Amigo de papai percebeu que eu era viado e contou a ele

Sempre tive uma relação amigável com meu pai, por mais que ele e minha mãe não morassem mais juntos. Ela não ficou muito tempo solteira e logo começou a namorar após o divórcio, enquanto ele preferiu ficar nos casinhos com as meninas mais novas. Apesar dos quarenta e poucos, o coroa era todo conservado, do tipo que freqüentava academia só pra poder manter a aparência de novo e continuar de papinho com minhas colegas. Quando eu levava alguma em casa então, ele só faltava pirar. Sempre foi cheio de amigos, desde cedo, talvez por isso o relacionamento com minha mãe não tenha dado tão certo e ele tenha preferido ficar assim, só curtindo. Embora eu nunca tivesse dúvidas de que já era gay e gostava de homens, isso foi algo que nunca comentei com meu pai, principalmente porque era ex-militar e já sabia o que pensava a respeito disso. Pois bem, nossa história começa daí.

Estava passando um tempo na casa do coroa, era uma quarta-feira quente como qualquer outra. Tinha acabado de chegar do curso e me preparava pra ir pra piscina, quando o interfone tocou.

- Pois não?

- Beto?

- É ele!

- É o Sales, abre aí pra mim?

Abri o interfone e só depois entendi o que aconteceu. Meu pai se chama Roberto e eu sou o Alberto, provavelmente o tal Sales era algum amigo dele que havia nos confundido. Em menos de dois minutos a campainha tocou e fui recebê-lo.

- Oi!

- Ué?

Era um homem mais alto que eu, barbudo, moreno claro e forte, do tipo ombrudo. Vestia uma camisa social escura que revelava os sovacos úmidos por conta do calor. Em baixo, calça jeans e sapatos sociais.

- Meu pai deu uma saída, mas disse que não tem problema, volta logo!

- Ah, tudo bem então!

O homem passou por mim e entrou, deixando um gostoso cheiro de perfume e suor no ar. Fechei novamente a porta e ele permaneceu de pé no meio da sala, olhando ao redor de forma minuciosa. Por conta do calor, eu tava só de shortinho e sem blusa, mas ainda assim suando. Limpei esse suor que escorreu e o cara percebeu, fazendo a mesma coisa com o antebraço dobrado da blusa na própria testa.

- Muito quente, né garoto?

- Um inferno! O senhor quer uma água?

Deu uma risada gostosa, alegre e fez que sim com a cabeça, alisando o queixo peludo com a mão veiuda e balançando um relojão de pulso.

- É uma boa!

Meu pai não havia dito sobre o que se tratava e eu tampouco fazia questão de saber, só estava ali mesmo para receber o tal Sales e ajudá-lo no favor. Fiquei esperando ele terminar as goladas na água e guardei a garrafa, retornando à sala.

- Tu não lembra de mim não, moleque? Te vi pequeno, já tá um homão da porra!

Comecei a rir meio sem graça.

- Desculpa, mas quase não lembro dos amigos do meu pai. Eu era bem menor mesmo e tal.

- Entendo. Quando eu te conheci tu batia aqui em mim, ó!

Querendo brincar, ele bateu com a mão na altura da virilha, fazendo uma piada de duplo sentido em relação à minha altura e também a "bater nele". Ri mais pra não deixá-lo sem graça mesmo e logo o clima passou.

- Teu pai ia me emprestar umas calças, moleque. Tu sabe se ele separou?

Pensei um pouco e não lembrei de nada. Fomos até o quarto de casal onde o coroa dormia sozinho e comecei a mexer no guarda-roupas.

- Mas calça como? - perguntei.

- Uma era jeans e outra social.

Vasculhei pelas gavetas e, por alguns segundos, senti um certo arrepio correr pela espinha por estar mexendo nas peças de roupa do coroa. Passei o dedo por algumas cuecas e pude sentir o cheiro de perigo naquela sensação, mas voltei a focar no que fazia pra não correr nenhum risco de me excitar ali na frente do Sales. Encontrei uma calça toda surrada e amarrotada numa gaveta vazia.

- Será que é isso?

Sentado na cama, ele segurou a calça e a esticou sobre a coxa.

- Posso provar?

- Claro!

Comecei a me ajeitar pra sair do quarto, mas ele já foi tirando a própria calça social e vestindo a do meu pai. Ajeitou o malão dentro do tecido e fechou o zíper, com o rola visivelmente marcada.

- E aí, moleque? O que tu acha?

Observei sem saber o que falar, até que o marmanjo sentou na cama e abriu as pernas. Nesse momento, percebemos que havia um buraco enorme na parte interna da coxa, bem próximo do pau, por onde nitidamente se via um tecido branco comportando um saco grande que tentava sair. Ele olhou pro malão na cueca escapando, me olhou em seguida e riu.

- Algo me diz que não é essa, ein moleque!

Começamos a rir e fiquei meio sem graça. Ele tirou a peça de roupa e ficou só de cueca, me deixando nervoso pra não manjá-lo ainda mais. Não sabia o que planejava aquele macho, mas sabia que se era amigo do meu pai, então era melhor não tentar nada com ele. Tornei a procurar pelo armário e acabei encontrando algumas sungas de praia.

- Deixa eu ver uma dessas também, Beto?

- Claro!

Tomei uma branca e outra vermelha e o entreguei. Outra vez, o safado simplesmente tirou a roupa e agora ficou peladão, revelando uma piroca meia bomba deliciosa, com os pêlos curtinhos e um sacão que me fez praticamente babar. A cabeça não ficava toda pra dentro e nem pra fora, dando aquele ar de curiosidade de saber como devia ser o caralho durão. Exatamente isso. Era do tipo média e grossa. Não tive tanto tempo de manjar, porque o Sales já vestiu a sunga vermelha e tornou a posar.

- E aí, Beto?

