criado “a moda antiga” se é que isso é possível foi filho de nordestinos meu pai chegou do ceara já adulto e segundo a minha mãe nos primeiros anos na cidade ainda andava com uma faca presa na cintura, era do tipo que falava grosso e andava com as pernas abertas para mostrar a todos que tinha um saco grande entre as pernas, a minha mãe tem a delicadeza das mulheres de recife dela herdei a maior parte dos meus traços físicos mas fui criado junto a meu pai sempre me ensinando a ser macho, a não chorar a casar com mulher virgem para não virar um cornudo etc.

O tempo passou eu cresci tive a oportunidade de estudar administração com uma bolsa, trabalhei bastante e alcancei estabilidade poupando dinheiro e aplicando, não me casei com uma mulher virgem como o meu pai sempre quis mas fiz questão de me casar com uma mulher em quem confiava, com quem queria ter filhos e viver em paz, o nome dela é Cristina , 6 anos mais jovem e de família simples do interior do Paraná, herdou da mãe gaúcha os lindos olhos azuis e a pele loira, casar com ela foi um grande desafio tive que tira-la de muitos pretendentes e os homens estavam sempre de olho nela, por isso desenvolvi um ciúme nem sempre racional, sempre tive muito medo de ser tachado de corno de perder a macheza tão importante para minha família par ao meu pai, seria como desonra-lo , eu nunca pensei em trair a minha esposa, as vezes da uma olhadela para uma mulher aqui e ali e tinha vontade de ir mais além mas nunca tive coragem.

Parte da família da Cristina era de artistas de vários tipos, músicos atores etc, como moram longe no Paraná e no Rio Grande do Sul tive pouca oportunidade de conhece-los bem, até que ela me pediu que um dos seus sobrinhos Artur que estava morando em Londres pudesse passar alguns dias em nossa casa para fazer alguns testes, ele era ator e estava procurando trabalho em São Paulo, pois já estava concluindo o curso em Londres, aceitei porque queria agrada-la e porque ainda não temos filhos e a casa apesar de simples as vezes parecia muito maior do que o que precisávamos.

Artur tinha 19 anos, fui busca-lo no aeroporto e de cara achei ele meio envidado, sempre tive um pouco de preconceito, meu pai achava “esse tipo de coisa” um pecado mortal e dizia ter nojo de gente assim, bom recebi o garoto de um jeito bem educado e o levei para casa no caminho ele foi ficando a vontade e falava da diferença entre São Paulo e Londres etc e quanto mais falava mais claro para mim ficava que era gay, apesar de não ser assim de um jeito bem exagerado ele se vestia como homem tinha uma barba e tudo, mas às vezes afinava um pouco a voz, tentei relaxar e esquecer.

Na primeira semana de Artur em São Paulo quase não o vi, porque além de estar envolvido com os testes estava tentando conseguir um visto para o Canadá onde queria ver um amigo no meio do ano, até que em um final de semana a minha esposa sugeriu que seria legal irmos jantar os três em um restaurante diferente só para passar um tempo em família e fomos. No restaurante aconteceu uma cena inusitada tinha um cara na mesa ao lado que estava visivelmente olhando para minha esposa, olhava com olhos de cobiça mesmo, apesar de estar em uma mesa com várias mulheres, fui me irritando com aquilo até que levantei e muito nervoso comecei a gritar com o cara, foi aquela cena a minha esposa sempre diz que fico fora de mim quando esse tipo de coisa acontece, e ela tem razão, acabou o clima para jantar e saímos do restaurante.

Em casa já no meio da noite não conseguia dormir, fiquei um pouco inquieto e estava no sofá sentado só de samba canção quando senti a mão do meu sobrinho nos meus ombros por trás do sofá (não sou do tipo bonitão, jogo um pouco de futebol e faço academia de vez em quando então também não sou do tipo super sarado, mas sou normal tenho um peito peludo e coxas grossas, altura mediana e pele morena clara típica de nordestino) parecia um gesto amistoso, ele botou as mãos nos meus ombros e disse “nossa o que foi aquilo no restaurante, pensei que você fosse ter um treco, que homem macho” e saiu, não respondi porque não tinha o que responder.

