No rancho fundo, e como foi fundo - 3ª parte

Um conto erótico de Dudinha
Categoria: Grupal
Data: 22/01/2018 06:15:51
Última revisão: 10/09/2018 09:59:31
Nota 10.00

Acordei pela manhã com um galo a cantar. Apenas Mirela dividia a cama comigo, linda e nua como sempre. Fiquei olhando para as telhas do teto e percebi uma conversa vindo de fora do quarto. Pensei que Osmar era daqueles que falava sozinho, porém notei que era a voz de outra pessoa. Olhei pela fresta da janela e vi um segundo carro junto ao fusquinha do velhote. Um toque em minha perna me assustou. Mirela acordara e sorria para mim, "O que foi, Dudinha?, pedi silêncio para ela e a mandei levantar. Olhamos pela janela, "Temos visita!", sussurrei. Minha irmã, ao invés de assustar-se como eu, disse com uma felicidade estampada em seu rosto, "Esse é o carro do Chicão".

No canto do quarto havia uma cadeira e sobre ela estavam as roupas que havíamos sido autorizadas a usar. Vestimos as cintas-liga e a meias-calças, depois os braceletes e coleirinhas. Segurando as correntinhas para não tilintarem, fomos caminhando pelo casebre e encontramos Osmar e Francisco na cozinha. O magricelo passava o café e o gordinho estava sentado à mesa, já posta com pães, queijos e frutas. "Olha quem caiu da cama. As raparigas acordaram!", disse Francisco fazendo Osmar olhar para trás para ver suas duas ninfetinhas paradas na porta da cozinha, "Já ia acordar vocês. venham sentem-se com a gente pois temos um longo dia pela frente".

Ficamos a jogar conversa fora, sendo que apenas a Mirela nada dizia. Por curiosidade, acabei perguntando se Osmar tinha chamado seu amigo ou se tinha sido coincidência e Francisco respondeu que tinha encontrado Pablo na praça central e ele reclamava de o pai não ter dormido em casa, "Daí foi só somar 1 mais 1", ele terminou dizendo. O gordo, que apenas tomava uma xícara de café, era o que mais falava e também o que mais nos secava, encarando nossos corpos e mordendo os lábios. A tensão sexual naquela cozinha era imensurável. Mesmo Mirela, tímida como ela é, tentava olhar para os lados mas sempre terminava encarando os dois homens para os quais já estava acostumada a dar seu rabinho.

Nós duas terminamos nosso desjejum e ficamos paradas, apenas esperando algo acontecer. Os dois amigos seguiam bebericando suas xícaras e conversando com toda a naturalidade do mundo.

Encarei minha irmã de criação e esperei seus olhos encontrarem os meus. Sorri. Ela sorriu de volta. Mandei um beijinho para ela e movi minha boca, sem deixar qualquer palavra sair, e ela entendeu o que eu queria. Assim, quando eu afastei a cadeira e escorreguei para debaixo da mesa, ela me seguiu. Ficamos rindo alguns instantes, imaginando a cara de espanto dos dois. Demos um selinho e cada uma se dirigiu à um dos homens. Como eu sou mais espertinha, fui direto no cacetão de Osmar, já beijando suas pernas e abaixando sua cueca para ver seu cacetão duro e pronto para minha boquinha.

Tentei abocanhar seu caralho mas minha cabeça batia na mesa. Consegui me enfiar entre a mesa e as pernas finas dele e, com minha carinha de sapeca, pedi, "Vai um pouquinho para trás, Osmarzinho. Tá apertado aqui!", e, enquanto ele se afastava da mesa, aproveitei para dar uma espiadinha em minha irmã querida e a vi puxando as calças de Francisco que ele afobadamente tinha desabotoado. No entanto, ele tinha sido mais esperto, ou mais safado, empurrou a cadeira para trás e puxou Mirela pela coleirinha em sua direção e colocando-a de cara com sua rola grossa. Virei para frente e já comecei a ouvir os sons molhados vindos do outro lado da mesa. Para não ficar para trás, abocanhei o pau gigantesco do dono da farmácia e comecei a chupar o que cabia em minha boquinha. Meus lábios deslizavam molhados pela rola grossa e comprida, "Muito bem, franguinha, muito bem", ele falava entre gemidos. Do outro lado, Mirela dava o mesmo tratamento para seu patrão, "Essa Rapariga vale cada centavo que tô gastando, ôh se vale", e foi nesse momento que Osmar parou de olhar para mim, que chupava encarando seus olhos, e falou para Frascisco, "Eu acho que essas duas putinhas iriam adorar tem uma clientela maior, o que acha de contarmos lá do bar do Jão?".

