POR AM❤R - Capítulo 27 - Feliz Aniversário, Lucas! - Parte 03

Um conto erótico de Vitor Gabriel
Categoria: Homossexual
Data: 12/07/2016 00:19:27
Nota 10.00

Olá, meus amores!

Voltei com mais um capítulo. Me perdoem pela demora, era para eu ter postado na manhã dessa Sexta-feira que passou, mas encontrei alguns problemas de continuidade no material e tive que reescreve-lo, não o capítulo todo, mas algumas partes, então deixei para postar hoje.

▬ ▬ ▬ ▬ ▬ ▬

GABRIEL,

Obrigado, querido! Continue acompanhando.

SAFADINHO GOSTOSO,

Nunca duvide!

RPH_RJ,

Sua ansiedade acaba aqui, sobre a demora, por mais que tenha tentado postar na sexta e infelizmente não deu, acredito que não demorou tanto assim, vou fazer de tudo para postar o próximo capítulo ainda nesta semana. Beijo!

FLAANGEL,

Tiro, porrada e bomba ainda está por vir. Dica do Tio Vitor!

VALTERSÓ,

Gostou? Vem mais por aí! Beijos.

MATHSXD,

Me lembrei da música: Você não vale nada, mas eu gosto de você... ♪ HAHAHA.

ZE CARLOS,

Obrigado, meu querido! E não venha teimar comigo, VOCÊS que são demais. Amo muito vocês, muito mesmo ❥

WELL26,

Finalmente, não é? Luan com essa frescura de não contar, frescura não, vergonha mesmo.

RYUHO,

Já tava na hora, não é? Ah, e você ainda vai ter muitos capítulos para querer até matar o Max. Aguarde! Hahahaha.

WORLD,

Calma que tem muita história para rolar e muitos personagens para odiar hahahaha.

E aos demais leitores, muito obrigado! Eternamente grato a vocês. Beijão!

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NARRAÇÃO: Vitor Gabriel (Autor)

Lucas não demorou a pegar o transporte coletivo e após alguns minutos, já estava subindo a rua da sua casa, logo observou dois carros e uma moto na frente da mesma, um desses carros era uma Ecosport.

— Ué? – Lucas estranhou — Esse não é o carro do Luan?

O filho mais novo de dona Josefa estranhou vendo a Ecosport vermelha do irmão na frente da casa.

— Será que... Não! Não é possível – Lucas se apressou e abriu o portão.

Seu coração apertou quando viu a casa escura pelo basculante da porta e logo pensou que tinha acontecido algo com a sua mãe.

— Só me faltava essa para acabar logo com o meu dia — Disse para si mesmo.

Mas assim que Lucas colocou a mão na maçaneta da porta, a mesma estava aberta, fazendo o irmão de Luan estranhar mais ainda, mas foi tudo rápido. As luzes se acenderam e todos gritaram fazendo Lucas se assustar. Estava lá o seu irmão, dona Josefa, Edson, Bel, Carol, Rose, Hugo, uma vizinha e a sua tia.

— S U R P R E S A! – Gritaram em uníssono.

— AI QUE SUSTO!

Lucas gritou com a mão no coração pelo susto que levou ao entrar na casa que estava escura.

— Pensou que a gente não iria fazer nada, não é viado? – Rose gargalhou.

— Eu não... – Tentou completar com o coração a mil.

— E pensou que eu e Carol iríamos esquecer-nos do nosso amigo? – Bel se aproximou de braços abertos.

— Lógico que a gente não iria prestar um papel desses – Carol também se aproximou.

As duas abraçaram o aniversariante ao mesmo tempo.

— Quer dizer que o Edson era cúmplice esse tempo todo? – Perguntou retribuindo o abraço.

— Com certeza! Fiquei te enrolando lá na sala para você não desconfiar – Disse abraçando Lucas também.

Foi quando Lucas esbarrou no olhar do seu amigo de infância, Hugo.

