Pombagira de frente - Taty Cdzinha

Um conto erótico de DIRETOR
Categoria: Homossexual
Data: 21/11/2011 16:36:25
Nota -
Assuntos: Homossexual, Gay, Sexo

Pombagira de frente - Taty Cdzinha

Minha relação com religiões africanas é muito distante, ou pelo menos deveria ser. Mas, talvez pelo que narro abaixo, esta seja a explicação por minha vontade de usar calcinhas sensuais e provocar homens, principalmente por desejar meu primo Fábio.

Minha mãe frequentava muito eventualmente um terreiro de umbanda e me levava quando era criancinha, pois sempre tive problemas de saúde, então, ali ela buscava solução para estas complicações. O tempo passou e minha mãe deixou de ir. Eu sempre tive medo destas coisas e evitava sempre ter contato, com exceção dos dias de festas em que eu ía para ver os eventos e tentar "abrir meus caminhos" tomando uns passes.

O Fábio, que é um primo distante, é ogã de um centro de umbanda e, como o centro do Fábio é distante do local onde moro e também distante da minha família, sempre que preciso ligo para ele ou ele me avisa das festas, então eu vou.

Toda vez que ía ao centro, t inha uma hora que sentia o coração acelerar, ficava meio tonta, as mãos suavam, mas, nada acontecia. Só que, num desses eventos, ou melhor, em uma festa para povo de rua, passei a maior vergonha. Em determinada hora, com a maioria dos exus e pombagiras incorporados em seus "cavalos", a pombagira da mãe-de-santo veio em minha direção para me dar um abraço como sempre fazia. No momento do abraço ela puxou um ponto muito bonito e segurou minha cabeça; a partir daí... perdi o controle sobre o corpo e comecei a balançar, tremer, o rosto ficou pegando fogo, sem falar numa excitação muito grande que me veio, mas, eu nem imaginava o que ía acontecer. Tentei inutilmente resistir, mas, ela puxou outro ponto e eu continuava sem controle sobre meu corpo. Nem conseguia ver direito o que estava acontecendo. Só lembro das pessoas olhando em minha direção, tentando me segurar para eu não cair... enfim, estava recebendo minha pombagira. Depois, a pombagira da mãe-de-sant o chamou uma médium da casa para perto e encostou a cabeça dela na minha. Como num passe de mágica, retomei o controle sobre meu corpo e a entidade passou para a outra médium. Fiquei atordoada: imagine um homem recebendo uma pombagira!

Terminada aquela sessão, fui para a casa do Fábio, pois eu dormia na casa dele quando ía ao centro. Chegando lá ele me perguntou o que havia sentido e eu contei minhas sensações. Fábio disse que sabia que eu tinha uma pombagira de frente e que ela era muito bonita. Perguntou se eu tinha ido ao centro de calcinha por baixo da roupa. Respondi que sim, pois nem tive tempo de tomar banho e mudar de roupa, pois fui direto do trabalho. Fábio sabe que sou cd e que eu uso calcinhas sensuais. Ele me conhece desde criança. Fábio foi meu primeiro homem. Disse a ele que a entidade pediu uma roupa, mas, que não sabia onde comprar e nem se iria comprar. Ele na mesma hora me disse para não contrariar as entidades, ainda mais uma p ombagira. Disse que me levaria a um lugar para escolher e que estava doido pra me ver vestido e com a pombagira incorporada. Falei a ele: pare com isso. Aí ele riu e disse, quando eu quiser faço ela chegar em você. Aí entendi a cara dele olhando pra mim no centro. Não acreditei, mas, o Fábio estava com tesão para me ver com a pombagira... eu também fiquei muito excitada, tomei um banho, vesti minha calcinha fio-dental e fui deitar ao lado dele, em sua cama de casal. O Fábio mora sozinho. É um jovem inteligente que curte todas as coisas boas da vida. Naquela noite ele me pegou como um cavalo garanhão. Noosssa, só de lembrar fiquei arrepiada de tesão agora!