Mas notei que daquele dia em diante ele me olhava diferente, saia de casa mais tarde e me encontrava sempre na cozinha na hora do café, ele estava sempre de calça moletom ou bermuda dessas de jogar futebol, sentava na minha frente e comia lentamente me olhando, uma das vezes fiquei até com medo da minha mulher ter percebido, mas não comentei nada e fiquei na minha.

Em uma quinta-feira cheguei mais cedo em casa umas 17hs e encontrei ele na sala em um short bem curtinho fazendo uns movimentos estranhos, ele sem parar o que estava fazendo olhou pra mim e disse “estou fazendo o mar, é para o meu teste” dei uma olhada pra ele e achei que estava de pau duro, fui para o meu quarto tomei um banho e resolvi sair de novo pra não ficar sozinho com ele em casa e quando já estava na porta ele me disse “tio posso ir ao seu restaurante amanhão só pra ver onde vocês trabalham” e eu disse “claro”, mas assim que disse me arrependi, mas não tinha como voltar atrás, no dia seguinte ele chegou no restaurante logo depois de mim eu o apresentei a todos como meu sobrinho e ele foi ficando intimo de todos, todos gostaram dele ele é do tipo engraçadinho e com sorriso maroto, uma das minhas garçonetes (interessada nele) perguntou se ele não podia ir no dia seguinte ao nosso jogo de futebol (sábado sim e sábado não os dois restaurantes se reúnem em um clube para um jogo de futebol e um churrasco).

No sábado ele apareceu no jogo sem me avisar, e foi muito bem recebido jogava mal pra caramba mas as meninas o adoraram, ele era do tipo bonitão olhos verdes cabelo loiro e tal, não era a toa que queria virar galã de novela, conversa vai conversa vem muito churrasco e muita bebida depois já no meio da tarde notei que ele tinha sumido e fui dar uma procurada olhei em todas as quadras do clube e nos 2 vestiários masculinos e nada, então tive a idéia de entrar na casa de maquina a parte em que eles tratam a água das piscinas e já da porta eu comecei a ouvir uns gritinhos e gemidos “ai gostoso, assim que pau gostoso e grosso, vem mete com força” era a lili a minha garçonete de 22 anos sem duvida, sempre achei ela gostosa mas não sabia que era assim tão safada pensei em empurrar a porta e ver mas não podia, então dei a volta na casa pra olhar por um buraco de ventilação e o que eu desconfiava se revelou verdade era o meu sobrinho estocando com muita força a minha garçonete por trás ela estava vestida ainda com uma sainha curtinha e um top , mas com a calcinha abaixada até os joelhos, apoiava com as mãos em uma mesa enquanto ele por trás com a bermuda abaixada e sem camisa, bombava com muita força, eu estava olhando por trás então não dava pra ver muita coisa, só que ela estava gostando muito, vi quando ela disse que já ia gozar e ele começou a bombar ainda mais forte e quando achou que ela tinha terminado tirou o pau se abaixou por trás dela e começou a chupar a xota dela com força e ela começou a dizer “ai não acredito que você vai fazer isso de novo, que delicia” nessa hora resolvi ir embora, apesar de gostar de ficar olhando achei meio esquisito, mas quando estava de saída devo ter feito algum tipo de barulho porque o meu sobrinho olhou pra trás e me viu, mesmo assim saí e fui para casa.

No caminho eu pensava no que tinha visto, estava de pau muito duro e com um puta tesão e estava nervoso com o fato de não saber se isso era porque vi a minha gostosa garçonete gemendo feito uma putinha ou se foi por ver o meu sobrinho biba bombando gostoso de um jeito muito macho, cheguei em casa muito excitado ainda minha esposa não estava tinha ido a casa de uma amiga, tomei banho e deitei no sofá da sala pra ver tv.

