Apertada

Um conto erótico de Arqueiro
Categoria: Heterossexual
Data: 07/10/2017 23:10:05
Nota 10.00

Era mais de meia noite quando Luzia finalmente largou o livro sobre a escrivaninha e decidiu se arrastar para a cama. Cansada tanto física quanto mentalmente, ela puxou as cobertas sobre si, deixando escapar um suspiro de satisfação pelo contato envolvente e reconfortante de sua cama. Ela tirou os óculos e os depositou sobre o criado-mudo. Luzia estava se aconchegando mais nas cobertas quando sentiu uma leve vontade de fazer xixi. Ela fora ao banheiro pela última vez por volta das sete da noite, quando chegara de volta da faculdade. A jovem decidiu ignorar a vontade frívola da sua bexiga e fechou os olhos.

Desde os catorze anos Luzia se acostumara a fazer xixi apenas duas vezes por dia: uma de manhã, antes de sair, e outra de noite, quanto voltava para casa. Foi nessa mesma idade que ela descobrira que segurar a urina poderia ser divertido e que uma bexiga cheia poderia lhe proporcionar sensações maravilhosas. Atualmente, Luzia conseguia até mesmo prender o xixi por 24 horas direto, desde que ela tomasse cuidado com sua ingestão de líquido. Dito isto, ir para a cama com uma pequena vontade de urinar era até aprazível e ela não demorou a pegar no sono.

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Luzia era universitária, cursava engenharia eletrônica e estava no quinto período, o quê, dada a quantidade de coisas que ela tinha para estudar, já explicava o seu cansaço naquela noite.

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Ela começou a despertar alguns minutos antes do alarme do relógio tocar. Em seu estado de semiconsciência, Luzia sentiu que a vontade de fazer xixi estava agradavelmente mais intensa. Os líquidos que ela consumira de noite já haviam se depositado na bexiga dela, fazendo com que sua bexiga esperasse se aliviar em breve. A maioria das pessoas, ao acordar apertada para urinar, imediatamente se levanta para esvaziar a bexiga. Mas Luzia não. Ela colocou uma mão entre as pernas, lentamente, e pressionou de maneira suave, desfrutando a sensação do xixi matutino retido dentro da sua bexiga.

Era sexta-feira e Luzia só queria poder ficar na cama por mais tempo e simplesmente relaxar, enquanto a urina de uma noite inteira aplicava uma pressão prazerosa nas paredes da sua bexiga. Ela sabia que logo teria de se levantar e a vontade pareceria menor, pois era, em parte, fruto de sua bexiga estar acostumada a ser esvaziada pela manhã. E não era isso que Luzia queria. Ela queria o oposto. Ela queria segurar o xixi por mais tempo. Ela queria ficar com a bexiga tão cheia que ela teria de apertar um dedo contra a própria uretra para impedir que sua bexiga vazasse. O mero pensamento disso fazia Luzia ficar excitada. Ela deslizou a mão para dentro do pijama e começou a se tocar.

Ela queria ficar desesperada de vontade de mijar, queria se divertir, se acariciar, mas o despertador começou a soar e ela teve de interromper o toque prazeroso com um suspiro desapontado de resignação. Hora de levantar.

Luzia saiu de debaixo das cobertas e foi até o banheiro, onde começou a escovar os dentes. Como esperado, assim que ele se levantou, a urgência de urinar diminuiu, visto que era mais ansiedade da bexiga dela do quê necessidade, propriamente dita.

Luzia tirou o pijama e entrou debaixo do chuveiro. Ela era uma encantadora garota de cabelos negros, normalmente presos num rabo de cavalo desleixado. Usava óculos, o que completava sua aparência nerd e estava levemente acima do peso – mas ela sempre usava consigo mesmo a desculpa de que ela tinha muito a estudar para gastar algum tempo indo malhar numa academia.