Parei meu boquete e, com minhas longas unhas, alisei a rola e o saco de Osmar e me pus a falar, "Acho que você entendeu mal, Osmarzinho. Eu gosto de trepar, e trepo com quem quiser", dei um beijinho na cabeçorra, "Trepo por prazer, por oportunidades, mas nunca fiz por dinheiro. Poderia até fazer, mas não preciso", levantei meu corpo e olhei para o outro casal que estava atento ao meu discurso, "Mas o mundo do showbiz é muito, mas muito fechado. Tudo o que fazemos fica apenas entre nós e se alguém falar sobre, eles mandam uns mercenários resolverem o problema da maneira mais rápida possível", coloquei uma de suas bolas em minha boca, dei uma chupada e fui subindo, lambendo o mastro rijo de Osmar até terminar com um beijo babado e barulhento na cabeça vermelha, "Então, meus amiguinhos, se quiserem manter esses caralhões de que tanto se orgulham, é bom ficarem na miúda".

Não podia ver a cara do Francisco, mas Mirela disse depois que ele parecia bem assustado. Já o dono da farmácia me olhava com sangue nos olhos, quase bufando de raiva. De supetão ficou de pé e me puxou pela coleirinha, quase me sufocando, me virando de costas e me debruçando sobre a mesa, jogando tudo o que estava sobre ela no chão, "Me dê uma camisinha, Chicão, que eu vou ensinar uma lição para essa putinha". Enquanto me travava pelo pescoço sobre a mesa com uma das mãos, com a outra colocava a camisinha. Por instinto, Francisco fez igualzinho com minha irmã e nossas cabeças ficaram lado a lado. Ela estava apreensiva, mas eu sorria maliciosamente e esperava o cacetão de Osmar invadir meu cuzinho guloso. O filho da puta, porém, enfiou sua jeba em minha bucetinha, que de tão molhada não conseguiu impor qualquer resistência ao membro grosso que entrou rasgando, "Ai! Minha bucetinha, seu viado", e por isso ele me deu um tapão no rabo, "Cala essa boca, piranha", debruçou sobre mim e puxou Mirela pelos cabelos, levantando sua cabeça, "Agora, Cabritinha, todas as vezes que tiver jogo de futebol, eu vou te levar pra casa e, durante os intervalos, quando o comercial da Eduarda passar na TV, você vai ter que aguentar meu grosso no seu cu". Sua raiva era tanta que ele falava espumando e sua baba espirrava no rostinho de Mirela e pingava no meu. De fundo, apenas as risadas do patrão de minha irmã eram audíveis.

Mesmo assustada, ela estava visivelmente excitada, chegando até mesmo a virar os olhinhos de tanto tesão já que ela também tinha um cacete grosso em um vai e vem gostoso em sua bucetinha. Encostei minha mão na sua e ela a agarrou, apertando intensamente. A coitadinha não sabia se sorria ou se gemia e por isso mesmo estava deslumbrante. Com dificuldade soltei minha mão e a puxei para mim, beijando sua boca carnuda, para o delírio dos velhotes que se deliciavam conosco, "É essa a dedicação que eu gosto nas minhas funcionárias", foi a vez de Chicão puxar meus cabelos e me perguntar, "Não quer trabalhar na minha lojinha também não?". Mordi os lábios de excitação porém eu precisava ser arrogante para deixar os dois ainda mais putos comigo, "E você acha que com a micharia que ganha você conseguiria me bancar, Chiquinho. Nem com suas rendas juntas vocês teriam cacife pra isso". Francisco soltou meu cabelo e Osmar o agarrou, puxando para trás e mantendo a mão espalmada em minha cinturinha, fazendo uma alavanca, "Puta de merda", Osmar metia fundo e me mantinha toda curvada para trás, empinando meu rabão.

Francisco, com seus dedos gordos enterrados nas carnes macias de Mirela, bufava com um olhar rancoroso para minha pessoa e descontava toda sua frustração de ser tratado de pobretão na xoxotinha de minha irmãzinha do coração, e ficava cada vez melhor, "Vocês são dois pês-rapados, dois miseráveis, pés-de chinelo", eu já estava ensandecida de tanto tesão que os humilhava mais e mais, só para vê-los mais putos ainda. "Deixa eu pegar essa rapariga, Osmar. Vou dar uma ou duas lições nela".

