Policial corrupto usa a farda para conseguir mulheres IX

Um conto erótico de jornalista77
Categoria: Heterossexual
Data: 23/07/2016 23:06:49
Nota 10.00

Tina telefonou para César no início da tarde. Ele estava na cama com Denise em seu apartamento. A prostituta disse que tinha novidades para ele e pediu que fosse a sua casa no final do dia, antes dela começar a trabalhar. César disse que iria e desligou. – Quem era? – perguntou Denise. – Uma puta que trabalha como minha informante. Ela disse que tinha informações sobre o caso do Fantasma e pediu para eu ir à casa dela mais tarde – respondeu. – Como é que é? Uma puta? E você vai à casa dela? Por que ela não deu essa informação por telefone mesmo? – Denise não gostou nada daquela história. – Ela disse que preferia dizer pessoalmente. Sei lá por quê. Vai ver não podia falar agora – disse César. – Você come essa daí também? – perguntou irritada. César se voltou pra ela e a prendeu debaixo dele, segurando seus braços acima da cabeça. – Eu já disse que você fica uma putinha ainda mais deliciosa quando tá com ciúmes? Me dá mais vontade ainda de fuder você com toda força – disse ele. Denise estremecia quando César falava desse jeito com ela. Esse lado canalha dele era bem diferente de tudo que ela já conhecera de homens e a deixava louca. – E o que você está esperando que não me fode? Vai ficar só na promessa? – provocou.

Denise havia chegado ao apartamento dele pouco antes do almoço e foram direto pra cama. Ela não conseguia mais ficar um dia sequer sem a rola dele. Estava completamente apaixonada e viciada. Como não podiam dormir juntos, ela ia durante o dia. Os dois fudiam até o início da tarde quando ela voltava para o museu. No final da tarde, César se arrumou e saiu. Foi à delegacia, pegou sua viatura e disse que iniciaria seu turno mais cedo. No entanto, foi à casa de Tina. Ela morava no subúrbio, em uma região bem pobre e barra pesada da cidade. César era conhecido por lá. Alguns o cumprimentavam pelas boas coisas que ele fizera e outros se escondiam com medo de sua presença. Ele fingia que não via esses últimos. Foi até a casa da puta e bateu à porta. Ela abriu enrolada em uma toalha. César conhecia aquele corpo e já ficou excitado ao imaginar que ela estava nua por baixo. – Oi, amor. Entra – disse ela. – O que você queria me dizer? – perguntou. – Calma, querido. Eu passei um cafezinho bem gostoso pra gente – disse Tina, indo à cozinha. – Onde está o Arnaldo? – perguntou César, referindo-se ao filho dela. – Está na minha mãe. Mandei ele mais cedo para ficar sozinha com você – respondeu, voltando com duas canecas de café. César havia se sentado no sofá e ela se sentou ao lado dele, bem colada. – O café tá gostoso, amor? – perguntou, se iniciando e se esfregando nele. – Está sim. Do jeito que eu gosto, bem quente e forte – respondeu. – Que bom. Eu adoro agradar você – disse ela.

