DUPLA SURPRESA - PARTE DOIS

Um conto erótico de O BEM AMADO
Categoria: Grupal
Data: 15/09/2017 23:59:22
Nota 10.00

De pé à nossa frente, estava Valéria, a parceira de Laura; não apenas sua voz enérgica me chamou a atenção, como também sua anatomia; Valéria era uma loira alta (1,80 mts), com cabelos longos amarrados em um rabo de cavalo, formas voluptuosas e olhos azuis cintilantes; usava um conjunto preto, parecendo um terninho muito bem cortado e sapatos de salto alto.

Sua expressão estava lívida, e sua boca exibia uma expressão de fúria, deixando claro o quanto aquela situação a deixava enlouquecida. Eu e Laura nos entreolhamos sem saber o que fazer. De minha parte, considerei que nada podia, ou devia, ser feito …, a encrenca era entre elas, e mais ninguém.

Por essa razão, eu me levantei do sofá, vesti minhas roupas, e antes de me retirar olhei para Laura e disse: “Acho que o assunto diz respeito a vocês duas, e eu estou sobrando …, nos falamos quando você quiser ...”. Ao terminar de proferir aquelas palavras, dirigi-me para a porta. Mas, antes de chegar fui barrado por Valéria.

Eu olhei para ela com um olhar duro e firme; por um momento, ela hesitou, mas, logo depois deixou-me passar. Já no meu carro, indo para casa, fiquei preocupado com Laura e com o que poderia acontecer entre ela e sua companheira. Senti-me um tanto calhorda, aproveitador barato, agindo com quem se vale de uma oportunidade fácil para fugir logo depois.

Nos dias que se seguiram, tive ímpetos de ligar para Laura e saber como ela estava. Queria muito ter notícias dela, mas, ao mesmo tempo, preocupava-me se minha atitude redundaria em mais prejuízo para ela. E com o passar do tempo, eu optei por manter o silêncio e a distância.

Certo dia, meu celular tocou; olhei para a tela e verifiquei que se tratava de um número desconhecido; atendi e fiquei estupefato …, era Valéria que identificou-se assim que eu disse alô, prosseguindo sem que eu pudesse interpelar.

-Olha, eu compreendo que você esteja desconfortável com minha ligação, mas, eu precisava lhe pedir desculpas pelo meu comportamento naquele dia em casa, fui demasiadamente indelicada e …

-Veja, Valéria – eu a interrompi educadamente – Eu que lhe devo desculpas, agi por impulso e isso é imperdoável …

-Tudo bem – foi a vez dela de me interromper – Acho que todos estávamos em uma saia justa …, de qualquer maneira, eu queria convidá-lo para um café da manhã em casa, amanhã …, pode ser?

Valéria conseguira me deixar sem ação; o que eu poderia dizer naquele momento? Ponderei que não tinha muitas escolhas, e, assim aceitei o convite. Valéria demonstrou satisfação sincera com meu aceite e terminou dizendo que me esperava em casa por volta das nove da manhã. Desligamos, e eu pus-me a pensar no que resultaria aquele encontro.

Instintivamente, liguei para Laura que demorou para atender e quando o fez ficou muito alegre com meu telefonema. Contei-lhe sobre o convite de Valéria e ela aquiesceu afirmando que fora ideia de ambas; ousei perguntar se estava tudo bem entre elas.

Laura limitou-se a dar uma risadinha, respondendo que estava tudo ótimo e que conversaríamos melhor na manhã do dia seguinte. Desliguei o telefone sem saber o que pensar …, mas, como disse um amigo “se a sorte lhe sorrir, aproveite e passe a mão na bunda dela”!

Na manhã do dia seguinte, lá estava eu, na portaria do condomínio, esperando enquanto o porteiro abria o portão automático. Avancei para o interior do local, e depois de estacionar o carro na vaga de visitante, me dirigi para a casa de Laura e Valéria. Toquei a campainha e ouvi alguém dizer que a porta estava aberta.

A cena com que me deparei me deixou surpreso e chocado ao mesmo tempo; sentadas no sofá estavam Valéria e Laura, sendo que esta última estava nua! Valéria por sua vez, usava uma lingerie preta que lhe concedia uma sensualidade contagiante e muito elegante.

-Seja bem-vindo, meu querido! – disse Laura sorrindo para mim – O que acha da companhia para seu café da manhã? Você gostou?