Quando ela terminou de banhar, vestiu uma calça jeans e uma blusa casual e foi preparar o café da manhã. Como de costume, a primeira refeição do dia dela incluía um copo de suco (supostamente natural) e uma xícara de café (ela fazia engenharia, afinal). Feito isto, Luzia foi até sua escrivaninha e colocou dois livros e o notebook na mochila. Durante todo o processo ela estava deliciosamente consciente de sua bexiga moderadamente cheia. Depois de terminar todas as atividades, aquele seria o momento no qual Luzia normalmente iria ao banheiro para esvaziar a bexiga, antes de sair de casa. Todavia, a pressão do xixi acumulado parecia especialmente agradável, naquela manhã. De tal sorte que uma ideia arriscada e quente estivera se insinuando na cabeça de Luzia durante toda a rotina dela: ela comtemplou a possibilidade pular seu xixi matinal e ir para a faculdade sem urinar, com a bexiga já contendo o líquido produzido durante a noite inteira.

Ela ponderou. Luzia tinha duas aulas, naquele dia. Uma de laboratório de eletrônica digital que duraria toda a manhã e, depois, às três da tarde, um tempo de aula de organização industrial, o que significava que ela estaria em casa por volta das cinco horas. Também significava que ela teria de segurar o xixi por 22 horas. É verdade que ela já alcançara a marca de 24 horas sem urinar, mas sempre em fins de semana, quando ela podia ficar em casa, à vontade. O pensamento de sair sem aliviar a bexiga era um pouco assustadora, mas, ao mesmo tempo, muito excitante: o mero pensamento de tal aventura estava provocando uma prazerosa contração na sua virilha. Depois de algum debate interno, a jovem decidiu por ignorar sua visita matinal ao banheiro, visto que, naquela manhã, parecia um desperdício liberar o conteúdo da sua bexiga que estava lhe proporcionando uma pressão constante e agradável. E, de todo modo, ela sempre poderia usar o banheiro do campus se a vontade de urinar se tornasse urgente demais.

Assim, sentindo-se uma menina má e aventureira, Luzia fechou a porta do pequeno apartamento onde morava de aluguel, deixando para trás o alívio que o banheiro prometia à sua bexiga, e se dirigiu ao ponto de ônibus, para esperar o coletivo que a levaria para a universidade.

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Naquele semestre a turma de Luzia estava trabalhando em pares num projeto para o curso de laboratório de eletrônica digital. O projeto de Luzia, por sinal, ia bastante bem, quase finalizado. Luzia fazia dupla com Kim, uma descendente de japoneses baixinha e tímida – e uma das poucas garotas da turma dela, afinal, cursos de engenharia costumavam ter, majoritariamente, alunos do sexo masculino. As duas checaram o hardware do projeto e, então, voltaram a trabalhar na programação que seria carregada em uma memória EEPROM.

Luzia estava indo bem, até a metade da manhã, quando sua atenção começou a desviar da programação do projeto, na medida em que os líquidos que ela houvera consumido no café da manhã ocupavam mais espaço na bexiga dela. Luzia apertava as pernas juntas, de tempos em tempos. O ar frio e seco do laboratório, controlado para evitar prejudicar os componentes eletrônicos, também contribuía para o desconforto da bexiga de Luzia – além de deixa-la com a boca seca.

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As duas colegas fizeram uma pequena pausa e foram até o bebedouro, tomar um pouco d’água, agradecendo o calor do verão que se infiltrava nos corredores do campus, depois de terem passado mais da metade da manhã dentro de um laboratório gelado. Luzia ponderava se devia usar o banheiro, uma vez que alcançara a marca de 15 horas sem urinar. Mas depois de passar alguns minutos fora da temperatura controlada do laboratório de eletrônica, a urgência reduziu de intensidade, diminuído para um desconforto moderado. A jovem calculou que ela conseguiria segurar até a hora de voltar para casa. De todo modo, a ideia era excitante demais para ser deixada de lado.

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De volta à bancada no laboratório, contudo, o frio voltou a morder a bexiga de Luzia, fazendo a vontade de urinar aumentar novamente. Uma pessoa comum já teria ido procurar um banheiro, àquela altura – uma pessoa comum – ela se corrigiu – teria feito xixi antes de sair de casa. Repentinamente, um pulso de urgência atingiu a bexiga dela, fazendo com que ela tivesse de pressionar as pernas furiosamente, para conter o impulso, e usando a força de vontade para impedir o líquido amarelo longamente contido de escapar por sua uretra. Percebendo o movimento súbito da colega, Kim levantou os olhos da placa de circuito que estivera chegando e perguntou:

– Você está bem, Lu? Você parece – Kim hesitou brevemente e pareceu escolher a palavra – ansiosa.