Virou-se devagar e alisou o cacete por cima da sunga. Antes de falar qualquer coisa, o celular tocou no bolso da calça em cima da cama. Ele procurou por alguns instantes e atendeu.

- Oi, amor?

Alguém respondeu na linha, mas ele nem esperou terminar.

- Eu sei, já tô indo!

Desligou o aparelho e voltou a se mostrar. Removeu a sunga e vestiu uma calça que ele mesmo viu pendurada no cabide. Eu vi a cena dele fazendo isso sem cueca e fiquei doido, me controlando ao máximo com aquele jogo. Fechou o zíper e ficou mexendo na rola por cima do tecido, vendo em que posição ficaria mais à vontade. Voltou ao mesmo cabide e pegou outra calça, removendo essa e vestindo a nova.

- Acho que é essa aqui.

Tirou a calça e guardou com a sunga que separou. Vestiu-se da mesma maneira que chegou e jogou a outra peça que experimentou por segundo, quando estava sem cueca, sobre a cama.

- Tenho que ir lá, garoto. Avisa pro teu pai que eu passei aqui, tá?

- Deixa comigo!

Levei ele até a porta e me despedi amigavelmente.

Voltei ao quarto do meu pai mais rápido do que um trovão, pensando na calça que o safado do Sales provavelmente experimentou de propósito só pra deixar o cheiro do caralho no tecido. Não havia entendido qual era o jogo daquele gostoso, mas sabia que, independente do que fosse, não podia ceder tão facilmente, já que o cara era amigo do meu pai e eu sabia que meu pai era todo conservador em alguns aspectos, incluindo este. Lembro como se fosse ontem do quão bravo ele ficou quando um primo saiu do armário e eu não queria esse estresse pra mim. Ainda não. Encontrei a calça e não pensei duas vezes em sentir o cheiro do pau do safado do Sales meio que impregnado no tecido, de tanto que o puto mexeu e apalpou a mala sobre a roupa quando experimentou. Senti um frio percorrer novamente a espinha e foi aí que, no fundo do cheiro do Sales, identifiquei o mesmo cheiro de quando mexia nas roupas do Roberto, meu pai. Mais assustado ainda eu fiquei quando não parei de punhetar. Pelo contrário, o pau pareceu ganhar ainda mais vida e não pude hesitar em meter o linguão, numa tentativa pecaminosa de sorver o pouquíssimo gosto e cheiro que sobrava da mistura Sales e meu pai.

- Que merda é essa!? - me perguntei.

Depois que gozei, o coração disparou e me senti completamente arrependido do que fiz, como se fosse culpado de algo. Limpei a sujeira, guardei tudo e fui tomar um banho frio pra ver se caía a ficha do que havia feito e também se tentava entender o porquê. A única explicação plausível era o perigo.

Meu pai chegou pela noite e até seu cumprimento comigo me deixou acuado, mas ainda assim não queria ser o estranho que muda do nada, até porque isso levantaria várias perguntas e aí teria que mentir.

- E aí, filhão?

- Seu amigo teve aí hoje, o Sales.

- Ele falou, fiquei de emprestar umas roupas pra ele.

Percebi que a mente já estava poluída quando o coroa deu aquela coçada de leve no saco e, por reação, manjei por alguns milésimos e disfarcei, suando bastante em seguida. Ele foi pegar umas cervejas pra beber e aí fiquei mais tranquilo, lidando fácil com o resto da noite.

Alguns dias depois, o safado do Sales voltou a chamar no interfone.

- Opa, é o Sales! Abre pra mim, abre?

Em tudo que ele fazia eu via algo suspeito, não tinha jeito. Outra vez ele subiu, dessa vez de camiseta e bermuda jeans, com chinelos de dedo revelando dois pezões deliciosos de macho.

- Teu pai tá por aí?

Entrou e percebi que seu olhar vasculhou os cômodos, como se procurasse alguém. Fechei a porta e aí sim voltei a dar atenção.

- Ainda não chegou. Tudo beleza?

Animado com minha resposta, veio apertar minha mão.

- Tranquilo, moleque. E tu?

- Também.

Sem disfarçar, ele me olhou dos pés a cabeça. Eu tava com um calção de banho curtinho e a toalha jogada pelo ombro. Quando o olhar chegou aos meus olhos, falei.

- Eu tava indo pra piscina, tá afim?

- Opa, só se for agora!

Tirou a bermuda e revelou que já estava de sunga, a mesma que pegou emprestada do meu pai.

- Tinha vindo devolver, ó!

Começou a rir. Isso me fez pensar que era mesmo de propósito, porque se ia devolver, então ele tava usando só pra deixar o cheiro de rola no tecido. Que maluco safado do caralho!

- Pega uma cervejas ali no freezer!

- É pra já!

Peguei a bolsa térmica e coloquei as latinhas que ele foi trazendo. Guardamos tudo e descemos.

Por sorte, a piscina não tava cheia. Mesmo com o calor, era raro alguém aparecer aquele horário em dia de semana, ainda mais não sendo período de férias ou recesso. Como era só a gente, o zelador deixou que entrasse com as bebidas, contanto que não levássemos vidro. Em meia hora, eu já tava no brilho e cansado de nadar de um lado pro outro e parar pra beber. O Sales ficou só de pé, encostado numa das beiradas e bebendo, me observando nadar. Quando parei ao seu lado e voltei a beber, conversamos.

- Tu nada bem, ein Beto?

- Que nada!

Ele riu da piada e me deu um soco de leve no braço.

- Nada sim, garoto! Nada aí pra eu ver.

Deu uma pegada na rola por baixo d'água, mas por cima da sunga, e não pude deixar de perceber. Obedeci e fui outra vez nadando até o outro lado, dessa vez indo e voltando com a bunda o mais empinada o possível, só pra ver qual era a do pilantra. Voltei ao seu lado e tornei a beber.

- Nada legal, tu!

Outra pegada na rola.

- Brigado, tio!

O puto mordeu o beiço e foi chegando mais perto.