♫ TRILHA: http://youtube.com/watch?v=BA0x0ScUAvQ

Ele estava bem arrumado, usava uma camisa tipo polo azul, gola aberta exibindo sua corrente, calça jeans escura e por fim, um tênis esportivo preto e branco. O mesmo observava tudo com um meio sorriso, mas quando Edson abraçou, o braço direito de Paulão se aproximou mais ainda com uma cara carrancuda.

— Lucas? – Hugo chamou atenção.

— Oi, Hugo! – Lucas o olhou intensamente — Vocês quase me mataram do coração.

Sem cerimônia, o irmão de Luan abraçou o seu amigo que retribuiu o apertando.

— Ai! – Se sentiu sufocado — Você não tem noção da sua força, Hugo? – Lucas disse encabulado.

— Tem muitas coisas na nossa vida que a gente não tem controle. – Disse Hugo.

— Menino! – Izabel interrompeu — Amei a Rose, sabia? – Disse.

— Ela é louquinha, mas a gente ama demais – Disse Lucas carinhosamente.

— Morri de rir com ela – Falou.

— Ei, como é que você sabia onde eu moro? – Perguntou — E como você organizou tudo isso?

Rose se aproximou.

— Eu que organizei tudo, meu amor! – Rose disse se achando — A trans finíssima aqui foi no face das meninas, que descobri graças a algumas fotos que elas te marcaram no Facebook, e passei para elas tudo que eu estava planejando.

— E mesmo com a violência que está no meu bairro, já que prenderam um meliante numa favela próxima que estava tocando terror nas redondezas, daí os comparsas dele estão incendiando os ônibus para soltarem o bandido, só vim hoje mesmo porque o Edson está de carro e trouxe a gente aqui antes de ir para faculdade te enrolar, e claro, porque sou sua melhor amiga e não iria deixar essa data passar em branco, não é amiga? - Perguntou a Carol.

— Com certeza! – Carol abriu um sorriso

— Só vocês mesmo – Lucas abraçou as duas novamente.

— E você me enrolou direitinho – Disse abraçando Edson de lado que retribuiu.

— Será que agora posso falar com meu filho? – Dona Josefa se aproximou.

— Ai, mãe! – Disse abraçando — Vocês me enrolaram direitinho.

Foi quando Lucas olhou para o seu irmão que por um milagre de Deus, ele estava junto com a sua família.

— Que Deus te dê muita saúde, meu filho! Que te dê muita paz, muito amor e muita sabedoria – Desejou.

— Obrigado, mãe! – Agradeceu sinceramente.

— Cadê o meu sobrinho mais gato que eu tenho?

Tia Joelma, ou Tia Jôjô, como era chamada, se aproximou do sobrinho mais novo e o abraçou, apertando o corpo do pobre jovem. Joelma era a irmã mais velha de dona Josefa que morava numa cidade de interior do estado, a fama que ela não podia ver comida é passada de pais para filhos.

— Tia Joelma! Quanto tempo! – Lucas retribuiu o abraço.

— Esse menino não para de crescer, Zefinha? – Falou olhando para a mãe de Lucas.

— Eu trouxe uma lembrancinha, querido! Espero que você goste – Disse entregando um embrulho.

...

Após Lucas cumprimentar todos, seu irmão veio em sua direção para parabenizá-lo.

— Simplesmente eu não acredito que você está aqui junto de todos nós – Lucas alfinetou.

— Poxa, Lucas, assim você me ofende, eu tenho lá os meus motivos, mas você fala como se eu tivesse nojo de vocês – Falou — E eu vim aqui por você.

— Obrigado, Luan! Desculpa, é que você...

— Eu entendo! – Interrompeu — Mas nunca se esqueça de que eu amo você – Falou abraçando o irmão.

— Zefa! – Joelma gritou — Essas coxinhas estão uma delícia – Disse com as mãos cheias do salgado.

— Essa tia Joelma – Lucas riu — Sei não!

Disse sentando no sofá ao lado da mãe que estava conversando com dona Geralda, que era uma vizinha.

— E aí, Luquinhas! – Rose sentou junto — Ave maria, eu tô gorda! – Falou pondo a mão na boca.