César estava a ponto de perder o controle. Tina beijava seu pescoço, lambia sua orelha e acariciava o peito dele por cima da farda. – Você fica um tesão com essa farda. Me deixa doida, sabia? – perguntou. – Tina, você me disse que tinha informações pra mim. O que era? – perguntou César, lutando contra o tesão. – Vamos brincar um pouquinho. Eu to limpinha, cheirosinha, num dei pra ninguém hoje. Me guardei o dia todinho pra você – disse ela. Tina soltou o nó que prendia a toalha e a deixou cair, expondo seu corpo nu. César grudou os olhos nele e abaixou a guarda. Colocou a caneca na mesa e puxou Tina pro seu colo. Iniciaram um beijo selvagem. Suas mãos grandes e fortes apertavam o corpo dela com toda sua força. Tina rebolava no colo do policial e enfiava a língua em sua boca. – Tá doida por rola, né vadia? Eu tava na cama com minha namorada quando você me ligou e ela não gostou nada de eu vir aqui sozinho – disse ele, provocando ciúmes na puta. – Ela fode como eu ou é daquelas putinhas ricas cheias de frescura na cama? - perguntou. – Puta minha não tem frescura. Elas querem rola e sabem que a minha é de primeira qualidade – respondeu César. Ele se levantou e carregou Tina no colo pra cama. Fuderam feito dois animais. Tina era uma trepada alucinante. Ela era louca por César, especialmente quando ele a tratava mal na cama. E, naquele dia, ele caprichou. A enrabou com força, batendo em sua bunda, puxando seus cabelos e chamando-a de cadela, vagabunda e toda sorte de outros xingamentos. César gozou duas vezes, uma no cu e outra bem fundo na boceta dela.

Tina foi à cozinha depois da trepada e voltou com duas garrafas de cerveja. Deu uma a César e se deitou nos seus braços com a outra. César pegou sua calça ao lado da cama e tirou um saquinho do pó branco do bolso. Preparou na mesinha e aspirou uma vez. Ofereceu a ela que voou por cima dele, aspirando o restante. – Você tem mais pra deixar pra mim? O meu tá quase acabando – perguntou ela. – Tenho sim, mas primeiro você vai me dizer o que descobriu. Já levou rola, já ganhou uma cheirada, agora hora de trabalhar – disse ele. – Ok, vou contar. Eu conheço uma bambi (gay) que faz ponto lá no bairro onde apagaram teu amigo e ele dá a bunda pra um cara que conhece o presunto. Um dia desses, ele tava numa have com o macho dele e ouviu umas conversa. Um carinha lá disse que essa tal Fantasma tinha vacilado, era um X-9 (dedo duro) dos cana e tinha cagüetado o irmãozinho de um cumpadi dele, que era aviãozinho (leva e traz de drogas). Esse cumpadi tinha chamado a curriola dele pra dar uma biabada (surra) no cagüeta e falaram até em apagar o carinha. Mas, sei não, pode ser só cascata. A bambi tava meio chapada – contou Tina. César ficou pensativo, sem dizer nada. – O Rubens disse que ninguém sabia que ele era informante – comentou. – Pois é, mas sabiam sim. Parece que ele era língua solta, principalmente depois de tomar umas birita ou quando tava na zona. Vivia carteando alto, dando uma de machão, dizendo que tinha cobertura. Se fudeu – disse Tina.

César se levantou e começou a se vestir. Tina permaneceu na cama, agarrada no travesseiro. – Ajudei, querido? – perguntou. – Ajudou sim. Muito. Agora, me diz o nome desse carinha ou do cumpadi dele – pediu César. – Ah, amor, isso eu num sei não. A bambi num disse. Posso perguntar, se você quiser. Aí você volta aqui, nós dá mais uma e eu te conto – propôs ela, se ajoelhando na cama e beijando César. – Vamos fazer melhor. Me diz o nome da bambi que eu mesmo falo com ela. Se der certo, eu volto e te dou mais uma rolada – prometeu. – Sério? O nome dela é Celina. É Célio, mas todo mundo conhece como Celina. Uma loira platinada horrorosa. Só toma cuidado porque ela vai querer dar a bunda pra você – brincou Tina. César a empurrou de volta pra cama e jogou na mesinha três saquinhos do pó e uma nota de cinquenta reais. – Pro teu menino – disse ele. – Obrigada, amor. Tu sabe que ele pode ser teu, né? – respondeu Tina. De vez em quando, ela voltava com essa história do menino ser filho de César, pois eles transavam sem camisinha há um tempo. César rejeitava a ideia sempre. Se despediu e foi embora. Como ainda faltavam uns quarenta minutos para iniciar sua ronda, foi à delegacia. Encontrou Rubens conversando com o detetive Samuel, da Homicídios, e resolveu sondar.