- Chega aqui, moleque!

Pareceu que iria me puxar com um dos braços, me deixando próximo aos pelos do sovaco e virando o rosto pra falar comigo.

- Se o tio pedir uma coisa, você faz?

- Depende, tio!

O safado riu e me chegou mais pra perto, falando no pé do meu ouvido.

- A mulher tá grávida, o tio tá na maior seca!

Dei um sorriso safado.

- Como eu posso ajudar, tio?

- Tô doido pra comer um cuzinho, olha aqui!

Segurou o volume enorme de piroca dura por baixo da água e me mostrou. Meti a mão no caralho e mergulhei, tentando enfiá-lo na boca mesmo estando submerso. No começo foi estranho e engoli um pouco de água, mas tampei o nariz e logo estava pagando um boquetão em plena piscina do prédio pro Sales, amigo do meu pai, que tava doido por uma putaria desde o primeiro dia que foi me ver. Apesar da vontade, não peguei muito fôlego e subi em pouquíssimo tempo.

- Vamo lá pra cima, meu pai chega daqui a pouco.

- Calma, garoto. Não tem pressa, não!

Não entendi aquele jogo.

- Nada aí pra eu ver de novo.

Quando me preparei, o safado suspendeu meu shortinho e o atolou todo no rego, transformando-o quase numa calcinha. Eu era magro, mas a bunda era farta.

- Nada assim pra mim, vai lá!

Fui tomado por uma imensa luxúria de estar sendo controlado por um macho casado e mandão daqueles. O filho da puta era tão egoísta que deixou a mulher em casa e saiu pra comer cu de viado só porque ela tava grávida e não devia estar afim de satisfazê-lo nos últimos tempos, seja lá o motivo. Pior que isso, ele não queria só satisfazer o tesão e desejo sexual, queria saciar o próprio ego e a vontade de ver alguém se submetendo às suas vontades fúteis e vaidosas. Esse fogo me incendiou enquanto fiz o percurso e voltei ao seu lado, tomando um tapão na bunda exposta antes de levantar pra retomar fôlego. Ele segurou meu queixo com parte dos dedos dentro da minha boca. Não me fazendo de fraco, comecei a chupá-los, passando a língua em cada um e sentindo um gostinho salgado.

- Quem diria que o filho do Betão era uma cadelinha obediente assim, né?

Desceu a mão pelas minhas costas e alcançou meu rabo, arreganhando-o com uma das mãos e indo direto com o dedo no meu cuzinho, que reagiu piscando e acolhendo ainda mais o indicador.

- Vagabunda de primeira que teu pai colocou no mundo, ein!

Me empinei sem qualquer preocupação de ser pego pelo zelador da piscina, só cedendo aos limites sexuais daquele bicho safado. Se deixasse, me comeria ali mesmo. Com a outra mão, abriu minha boca e deu mais tapas na cara, espalhando baba no rosto.

- Vamos subir pra eu não acabar te rasgando aqui!

Usamos as latinhas e a bolsa térmica pra disfarçar na hora de passar pelo zelador. Nos secamos, vestimos as bermudas e pegamos o elevador sozinhos. Entre o segundo e terceiro andar, ele apertou o botão de abrir portas e a tração parou, nos deixando travados entre um andar e outro. Antes mesmo de eu reagir, o Sales colocou o caralhão duro pra fora e enfiou na minha goela.

- Não vou aguentar chegar lá não, viado! Chupa aqui!

Senti o gosto salgado de macho chegando na garganta e fui moldando meu ritmo com muita resistência à força que o safado fez na minha cabeça, tentando conduzir nosso passo. Ele foi forçando e fui cedendo lentamente, pra não engasgar de vez.

- Deixa comigo, moleque. Abre essa boca pra eu entrar!

Obedeci e a garganta recuou, dando mais espaço pra vara seguir. Assim, em pouco tempo ele só brincou de cabecear pra cima e pra baixo na traquéia, sem nem se interessar em foder num vai e vem.

- Tu é o primeiro que aguenta essa vara assim!

Fora da boca, só o resto do corpo do Sales, com o saco todo babado batendo no meu queixo e os pentelhões cheirosos inebriando as narinas. Estava no paraíso com aquela situação. O amigo do meu pai me engasgando com piroca num elevador propositalmente colocado em emergência, só porque o filho da puta tava com tanto tesão que não dava pra esperar chegar lá em cima e foder. Tinha que ser ali, os outros que se fodam se quisessem subir ou descer, o macho precisava galar. Em pouco tempo, naquele boquete com pouco movimento, o Sales desafogou o caralho de mim e começou a se controlar.

- Aprende, moleque!

Segurou a caceta na minha língua e o elevador bateu, denotando que voltaria ao normal. A porta tornou a destravar e fechou. Achei que ele fosse gozar, mas, de joelhos aos seus pés e com a cabeça da rola na ponta da língua, senti o gosto salgado de muita baba e pré-porra já branca despejando pela boca. O safado chegou a ficar na ponta do pé pra me dar aquele primeiro gostinho do que viria a seguir. No exato momento em que engoli e o Sales guardou a pica ainda meio dura, o elevador subiu pro próximo andar e a porta abriu normalmente, como se nada tivesse acontecido. Saímos e seguimos pro apartamento.

Mal fechei a porta e o safado me derrubou de joelhos outra vez, tampando meu nariz enquanto aplicou caralho goela a baixo.

- Agora vamo ver se é viado mesmo!

Senti a pele do saco dele roçando no lábio e tive a certeza de que fazia outra garganta profunda quando comecei a lacrimejar de nervoso pela situação. Por outro lado, o cu piscando de tanto tesão, pegando fogo, ao mesmo tempo que meu pau tentava rasgar o short de tão duro. Por sorte, havia prendido a respiração pro que estava acontecendo, então deu pra ficar um bom tempo entalado e acho que isso o convenceu.

- É bicha mesmo, vem aqui!

