O sonho de amor

Um conto erótico de Lover Boy
Categoria: Homossexual
Data: 25/03/2011 22:41:10
Nota 10.00
Assuntos: Homossexual, Gay

O Sonho de amor

Todo mundo sonha com um grande amor, com o príncipe e a princesa encantada, seja o que for

mas todo mundo sonha ou já sonhou com esse grande amor. Alguns talvez digam que nunca viveram

este sonho, mas pode crer que é puro orgulho, isso é natural do ser humano.

Enfim, vou contar a minha história pra vocês. Eu sempre sonhei com o príncipe encantado, ficava

assistindo filmes da sessão da tarde, tipo "ela é demais" sonhava com um cara do tipo o do Filme.

Agora vendo malhação o Pedro ... ai ai ... que sonho né? Mas claro que a novela expressa uma história

algo tirado da mente e da idéia de alguém , aliás , é muito curioso que malhação é sempre um ciclo vicioso

a garota romantica e boazinha, conhece o cara tdb e chega uma pentelha pra azucrinar e após tortuosas batalhas

eles ficam juntos. O típico conto de fadas das tardes brasileiras.

Bem, eu cresci assim, alimentando esses sonhos, invejando as mocinhas de novelas e filmes, sentia depressão por

achar que um garoto nunca poderia viver isto com outro garoto, mas até o dia em que eu conheci o meu grande amor.

Eu sempre gostei do tipo de garoto bem garoto mesmo,aqueles que tem uma ligeira arrogancia e brutalidade masculina

e que são sensíveis na medida certa. Sabe, é interessante que os homoafetivos em geral tem um perfil

muito semelhante. Geralmente são caras mais sensíveis, que tem um olhar mais apurado , acho até que talvez tenham uma

mente feminina , já ouvi algumas teorias que afirmam isto, mas enfim , a ciência busca teorias pra tudo, mas acho que

em se tratando de sentimento a teoria , ou melhor, o fato é que se duas pessoas independente do sexo , cor, religião

se amam , elas podem ficar juntas, não há distinção quando o coração fala.

Minha história com o Thiago teve um início tortuoso, demoramos a nos entender, fomos alvo de intrigas, preconceitos e

medo de assumir o que sentimos.

Bem, eu apesar de ser o tipo sensível, de ter gostos mais femininos para músicas e até atividades, nunca fui de me expor

de desmunhecar , não é o meu gênero, não critico quem é assim , tenho amigos maravilhosos que são "pintosas" mas de fato

esse tipo de comportamento não me atrai. Mas obviamente que em uma sociedade aonde o homem tem um padrão de comportamento

é normal que suspeitemos de um cara que tenha um comportamento diferente do padrão masculino. Enfim, eu sempre mantive uma

postura, nunca consegui forçar uma atitude machão na frente dos outros só para me bancar, sempre fui cordial e educado com

as pessoas e isso para mim nunca foi motivo de problemas. Na adolescencia ocorreram episódios de implicância por meio dos

colegas de escola , piadinhas e etc. Mas consegui levar isto numa boa.

Quando conheci o Thiago eu tinha mais ou menos 19 anos, ele havia se mudado para a minha rua, e logo chamou a atenção das garotas

da vila, ele realmente é lindo, o tipo que toda garota gosta ... aliás garotos também. Ele é do seguimento armado aéreo e tem um porte

atlético, pele morena clara, cabelo padrão, não aquela cabeça de ovo raspada, mas o corte padrão da área. A mãe dele é uma doceira de mão

cheia e sempre sobreviveu da venda de doces e bolos para festas. Na época eu ganhava uns trocadinhos dando apoio escolar, sempre fui excelente

em matemática , física e química, nas outras matérias eu até que me virava e ficava na média. A irmã mais nova dele precisava de apoio e uma vizinha

falou para a mãe dele que eu fazia esse trabalho. Ele havia me procurado , mas eu estava na faculdade de manhã, quando voltei a rosalinda, funcionária

doméstica da minha casa me disse que um rapaz havia me procurado na parte da manhã , sobre apoio escolar. Rosalinda sempre foi minha confidente, apesar

de eu ter uma boa relação com os meus pais, obviamente a questão da sexualidade não é fácil de abrir para um pai e uma mãe, então a Rosa sempre fez muito

por mim, ela foi a primeira pessoa a saber , a me dar colo pra eu chorar minhas decepções, a ouvir minhas ilusões e sonhos de adolescente, afinal ela estava

comigo desde os três anos de idade e me conhecia muito bem. Eu perguntei a Rosa se ela sabia quem era o rapaz. Ela respondeu:

- É o bonitão que mudou a pouco tempo pra cá.