-Depende de como essa companhia vai se comportar – respondi, sem perder o traquejo.

-Se depender de mim – interpelou Valéria com um sorriso – será excelente! Agora, venha …, vamos tomar nosso café …, mas, antes é preciso que você se dispa!

Incapaz de desobedecer, despi-me, já exibindo minha rola em riste; ambas olharam para ela com olhares muito peculiares; no tocante a Laura, percebi um olhar guloso …, mas, em relação à Valéria, tudo parecia uma incógnita.

Fomos para a cozinha, onde uma mesa repleta de guloseimas nos aguardava; como minha curiosidade era enorme, limitei minha alimentação a um café e algumas torradas. Um pouco depois, Valéria olhou para mim e disse em tom pausado o que ambas pretendiam.

-Vou ser bastante direta – ela começou com tom de voz firme e decidido – Eu fiquei com vontade de ver você em ação enrabando a Laurita …, por essa razão, nós o convidamos …, gostaríamos de um repeteco …, você aceita?

-Deixa ver se eu entendi – disse eu – Você quer que eu enrabe sua parceira para você apenas apreciar?

-Claro que não, tolinho! – foi a vez de Laura emendar – Ela também vai participar, e tenho certeza que você vai gostar de nos ver em ação …, então, o que você acha?

-O que estamos esperando? – perguntei eu, exibindo minha ereção gritante.

Imediatamente, Valéria me tomou pelo braço, caminhando em direção ao sofá; nos sentamos e Laura veio até nós. Ela se ajoelhou entre eu e sua parceira e começou a chupar minha rola. Fiquei surpreso com a gulodice dela, que parecia chupar meu pau pela primeira vez.

Valéria, por seu turno, afastou a calcinha e começou a dedilhar sua vagina, deliciando-se com a visão de sua fêmea chupando um macho.

Sem que eu percebesse, Valéria pegou minha mão e colocou-a sobre a região, demonstrando que ela desejava, ardentemente, ser acariciada; iniciei um delicioso dedilhado sentindo toda a umidade de sua vagina que vertia líquidos de forma caudalosa, denunciando seu estado de excitação.

Laura persistia em chupar meu pau, deixando-me em tal estado de excitação, que eu temia, mais cedo ou mais tarde, explodir em um gozo sem precedentes. Inclinei minha cabeça na direção dos peitos de Valéria cuja firmeza era alarmante, e quando demonstrei meu desejo de mamá-los, ela não perdeu tempo, abrindo o sutiã pela frente e deixando a mostra os mamilos intumescidos que imploravam por minha boca.

Mamei aquelas delícias, ao som dos gemidos tonitruantes de Valéria, que, a meu ver, também estava precisando de algum carinho. Estávamos em um clima de pura safadeza, quando Laura deu-se por vencida e implorou para sua parceira: “Deixa ele me enrabar, deixa …, por favor!”

Valéria olhou para ela, saboreando o momento de humilhação de sua parceira, como se aquilo lhe causasse alguma espécie de prazer. Desvencilhando-se de nós dois, ela ficou de pé, ordenando que Laura ficasse de quatro sobre o sofá.

Fiz menção de preparar-me para enrabar Laura, mas, Valéria obstou, dizendo que precisava preparar “a região” para mim; imediatamente, ela se curvou sobre sua parceira, lambendo e chupando seu buraquinho até que ele ficasse bem melado. “Pronto! Agora ele é todo seu!”, ela disse com um sorriso maroto no rosto.

Deixando claro que era ela quem comandava a sessão, Valéria pegou no meu pau e puxou-o na direção do ânus de Laura; descontrolado, segurei as ancas de Laura, e sem demora, enterrei parte da minha pica no cu dela. Laura deu um gemido alto, mas foi sufocada pela mão de Valéria que ainda estava no controle.

Senti a mão quente de Valéria em minhas nádegas, empurrando-me para frente, projetando minha pélvis contra sua parceira, e enterrando ainda mais a rola no cuzinho de Laura que ainda lutava com a mão opressora de sua parceira.

Logo, eu estava estocando violentamente o traseiro de minha parceira, sob o controle rigoroso de Valéria que, vez por outra, apertava minhas nádegas, deixando seus dedos abusados explorarem o vale entre elas em busca do meu ânus.