Não conseguiu ir pro quarto, o puto já me arqueou de quatro no sofá, com a perninha pra cima e nem quis me alargar, só puxou o shortinho de lado, abriu bem minha raba, alinhou a cabeça do caralho sem capa bem na portinha do cu e cuspiu.

- Abre esse cu pra mim, Betinho!

Relaxei ao máximo que pude e senti a rola pedindo passagem na pele. A cabeça foi alargando as pregas com uma certa pressão e aos poucos fui cedendo, mas não sem sentir a queimação maravilhosa do rompimento proveniente daquele macho tarado em cuzinho.

- Relaxa! - sussurrou ao meu ouvido.

Não teve como não obedecer. Eu alisei seu corpo com uma das mãos, sentindo os trinta e poucos anos em cada parte da coxa peluda que toquei. Lembrei então que o canalha era casado e que o leite que receberia era o mesmo que engravidara sua mulher, só faltou soltar fogos em meu interior. Extrema luxúria e vaidade, eu sei. Sales foi cutucando de um lado pro outro, atolando daqui pra li e conseguiu espaço suficiente pra pelo menos metade do caralho.

- Se segura, viado!

Travou minha cintura com as mãos e tirou, tornando a colocar em seguida. As pregas incineraram, mas continuei tentando soltar o rabo pra lhe dar mais movimentação e aí sim o caralho foi entrando mais fundo, transformando minha dor em prazer.

- Ai, tio!

Ele me fodia puxando o corpo pra trás, com as mãos enfiadas na minha boca, de tão objeto que era. Adorei a sensação, foi indescritível. Meu corpo dobrado estava ao seu comando e domínio, ao mesmo tempo que senti a piroca desbravando meus interiores cada vez mais, enrijecendo à cada estocada e se preparando pra despejar bastante leite de macho, néctar de homem, testosterona diretamente da fonte, da própria pica daquele estranho amigo do meu pai. Foi nesse momento que, ao encará-lo, percebi que ainda usava a sunga do Roberto.

- Ssss!

- Isso, viado!

Senti o cu abrir por completo, meus dedos dos pés só faltaram torcer de tão dobrados que estavam. O puto travou minha cintura com a mão e deu a primeira estocada total dentro de mim, me dando a sensação de que apagara por alguns segundos. Voltei a mim e senti a próxima estocada vindo lá de fora, chegando à alma. Agora sim apaguei, mas ele me suspendeu.

- Aguenta, viado!

A consciência retornou junto com uma intensa onda de calor e prazer, acompanhada da sensação de atrito da tora saindo e arrastando na pele das pregas do cu. A terceira estocada obrigou meu gozo a sair farto, sem qualquer punheta. A quarta foi a última, culminando em leite que encheu meu reto, quente e espesso, ao ponto de nem sair, mas em grande quantidade. As pernas não aguentaram o solavanco e ameacei cair, ele também, todo suado em cima de mim e com um tronco de caralho me atravessando o cu, ensopado de gala.

Sales largou meu corpo junto com o seu e caímos sobre o sofá, ele em cima ofegando e a rola tremendo nervosa dentro, diminuindo à cada pulsada e deixando apenas o esperma quente e grosso.

- Deixa meu filho aí, ein viado!

Começamos a rir e logo ele removeu a sunga, vestindo somente a bermuda com a qual veio. Começou a descer um resto de porra que ficou dentro e ele limpou com a sunga vermelha que havia pego emprestado do meu pai.

- Pra tu lembrar de mim, aí!

Jogou a peça em cima de mim e tornamos a rir alto.

- Vou me adiantar antes que o Betão chegue.

- Vai lá!

Algumas horas se passaram até meu pai chegar. Depois da foda com o amigo dele, fiquei mais sossegado em relação à tensão sexual que passei a enxergar no coroa, mas agora quem tava estranho era ele.

- O Sales teve aqui hoje de novo, né?

- Sim, por que?

- Nada não.

Fiquei com medo de perguntar e levantar mais suspeitas, mas ele não disse mais nada e eu fiquei de boas, pelo menos naquele momento.

Alguns dias após esse episódio, estava em casa tomando umas cervejas e o coroa chegou do trabalho. Da mesma forma como sempre fiz, acompanhei com os olhos enquanto ele removeu os sapatos sociais e a roupa do escritório aos poucos, peça por peça. Quando estava só com a calça desabotoada e de meias, sentou-se ao meu lado e tomou a latinha da minha mão.

- Deixa o pai te ajudar!

Deu umas goladas firmes e a amassou, jogando de lado no sofá. Aquele arroto esperto e subiu uma perna pra poltrona, ficando mais à vontade, até desabotoando um pouco a calça. Começamos a papear sobre o trabalho e meu curso, até que outra vez o assunto escorregou pro Sales e em pouco tempo meu pai estava contando sobre como se conheceram.

- A gente cresceu junto, mas ele casou cedo e ficou um tempo afastado. Quando ficou solteiro, quem casou fui eu.

- Que desencontro!

- Mas deu pra aproveitar bastante a juventude.

Fomos papeando e bebendo. Cada vez mais eu senti a tensão sexual começar a surgir, mas não foi algo natural da parte dele. De repente a maldade estava em mim, que não consegui parar de, vez ou outra, dar uma manjada na mala presa na calça. Pra ele talvez isso passasse despercebido.

- A tua mãe não gostava dele porque era sempre o pilantra que me levava pra sair.

- Então é por isso!?

- Sim.

Sentado no sofá, ele alisava alguns pêlos que tinha sob o umbigo e só acabavam pra dentro da tira da cueca, ao mesmo tempo falava comigo, tomando assim parte da minha atenção. Os dedos deslizando sobre a pele morena e ainda suada.

- A mamãe falava que você traía ela quando saía com ele.

Ele começou a rir, virando outra latinha quase toda.

- E traía mesmo, a gente pegava várias safadas pela rua, comia até dentro do carro!