– Estou bem, Kim – Luzia, tentou disfarçar, enquanto, felizmente, a urgência de fazer xixi amainava para uma pressão moderada – Só quero terminar esse código e carrega-lo na memória, pra gente poder começar a trabalhar o microprocessador.

Kim pareceu querer indagar mais, mas apenas anuiu, pelo que Luzia ficou grata.

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Conforme os dois ponteiros do relógio ficavam mais próximos de apontar, ao mesmo tempo, para cima, as duas colegas conseguiram carregar as instruções na memória e começaram a programar o microprocessador, mas sem muito sucesso – em parte por que Luzia estava ficando cada vez mais preocupada com o enchimento de sua bexiga e menos com escreverem o código. Ao meio dia, os colegas delas começaram a arrumar suas coisas e organizar as bancadas. Kim suspirou e também começou a guardar seu livro. Ao ver que Luzia não se mexeu para fazer o mesmo, questionou:

– Lu, você não vai almoçar?

– Humm, não, acho que vou ficar mais um pouquinho e ver se faço funcionar esse código – respondeu a outra.

– Certeza? Eu não vou poder ficar, pois tenho reunião com o professor Velasquez, uma hora, e a aula de polifásicos às 2. –Kim era tão nerd quanto Luzia, e a ideia de deixar a outra trabalhando sozinha não a agradava muito.

– Tranquilidade, Kim, não tem problema – Luzia se esforçou para sorrir convincentemente, enquanto pressionava suas pernas firmemente um contra a outra, lutando com outra onda de urgência. Kim se deu por satisfeita.

– Divirta-se, então – e saiu dando uma piscadela cúmplice.

O fato era que Luzia não queria almoçar junto da turma, pois ela não tinha certeza se conseguiria evitar demonstrar sinais de sua crescente vontade de fazer xixi, o que poderia ocasionar perguntas embaraçosas.

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Alguns minutos mais tarde, quando Luzia era a única aluna no frio e seco laboratório de eletrônica digital, o Sr. Cortês, técnico de laboratório, se aproximou da bancada onde Luzia estava trabalhando.

– E aí, Luzia, como está indo o projeto? – ele perguntou de forma jovial. Luzia achava ele um cara legal.

– Tudo beleza, Seu Cortês, quando a gente conseguir fechar essa parte do laço principal do código aqui, vai estar quase terminado – ela respondeu com tanta normalidade quanto era possível, considerando o que estava acontecendo dentro do abdômen dela.

– Fico contente em saber – ele respondeu com sinceridade – Você vai ficar no laboratório durante o almoço?

– Sim, Seu Cortês, eu acho que vou aproveitar e deixar ele funcionando de uma vez hoje. Eu só tenho Organização mais tarde, mesmo.

– Certo, então, Luzia – ele anuiu – Eu vou sair pra almoçar alguma coisa. Você não vai incendiar nada nesse meio tempo, vai? – ele acrescentou brincalhão – Eu não posso deixar o laboratório aberto sem estar aqui dentro, então eu vou fechar a porta enquanto eu almoço, rapidinho, e volto aqui, tudo bem? – algo do pânico súbito que apertou a garganta de Luzia deve ter transparecido no rosto dela, pois o técnico acrescentou – Eu volto em menos de uma hora e você tem meu celular, pro caso de qualquer coisa, justo?

– Certo, Seu Cortês, pode ir, eu vou ficar ok – embora temesse que não fosse.

O Sr. Cortês saiu do laboratório e Luzia ouviu o clique da fechadura. Imediatamente ela comprimiu a mão no meio das pernas e começou a saltitar na cadeira, angustiada. Que situação estúpida, essa em que ela se colocara! Presa no laboratório, apertada para fazer xixi! Mas ela não poderia ter mudado de ideia depois de dizer que ia ficar na hora do almoço.

Luzia estava realmente apertada, mas ela teria que aguentar mais uma hora: ter um acidente no laboratório não era uma opção. Agora, ela se arrependia de ter ido tomar água no bebedouro com Kim, mais cedo. E xingou o ar frio e seco do laboratório que contribuía para soltar a bexiga.

