COMO APRENDI A VIVER A VIDA. 07

Um conto erótico de Hugo - Isaac
Categoria: Homossexual
Data: 22/06/2016 18:09:06
Nota 10.00

/ / COMO APRENDI A VIVER A VIDA / /

Sabe aquelas pessoas que nasceram para sofrer? Prazer! Eu sou um desses!

Levantei do chão onde eu e Gusta estávamos eu estava destruído; mas precisava ser forte pelo Gusta. Peguei meu Notebook e entrei em um site e comprei duas passagens aéreas para Minas.

- Gusta precisamos arrumar nossas malas e correr pro aeroporto o avião sai em duas horas. Já comprei as passagens paguei com um dinheiro que o vovô me passou semana passada.

- Muito obrigado primo! Eu até tenho dinheiro na minha conta, só que é conjugada com o Júnior e eu não quero mexer nesse dinheiro agora, vai que ele alega alguma coisa na justiça!

- Relaxa, está tudo bem...

Arrumamos as malas, e fomos direto para o aeroporto, fizemos check in e logo embarcamos, logo estávamos em BH. Ricardo um dos meus primos estava nos esperando no aeroporto de BH ele nos levaria até o interior onde seria o velório do meu avô.

- Oi Paulo, oi Gustavo! Tudo bem com vocês? – Perguntou Ricardo.

- Sim – respondemos sincronizados ao mesmo tempo.

Eu e Ricardo sempre fomos muito próximos, mas desde que me “assumiram” ele mudou radicalmente comigo.

- Então vamos? – perguntou ele andando em direção à saída.

Nós o seguimos e não falamos nada desde a saída até a chegada na cidade em que eu morava antes.

- Onde vocês vão ficar?

- Pode nos deixar em algum hotel.

- Paulo a sua mãe disse que você ficaria na sua casa.

- Minha casa é em SP Ricardo! Não tenho casa aqui! Você pode nos deixar no hotel? Ou nós descemos aqui e vamos a pé?

Ele não falou nada, apenas deu partida no carro e seguiu viagem parando em frente a um hotel que ficava próximo ao cemitério.

- Vocês ficam nesse aqui! Fica próximo do cemitério onde o vovô será enterrado, vai ser mais fácil pra vocês.

- Quanto ficou sua viagem Ricardo?

- Vc ta falando sério isso?

- Ué! Vc foi nos buscar em BH e rodou com a gente aqui dentro da cidade... Teve gastos não é? Fala ai quanto foi?

- Para de graça Paulo! Não fui como Taxi para buscar você! Nosso avô morreu... Seria o mínimo que eu pudesse fazer ainda mais pra você que sempre foi o mais apegado a ele.

Nessa hora meus olhos lacrimejaram, mas eu logo sequei.

- Certo então, muito obrigado Ricardo! Vamos descansar agora e mais tarde nos vemos no cemitério.

- Ok!

Descemos e entramos no hotel, ficamos com um quarto duplo.

- Ricardo está diferente! O moleque cresceu!

- Pse Gusta, confesso que fiquei surpreso quando o vi no aeroporto. Um dos motivos por eu ter escolhido mudar de estado e ir cursar faculdade fora foi justamente o desprezo deles... Fui duro.

Deitamos e tentamos dormir, mas o cansaço misturado com a dor da perda não deixou, quando deu 6h da manhã eu levantei, fui até o banheiro, tomei banho... Logo em seguida Gusta foi, nos arrumamos e fomos pro cemitério.

Quando entramos na capela, todos sem exceção pararam o que estavam fazendo e ficaram olhando pra gente que ficamos atordoados parados na porta da igreja, parece que o caixão tinha acabado de entrar, mas não! Era só eu e Gusta.

De longe vi minha avó sentada do lado do caixão, eu comecei andar em direção ao centro e já estava me desmanchando em lágrimas, quando cheguei próximo do caixão vi meu avô lá deitado e me ajoelhei repousando minha cabeça sobre as pernas da minha avó, choramos juntos por um tempo, ela acariciava meus cabelos e eu só chorava. Eu levantei meu rosto e beijei a testa da minha avó.

- Eu te amo vozinha...

Gusta estava atrás de mim e também chorava muito, logo em seguida ele foi até nossa avó e abraçou-se a ela. Os dois choraram e depois se acalmaram... Eu me aproximei do caixão e toquei em meu avô, sentir a pele dele fria e ver que ele não estava mais ali me cortava o coração.

- Obrigado vovô! Você foi o pai e o amigo que eu nunca tive! Eu te amo e sempre te amarei.

Eu me afastei do caixão e pude dar uma olhada em volta e estava todo mundo ali.

Eu fui em direção a porta dos fundos da igreja e quando estou saindo.

- Filho!

- Mãe...

Eu me abracei a ela e foi mais um tempo de muito choro...

- Como você ta? Você está mais cheinho...

- Estou bem mãe, pse essa vida de faculdade está me engordando... Vou procurar uma academia quando voltar pra SP. E por aqui como está tudo? E afinal como foi que o vovô morreu?

- Esta tudo bem! Pedi divórcio do seu pai, seu avô enfartou... Seu pai esta está muito abalado, perder o pai assim. Você podia ir falar com ele meu filho, eu sei o canalha que ele foi comigo e com você, mas ele ainda é seu Pai.

- Não mãe! Isso não!

- Vou em casa preparar alguma coisa pra comer, vc vem almoçar com a gente?

- Não... Eu combinei de almoçar com uns amigos... – Não gostava de mentir, mas tudo para não ficar no mesmo ambiente muito próximo do meu pai.