Ele soltou essa e se despreguiçou, jogando os braços pra frente e me deixando ver as axilas gostosas de macho. O cheiro de suor subiu pelo ar e engoli a seco. Pra finalizar o movimento, ainda desatolou a cueca do saco com o dedo mindinho e deu uma ajeitada sem qualquer preocupação.

- Cê não vale nada mesmo, né? A mamãe tava certa. - brinquei.

- Ah, mas ela também era muito ciumenta, só pegava no meu pé..

A conversa estava envolvente por conta do assunto, mas sabia que poderia durar pouco se não falássemos de algo tão bom quanto putaria. Só não sabia o que teria de fazer pra voltar a este terreno. Pra minha sorte, o álcool deu uma força e meu pai tornou a falar do Sales e suas safadezas.

- Sabe o que ele anda aprontando ultimamente?

- Não faço ideia. - menti.

- Tá comendo uma tal novinha que é expert e libera o cuzinho fácil.

- Mentira!?

Num primeiro momento, ainda não havia entendido o teor lógico daquela afirmação, até que ele prosseguiu.

- Verdade! Tem pouco tempo, pelo visto. Falou que ela aguentou piru no lombo empinadinha, que nem cachorra!

- Caralho!

- É, filhão! Apertadinha!

Deu uma mascada no caralho por cima da calça e voltou a contar, cada vez mais baixo como se fosse um segredo. Adorei esse clima total de safadeza implícita entre dois caras, no caso eu e ele, mesmo que não percebesse. Até pra manjar era mais tranqüilo agora, porque, entretido no assunto e meio alto, ele se perdia de tesão. Devia estar um tempo sem trepar, também. O volume denotando que tava ficando excitado.

- Ele disse que vai trazer ela aqui qualquer dia, mas vai levar um tempo porque.. - fez uma pausa. - .. a ninfeta é filha duma amiga nossa.

Agora sim eu entendi, mas nem tive tempo de reagir, incrédulo com a situação. Sales havia contado pro Roberto o que fizemos, ainda que à sua maneira disfarçada, então provavelmente estava mesmo planejando alguma coisa. Fiquei vermelho por ser a ninfeta que excitara meu pai em pensamento.

- Segredo ein, filhote! Não vai explanar pros colegas!

- Relaxa, pai!

Não sabia o que dizer e fui ficando sem graça.

- Mas aí, desde que o Sales falou dessa putinha que eu fiquei galudo, sabe? Ele veio com um papo de que assim que viu a cadela já sentiu vontade de tacar-lhe piroca, de tão vagabunda!

- Mas ele não tem nem foto da safada?

- Já pedi, mas nada ainda.

Segurou a vara visivelmente alterada sob a calça e suspirou.

- Vou tomar um banho, Beto!

- Vai lá!

Já estava suando frio com o linguajar que ele usou pra falar comigo, não imagino o que teria acontecido se não saísse logo de perto de mim. Pra minha sorte, meu pai passou o resto da noite tranquilo, sem mais conversas, e aí sosseguei o facho de novo. De repente até tinha batido uma punheta, já que ficou encaralhado de tesão latente e meio alcoólico, todo aberto no sofá da sala antes de tomar um banho frio e provavelmente leitar a porra toda.

Com todo o enredo que se desenrolava, não consegui dormir direito, acordando várias vezes nessa noite. Quando deu cinco e pouca da manhã, desisti de cochilar e levantei em silêncio, me dirigindo lentamente até o banheiro. Antes de chegar, ouvi o barulho da TV do quarto do Roberto ligada em algum pornô, porque uma mulher gemia loucamente. Passei do banheiro e fui até a porta com cuidado pra não acordá-lo. Pro meu susto, o coroa tava deitadão e com a vara de pé, em riste, se masturbando lentamente e prestando atenção na mina loira que se tocava na tela. De onde estava, consegui vê-lo sem ser visto, mas isso não tava me fazendo bem. As pernas tremeram de nervosismo e senti o coração bater forte no peito, como se fosse sair pela boca a qualquer momento. Foi uma mistura de tesão, adrenalina e pecado que me dominaram a ponto de ficar imóvel, completamente hesitante sobre o que fazer, e isso me garantiu ao menos continuar de voyeur, testemunhando a magnífica punheta que batia o macho que me gerou.

- Ssss..

O safadão gemeu baixinho e tocou a ponta da cabeça do rolão pra cima. Foi afastando o dedo e, junto dele, um filete de baba se formou. Tocou a boca e sentiu o próprio gosto, me deixando maluco. E pensar que um dia eu estive ali dentro. Roberto punhetou devagar com uma mão e alisou o corpão com a outra, se explorando e se excitando mais e mais. Estava enlouquecendo e só consegui reagir pra voltar depressa ao banheiro, antes que fosse visto no estado de excitação em que me encontrava. Fechei a porta e comecei a me masturbar sem qualquer hesitação, mandando ver na mãozada que dava no pau. Avistei a mesma cueca que o coroa usou no dia de trabalho e não pensei duas vezes: tirei de dentro do cesto e danei a enfiar no nariz, na boca, na cara toda. Na parte afofada, senti um gosto salgado como se fosse daquelas gotas de mijo que sempre acabam caindo no pano. Um pouco mais embaixo, uma mistura deliciosa do cheiro de macho e suor. Odor forte e bem tesudo de pica, que parecia se espalhar por dentro do banheiro, ou talvez por dentro de mim. Até que..

- Alberto?

Junto com algumas batidas na porta. O espanto foi tão inevitável que deixei a cueca cair das mãos e a busquei novamente no chão, pensando rápido no que faria.

- Oi, pai?

- Cê vai demorar muito aí?

- Já tô saindo!

Dei a pior resposta, porque agora não tinha opção a não ser a velocidade. O pau foi diminuindo com o susto e joguei a roupa dele por cima do cesto bem rápido. Esperei alguns minutos como se terminasse o que fazia, dei descarga e abri a porta.