— Tá nada! Está gostosa, hein? Paulão deve pirar – Lucas provocou.

— Para, viado! – Disse Rose fazendo à tímida.

— Para de fazer a menina pura e me conta como anda o “rolo” de vocês? – Perguntou.

— Ai – Disse mexendo em seu cabelo — Que rolo, amor?

— Lá vem você querendo dar uma de desentendida. Vai, fala logo! – Pressionou a amiga.

— Tá indo, né? – Disse.

— Indo...

Rose se aproximou ainda mais do amigo e falou no seu ouvido.

— De vento em popa! – Sussurrou no seu ouvido.

— EITA!

Lucas se empolgou e abriu os seus braços, só que não imaginava que uma das suas mãos iria parar bem nas partes íntimas do seu amigo que estava em pé ao lado do sofá e logo protestou.

— Poxa, Lucas! – Hugo riu — Esperava pelo menos terminar a festa. Aqui não dá!

Todos riram

— Ridículo! – Lucas se levantou rindo, se sentindo incomodado com o olhar intenso do seu amigo.

— Só porque vai ser papai!

Lucas soltou a informação sem querer, deixando Hugo branco que nem papel.

— Rose tinha que dar com a língua nos dentes – Disse irritado andando pisando duro.

— MENINO, VEM CÁ! – Izabel puxou o seu amigo.

— Lá vem! – Lucas esperava alguma pérola.

— Quem é esse machão ali? – Perguntou apontando para o seu crush.

— Quem? Hugo? – Lucas sentiu o ciúme crescer por dentro.

— Esse mesmo! – Falou — Eu gostei dele.

— Então desgoste, porque além de ser futuro papai, ele também é barra pesada – Disse com ciúmes.

— SÉRIO QUE ELE...

— Fala baixo, menina! – Lucas a repreendeu

— Sério que ele é barra pesada? – Izabel sussurrou.

— Sim, é braço direito e esquerdo do chefão que comanda as coisas por aqui – Lucas falou.

— Mentira? Menino, e eu falando dos bandidos lá perto de casa. Espero que ele não me pegue lá fora, apesar de que não iria ser uma má ideia – Falou para si mesma.

— Você tem noção do que está falando, garota? – Lucas perguntou incrédulo.

— Claro que eu tenho, meu amor. Tenho noção de tudo! – Riu de si mesma.

— Edson está ali conversando com Carol só de olho em você, sabia?

Izabel olhou para o mesmo e deu um tchauzinho.

— Mas a gente não tem nada demais, só o peguei e ele me pegou. Ah, e ele não está só de olho em mim!

— E ele está olhando para quem mais? – Inocentemente, Lucas perguntou.

— Ai fofinho – Disse pegando em uma das suas bochechas — Você precisa acordar mais um pouco, tá?

Quando o nosso protagonista iria falar mais alguma coisa, Rosemary interrompe.

— Desculpa atrapalhar algum babado forte de vocês, mas tem alguém querendo falar com você lá fora.

Disse apontando para Lucas.

— Alguém querendo falar comigo? Manda entrar! – Sorri.

— É melhor você ir lá fora – Rose recomendou — Ele quer falar muito com você.

— Depois eu te conto o babado, Rose! – Izabel se levantou.

— Vou aguardar ansiosa, racha! – Rose sorriu.

— Gostei dessa sua amiga. Ela é bem espontânea! – Rose falou.

— Às vezes ela é espontânea até demais – Lucas sorriu.

— Acredita que agora pouco ela veio me perguntar se eu tinha pênis ainda? – Rose revelou.

— Eu não acredito que ela te perguntou isso – Lucas disse desacreditado.

— Pois ela perguntou – Disse gargalhando.

— Só essa minha amiga mesmo. Sei não, viu? – Lucas riu — Duas doidas numa porta só na minha vida.

— Eu? Louca? Jamais! Ah, e vem cá, você falou alguma coisa para Hugo sobre ele ser pai?

Rose perguntou.