- Boa noite, detetive Samuel. Alguma novidade naquele caso do Fantasma? – perguntou. Rubens ouviu e se meteu na conversa. – Por que o interesse? – quis saber. – Porque eu sou policial e quero saber quem matou um cidadão da minha cidade. Algum problema? – ironizou César. – Para com isso. Você não se importa com ninguém. Você quer mesmo é saber se nós estamos chegando perto de você, isso sim. Eu tenho certeza que tem dedo seu nessa história – acusou Rubens. – Que é isso, Rubens? É uma acusação muito séria – criticou Samuel. – Sem problema, detetive. Não me importa com as bobagens que ele diz. É só inveja. Desde a academia, ele é assim. Sempre foi segundo lugar e nunca ganhou mulher de mim – esnobou César. Rubens se enfureceu e partiu para cima dele, mas Samuel o segurou. – Parem com isso, vocês dois. Agora – gritou. – Senta aí, Rubens. E você, César, se contenha. Se tem algo pra contar sobre o caso, conte. Se não, vá trabalhar – disse ele. – Vou contar porque eu o respeito, detetive. Uma informante minha me disse que as pessoas sabiam que o Fantasma era X-9 desse aí e que tavam marcando de apagá-lo – contou César. – Sabiam? Isso é impossível. Eu disse a ele pra não contar a ninguém – falou Rubens. – Pois é, mas depois de umas biritas e umas bocetas, ele soltava a língua. Pena que você não sabe o que é isso – ironizou César. Rubens ia reagir novamente, mas Samuel se antecipou. Pediu mais detalhes e César contou o que sabia, só omitindo o nome de Celina. Ele queria interrogá-la pessoalmente.

De volta à viatura, sentia-se de peito lavado. Ele adorava desdenhar de Rubens e humilhá-lo em público. Depois daquela conversa, ele sabia que havia plantado uma sementinha de desconfiança em Samuel da competência do colega. Afinal, se as pessoas sabiam que Fantasma era informante da polícia, o responsável por sua escolha foi, no mínimo, negligente. Olhou no relógio e eram quase nove horas. A noite estava calma, sem ocorrências até então. Sentiu saudades de Denise e ligou para ela. – César? Tá maluco? O Bernardo tá em casa – disse ela. – Que se foda. Eu quero te ver. To morrendo de saudades da minha putinha gostosa – falou. – Agora, amor? Como é que eu vou sair com ele em casa? – perguntou Denise. – Sei lá. Dá um jeito. Inventa uma desculpa. Vou te esperar em frente ao mercadinho. Vem bem cheirosa e pronta pra uma pirocada daquelas. Hoje, eu to explodindo de tesão pela tua xoxota – disse ele. Denise tremeu o corpo inteiro. Sua boceta se contraiu e melou, de imediato, sua calcinha. Os bicos dos peitos endureceram e ela correu para o quarto. Não quis tomar banho, iria meladinha mesmo. Só colocou um vestido soltinho, um perfume, soltou os cabelos e voltou à sala. – Você vai sair a essa hora? – estranhou o marido. – Vou, mas é rapidinho. Depois, eu explico – respondeu com pressa, pegando as chaves e saindo.