Minha mãe saiu e eu fui até o jardim da capela, tinha algumas arvores fechadas e lá tinha alguns banquinhos estilo de praça. Sentei em um deles e fiquei olhando pro nada.

- Oi!

- Oi Ricardo! Quer sentar? – falei afastando um pouco. E ele sentou

- Você está bem Paulinho?

- Sim, nossa você me chamava assim antes de...

- Me perdoa Paulinho? Eu fui muito idiota e preconceituoso, me perdoa?

- Sabe Ricardo, a gente sempre foi muito próximo... Bem mais próximos do que com os outros meninos, e foi muito duro ver você e eles me virando as costas, me desprezando... Vocês eram as pessoas que eu mais confiava e amava e quando eu mais precisei vocês me viraram as costas... – eu já estava chorando.

Ele se ajoelhou na minha frente chorando.

- Por favor Paulo me perdoa, por favor!!

- Por mais que eu quisesse te odiar virar de costas pra você e te deixar aqui no chão, você sabe que não faria isso...

Ajudei ele a levantar do chão e demos um abraço.

- Estou perdoado?

- Acho que esse abraço é um sim rs

Ele sorriu pra mim...

- Vem comigo? Quero te levar em um lugar.

Eu segui ele até o carro, entramos e ele me levou há um antigo clube onde na nossa infância passávamos o dia. Quando cheguei lá todos os meus primos estavam lá.

- Ricardo vc conseguiu mesmo trazer ele? – Falou Lucia uma das primas.

- Consegui!!

- Então Paulo, nós estamos aqui porque nós queríamos todos te pedir perdão...Vc sempre foi nosso irmão, e quando você mais precisou em vez de te dar apoio nós viramos as costas a você e deixamos você sozinho, nós sofremos muito com a sua partida e todo esse tempo longe nos fez entender que você não escolheu ser assim, e que alem de qualquer coisa o amor que temos uns pelos outros sempre terá que falar mais alto.

- Uau, quase chorei aqui, mas minhas lágrimas estão secas rs, enfim eu senti muita falta de vocês! E Claro eu ainda amo vocês e ainda sou louco por vocês seus bobos.

Abraçamos-nos e aquilo foi como uma cura pra mim. Fomos almoçar e eu chamei o Gusta, eles pediram perdão a ele também pela indiferença e logo estávamos todos dboa.

No fim do dia fomos pro enterro do nosso avô e foi mais um mar de lagrimas, me doeu muito enterrá-lo. No final eu fiquei sozinho diante do tumulo, eu segurava uma rosa branca.

- É vozinho... Descanse em paz, saiba que sempre te amarei... se for verdade espero que de onde você esteja você esteja orando por mim, e quero que você se orgulhe muito de mim!

Coloquei a rosa sobre o tumulo e senti uma brisa fria e calma passar por mim, eu me arrepiei e quando me virei tive um susto afinal estava ali sozinho.

- Você?!

- Oi amor! Senti falta de você!

- Sai daqui seu doente! O que você quer aqui?

- Hoje você vai ser meu Paulo! Hoje você vai conhecer seu macho! – falou ele me segurando pelos braços.

Eu tentava me soltar mas ele era mais forte que eu.

Eu: Me larga Andrè!!! SOCORRO! SOCORRO!!!

Ele: Cala essa boca porra – falou dando um tapa na minha cara.

Eu comecei a chorar e ele estava me arrastando pro fundo do cemitério, eu estava desesperando. – o que ele faria comigo?

- Larga ele seu babaca!

Quando olhei Ricardo vinha correndo, e foi chegando derrubando André com um soco... André levantou e saiu correndo.

- Você está bem? – falou ele me dando a mão para levantar.

- Sim estou. – comecei a chorar novamente.

- Ei, não precisa temer! Eu estou aqui. – falou me puxando para um abraço.

- Ele ia me...

- Shhhhiiii, ele não vai tocar em você! Não até que ele passe por cima de mim!

- Como você me encontrou? Por que você voltou?

- Nem eu sei... só tive uma sensação estranha com você e voltei imediatamente, fui até o hotel e Gustavo disse que você tinha ficado, quando cheguei aqui só vi aquele cara te arrastando.

- Muito obrigado... Não sei o que seria de mim.

Incrivel como eu tinha um imã para atrair babacas violentos e inconseqüentes. Mas Deus sempre coloca um anjo no meu caminho para me salvar, dessa vez o meu anjo foi o Ricardo.

/ / CONTINUA / /

Comentários

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10/09/2016 16:04:53
Amando Ricardo.
23/06/2016 11:16:34
Muito lindo este capítulo só espero q não aconteça com vco q aconteceu comigo me pediram perdão eu acreditei mas a decepção foi maior e pior mas ficou lindo o capítulo
23/06/2016 02:37:17
Cara o que posso dizer, acho que não se pode acreditar em todo pedido de perdão não.
22/06/2016 23:44:53
Deveroei seu conto todo hoje... E vou lhe dizer,ta muito bom... Uma bela historia, adoro historias de superação e quando são bem escritas ficam melhores ainda. Parabéns. Vou continuar acompanhando...
22/06/2016 20:43:53
Adorei o capítulo! André tá me dando medo! Será que Ricardo sente algo mais pelo primo?
22/06/2016 18:56:13
foi triste demais esse cap...teve uma pequena adrenalina no fim, e por sorte Ricardo chegou a tempo de não deixar que Paulo fosse estuprado... que venha o próximo cap...
22/06/2016 18:55:04
MUITO BOM. SERÁ QUE TODOS ESSES ARREPENDIMENTOS SÃO SINCEROS???
22/06/2016 18:24:19
Que emocionante esse capitulo amei

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