— Sem querer soltei, Rose! – Lucas se desculpou.

— Ele pediu para não comentar com ninguém, agora ele tá querendo me matar – Rose riu — Você também, hein? Tinha que dá com a língua nos dentes – Falou — Fofoqueiro.

— Não sei por que esse estresse todo. Ele podia ter contado, eu não sou nenhum estranho para ele.

— Ah, meu filho! Hugo pediu para não contar principalmente para você – Falou.

— E o que eu tenho para ele fazer questão que eu não saiba? – Perguntou sem entender.

— Sabe-se lá o que passa na cabeça daquele ogro. Talvez ele não queira que você o julgue – Falou.

— Eu ainda vou puxar a orelha dele – Disse olhando para Hugo que o olhou na mesma hora — Não encapa o negócio e depois está aí com a mão na cabeça – Falou.

— Tá vendo? Acho que é por isso que ele não queria que você soubesse – Rose riu.

Andando, Lucas gargalhou junto com a amiga transexual e abriu a porta para ver quem o esperava.

— Juninho? – Chamou o nome do amigo totalmente surpreso.

Lucas estava sentindo falta do amigo e vê-lo em sua frente não deixou de surpreendê-lo.

— Oi... Oi, Lucas! – Cumprimentou um pouco desconfiado.

— Porque você não... Não entrou? – Lucas também estava um pouco desconcertado e sem graça.

— Eu queria falar muito com você. Posso? – Pediu.

— Po... Pode – Lucas respondeu.

— Eu sei que ultimamente eu tenho agido feito um idiota depois do que aconteceu naquele maldito show. Eu tenho os meus motivos de ter agido daquele jeito, e você tem os seus de não querer olhar na minha cara depois de tudo aquilo.

— Jun...

— Me deixa falar, por favor! – Interrompeu — Eu acho que você deve pensar que eu estava nem aí para você. Muito pelo contrário, eu penso em você todos os dias, sem gracinhas que eu não sou viado – Falou involuntariamente — Mas eu fiquei muito mal de a gente ter brigado e parado de se falar. Eu gosto muito de você, cara. Gosto de graça! Você é o meu brother do coração.

Juninho respirou fundo

— Eu... Eu posso te dar um abraço? – Junior perguntou todo sem graça, fazendo o seu amigo se espantar.

Lucas ficou emocionado com o desabafo do amigo e resolveu passar uma borracha em cima de tudo.

— Claro que pode, seu insuportável! – Lucas puxou o amigo que retribuiu com um abraço apertado.

— Te amo, Luquinhas! – Falou no seu ouvido.

— Eu também, seu chato! Agora vem, entra logo.

Lucas puxou o seu amigo, mas o mesmo ficou parado.

— O que foi? – Lucas estranhou.

— Acho que é melhor eu ir embora, porque...

— E AÍ? FIZERAM AS PAZES? – Rose se aproximou com um copo de alguma bebida na mão.

— Eu já perdoei ele e ele também me perdoou, mas agora ele quer fazer cu doce, Rose – Lucas disse.

— O quê? – Rose andou apressada em direção a Juninho.

— VIADO, DEIXA DE TUA VIADAGEM E ENTRA LOGO QUE HOJE EU TÔ SEM PACIÊNCIA.

Rose puxou o mais novo pelo braço exageradamente, fazendo o mesmo quase voar.

Todos gargalharam!

...

► AINDA NA FESTA...

— Lucas – Tati o chamou.

— Oi, Tati! – Respondeu olhando a mesma.

— Migo! – Ela se aproximou — Me responde uma coisa.

— Ixi, lá vem bomba! – Lucas zombou.

— Para, menino! É sério. – Tati reclamou.

— Vai, o que é? – Perguntou curioso.

— Aquele seu amigo – Apontou a cabeça para o Edson — É bem bonitinho, hein?

— Quem? Edson? – Lucas apontou de propósito para o colega de classe que o olhou na mesma hora.

— Isso! – Tati se irritou — Sobe logo em cima do sofá e chama mais atenção – Disse batendo no amigo.