- Valeu, filhão!

Antes mesmo de deixar eu sair, ele pôs o caralho meia bomba pra fora e começou a mijar. Tanto a visão de seu corpo, quanto o forte cheiro de porra que empesteou o cômodo e também o barulho do mijo caindo no vaso voltaram e me deixar eufórico. O aroma do leite do homem que me fez só faltou me sufocar, de tanto que entrou em meus pulmões e fez parte de mim, espalhando-se pelos corpo. Dessa vez consegui sair a tempo, voltando ao quarto.

Depois que o coroa meteu o pé pro trabalho e eu saí, só retornei em casa pela tarde, sendo surpreendido pelo Sales já na porta da sala.

- Betão já chegou por aí?

- Ainda não.

- Que bom, então ainda dá tempo de comer o Betinho!

E já foi apertando minha bunda, chupando meu pescoço. Senti o nervoso, mas não perdi tempo, entramos e já começamos a pegação. Era mão aqui, tapa ali e em pouco tempo já estávamos pelados e eu mamando vara de homem casado e futuro pai de família.

- Do jeitinho que o tio gosta, isso!

Ele conduziu meus movimentos a seu bel prazer. Quando cansou da mamada, se enfiou por debaixo de mim e penetrou com certa facilidade, ganhando movimentação em pouquíssimos segundos e emendando um ritmo gostoso de foda. Vira e mexe eu dava uma rebolada em seu colo, como se tivesse montando um touro.

- Safada, tu gosta, né?

A putaria tava comendo solta e sem o menor problema, quando de repente a porta só abriu e Roberto, meu pai, entrou, dando de cara com a gente. Primeiro foi um silêncio absurdo, seguido da reação dele.

- QUE MERDA É ESSA, SALES!?

- Calma, Betão!

O amigo dele saiu de dentro de mim e praticamente foi se jogando em cima dele, já o imobilizando pras coisas não acabarem dando em ainda mais merda.

- ME SOLTA, SEU FILHO DA PUTA! O QUE TU TÁ FAZENDO COM MEU FILHO!?

- Calma, Betão! Se controla, cara!

Permaneci onde estava, me sentindo a pior pessoa do mundo e filho mais ingrato também. Não sabia onde enfiar a cara e me preparei pra sair de fininho, já sentindo o choro querendo descer por causa do flagra. Fui impedido pelo Sales, que me chamou.

- Pode ficando aí, moleque. Não tem do que correr.

Meu pai se batia incansavelmente, tentando se desvencilhar dos braços do amigo, mas sem sucesso. Nesse meio tempo, Sales tentou argumentar.

- Eu queria te contar, Betão, mas não tive jeito. Eu sabia que tu ia brecar, mas não tem motivo pra isso. Não vim machucar teu garoto.

- Com tanta vagabunda pelo mundo tu vem perturbar meu filho, Sales?

Ele pensou um pouco.

- Eu gosto do teu garoto, é por isso!

- Casado, dois meses pra ser pai e vem com essa? Aí tu me quebra, seu merda!

Outra tentativa de reação, mas em nada deu novamente.

- Me solta, porra!

- Só depois que tu se acalmar.

- Desculpa, pai.. - comecei a falar. - Não queria ser essa pessoa assim.

Ele só me olhou e escutou.

- Por que tu nunca falou que era viadinho?

Gelei, sem saber o que responder.

- Desculpa.. - falei outra vez.

- Desculpa por ser viado, garoto? - Sales interrompeu. - Tu sabe quanto garoto assim que nem tu a gente já botou pra mamar na vida?

Olhei pro meu pai incrédulo e o safado ficou meio sem graça, dando a entender que era tudo verdade. Ele encarou o amigo, mas não disse nada, só continuou escutando.

- Eu disse que nunca comi nenhum, mas teu pai aqui? Deu aula, garoto!

O clima da briga pareceu esfriar, mas ainda rolou um pouco de tensão no ar, cada um olhando pro outro e esperando alguma reação negativa, só que nada aconteceu. Sem cerimônias, Sales desvencilhou-se do meu pai e ambos ficaram calmos, se ajeitando da queda no chão, sendo que o amigo ainda estava nu e com a piroca meia bomba balançando por estar me comendo quando tudo se iniciou. Quase um coito interrompido. Em poucos minutos, estávamos todos bebendo e conversando quase como se pouco tivesse acontecido. Relembrávamos os bons tempos de juventude de ambos.

- Não sei porque desse cu doce hoje, Betão.

O Sales segurava e batia na minha coxa conforme conversávamos, deixando meu pai tanto puto quanto menos emburrado ao mesmo tempo, talvez por conta do álcool.

- Nunca mais fizemos nada assim, né?

- É verdade!

- Mas agora temos a oportunidade.

- Tá maluco, Sales? Meu filho, seu porra!

- Melhor ainda, Betão. Vai manter a boa linhagem na família!

O puto apertou minha bunda e me fez levantar na frente do cara que me fez, dando uma voltinha.

- Olha pra isso, Betão!

Girei segurando sua mão, me sentindo uma carne exposta num açougue de machos. Dessa vez o Sales pegou a mão do meu coroa e a apertou no meu rabo.

- Aqui como é gostoso, ó.

Sentir a mão do meu próprio velho avaliando se meu lombo era bom ou não pro abate foi mega estranho. Mesmo que se deixasse levar um pouco, ele ainda tava todo travadão.

- Então quer dizer que tudo que tu me falou daquela piranha era do Betinho?

- Sim, mas de uma forma muito positiva.

Meu pai olhou pra ele e depois me olhou.

- E tu, moleque? Dando no meu teto, debaixo do meu nariz e ainda por cima pro meu amigo. Foi pra isso que te criei?

- Queria que você tivesse sido o primeiro a saber, pai. - menti.