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Alguns minutos mais tarde, ainda pressionando firmemente a virilha com uma mão entre as pernas fechadas, Luzia conseguiu se acalmar. A vontade de urinar tinha se estabilizado em uma urgência intensa, mas suportável. Já passavam mais de 17 horas desde a última vez que ela fizera xixi, mas ela não bebera mais do que o normal antes de dormir, nem durante a manhã. Luzia estava acostumada a urinar apenas duas vezes por dia, mas ela raramente estava desesperada para fazer xixi quando ela ia esvaziar a bexiga. Ela tinha desenvolvido uma boa capacidade de segurar a urina e resistir às necessidades de sua bexiga, desde quando começou a desenvolver seus hábitos, na adolescência. Refletindo tudo isso, Luzia concluiu que ela conseguiria aguentar essa hora sem problemas e que não ia se mijar no laboratório.

Assim, reassegurando a si mesma de sua resiliência urinária, ela tirou a mão do meio das pernas e se ajeitou na cadeira de modo a sentar sobre o calcanhar descalço, aplicando alguma pressão na sua feminilidade, e voltou tanta atenção quanto possível à tarefa de programar.

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Por volta da 1 da tarde, Luzia ainda estava sentada sobre o calcanhar, mas estava conseguindo se concentrar melhor no trabalho. Em parte por agora estar sozinha e não ter de se preocupar em ocultar de ninguém que ela prendia o xixi de propósito, apenas para desfrutar as sensações desesperadoras e excitantes que lhe causavam a urina acumulada desde a noite anterior, mantendo os músculos fechados e negando o alívio pelo qual sua bexiga ansiava.

Luzia estava, todavia, começando a se preocupar se o Sr. Cortês iria demorar, ainda, mas o seu medo era infundado, pois logo a porta se abriu e a voz dele a cumprimentou.

– Estou de volta, Luzia, tudo certinho por aqui?

– Certinho, Seu Cortês.

E então Luzia teve um insight de como colocar o código para fazer o que ela queria e começou a trabalhar furiosamente com índices e vetores.

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Meia hora depois, Luzia deu um olhar triunfante quando o projeto hardware que elas montaram começou a mandar dados serialmente por uma porta USB para o notebook dela. Ainda não era o fim, mas agora só faltavam alguns ajustes. A expressão de vitória foi substituída por uma careta quando uma onda de urgência a atingiu ao mesmo tempo em que sua bexiga rebelde se contraiu dolorosamente, implorando para ser esvaziada. Luzia pressionou entre as penas com ambas as mãos, rebolando levemente, no esforço de manter os músculos travados e conter o xixi dentro de si. Ela ergueu os olhos, mas o Sr. Cortês estava concentrado no próprio trabalho e não notara seus movimentos súbitos.

Após a urgência amainar, finalmente satisfeita com o progresso no projeto e ciente que ela não conseguiria termina-lo antes da próxima aula – e de que Kim ficaria emburrada, se ela terminasse o projeto sozinha – Luzia desligou tudo, guardou suas coisas, se despediu do Sr. Cortês e caminhou para fora andando o mais calmamente possível para não ofender desnecessariamente sua bexiga cheia.

Luzia estava com fome e, assim, ela se dirigiu para a cantina mais próxima – carinhosamente apelidada pelos alunos de “Morte Lenta” – para comer algo e beber uma lata de refrigerante, pois, apesar do protesto veemente sua bexiga preenchida com 18 horas e meia de urina, ela estava com sede.

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Luzia foi para a sala da aula de Organização Industrial vários minutos mais cedo e tentou desviar a atenção da intensa vontade de fazer xixi, lendo o livro texto. Ela podia sentir sua bexiga inchada na parte inferior do abdômen, sendo pressionada pelo cós da calça jeans. Quando o professor chegou à sala, o refrigerante já começara a ser processado pelos rins de Luzia, alcançando sua bexiga e ela começou a ficar agitada, discretamente apertando as coxas e rebolando. Felizmente a jovem escolhera uma cadeira no fundo da sala, esperando que ninguém a notasse.

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A aula foi uma tortura. Enquanto o professor falava sobre Taylor, Fayol e sua contribuição para o princípio da teoria da administração, tudo em que Luzia conseguia pensar era em como aquele refrigerante estava contribuindo para deixa-la positivamente desesperada para fazer xixi e em como o relógio estava se movendo lentamente demais.