Meu coração desparou, afinal , ele , o sonho da vizinhança estava me procurando, teria uma chance de falar com ele.

Até então eu nunca havia falado com ele, sempre passava por ele de cabeça baixa, para não encara-lo e não dar nada a entender.

Resolvi tomar coragem, e esse não é o meu forte. Fui até a casa deles, apertei a campainha, logo fui recebido pela mãe dele. Uma senhora bem simpática, com

um rosto bonito e até jovial para quem já tinha um filho de 22 anos e uma filha de 9 na época. Ela me convidou para entrar, acompanhei a gentil senhora Lucia

e ela me recebeu em sua sala, o cheiro da casa era maravilhoso, uma mistura de baunilha com chocolate e bolo saindo do forno, uma tentação para as dietas.

Ela me explicou que sua filha mais nova estava com um rendimento muito ruim na escola e que precisava de apoio em matemática, eu aceitei a proposta de trabalho

e no dia seguinte já comecei a dar aulas para a menina clarissa na parte da tarde. Obviamente que sempre esperava um pouquinho para ver se o Thiago aparecia , aceitava

a gentileza da D. Lucia que sempre me oferecia um bolo com café, ficava conversando comigo durante muito tempo enquanto dava continuidade a confecção das suas encomendas.

Eu nunca tinha chance de esperar o Thiago chegar ,pois tinha curso de inglês duas vezes na semana ou tinha que terminar alguma coisa da faculdade e sempre acabava tendo que

sair antes de ele chegar.

O tempo foi se passando, eu já havia conquistado a simpatia da D.Lucia e da Clarissa, sempre passava lá em outros horários, aos fins de semana,mas nada de encontra-lo. Eu soube

pela D.Lucia que ele estava ausente do estado fazendo uma espécie de preparatório para subir de cargo e que voltaria em breve. Quando ele chegou eu enfim tive a chance de conhece-lo.

A D. Lucia disse que gostaria muito de nos apresentar. Eu conheci , além de lindo, encantador, sabe aquele cara que é fechadão, mas ao mesmo tempo sabe descontrair na medida, foi paixão

de cara. Bem, após aquele dia, do tão esperado encontro, nós sempre nos falávamos, eu sempre tinha muita restrição ao falar com ele, tinha medo de me denunciar por algum tipo de olhar ou

expressão, mas até que sempre tinhamos chance de trocar algumas idéias. Ele logo estava se enturmando com os garotos da vila e com as garotas também. Não demorou muito ele já estava saindo

com a Natália, a garota mais bonita da vila, o sonho de consumo dos garotos. A Natália era uma garota boa, bem fútil, mas não é má pessoa, estava cursando psicologia, mas assim, acho que só

para efeito de formação, porque acho que não é muito a dela, passa o dia entre academia, shopping e bate papo no msn com as amigas e tipo acho que se ela tá fazendo psicologia é pra ouvir os

dramas das amigas corneadas e etc e dar aqueles conselhos superficiais que sempre ouço nas conversas delas. Enfim, parece um pouco de recalque eu estar falando assim, mas é fato, Sempre ouço

a D.Lucia desabafar comigo e dizer que gosta da nora atual, mas não acha ela o tipo de mulher que o filho precisa, acha ela muito sem conteúdo e etc. Então alguém concordava comigo!

O Thiago começou a sair mais com o pessoal da vila, logo tomou conhecimento do que os outros garotos pensavam ao meu respeito. Até então ele não havia percebido, acho que tem alguns homens

que são muito distraídos e não tem muita maldade ou uma percepção tão aguçada, apesar de ele ser bem dinâmico e inteligente, acho que nunca notou ou não dava muita importância pra isto, mas

depois de algumas semanas ele mudou um pouco o comportamento comigo, não conversava mais comigo no portão depois da aula da irmã, me tratava bem, mas ficou um pouco distante.