Ele pensou um pouco e o Sales veio beijando meu pescoço, meio que pra ver qual era a dele. Como ele continuou parado, o safado o puxou pelo braço até nós, colocando outra vez sua mão sobre meu corpo. No meio dos corpos mexendo, me alisou timidamente, meio que tentando se acostumar com a sensação. Quando o Sales não resistiu e me pôs pra mamar na frente dele, o coroa viu seu mundo ruir ali na nossa frente. Por mais que não quisesse, a piroca subiu na calça social e ficou evidentemente marcada. Ele fechou os olhos, mas os barulhos de sucção devem ter continuado o trabalho, porque a trolha não parou de pulsar. Pra completar, Sales o provocou gemendo meu nome.

- Ssss, que delícia de boquinha, Betinho. Suga essa pica todinha, vai!

Eu obedeci, fazendo garganta profunda já sem qualquer pudor. Quando a boca encheu com o gosto salgado da porra do Sales, o próprio me parou e deu a última cartada no jogo. Sentou ao lado do Roberto e me chamou com o dedo.

- Do jeito que eu gosto, safado!

Desci ao chão e engatinhei até eles, tocando o pé do meu pai por cima da meia preta. Ele não recuou, então fui subindo as mãos por suas pernas grossas, já sentindo a quentura do corpo e uma certa tremedeira nervosa. Quando alcancei a mala enorme que pedia pra tomar ar fresco, ela respondeu ao meu toque de forma épica, contrariando as últimas chances que o coroa teria de resistir aquilo.

Não sei dizer se foi porque era eu sentindo a pulsação de sangue quente da rola de onde eu vim ou se foi porque achava meu pai um puta de um gostosão pra idade. Quando encostei no volume de cacete, ele pulsou violento endurecendo por completo de primeira. A pulsação foi tamanha que o sacão chegou a subir junto, com os dois ovões marcando. Senti certo orgulho misturado com luxúria quando isso ocorreu, afinal de contas estava prestes a provar o leite que me deu vida.

- Isso aí, Betão!

Sales deu apoio e me excitou ainda mais. Quando finalmente abri a calça, saltou um caralhão médio e grosso, meio escuro, vibrando firme na minha frente. Como estava ajoelhado, o cacete tava bem entre nosso campo de visão, ou seja, eu o olhava e ao mesmo tempo via meu pai por trás, me encarando de volta com um semblante de pena, dó e carência ao mesmo tempo. Pareceu que não acreditava que o filhão tava a poucos segundos de abocanhar seu caralho.

- Tem certeza, filho?

Nem respondi, só fui até o fundão, sentindo de cara as bolas de fora e os pentelhos no nariz.

- Filha da puta! SSS

Ele esfregou o rosto com ambas as mãos e recostou o corpo pra trás, relaxando completamente, porém enfiando ainda mais tora na minha garganta.

- Te falei, seu puto! Chupa aqui também, viado!

Comecei a revezar os boquetes, ora na vara do meu pai, ora na do amigo dele. Em pouco tempo, eles se aproximaram e dividiram certo controle sobre os movimentos da minha cabeça. Às vezes me puxavam demais e até trocavam umas farpas.

- Já mamou ele demais, viado!

- Teu pai sou eu, Betinho!

Me senti num inferno perfeito naquele estado. Estava tão excitado que nem sabia dizer, e isso não tinha necessariamente a ver com o quão duro meu pau tava, mas sim por dentro. Uma das mãos sobre meu crânio era de meu pai, a outra de seu amigo de longa data, ambos me dando pirocada. O safado do Roberto ainda parou vez ou outra pra dar com a cabeça na minha língua ou na cara.

- Ele se amarra, né Betinho?

- Cê gosta, filhão? Toma aqui, então!

E me deu os ovos peludos pra chupar, um de cada vez. Me empenhei tanto nesse momento que o Sales levantou e foi pra trás de mim.

- Tu tem que ver isso aqui, Betão!

Mas foi ignorado. Ele cuspiu na piroca e foi entrando, como fazia antes do meu pai chegar e interromper a foda. O Roberto tava muito alucinado com o boquete, ao ponto de esticar as pernas, contorcer os dedos dos pés e apertar firmemente o braço da poltrona, suando e forçando meu crânio. Quando achei que o malandrão ia gozar, parei a mamada e o caralho revelou que era babão.

- Olha o que cê tá fazendo comigo, Betinho!

Voltei a mamar, mas medindo o ritmo pra que ele não gozasse ainda. Enquanto isso, o safado agora interagia com o Sales, que ainda me comia afoito.

- Ssss! Caralho de cuzinho, Betão! Tem que experimentar isso aqui!

- É quente?

- Muito! Teu filho tem o cuzinho mais apertado que já comi, mó delícia!

A pica só babando na língua com cada uma daquelas frases. Como estava perto de gozar, o Sales bateu insistentemente nas nádegas, deixando marcas vermelhas e me fazendo gemer alto.

- Caralho, Betão! Vou rasgar teu filho, viado!

- Deixa um pouco desse cu pra mim, palhaço!

- Não vai dar, cara!

O Sales investiu mais fundo e ocupou cada vez mais espaço, como se a piroca aumentasse de tamanho, pronta pra despejar leite a qualquer segundo. Mais tapas no lombo.

- Sss! Aahhh!

- Vai machucar meu garoto, Sales!

- Vou mesmo!

Sem mais nem menos, meu pai empurrou o Sales pra trás e o tirou de dentro de mim.

- Minha vez!

O puto arrebitou minha raba como se eu nem fosse mais seu filho, e sim uma putinha que ele acabou de encontrar na noite. Brincou de alisar a beirola do meu cu com todo o comprimento do caralho, até a ponta da cabeça babada. Quando chegou no fim, ele apontou pro meio das pregas e largou a cintura pra dentro, ocupando todo o espaço dentro da minha carne quente que há poucos minutos era atritada pela caceta do Sales. Eu agarrei a poltrona do sofá, sentindo o cu relaxar e repuxar a pele do membro do meu pai, que estava por completo dentro de mim. Segurando-me pelas ancas, começou o movimento de vai e vem sem dó, fazendo em pouco tempo o barulho dos corpos batendo. Sales veio pra frente e comecei a chupá-lo do jeito que mais gostava, indo até o talo e ficando um tempo lá.