João, colega de Luzia, estava sentado em frente a ela. Eles conversaram ocasionalmente durante a aula, distraindo-a um pouco melhor, mas o esforço de conversar normalmente fizeram suas respostas curtas dissuadirem João de prolongar a conversa em voz baixa.

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Quando a aula finalmente terminou, às 4 da tarde (e o professor encheu a turma de trabalho para a outra semana), Luzia foi a última a sair da sala. Ela enrolou e fez demorar o processo de guardar as coisas na mochila, apenas por que o aperto para fazer xixi era tão intenso que Luzia temia perder o controle quando se levantasse.

Ela respirou fundo, contraiu a musculatura da pelve e se levantou. Ela colocou a mão entre as pernas e deu uma apertada discreta para ajudar a aguentar a breve onda de urgência. Quando ela diminuiu para um nível suportável, em parte por o cós da calça não apertar tanto sua bexiga quando ela estava de pé, Luzia tomou o caminho da saída com passos calculados.

Uma vez fora do bloco de salas de aula, ela debateu se devia usar o banheiro antes de partir. O ônibus estrava dentro do campus e, depois de 15 minutos deixava ela a uns 10 minutos de caminhada do diminuto apartamento alugado na vilazinha onde ela morava. Luzia havia aguentado até ali, 22 horas de xixi represado dentro de sua bexiga punida. Enquanto ela debatia, se conseguiria chegar seca em casa – e ela tinha quase certeza que sim, a despeito do desespero que sentia – o ônibus dobrou a curva, se aproximando do ponto.

Ela tomou a decisão e tomou o coletivo. O medo de fazer xixi nas calças era menor que a excitação das ideias pervertidas de diversão que ela planejava para quando chegasse ao apartamento.

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Os quinze minutos de ônibus foram difíceis. Ela achou um banco desocupado no fundo do ônibus e se sentou lá, ao lado de outros universitários, alguns ela conhecia de vista, outros não. Na frente do coletivo iam dois colegas de classe. Luzia colocou os fones de ouvido para tentar, em vão se distrair do torturante e delicioso desconforto de sua bexiga.

A cada solavanco do ônibus, ela sentia o líquido quente se agitando, fazendo esforço para sair pela sua uretra, molhando sua roupa. A cada buraco ela sentia os músculos querendo se rebelar, a luta cruel para manter o esfíncter da bexiga selado. Ela estava inquieta, apertando as pernas e balançando o pé. E cada arrancada, ela tinha de contrair a mandíbula e se concentrar em prender o xixi. Passou pela cabeça dela que a menina ao lado dela estava observando-a, mas Luzia olhava decididamente para frente, de modo a não dar brecha para perguntas como “você está bem?” que inevitavelmente levariam a diálogos constrangedores.

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Luzia alcançou o ponto dela. Sair do ônibus lotado com gente se esbarrando e ocupando todos os possíveis espaços, sem maiores dificuldades foi uma vitória. Quando ela botou os pés no chão, uma nova e forte onda de desespero a atingiu de tal forma que a jovem se curvou apertando as coxas tão juntas quanto humanamente possível. Ainda assim, ela sentiu como se os músculos de sua pelve tivessem relaxado uma fração de segundo e algumas gotas escaparam. Ela usou toda a sua força de vontade para resistir aos protestos da bexiga e, assim que recuperou o fôlego se pôs a andar, com passos calculados.

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Assim que subiu as escadas e chegou na porta de seu apartamento, a bexiga de Luzia teve um novo espasmo e ela se apressou em entrar e fechar a porta. Então ele teve de se recostar e pressionar as mãos entre as pernas com firmeza, para lutar contra a frenética vontade de fazer xixi, respirando lentamente. Luzia podia sentir a urina tentando escapar pela uretra. Mas, agora que ela estava em casa, Luzia pretendia negar aquele alívio à própria bexiga por tanto tempo quanto possível. Agora que já não tinha de se preocupar em ter um acidente em público, o desespero urinário, longamente construído, estava deixando-a excitada. Ela planejava se divertir com a condição da sua bexiga.

O apartamento que Luzia alugava para ficar perto do campus era bem pequeno. Um cômodo servia de sala e cozinha, onde ficava a escrivaninha na qual ela estudava. Havia o quarto dela, um banheiro e no fundo uma minúscula área de serviço.