Estava eu tão concentrado em minha “tarefa” que não percebi que os dedos de Valéria foram substituídos por outro objeto rombudo, e mal tive tempo de reagir, quando ela enfiou algo no meu cu! Me senti enrabado, não por uma rola, mas por algo tão resistente e duro quanto.

-Relaxe, safado – ela sussurrou em meu ouvido com voz rouca – Relaxe e aproveite a sensação de enrabar e ser enrabado …, tenho certeza que você vai gostar!

Tentei reagir, mas Valéria sabia muito bem o que fazia; não demorou para que o desconforto perdesse lugar para um tesão inexplicável, que potencializava minha virilidade, tornando-se explícita na dureza do meu pau que parecia ter dobrado de tamanho. Olhei para Valéria e ela sorriu, como se quisesse dizer que sabia que aquele seu gesto fora extremamente producente para nossa foda a três. “Viu como é bom!”, ela disse, sorrindo marotamente.

E foi assim, que Laura experimentou muitos orgasmos oportunizados pela minha indescritível virilidade que impunha um novo ritmo à penetração anal. E lá fomos nós; eu enrabando Laura que gemia como louca, Valéria abraçada a mim, enfiando e sacando o instrumento do meu rabo, e eu beirando a loucura com tanto tesão sem fim.

Depois de algum tempo, e de Laura sentir esgotada por tanto prazer, Valéria pegou um pequeno vibrador e começou a deslizá-lo pela vagina de sua amiga, fazendo com que Laura se desmontasse de tanto prazer. Eu resistia, mesmo sabendo que o tal “objeto” introduzido em meu ânus era o responsável por tanto vigor.

Repentinamente, e sem aviso, Valéria ordenou que mudássemos de posição, colocando sua parceira na posição de “frango assado”, com as pernas para o alto e bem abertas e exigindo que eu a fodesse sua vagina. Como que dominado pelo carisma de Valéria obedeci a tudo que ela mandava e passei a foder Laura, ainda sentindo algo enterrado em meu traseiro.

Valéria sentou-se sobre o rosto de Laura e ordenou que ela a chupasse, como também ordenou que eu mamasse seus deliciosos peitos. Estava formada uma nova relação a três, com Laura sendo fodida por mim, enquanto lambia a boceta de sua parceira, que oferecia seus peitos para meu inteiro deleite.

A duas mulheres gozaram até não poder mais, e, ainda assim, eu sentia a dureza do meu pau doer, sem qualquer demonstração de fadiga ou cansaço. Finalmente, e sem ter tempo para avisos, ejaculei dentro de Laura, preenchendo sua vagina com minha porra quente que se esvaía em jatos que pareciam não ter fim.

Exausto e destituído de uma gota sequer de vitalidade, caí sobre Laura, sentindo sua pele suada escorregar ao longo da minha, com as mãos de Valéria acariciando minhas costas, até chegar nas minhas nádegas, onde seus dedos hábeis, sacaram o “objeto” responsável pela ereção mais duradoura que eu já tivera em toda a minha vida.

Foi uma experiência insólita que terminou com três pessoas prostradas sobre o sofá com seus corpos suados, sua respiração quase ofegante e seus sorrisos faustos em clara comprovação de que aquela manhã valera cada minuto. Mais tarde, Laura ofereceu-se para me dar um banho, que somente foi permitido por Valéria, desde que ela pudesse assistir.

No box, mais uma vez, meu pau deu sinais de um novo vigor, que foi aplacado pela boca hábil de Laura, que me chupou até que eu tivesse um pequeno estertor, revelando um orgasmo sem líquido.

Já vestidos e na porta da casa, despedi-me de ambas; Laura me beijou na boca e agradeceu pelo inenarrável café da manhã que lhe propiciara. Valéria, por sua vez, beijou-me na face e depois de um sorriso enigmático, revelou sua intenção oculta.

-Se quiser voltar, será sempre bem-vindo – ela disse num tom acolhedor, porém sem frescuras – Mas, somente quando eu estiver presente para assistir ou participar.

Acenei com a cabeça e me despedi enquanto rumava para o meu carro. Voltei para casa, inteiramente feliz e satisfeito com a “dupla surpresa!”.


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Comentários

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16/09/2017 06:45:07
Parabéns pelo o conto Sou fotógrafo e amo fotografar e filmar esses melhores momentos. Quem sabe as duas animam fazer um book bem exitante. Caso interessar posso receber ou viajar.
MVN
16/09/2017 06:14:03
Como o anterior, muito bom.

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