Ao contrário do amigo, Roberto fodia quieto, só gemendo e dando um tapa ou outro na minha bunda. Seu ritmo, porém, era mais acelerado, com estocadas mais profundas e duradouras, talvez por causa do comprimento do caralho dele. Prendeu minha cintura com as mãos cruzadas sobre mim e ficou na posição da rã junto comigo, só atolando piroca e com o sacão estufado do lado de fora, quase entrando também.

- Rasga esse cu, Betão!

Ele apertou meus ombros e me puxou pra trás como se quisesse entrar com o corpo por inteiro. Estava todo arqueado e suando em cima de mim, atrapalhando até o boquete que estava fazendo no Sales.

- Vira aqui pra mim, filhão!

Obedeci e o safado meteu minha cara por debaixo dos braços, nos sovacos peludos.

- Sente o cheiro de macho do teu pai!

Sales se masturbou intensamente, me puxando de volta e dando várias leitadas na minha cara. Parte do leite que escorreu eu lambi, o resto o puto foi trazendo até minha boca com o pau meia bomba.

- Vou deixar vocês se divertirem!

Continuei dando pro meu pai, mas ele não gozou.

- Posso tentar uma coisa?

- Claro!

Ele me virou de um jeito que tinha total controle do rabo. Eu fiquei com parte da bunda pra fora do sofá e ele só precisou de segurá-la e foder livremente, com total espaço pra ir até o talo e sair sem problemas, retornando em seguida pra dar continuidade ao ciclo gostoso de putaria. À cada estocada naquela posição, consegui ver estrelas no céu da visão e senti algo formigar dentro de mim. Quando olhei pro seu rosto de satisfação, tesão e prazer, fiquei ainda mais relaxado pra que entrasse fundo.

- Sss! Caralho, filhão! Que isso!

Começou a foder, mas pareceu não querer acelerar muito.

- Pode foder, pai! Arregaça esse cu!

- Pode mesmo, filhão?

O tarado travou minhas ancas por completo e só começou a tirar e pôr tudo de uma vez, do começo ao fim, primeiro devagar. Logo foi acelerando e daí só escutávamos o barulho intenso de corpos colidindo sexualmente.

- Sss!

- Aaahh!

- Filho de uma puta!

Fui sentindo a rola enrijecendo mais e mais.

- Quer tomar o leite do pai?

- Goza dentro de mim!

- Quer descobrir do que tu é feito, né?

O tarado riu alto, eu também, mas a foda chegou no ponto máximo. Ele tremeu as pernas e arqueou completamente o corpo, dobrando-me como se quisesse me quebrar ao meio. Dentro, muitas jatadas de leite quente inundaram. Tive a sensação se apagar e seu corpo pesou sobre o meu, talvez até apagando junto. Era uma conexão tão extrema que não tenho como explicar em palavras, parecerá injusto com qualquer vocabulário que usar aqui. Não falamos mais nada, só caímos no sofá e dormimos. O cheiro da porra dele dominou o ambiente outra vez.

Eu, Sales e meu coroa trepamos várias outras vezes depois desse dia. Depois de bastante tempo, estávamos fazendo até dupla penetração em mim, que no começo até doía, mas depois era só amor. A mulher dele estava prestes a ter neném e aí ele sumiu pra cumprir com as responsabilidades, obviamente. Roberto, por sua vez, virou um novo garotão sem precedentes. Quando acordava encaralhado, batia na porta do meu quarto ainda cedo.

- Já acordou, filhão? Quer tomar leite do pai?

Às vezes eu nem tinha acordado ainda, mas já despertava feliz com um caralhão passando nos lábios e pedindo entrada.

- Olha quem chegou? Abre a boquinha, abre!

Obedecia e logo vinha a leitada matinal diária. Quando acordava atrasado e tinha que correr, o safado ficava o dia todo sem gozar só pra me comer quando chegasse. Numa dessas vezes, não conseguiu aguentar o tesão no trabalho e me fez ir até lá só pra leitar outra vez meu rabo. Sexo e putaria viraram nossa linguagem primária pra qualquer situação.

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Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
08/01/2019 16:30:36
Já gozei mais de uma vez com este conto! Amo suas publicações!
21/07/2017 23:50:14
Delicia, tambem adoro chupar um pau,senti gozando na minha boca, sou d bh , que ro um macho ativo.
21/07/2017 23:47:11
Delicia
21/07/2017 23:46:08
11/04/2017 14:55:55
André Martins, caralho!!! É a primeira vez que eu leio um conto seu, e me faltam palavras pra descrever o quão surpreso e satisfeito fiquei. Com certeza, vou ler todos os outros, já virei seu fã!
11/03/2017 23:40:15
Agradeço muito pelo aviso, @fry. Peço a todos que souberem de outros contos meus sendo plagiados ou divulgados sem os devidos créditos, que me avisem por aqui ou no e-mail. Minha escrita é feita de graça, mas é feita por mim e não por outros que querem usar meu nome. Obrigado!
fry
11/03/2017 23:03:48
Ei, um cara plagiou vc no "contos eróticos cnn" o título está assim "meu pai e o amigo dele" e é uma copia descarada do seu conto
11/03/2017 02:15:20
Adorei ❤
09/03/2017 21:59:37
Acho surreal essa coisa de pai com filho, mas seu conto é delicioso...muito bem escrito...
09/03/2017 21:25:09
Muito bom que tesão
09/03/2017 17:16:59
Q puraria deliciosa
09/03/2017 16:56:02
Legal!
09/03/2017 01:32:36
Achei de ler um seu, volto pro seu perfil e vejo essa rmravilha! Sonhoooo

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