Aquilo começou a me entristecer, naquela altura eu já não nutria nenhuma esperança com ele, sabia do lance dele com a Naty e não me iludia mais com algum tipo de esperança.

Mas me entristecia o fato de uma escolha, uma forma de viver, ser impedimento para algumas pessoas de ter uma amizade com quem é diferente.

As semanas se passavam, eu desabafava sempre com a Rosa. A D.Lucia sempre continou a me tratar bem, a irmãzinha clarrisa também tinha uma espécie de cumplicidade comigo, me contava

os seus segredos e sempre tivemos uma boa amizade, ela dizia que detestava a metida da Natália , eu sempre tentava remediar, tentava mostrar o lado bom dela, mas a menininha é tinhosa

dizia pra mim que aquela natália não descia, que não confiava naquela garota.

Algumas semanas depois a percepção da pequena e astuta clarissa teve um sentido. Naty estava tendo um affair com o novo personal da academia e não contava de ser flagrada pelo Thiago.

No dia o clima ficou péssimo, Thiago chegou em casa furioso, eu estava saindo da casa deles, e cumprimentei por educação, ele me fez uma ofensa e citou algo referente a sexualidade. Eu engoli

aquilo , a D. Lucia me pediu desculpas e disse que o filho normalmente não age assim, algo havia acontecido para deixa-lo daquele jeito. Eu procurei relevar, afinal já não me abalava tanto

ser chamado de "viado" ou coisa do tipo, ofender, ofende, mas é melhor relevar.

Eu mantive meu trabalho com a clarissa, ela estava com notas excelentes e já estava praticamente aprovada. Um dia eu cheguei para entregar um material que eu havia xerografado para a clarissa

mas ela e a mãe tinham ido ao médico. Thiago me recebeu, desta vez eu agi diferente, ergui a cabeça, o encarei com firmeza e postura, pedi que entregasse o material para a irmã. Dei as costas

e ele me chamou, pediu que eu entrasse, eu sentei na poltrona da sala, ele se sentou no sofá, esfregou o rosto e me pediu desculpas, me contou o acontecido, eu já sabia, o boato correu rápido.

Ele desabafou comigo, nunca imaginei isto, mas deixei ele falar, dei algumas opiniões que acho que o fizeram repensar e ele me agradeceu. Dentro da conversa surgiu uma pergunta sobre uma matéria

que ele estava tendo dificuldades para entender que seria chave no exame que ele iria fazer para subir de cargo. Eu era expert no assunto, e me propus a ajuda-lo, começamos a estudar juntos, fomos

nos tornando mais amigos, no natal , meus pais convidaram a família para passar conosco, a amizade foi se fortalecendo. Eu nunca fui de ir para baladas, sempre curti muito dançar, a única vez que me

aventurei a ir pra uma danceteria eu fiquei igual a um dois de pau, morrendo de vergonha, fiquei sozinho em um cantinho isolado e não custei muito a ir embora.Mas com ele eu não sentia medo, até evitava

dançar muito, ficava um pouco travado, mas já estava mais solto, conversando mais, quando cruzavamos o caminho com a Natália eu notava que ele ficava um pouco tenso, mas logo conversavamos e tudo se resolvia

Ele me ensinou a lidar mais com os garotos da vila, que logo já não chamavam tanto a atenção sobre mim, não ficavam mais cogitando a minha sexualidade. E com relação a este assunto eu nunca me abri com o Thiago,

nunca confirmei nada, apenas um dia , em uma conversa informal eu perguntei a ele se ele achava que eu tinha jeito. Ele disse que a especulação se dava por conta de eu ser o tipo Nerd, recatado, sempre andar quieto, roupas

mais fechadas e não ser pegador, mas que não me preocupasse com isso. No fundo eu sentia que aquilo foi uma forma gentil de ele dizer "quase toda a verdade" mas enfim, eramos bons amigos.

Quanto a sentimento, eu não nutria muitas esperanças, mas não nego que a convivência , a proximidade , fizeram com que eu de vez em quando me sentisse incomodado perto dele. Nossa relação era muito engraçada, ele me

tratava como se eu fosse o irmão mais novo, uma vez, ao sair de uma balada, ele ia pro motel com uma peguete dele, mas fez questão de me levar em casa antes, eu insisti que poderia pegar um taxi, mas ele não se conformou

e me levou em casa e depois foi abater a galinha no motel.