Quando meu sobrinho chegou me surpreendi em ver aquele já familiar sorriso maroto, achei que ele ia estar envergonhado, mas olhou pra mim e perguntou “gostou do que viu” então eu fiquei envergonhado, levantei meio vermelho e fui pra cozinha e abri a geladeira de costas pra ele que estava na sala (só tem uma bancada separando as duas coisas) e lá meio que escondido na geladeira tive coragem de dizer “fiquei surpreso achei que você fosse bicha” ele já estava andando no sentido da cozinha parou atrás de mim e falou “eu não me apego a essas coisas, homem ou mulher eu gosto de gente” e deu um tapa na minha bunda, pra mim foi a gota d'água, virei rápido e empurrei ele contra um armário e com o braço prendendo o peito dele falei “com quem você pensa que esta falando seu moleque abusado” e me sorriu aquele sorriso irresistível mais uma vez e falou “adoro quando você fica macho assim, come a minha bunda come gostoso” virou de costas pra mim e começou a desabotoar a calça jeans, olhei e não acreditei fiquei alguns minutos sem ação e quando ele já estava com a calça nos joelhos eu não agüentei o meu pau já estava mais que duro então baixei o meu short e botei o meu pau na entradinha da cú dele o segurei pelos ombros e comecei a forçar, não sabia bem como fazer, como tudo em minha vida o meu pau é mediano, me descontrolei e comecei a forçar e entrou, estoquei como um animal enquanto ele gemia e gritava “vai come a sua puta, come macho gostoso” eu não falava nada só bombava com força, e respirava fundo, segurando ele parecíamos dois animais, estoquei por uns 10 minutos fazendo força pra não gozar, quando gozei foi descontrolado urrando , e depois perdi o chão, olhei pra baixo e não queria levantar mais o rosto... levantei o meu short e sai sem falar nada, entrei no meu quarto tomei um banho cai na cama e dormi profundamente nem vi quando a minha esposa chegou, acordei no meio da noite por volta das 2 da manhã e ela estava ao meu lado dormindo, e nem assim eu conseguia olhar pra ela, fiquei deitado olhando pra cima pensando em tudo e um sentimento novo tomou conta de mim, levantei e fui até a porta do quarto de Artur.

Empurrei a porta bem devagar e olhei pra ele dormindo de lado na cama, olhei por uns 10 minutos acho, então entrei fechei a porta e me deitei ao lado dele sem acorda-lo, toquei o seu peito e dei um beijo na boca dele, ele acordou e retribuiu o beijo, nunca pensei que pudesse sentir algo assim ele me beijava enquanto tentava me colocar em baixo das cobertas junto com ele, senti a pele lisa dele contra o meu peito as coxas grossas contras a minhas o pênis ficando duro rapidamente como o meu, eu apertei ele com força contra mim, apertei em tudo que pude as costas as coxas o bumbum etc, ficamos assim por uns 10 minutos, então ele esticou o braço para alcançar a mochila que estava jogada ao lado da cama e tirou de lá um lubrificante não precisou falar nada eu deitei de costas pra ele de lado e ele me abraçou, beijou a minha nuca as minhas costas até o meu bumbum ele foi muito delicado me tratando como uma moça eu estava confuso mas excitado e não conseguia parar, parte de mim dizia que era um caminho sem volta e parte dizia que estava bom demais pra parar... ele beijou o meu cú, chupou muito até eu gozar de tesão batendo uma punheta ao mesmo tempo, depois ele enfiou um e depois dois dedos no meu cú, quase gozei de novo quando ele fez isso e ele como que sentindo isso sacou o pau dele pra fora, era um pouco maior que o meu, não muito grosso... quando botou a cabeça na entradinha eu gelei mas tentei relaxar e ele foi enfiando delicadamente, beijando a minha nuca me acariciando até que entrou tudo e ele começou a estocar forte, fechei os olhos e senti aquele garoto moroto dentro de mim estocando me senti como a lili, com as saias arriadas sendo comida gostosamente, gozei muito suando, gemendo baixinho pra não acordar a Cristina, adorando cada minuto com aquele macho dentro de mim, quando ele estava pra gozar me colocou de frango assado e continuou, só que me beijando na boca, me lambendo o peito a nuca, dizia baixinho meu ouvindo “tesuda, gostosa” não agüentei e comecei e gozar desesperadamente respirando forte, queira poder gritar alto gemer ainda, mais mas não podia logo em seguida ele gozou também e deitamos de ladinho respirando fundo esperando passar... Já não tinha vergonha de olhar pra ele então me virei beijei ele na boca e disse “obrigado” , fiquei mais uns minutos com ele depois me levantei e fui para o meu quarto, tentei tomar um banho sem acordar a Cris e me deitei novamente ao lado dela.