— Mas você já tá com fogo na pepeka, menina? – Lucas riu — O nome dele é Edson.

— Assim, seria SUPER LEGAL – Disse dando ênfase no Super Legal — que você apresentasse os amigos.

— Veja só! – Fez uma pausa e olhou para Edson que parecia entender tudo — Eu não sei a real situação dele, mas ele estava ficando com aquela loira ali – Apontou para a minha amiga que estava batendo cabelo com a Rose ao som de Wesley Safadão.

— Ficar não é namorar, meu bem! – Mexeu nos seus cabelos negros — Se quiser apresentar, estou à disposição.

— Tem um carro buzinando lá fora, Lucas – Carol o abordou — Acho que é para você!

— Para mim? – Lucas estranhou.

Lucas abriu a porta da sala que dava acesso à parte de fora da casa e depois abriu o portão que dava acesso para a rua. O jovem ficou surpreso ao encontrar a Ranger Rover do Max e o próprio saindo do automóvel.

— Max? – Se surpreendeu com a sua visita.

— Lucas! – Disse dando a volta no carro e parando na frente do namorado.

Lucas logo sentiu o cheiro de álcool saindo pela boca do Max.

— Algum problema, Lucas? – Hugo se materializou ao lado do amigo.

— Dá licença, por favor? – Max deu um sorriso amigável, mas olhando com desdém.

— Tá tudo bem, Hugo! – Sorri para despreocupar o meu amigo — Valeu!

— Qualquer coisa eu estou logo ali – Disse Hugo devolvendo o olhar com desdém para o empresário.

Dona Josefa apareceu na porta de casa dando início ao ápice da confusão que se formaria ali.

— O que foi... – Luan se surpreendeu com o seu amigo na frente da casa da sua mãe.

— Luan?

Max espantou-se com a presença do seu subordinado e amigo na casa do jovem estagiário.

— Ma-Max? – Disse Luan totalmente assombrado.

— O que você está fazendo aqui, Luan? – Max perguntou com os olhos um pouco vermelho.

— Eu... Eu fui convidado, Max! – Gaguejou.

Sua mãe observava tudo um pouco atrás.

— Convidado? – Max estranhou — Ah, agora eu entendi – Max riu falsamente.

— Max... – Lucas tentou apaziguar o que estava por vir.

— Lógico que você não me convidaria, não é Luquinhas? – Disse se aproximando do estagiário — Eu esqueci o seu aniversário, logo de uma pessoa tão importante para mim. Eu mereço! – Falou.

— Não é isso, Max! Na verdade... – Lucas tentou explicar.

— Não! – Max encostou uma das suas mãos no ombro do namorado — Eu entendo, entendo perfeitamente.

Estavam lá fora apenas o Luan, dona Josefa, Lucas e Max. Quem estava lá dentro, não imaginou o que estava acontecendo lá fora, mas se demorasse um pouco mais, com certeza iriam dar falta de algumas pessoas, principalmente do aniversariante.

— Mas sabe de uma coisa, Lucas? – Perguntou — Eu não imaginava que você e o Luan, que é o seu superior direto, fossem tão íntimos assim – Max disse com ódio — Convida o seu novo amiguinho fiel e por mais que eu tenha errado, não convida o seu próprio... – Disse não completando.

— Max, você não está entende...

— Eu disse para calar essa sua boca! – Max interrompeu apontando o dedo para o seu namorado.

— APONTA O DEDO MAIS UMA VEZ PARA ELE QUE EU QUEBRO ELE TODINHO!

Hugo se irritou sendo impedido por dona Josefa de avançar no jovem milionário.

— Pelo que estou vendo, minhas teorias estão confirmadas.

Max ignorou o tom agressivo de Hugo e falou com deboche olhando para os irmãos.

— Que teorias? – Luan perguntou.

— Cala a boca, seu traidor! – Disse Max indo para cima do amigo, ou melhor, seria ex-amigo?

— Para com isso, Max! – Lucas se colocou na frente do irmão.