Depois de recuperar algum controle sobre a bexiga, Luzia colocou a mochila no chão, desabotoou a calça jeans e abriu o zíper, e foi preparar um café. Ela também colocou água num copo, tomou todo ele, e o encheu novamente, levando-o para a mesa de cabeceira. Então ela abriu o guarda-roupa e dobrou duas toalhas sobre a cama, onde ela se sentaria mais tarde, para evitar molhar o colchão, caso ela soltasse involuntariamente um pouco de xixi. Ela tirou o tênis, as meias, o jeans, a blusa e o sutiã, vestindo uma camiseta velha porém confortável. Todo o processo feito lentamente e sendo interrompido, ocasionalmente, para pressionar a mão entre as pernas, contrair as coxas, se curvar, rebolar e qualquer outro movimento que a ajudasse a segurar o xixi. De fato, agora, sem a calça apertando seu abdômen, a missão de continuar prendendo a urina, parecia mais factível.

Luzia se encaminhou novamente para a cozinha, onde se abaixou para pegar o notebook na mochila. Entretanto, ela não calculou bem o movimento e o esforço adicional fez sua bexiga se contrair brevemente, fazendo com que um curto jato de urina escapasse pela uretra. Imediatamente Luzia pressionou desesperadamente as mãos contra sua feminilidade, forçando seus músculos a continuar segurando.

Dessa vez ela conseguia sentir a umidade morna na sua calcinha, o que a deixou mais excitada, além da vigorosa vontade de fazer xixi e da pressão que a bexiga cheia aplicava na parte interna do seu clitóris. Luzia fez uma dancinha apertada e pegou o notebook. Ainda com uma mão segurando entre as pernas, ela o levou para o quarto.

Ela despejou o café quente numa xícara e se encaminhou para o quarto, sentando em cima da tolha e ligando o notebook, com apenas uma mão.

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Luzia passeava pelo entretenimento adulto que a internet disponibilizava para alguém com os interesses dela, assistindo vídeos e fotos de mulheres e homens apertados ou fazendo xixi. Ela se identificava com os vídeos femininos, mas eram os masculinos que realmente a excitavam. A jovem precisava desesperadamente urinar, se contorcendo, apertando e rebolando. Ela moveu a mão para dentro da calcinha e começou friccionar sua feminilidade, apreciando o delicioso aperto.

De vez enquanto ela tomava um gole do café, para manter seus rins ocupados, bombeando mais xixi para a bexiga dela. Luzia alternava entre segurar o xixi e se masturbar. Quando ondas de desespero a atingiam ela pressionava um dedo diretamente contra a uretra, para impedir o xixi de escapar. Se a bexiga tentasse expulsar um jatinho que fosse de urina, o líquido ficava preso retido. A pressão na uretra doía terrivelmente, mas Luzia a suportava, até passar o espasmo da bexiga, perdendo apenas o pouco do xixi que alcançara a uretra, que finalmente escorria, quando era seguro para Luzia tirar o dedo. Sua feminilidade estava molhada tanto pela urina que escapava, quanto pelo mel de sua excitação.

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Quando finalmente alcançou a marca de 24 horas, às 7 da noite, Luzia estava completamente desesperada para fazer xixi, sua bexiga inchada doía terrivelmente, implorando por alívio, mas, naquele momento, o tesão de Luzia era maior que seu desespero. Ela decidiu que se recompensaria com um delicioso orgasmo e, somente então, ela daria à sua bexiga o alívio desejado. A jovem acelerou o movimento de seus dedos, entrando e saindo de dentro de sua feminilidade, massageando seu clitóris, sua respiração ficando pesada.

O desejo e o desespero, a excitação e a urgência, a pressão que a bexiga distendida exercia no seu ponto g e a dor do esforço de manter seus músculos travados. O baixo ventre de Luzia ia do céu ao inferno e ao céu de novo. E quando o ritmo de seus dedos atingiu a perfeição, ela arqueou as costas, enquanto era tomada pelo clímax que irradiava por todo o seu corpo e deixava a mente vazia, imersa apenas em sensação. Seus olhos estavam fechados e todos os músculos do seu corpo se contraíram. Um gemido baixo escapou em meio a respiração ofegante.

Ela perdeu mais um pouco de xixi, que escapou por sua uretra durante os espasmos deliciosos do êxtase, mas foi capaz de recuperar o controle de sua bexiga desesperada.