A prova dele foi muito bem sucedida, ele havia passado , conquistou o tão sonhado cargo que garantiria a ele ajudar mais a mãe, ele sempre quis pagar a uma pessoa para auxiliar a mãe na confecção dos bolos e doces.

E agora tinha uma chance de fazer isto e ainda poder realizar outras conquistas como quitar a casa , pagar uma melhor escola para a clarissa enfim, viver uma vida mais confortável. Eu fui na formatura dele, fiquei feliz de ver o orgulho

da D.Lucia ao ver o filho subindo na vida.

Sempre mantivemos uma boa amizade, eramos como irmãos, fizemos uma viagem de férias para uma casa de praia, um lugar modesto

do tio dele. Fomos somente nós dois, lá ele ficava com algumas garotas, como sempre, nas baladas e outros tipos de saídas em que nós estavamos juntos

ele me incentivava a ficar com alguma garota, tentava colocar na "fita" , mas não acontecia nada, ele percebia qual era o motivo, mas sempre respeitou e não especulava sobre o assunto.

Na segunda noite dessa viagem nós fomos a um boteco do tipo pé sujo, aqueles lugares que só tem velhinho barbado cheio de cana, aquelas mulheres magras e acabadas de tanto beber e umas "pirainhas" que ficam

lá se exibindo tentando fisgar algum partido. Era um ambiente ralé, porém o clima era gostoso, era bem em frente a praia e o vento que vinha do mar dava uma refrescada no ambiente. Eu fiquei tomando umas cervejas

e ele batendo papo com os caras do balcão, sobre futebol, etc e tal. Depois de algumas cervejas ele já estava meio "animado" e logo se agarrou com uma garota, tão periguete! Deus me livre só bêbado mesmo pra encarar. Aquelas moreninhas do cabelo oxigenado

sainha de prega, até que tinha um corpinho bonitinho, mas aquelas carinhas de piranha de beira de estrada A criatura

disse que tinha que ir embora, pegou um guardanapo e anotou um nº de celular para encontra-lo no dia seguinte. Eu acabei rindo daquilo tudo, realmente ele tava torto de bêbado aquele dia, cheguei no balcão , chamei ele:

- Vambora Jorginho!

Ele respondeu:

- Pô, qual é essa de Jorginho.

Eu falei:

- São Jorge, tá pegando Dragão.

Ele começou a rir, mas tava bêbado, não tinha nem noção de nada. A casa não era muito longe, fui escorando ele até lá, ao chegarmos

Ele caiu no sofá, ficava rindo, delirando, a cachaça tava braba. Eu Esperei alguns minutos, mandei ele tomar um banho, fui dar uma de

Dona de casa, como não haviamos comido nada de consistente no boteco eu resolvi fazer um macarrão que tinha na dispensa, aproveitei alguns ingredientes

e até que deu super certo. As aulinhas com a Super Rosalinda deram certo. Ele voltou do banho um pouco menos torto , mas ainda meio doido. Comeu pouco, mas elogiou a comida.

Fui tomar um banho e depois sentamos na sala da casa, ficamos assistindo tv.Ele pegou um pouco no sono, eu desfarçava e ficava sempre admirando ele, alí, imaginando que quem sabe

poderia ser diferente. Ele acordou alguns minutos depois , estava zonzo, acho que o efeito do alcool demora muito a passar. Ele levantou, sentou do meu lado, eu me recostei pro canto do sofá

e abri espaço para ele se sentar. Ele ficava me olhando, eu não dei muita atenção, mas percebi que ele me olhava. Eu resolvi me levantar para beber agua, ele me puxou, me abraçou e me prendeu

nos braços. Ficou me olhando, e eu não tive reação, rolou um beijo da parte dele. Eu fiquei mais atônito ainda. Mas recobrei o juízo, ele estava bêbado, não podiamos levar aquilo adiante, poderia

estragar toda uma amizade.

Disse que ele estava bêbado e estava louco, me desvencilhei e disse que iria dormir. Fui para um dos quartos da casa e ele se deitou no sofá e voltou a dormir.