— Você está bêbado e está me envergonhando, sabia? – Lucas disse encarando o bonitão.

— Vergonha... – Max riu — É só que eu te represento nesse momento, não é? Uma vergonha!

— Max, por favor...

— Vá embora daqui, rapaz! – Josefa falou num tom mais grosso e alto — Não tá ouvindo?

— Lucas, cadê você que...

Rose apareceu na porta e se calou de repente olhando para todos e percebendo o clima.

— Lucas não te convidou, Rapaz! Sabe porque ele não te convidou? Porque isso tudo foi uma festa surpresa para o aniversário dele, que pelo o que você falou, você esqueceu. Nós temos consideração por ele e todos nós o amamos, ao contrário de você – Falou.

— EU TAMBÉM... – Pausa — Eu também gosto dele, senhora! – Max falou num tom mais baixo.

— E quem convidou o Luan fui EU! – Disse fazendo Max se espantar — Convidei porque ele é MEU FILHO e merece estar aqui e você não merece – Josefa colocou a ultima pá de terra.

— Co-como é? – Max pareceu não acreditar — Como assim? O Luan é filho da senhora? Se ele é filho...

— Sim, é meu filho! O Luan é meu filho, ele é irmão de Lucas e eu quero que saia desta casa AGORA!

Dona Josefa começou a ficar transtornada.

— Eu... Eu não sabia – Max disse confuso — Desculpa, eu...

— Vamos, homem! Tá esperando o quê – Josefa falou — Pega o teu carro e some da frente da minha casa.

— Você nunca me contou, Luan! – Max não sabia o que pensar.

Quando Luan iria falar alguma coisa, Josefa mais uma vez interrompeu cheia de ódio.

— Vai embora, homem! Você já causou transtorno demais por hoje.

— Eu... Eu vou – Disse olhando para Lucas — Lucas...

— Ele não vai embora! – Lucas olhou para a mãe que se surpreendeu — Ele não tem condições.

— Não! Sua mãe tem razão, Lucas. Já causei transtorno demais por hoje – Disse Max andando.

— Você não pode dirigir nessas condições, Max!

Apesar de toda a mágoa, o que ocupava a maior parte do seu coração, era a preocupação referente a Max.

— Lucas... – Hugo tentou falar algo, mas o seu amigo não ouviu.

— Max, eu não posso deixar você pegar numa direção bêbado

Lucas andava apressadamente atrás do seu namorado que já estava quase abrindo a porta do carro.

— Lucas! – Max se virou e segurou nas mãos macias do namorado fortemente — Eu sei que ultimamente eu andando fazendo muita, mas por favor, não me deixe. Eu amo você! Desse jeito maluco, mas amo.

— Tá certo, mas por favor, não...

— Eu te amo, Lucas! Eu bebi, mas eu tenho total consciência do que eu estou falando – Interrompeu.

Max abriu a porta do carro, entrou e fechou.

— Eu vou consertar tudo isso. Você vai ver! – Disse após o vidro elétrico baixar.

O rapaz fechou o vidro, ligou o carro e o automóvel saiu cantando pneu. Enquanto descia uma ladeira de paralelepípedo, Max começou a esmurrar o volante de tanta raiva.

— Vamos entrar!

Disse Lucas assim que esbarrou no corpo de Hugo que estava a centímetros do seu, ao se virar.

— Tá tudo bem? – Hugo perguntou.

— Tudo ótimo! – Lucas deu um sorriso falso que foi logo descoberto pelo seu amigo.

A festa transcorreu normalmente, claro, sem o mesmo ânimo do começo da parte de Lucas. Sua mãe não soube disfarçar seu rosto de preocupação e foi percebida por todos os convidados da festa, mas entre mortos e feridos, salvaram-se todos, ou melhor, quase todos.

— Até que fim todos foram embora – Josefa comemorou.

— A senhora quer ajuda, mãe? – Disse Lucas já cansado e pensativo.

— Não, eu não quero ajuda, meu filho, mas eu quero que você me responda uma coisa.