Alguns minutos depois, quando Luzia conseguiu se recuperar do orgasmo maravilho e respirar em ritmo normal, novamente, ela sentiu sua bexiga enviar ondas de desespero cada vez mais intensas. Ela sentia como se estivesse prestes a explodir. Seus músculos estavam fatigados do intenso esforço. Ela não teve escolha senão levantar-se cuidadosamente e ir em passos curtos até o banheiro.

Luzia estava extasiada pelas sensações que acabara de experimentar. Não apenas o orgasmo de bexiga cheia, mas a própria vontade de urinar era prazerosa. Sua bexiga estava tão cheia! Ela se aproximou do sanitário, tirou sua calcinha ensopada de xixi e lubrificação, e se sentou. Consciente da proximidade do alívio sua bexiga tentou se rebelar, mas Luzia se manteve firme. Ela estava prestes a alcançar o alívio. O tão aguardado alívio. Daqueles que fazem um arrepio percorrer o corpo, de tão bom.

Então ela parou.

Sua bexiga estava em total desconforto, quase explodindo de tão cheia. Ainda assim... a sensação era tão boa! Luzia queria prolongar a sensação, mas, ela reconhecia que não conseguiria segurar mais tempo.

Então, ela decidiu que iria deixar apenas um pouco de urina sair, apenas o suficiente para acalmar sua bexiga de modo que ela conseguisse continuar aproveitando o aperto sem risco de perder o controle.

Luzia respirou fundo e fez seus músculos relaxarem. Um poderoso jato de xixi deixou sua uretra. O líquido quente e amarelo, longamente retido. Um arrepio de alívio estremeceu o corpo de Luzia. Mas ela manteve o fluxo por apenas cinco segundos. Ela rapidamente forçou seus músculos a cortarem o xixi, enquanto empurrava um dedo contra sua uretra.

A bexiga de Luzia, ainda muito cheia, tentava continuar a se esvaziar, e Luzia sentiu uma pressão atroz ferroando sua uretra, enquanto sua bexiga tentava bombear xixi para fora e ela bloqueava a saída com o dedo. A dor foi intensa, mas Luzia resistiu bravamente.

Quando a bexiga dela desistiu e entendeu que não tinha outra opção senão continuar segurando, Luzia pareceu recuperar o controle dos seus músculos. Ela respirou fundo, contraiu os músculos e removeu o dedo. Um pequeno jato, a urina retida na uretra dela, fluiu. E foi isso.

Com um sorriso malévolo nos lábios, Luzia se secou e levantou vagarosamente. Ela saiu do banheiro, nua da cintura para baixo, com uma bexiga doída e ainda não aliviada. O aperto para fazer xixi, todavia, voltara a um nível suportável.

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Além de apertada, Luzia estava com fome, também, então ela se dirigiu para a cozinha, com passos calculados e fez um sanduíche. Depois de terminá-lo, ela tomou um copo de suco, para manter seus rins ocupados, e aproveitou para repor o água no copo no criado mudo.

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Depois de esvaziar um pouco, a bexiga de Luzia estava mandando menos sinais de desespero. Ela estava prazerosamente consciente do quão cheia estava sua bexiga, mas a urgência havia estabilizado num patamar moderado.

Então Luzia passou a fazer suas coisas usuais, checar redes sociais, e-mails, noticias, colocar a roupa do dia no cesto de roupa, guardar a mochila e os livros... sempre tomando cuidado para não colocar pressão adicional na própria bexiga. Ocasionalmente ela se segurando entre as pernas ou se contorcendo.

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Por volta de meia noite Luzia estava deitada de volta em sua cama, ainda sobre as toalhas dobradas e úmidas. Ela estava assistindo um filme na televisão, as luzes apagadas, de modo que apenas a suave claridade da TV iluminava o quarto. A mão da jovem estava pressionada levemente entre suas pernas escolhidas e, apesar de todo o xixi preso dentro dela, ela acabou cochilando, sem nem tirar os óculos do rosto.