No dia seguinte, tudo estava normal. Pensei, " ele esqueceu do que fez" e ainda bem, melhor assim! Passamos um dia legal, fomos a praia, ele azarou algumas

garotas tipo gauchas que estavam de férias, trocou telefones e tal. A Noite ele me chamou pra sair, vi ele fazer uma ligação , mas não prestei atenção em quem era.

Deduzi que fosse a gauchinha de hoje cedo. Mas enfim, me arrumei, fomos até a praia, estava pouco movimentada, acho que por conta de um evento, de uma apresentação

de uma dupla sertaneja famosa que ia se apresentar na praça da cidade. Sentamos alí, de frente pro mar, com uma long neck , batemos papo durante um tempão. Ele parou

por alguns minutos, ficou em silêncio e comentou sobre o que rolou na noite anterior. Ele percebeu que eu me senti incomodado e me impediu de responder, disse que achou

a minha postura muito digna, mas que ele já não aguentava mais fingir que não sentia nada por mim.

Eu fiquei surpreso, e me senti seguro para ser franco com ele, disse que achava muito legal ele ter me respeitado esse tempo todo, que sabia que ele tinha consciencia da

minha condição e joguei limpo , disse que sempre gostei dele, mas que não iria me aproveitar de um momento frágil ou inconsciente dele para fazer o que eu queria.

Ele disse que me admirava por ser como eu sou, pela minha inteligência e que ele demorou a sentir segurança para me dizer algo e tomar algum tipo de iniciativa.

Estavamos alí, sozinhos, tudo permitiu que pudessemos ficar juntos, curtir, beijar, isso foi ótimo, ele me disse que tinha medo , pois não queria que ninguém soubesse do

nosso relacionamento. Expliquei a ele que o que nós já tinhamos vivido em termos de amizade já era suficiente para não levantar suspeitas, que eu também não queria me expor

e que poderiamos levar a nossa relação adiante, não precisariamos mudar nada, que a partir daquele momento a única diferença era que haviamos nos entendido.

Nossa relação não foi muito fácil no começo, ele mudou um pouco a nossa rotina, não saíamos tanto, ele pegava algumas garotas, mas dizia que era a mim que ele amava e que fazia

aquilo só para disfarçar. Eu entendi tudo, afinal, eu o amava tanto que poderia relevar tudo isso, e também compreendi o medo dele, afinal o preconceito ainda é muito grande.

Com o tempo essa postura foi mudando, lembro o dia da minha formatura, depois ele me chamou pra fazer uma viagem para uma cidadezinha serrana, aliás nessa viagem foi a nossa primeira

vez. Foi inesquecível, ele me tratou de uma forma totalmente diferente, maravilhoso comigo, posso dizer que foi algo mágico, e hoje nós temos o nosso relacionamento. Mantemos a nossa reserva, não assumimos nada, mas

somos felizes, dia dos namorados no dia 20 de junho, porque não dá pra passar o dia 12. Ainda aturo alguns casinhos dele com algumas garotas, mas enfim, o que importa é que no final ele

volta pra mim e diz que eu sou o amor da vida dele.

Pois é, uma história diferente, ou talvez igual a de muitas pessoas, mas uma prova de que quem sonha pode alcançar, que espera o seu príncipe encantado

tenha certeza que um dia ele poderá bater a sua porta.

Acreditem que é possível ser feliz

Não desistam de sonhar e nem permitam que nada e ninguém destrua os seus sonhos e muito menos a sua capacidade de sonhar.

Comentários

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26/03/2011 16:50:02
Muito lindo seu conto, se for veridico melhor, que voces sejam muito felizes, um abração
26/03/2011 14:33:38
Parabéns!!Bacana o conto!!!Me add pra trocarmos uma ideia
S&M
26/03/2011 00:23:41
Gostei muito do conto pela simplicidade e a falta da vulgaridade sempre procuro textos como o seu que falam do amor puro, sem denegrir a imagem dos homossexuais. Foi uma leitura muito gostosa e não cansativa continua escrevendo histórias como essa.
25/03/2011 23:32:43
Amei a Sua História, Bastante longa, Em algumas horas se torna cansativa, mas logo recupera-se o ânimo de ler. É uma história real? Mesmo que não seja valeu a pena ler, muito melhor do que apenas erotismo ou promiscuidade, de vez em quando é bom ler algo que nos faz sonhar e viajar. Parabéns

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