Chegou ao mercadinho e viu a viatura de César num canto escuro. Parou seu carro atrás dela e bateu na porta do passageiro. Entrou e já foram se pegando num beijo frenético. – Nós somos dois malucos, mas eu te amo e não resisto – disse ela. César devorava seu pescoço e agarrava seus peitos por cima do vestido. – Já fudeu numa viatura? – perguntou ele. – Não. Mas, deve ser uma delícia – respondeu com uma carinha de safada. Passaram para o banco de trás e Denise se acomodou no canto. Lançou um olhar sensual para César e tirou seu vestido, revelando estar totalmente nua por baixo. – Você tá nua! Mas, que piranha eu trouxe pra minha viatura – exclamou ele. – Isso mesmo. Vem comer a tua piranha, meu macho. Vem fuder tua vadia que tá louca pela tua pica – chamou Denise. Para provocá-lo ainda mais, Denise abriu os joelhos, passou o dedo na sua xoxota melada e o levou à boca. César tirou o colete da farda e seu cinto, jogando-os no chão do carro e avançou contra Denise. Primeiro, engoliu seus seios, sugando-os com força. Apertava e chupava, mordendo o mamilo, arrancando gemidos e gritos de prazer da amante. Repetiu o gesto no outro peito e os deixou vermelhos da intensidade da chupada. Depois, se ajoelhou e caiu de boca na boceta. Enfiava a língua e sugava com fome o melzinho que escorria. Denise não resistiu e prendeu a cabeça dele contra sua boceta, gozando forte e deliciosamente.

César continuou chupando por mais um tempo, fazendo Denise ter convulsões de prazer, se agarrar no banco do carro e gritar sem controle. Com muito esforço, ela conseguiu afastá-lo e tirar o restante de sua roupa. Ao tirar a blusa que ele vestia por baixo do colete, apareceu seu peito todo arranhado das unhas de Tina. – O que é isso, César? Por que você tá todo machucado aqui? Isso é marca de unha. Foi aquela puta que te ligou hoje, não foi? – perguntou ela, irritada. – Foi sim, mas foi necessário. Depois, eu conto – respondeu. Denise estava possessa de ciúmes. César retomou o controle da situação, tirando sua calça e puxando a cabeça dela pra chupá-lo. – Porra, César. Teu cacete tá fedendo à boceta dela. Podia ter lavado depois de comê-la, né? – reclamou. – Eu lavei. Agora, vem logo, chupa meu pau ou vou embora – ameaçou ele. Denise abriu bem a boca e engoliu o cacete, iniciando uma chupeta furiosa. Com raiva, ela chupava ainda melhor. Denise engolia todo o cacete, até encostar em sua garganta. Punhetava, lambia, raspava os dentes e voltava a chupar, com rapidez e muito tesão. César passou a controlar os movimentos, segurando sua cabeça e forçando-a para baixo. Denise engasgava, mas não pedia para parar. Continuaram mais um pouco e César esporrou na boquinha dela, enchendo-a de gala. Denise tossiu, deixou escapar um pouco pelos cantos da boca, mas engoliu quase tudo.

Os dois descansaram um pouco, recostados ao banco. Mas, ainda queriam mais. – Não gostei nada, César, de você ter transado com ela. Podia, ao menos, ter se lavado para eu não sentir o cheiro dela ou então evitado essas marcas no teu peito, né? além disso, você não usou camisinha? Ela é uma prostituta, caralho – disse Denise. – Calma. Ela é limpa. Não tem doença não. E eu tive de comê-la. Ela tinha informações sobre a morte do Fantasma e só me contaria se eu a fudesse. E valeu a pena porque as informações eram quentíssimas. Agora, vamos deixar de lero que eu quero mais – disse ele. Seu pau endureceu de novo com ele sentindo o perfume de Denise, beijando seu pescoço e agarrando seus peitos. Ela amoleceu e seu corpo voltou a esquentar. César esticou a mão no chão e pegou seu par de algemas. – O que é isso? – estranhou Denise. – Calada. Vou te mostrar como eu como minhas vadias aqui no carro – respondeu. Em seguida, algemou seu pulso direito e o prendeu numa haste no teto do carro. Virou Denise de bruços e se deitou por cima dela.