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Luzia despertou duas horas mais tarde e imediatamente teve de pressionar um dedo contra sua uretra, enquanto sua bexiga, quase explodindo de tão cheia, tentava desafiar a decisão de Luzia outra vez. A bexiga dela se contraia repetidamente, desesperada para aliviar a pressão, querendo mandar embora todo aquele líquido retido e ficar confortável novamente. Mas Luzia não iria se reder às súplicas de sua bexiga tão facilmente. Ela lutou bravamente, gemendo de esforço por entre os dentes cerrados, enquanto se valia de toda a força de vontade para se obrigar a continuar prendendo o xixi. Era uma luta dura, mas sua bexiga eventualmente parou de se contrair.

A pressão que Luzia sentia na bexiga era imensa. Sua bexiga maltratada e distendida gritava por ser capaz de se esvaziar. Luzia olhou para o relógio. Já haviam passado mais de 30 horas desde que ela tinha esvaziado completamente a bexiga pela última vez. Mesmo tendo se aliviado um pouco, mais cedo, ela nunca prendera o xixi por tanto tempo. Ela segurara o xixi matinal e persistira o dia inteiro.

Essas ideias percorreram como fogo a mente de Luzia, deixando-a excitada e fazendo com que seu sangue corresse para o sul.

Sem remover o dedo pressionado contra sua uretra, ela usou a outra mão para se tocar. Sua bexiga sofria e clamava por alívio, mas Luzia se negava, ao invés disso, ela saboreava aquela sensação enquanto massageava os lábios de sua feminilidade, ela apreciava o quão absolutamente cheia estava sua bexiga, enquanto deslizava dois dedos para dentro de si, ela afundava na desesperada vontade de fazer xixi enquanto seu polegar acariciava o clitóris ritmadamente.

Luzia se tocava com fervor crescente, sua respiração se tornando cada vez mais pesada e seus movimentos mais febris. Sua bexiga implorava para urinar e seu sexo implorava pelo êxtase, tanto sua bexiga quanto sua intimidade estavam em chamas, e tudo lá em baixo estava latejando de prazer e dor e era tão delicioso!

Ela gemia e suava e se tocava e prendia o xixi e logo ela mergulhou em um mar de prazer, arremessada por um orgasmo maravilhosamente intenso. Ela senta em cada terminação nervosa do corpo: atingindo-a, onda após onda de júbilo emanando de sua feminilidade.

O corpo dela de contorcia de prazer e ela sentiu que perdia o controle da bexiga. Luzia, entre os espasmos de prazer, fez o melhor que pode para forçar sua mão a bloquear sua uretra com a ponta de um dedo, mas uma quantidade de xixi quente e aromático já havia sido expelida em jatos, molhando suas pernas e a tolha abaixo de si.

Quando ela finalmente foi abandonada pelo clímax, ela tentava recuperar o fôlego normal e lidar com a tentativa furiosa de sua bexiga para se esvaziar completamente. Agora que o prazer se fora, Luzia estava sozinha numa luta desesperada contra a própria bexiga. Ela sabia que soltara uma quantidade considerável de urina, mas sua bexiga não ficaria feliz com nada menos do que o alívio total.

Luzia contraiu o maxilar e aplicou tanta força quanto conseguia para conter a saída do xixi. Sua uretra doía com a pressão do líquido que sua bexiga maltratada insistia em bombear para fora. Era uma dolorosa luta entre a força de vontade e as necessidades do corpo. Mente contra matéria.

Depois do um momento, Luzia conseguiu reconquistar o controle de sua bexiga, fazendo seus músculos lacrarem o xixi restante dentro dela. A jovem se levantou cuidadosamente para não colocar nenhum esforço desnecessário na bexiga. Julgando pelo quão molhada estava a toalha e pela tolerável porém ainda muito presente vontade de urinar, além do volume de sua abdômen, Luzia calculava ter perdido menos da metade do que estivera segurando.

Ela secou as pernas e jogou a tolha no cesto de roupa suja. Depois colocou outra toalha nova na cama e se deitou novamente. Luzia puxou as cobertas sobre si e se fez confortável, a despeito da moderada vontade de fazer xixi.

Depois de tantas sensações, Luzia se sentia exausta. Ela poderia simplesmente ir ao banheiro e finalmente ficar dar o alívio que sua bexiga desejava... Mas a cama estava tão confortável, e o sono estava chegando, sedutor. Além do mais, ficar com a bexiga cheia era excitante... E Luzia tinha todo o fim de semana pela frente... E ela não pretendia esvaziar a bexiga completamente tão cedo.

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