— Responder o quê, mãe? – Lucas ficou apreensivo.

— Você e o rapaz lá – Se referia ao Maximiliano — Aquilo não é amizade nem aqui e nem na China.

O coração do nosso protagonista começou a bater ainda mais forte.

— Afinal, o que acontece entre vocês, hein? Fala pra mim! – Disse num tom mais alto.

— Mãe...

— FALA! – Gritou.

— ELE É MEU CHEFE! EU SOU AMIGO DELE E ELE É O MEU AMIGO! – Irritou-se — QUAL O PROBLEMA DISSO?

— FALE BAIXO COMIGO QUE EU NÃO SOU SUAS PARICEIRA – Exasperou.

— E se fosse uma coisa além de uma simples amizade, mãe? E SE NÃO FOSSE UMA AMIZADE?

Josefa arregalou os olhos.

— É ISSO QUE ESTÁ TENTANDO DIZER? QUE EU SOU GAY? É ISSO?

Lucas fechou os olhos, respirou fundo e resolveu mentir novamente.

— Eu não sou gay, mãe. O Max não é meu namorado, meu caso ou meu macho como está pensando. Mas se eu fosse Gay, você faria o quê? Gritaria? Me espancava? ME EXPULSAVA DE CASA?

Josefa ficou em silêncio sentindo suas pernas tremerem.

— É... Quem cala consente.

Disse se virando e indo direto para o seu quarto. Chegando lá, observou vários presentes em cima da sua cama, pegou todos e colocou dentro do guarda roupa, ligou o ventilador e se cobriu caindo num sono profundo, um sono repleto de preocupações, pensamentos e angústia.

— Meu Deus! Isso só pode ser uma provação. O que eu faço? O QUE EU FAÇO? – Josefa exasperava — Mais essa agora. Além do meu outro filho ter vergonha da sua própria mãe, da sua própria família, agora eu descubro que... Não, não é possível.

Josefa caiu no sofá da sala, totalmente sem cor, olhou para o teto e colocou a mão na cabeça.

— Me dê uma Luz, minha nossa senhora da conceição. Eles são irmãos, são meios-irmãos.

...

E você? O que faria no lugar da Josefa, mãe de Lucas?

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Ah, quer ler o capítulo com imagens dos personagens? Então leia no WATTPAD:

➜ wattpad.com/vitorgabrielbr (Copie o link e cole no seu navegador)

O próximo capítulo terá mais uma armação da Kelly, e dessa vez será algo mais sério, capaz de prejudicar Lucas.

O que será que ela vai fazer?

Aguardem!

Comentários

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16/07/2016 21:00:45
se eu fosse a dona josefa eu contava tudo
16/07/2016 21:00:21
me acabo de rir com a rose rsrsrsrsrs
12/07/2016 23:06:32
Bom, pelo que vi, vc tem razão. Ainda vou querer matar o Max se ele continuar assim... ...Mas será que Lucas e Max são realmente irmãos? Ainda tenho esperanças que não, mas ainda não faço ideia do que pode ter acontecido para que não sejam e espero que não sejam. Capítulo incrível! Aah, antes de lê o próximo capítulo eu já quero matar a infeliz da Kelly... Beijos, querido!
12/07/2016 04:29:24
Ela deveria contar logo ..
12/07/2016 02:10:21
Na dúvida contaria toda a verdade... perfeito..
12/07/2016 02:00:44
DEMOROU DEMAIS. MUITA COVARDIA DE LUCAS EM NÃO APROVEITAR A CHANCE E SE DECLARAR GAY E NAMORADO DO MAX. JOSEJA TEM Q PARAR COM ISSO. A VIDA DELA ELA JÁ VIVEU, FEZ O Q QUIS. MAIS Q NA HORA DE LUCAS VIVER A DELE. REALMENTE UM CAPÍTULO MAIS DO Q EMOCIONANTE. PARABÉNS. ANSIOSO PELO PRÓXIMO.
12/07/2016 01:03:31
Wow, sem dúvidas o melhor capítulo até agora...Incrível.

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