Antes de meter, César beijou e lambeu suas costas e sua nuca. Desceu para a bunda e chupou seu cu, enfiando a língua o mais fundo que conseguiu. Denise estava transbordando de tesão. De olhos fechados, ela gemia baixinho e chupava seu polegar. Sua boceta vazava de tanto tesão e César bebia tudo. Denise teve um segundo orgasmo e seu corpo ficou inerte no banco, tendo espasmos e tremores involuntários. César viu que ela estava pronta e encostou o cacete na entradinha da boceta. Deitou-se nas costas dela e ficou apenas esfregando o pau nos grandes lábios, sem entrar. Denise enlouquecia com a tortura e empurrava a bunda pra trás para ser penetrada logo. – Quer que eu meta? Fala, putinha. Pede pro teu macho meter bem gostoso, pede – sussurrou. – Você é um canalha, César, mas é um canalha que eu amo. Eu sou completamente apaixonada por você. Não vivo mais sem você, sem tua rola. Mete, meu amor, mete na tua vadia, na tua piranha. Me faz de vagabunda, faz o que quiser comigo, mas me come logo que não aguento mais esperar – Denise implorou com os olhos cheios d’água de tanto prazer. César não esperou mais nem um segundo e deu um tranco, enfiando tudo de uma vez na xoxotinha. Denise deu um grito e gozou novamente. Ele começou a meter com força. Mordia sua orelha, enfiava a língua e gemia, bufava no ouvido dela. – Onde o corno pensa que você está? – perguntou ele. – Ele não pensa. Eu saí sem dizer pra onde ia. Para de falar no corno e me come. Meu corpo tá formigando. Eu vou ter um novo orgasmo e esse é forte, amor. Mete, mete, meeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeete – Denise gritou em um orgasmo fortíssimo, o mais forte da noite. Ela sentiu como se uma bomba explodisse dentro dela. Logo depois, César também soltou um berro estridente e ejaculou enorme quantidade de porra na boceta dela.

Depois de quatro orgasmos de Denise e dois de César, estavam ambos exauridos. Permaneceram deitados, inertes, ele em cima dela, respirando com dificuldade e ouvindo seus corações baterem de forma acelerada. Lentamente, foram se levantando. Primeiro, César, que se sentou no banco. Ao tirar seu pau de dentro de Denise, muito esperma escorreu pra fora, melando o estofado. Denise também se mexeu para se sentar, mas estava algemada e não pôde ir muito longe. – Você não tirar essas algemas não, amor? – pediu ela. – Agora não. Eu quero você quietinha aí – respondeu. – Mas, eu vou ficar quietinha. Prometo. Só vou embora quando você deixar. É que tá machucando – disse ela, fazendo beicinho. César foi até ela, a beijou e a colocou no seu colo, de costas, abraçando-a carinhosamente. – Melhorou? – perguntou. – Muito. Agora, eu fico a noite toda algemada – respondeu, aninhada nos braços dele. César beijou seu pescoço e contou a história que Tina lhe contara mais cedo, inclusive a parte da Celina. – E você contou isso pro Rubens? – perguntou ela. – Contei, menos a parte da Celina. Vou procurar essa bicha amanhã e vou fazê-la me dizer tudo o que sabe – respondeu. – Você vai fazer isso como? – perguntou Denise preocupada com os métodos dele. – Vou interrogá-la até ela abrir o bico. Não vou enchê-la de porrada se é com o que você está preocupada. O único problema é que a Tina disse que ela pode querer dar pra mim. Aí fudeu – tranquilizou. – Ah não. Saber que você está comendo uma puta já é demais pra mim. Agora, que você comeu um viado também, eu não aceito, César – afirmou Denise. Ele riu e a tranquilizou que isso não aconteceria. – Nesse caso, me leva junto. Eu sou boa em persuasão. E, se você chegar com uma mulher, vai ser menos intimidador – propôs Denise. César não gostou muito no início, mas ela o convenceu. Marcaram de ir no dia seguinte.

P.S. Mais um capítulo do policial. Deixem seus comentários, com críticas, sugestões e opiniões sobre os próximos capítulos. O que acham que deve acontecer? Acessem http://mentelasciva.wordpress.com


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Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
24/07/2016 11:49:08
opa capítulo top. as fofas foram ótimas e César humilhando Rubens é impagável.

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