Passado algum tempo, me vi envolvido em alguns problemas e tive que voltar ao centro do Fábio. Ele me disse que isso ía acontecer porque eu não comprei a roupa. Quando começou a gira do povo de rua adivinha pra quem o Fábio puxou o primeiro ponto. Pronto, lá fui eu rodando outra vez. Dess a vez foi pior, pois a médium que tem a mesma entidade não estava lá. Diz o Fábio que a pombagira me rodou muito e me sacudiu pelo salão até incorporar, sem falar nada, somente deu gargalhadas e depois subiu de novo. A partir daí eu me lembro. Fiquei jogada no canto tentando me recuperar.

Bem, no primeiro sábado depois disso chamei o Fábio para me levar em uma loja que pudesse comprar a tal roupa. Ele me levou no mercadão de madureira. Lá, dada a quantidade de lojas especializadas nestes itens, pude comprar um conjunto lindo, preto e vermelho como a pombagira pediu: a blusa vermelha e uma saia vermelha e preta, toda rodada em rendas... Estava com muita vergonha, porém, também muito excitada com a possibilidade de vestir aquela roupa. Disse na loja que era para presentear uma amiga. Não podia dizer que era pra mim. Não via a hora de chegar na casa do Fábio. Pedi a ele que guardasse a roupa lá, pois não tinha como levá-la para minha casa po r enquanto. Chegamos na casa do Fábio e ele me mandou para o quarto para vestir a roupa logo com a justificativa de experimentar para fazer ajustes se necessário. Tomei um banho antes. Naquele dia estava com uma calcinha vermelha de rendas também. Vesti a saia, com a calcinha por baixo e a blusa somente. Não queria que o Fábio me visse por enquanto, mas, ele insistiu e me convenceu a ir a sala mostrar-me. Quando cheguei, o Fábio havia preparado um copo com água e uma vela. O danado, na mesma hora, me segurou pelas mãos e puxou o ponto da pombagira. Não demorou nada para eu perder os sentidos novamente e a moça baixar em mim. Diz o Fábio que ela incorporou quase que de uma vez, me ajoelhou no meio da sala e gargalhou muito. Não me disse o que conversou com ela, mas, que ela deixou que a roupa ficasse ali na casa dele porque ele saberia agir quando ela precisasse chegar em mim. Ela disse ao Fábio que viria mais vezes e que eu me acostumaria a recebê-la. Quando ela subiu, senti uma sensação muito boa e confesso: estava muito excitada. Passei o resto do dia na casa do Fábio e transamos muito depois disso. Ele me fode com muita vontade agora. O único problema é que, quando estou sozinha com ele, Fábio me pede pra chamar ela. Até no motel ele quer ver a pombagira. Talvez a feminilidade da pombagira excite o Fábio tanto quanto me excita. Ele diz que quando ela baixa em mim eu me comporto como uma mulher muito sensual. Disse que ela levanta a saia do lado da cintura e exibe as pernas e que fica se esfregando nele. Ele insiste muito pra ela me pegar. Resisto o quanto posso, mas, no final ele me convence a vestir a roupa e deixar ela baixar em mim. No centro, também, ele canta pra ela baixar sempre que tem sessão. Ela me sacode, baixa em mim, dança, cumprimenta o Fábio. Apesar do Fábio insistir, no centro eu não visto a roupa.

Sempre que recebo a pombagira, seja no centro ou na casa do Fábio, depo is que ela sobe fico com uma excitação muito grande, com mais vontade de dar o cuzinho. Outro dia, na casa do Fábio, após a pombagira ir embora, quando estava tirando a roupa dela Fábio veio e me pegou por trás comigo ainda vestido com a saia dela. Ele levantou a saia, afastou minha calcinha para o lado e socou a vara no meu cuzinho com muita vontade. Foi uma loucura. Ainda bem que sempre tenho o Fábio por perto pra poder me satisfazer.

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