Transamos muitas outras vezes, durante uns 3 meses enquanto ele esteve no Brasil, parecia que eu estava vivendo em outro mundo, tudo se voltou pra ele, eu passava horas esperando ele chegar, acordar me ligar etc, no meio da tarde saia do trabalho e ia encontra-lo em motéis, no meio da noite saia da cama que compartilhava com minha esposa pra ir pra cama dele gemer baixinho e ouvir ele me chamar de puta, uma vez no restaurante quando eu o vi dando umas olhadas pra a bunda da Lili saquei que eles estavam se vendo pelo olhar dela, fiquei furioso queria gritar com ela, demiti-la na hora senti o meu rosto ficando vermelho e foi quando ele olhou pra mim, e indicou com a cabeça para irmos para os fundos, entrei na dispensa ele entrou em seguida eu estava de costas pra porta respirando fundo e irritado como um touro ele me abraçou por trás de meu uma bela encochada e falou no meu ouvido “adoro do seu jeito macho e puto, que quer ser dono, quer mandar, mas não posso ser só seu tesudo” instintivamente empurrei minha bunda contra o pau dele e ele me comeu ali mesmo, selvagemente como em uma troca de papeis do dia da cozinha.

Depois dos 3 meses quando ele foi embora, me senti abandonado tive vontade de olhar pra ele e pedir que ficasse que vivesse ali na minha casa pra sempre, mas lembrei que ele não ia ficar em Londres que ia voltar em pouco tempo depois de concluir o curso, um belo dia no meio da tarde ele liga a minha casa eu atendo e ele diz “Oi tio, chegou em São Paulo em 2 dias” meu coração bateu forte e perguntei a ele se queria que fosse busca-lo no aeroporto, ele me surpreendeu dizendo que ia ficar no apto de uma amiga brasileira que conheceu em Londres, fiquei um pouco decepcionado mas não falei nada, depois que ele chegou o procurei muitas vezes, transamos algumas dessas vezes mas logo saquei que ele não me queria no pé dele, demorou mas entendi o que ele queria, nunca sai com outro homem tenho vontade mas não o suficiente para arriscar o meu casamento, também entendo o que ele diz sobre amar as pessoas independemente de ser mulher ou homem, caiu a minha mascara o meu preconceito, me aceito e aceito as outras pessoas bem melhor agora e foi preciso um garoto de 19 abusado e sorridente para me mostrar isso, nunca fui de falar muito então nunca expressei os meus sentimentos pra ele, entendo que ele é jovem e quer ver o mundo experimenta-lo sinto muito por ter perdido a oportunidade de fazer o mesmo.

eu sei que esse foi um conto longo, mas foi um importante desabafo sobre parte da minha vida.

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Comentários

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12/11/2008 07:04:59
muito bom
09/03/2008 21:12:58
Muito bom conto, cara. Escreva outros.
09/03/2008 12:45:59
Êste conto, com alguns erros de português, mas um conto que ao lê-lo, me conduziu como se eu fosse a pessoa, com mesmos preconceitos, mesmos pais não nordestinos, os quais nordestinos adoro ,com pais arabes me senti que eu estava neste conto tamanha realidade, apesar poder ser fictício, mas levou-me à minha juventude, onde acabei tendo o mesmo caso só que com meu sogro, onde vivenciamos uma vida em comum apesar de casados, por mais de 15 anos sem ninguém saber, parabéns, contos assim que nos, transporta para um mundo exclusivo em nossa mente minha nota é 10, pela riqueza de detalhes, pelo ciúmes que sentimos das pessoas e você não teve vergonha de mostrar, parabéns, mas achei estranho você com 37 anos achar-se velho, eu com 65 ainda procuro o amor eterno,estandoviuvo e querendo um amigo companheiro.
09/03/2008 12:07:15
PÁRA COM ISSO, VIADÃO. KURIOSO

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