Saindo de dentro de minha buceta, Osmar me puxou pela coleira para depois empurrar meus ombros para baixo, me colocando de joelhos. Abri a boca, esperando meu leitinho matinal, mas ele ainda estava longe de terminar. Saiu andando, puxando pela correntinha, me fazendo engatinha por dois passos. Tentei me levantar e fui agarrada pela pescoço, "Cadela anda de quatro", e tornou a me puxar. Francisco, gostando da brincadeira, colocou Mirela no chão também e foi puxando a coitadinha que nem chegou a tentar se levantar, e foi falando para o amigo magricelo, "Se não mostrar quem é que manda, essas putinhas ficam muito folgadas", e assim as duas cadelinhas foram engatinhando até a sala onde trocaram as correntes de mãos.

Francisco largou-se no sofá e eu, ainda engatinhando, arranquei a camisinha de seu pau e comecei a chupar. Ao meu lado, Mirela foi colocada sentada no sofá e pagava um boquete para o dono da farmácia. O gordinho empurrava minha nuca para baixo, tentando em vão, me fazer engolir mais do seu caralho do que cabia em minha pequena boca e também aproveitava para apertar os peitinhos de Mirela, já bem babados devido o grande esforço de engolir uma jeba como a do Osmar. Depois parou de empurrar minha cabeça, puxando a corrente para cima, "Vem por cima, rapariga loira".

Ao ficar de pé, ia pedir por alguma camisinha, mas vi uma sacolinha da farmácia ao lado do sofá e nela estavam muitas caixas de camisinha além de vários tubos de KY. Vesti o cacetão de Francisco e me ajeitei sobre ele, encaixando seu grosso cacete em minha bucetinha melada e desci, agora entrando fácil na minha xaninha alargada. "Ta gostoso, Chicão?", ele apertava meus peitões siliconados, "Delícia, Dudinha! Você é uma rapariga de categoria". Percebi o soslaio de Mirela, denotando um certo ciuminho de sua parte, "Eu dei duro para chegar onde cheguei, Chicão", e Osmar agarrou meus cabelos, me contorcendo toda, "Você deu para muitas rolas duras, isso sim, sua Franguinha de merda", não tive como não rir da piadinha.

Francisco me puxou para si e passou a chupar meus peitos, apertando meu bumbum com as duas mãos cheias.

Osmar falou, "Já cansei de chupetinha, é hora de meter", e afastou-se de Mirela, que já posicionou-se de 4 no sofá. Da sacolinha ainda consegui vê-lo pegar um tubo de gelzinho antes de ser beijada por Francisco. Com um abraço bem forte e uma mão de dedos grossos a me prender pelo queixo, eu nada podia fazer a não ser retribuir o beijo de língua e rebolar um pouquinho, o tanto quanto eu conseguia, já que estava presa entre os braços e a barrigona do patrão de minha irmã.

Quando dei por mim, já era tarde demais, "Ei, o que vocês vão fazer?", Osmar afastava as polpas de minha bunda e começava a pincelar meu cuzinho, "Vêm cá, Cabritinha! Abre bem o rabo da sua irmã que é hora de ela aprender a não responder os mais velhos". Olhei para Mirela, implorando para ela me tirar dali, mas a sacana mordia os lábios e sorria para mim. Era a hora de eu pagar pela minha ousadia perante os dois velhotes, "Não, por favor! Os dois eu não aguento". Mirela me beijou e escancarou meu cuzinho que foi recheado com a piroca gigante de Osmar enquanto a rola grossa de Francisco ainda preenchia minha xoxotinha. "Ai! Ai! Ai! Seus filhos da puta! Ai!". Dupla penetração não era novidade para mim, mas dois tão imensos quanto esses, bom, isso eu nunca tinha nem imaginado, "Desgraçados, vocês tão me rasgando", quanto mais eu xingava mais os dois riam, dois não, os três gargalhavam com a minha aflição, "Milinha, por favor, faça eles pararem!", e a safada me beijou outra vez, "Fica calminha, Dudinha, eles já vão terminar", e para minha surpresa, ela subiu no sofá colocando a bucetinha na boca de Francisco e Osmar, legal como só ele, empurrou minha cabeça na direção da bunda carnuda de Mirela, "Chupa o cu da Cabritinha. Prepara o terreno pra mais tarde".

Não vou dizer que não lambi aquele cuzinho gostoso, mas minha maior preocupação era com minha própria traseira. Nunca tinha me sentido tão preenchida quanto aquele dia e gozei aos prantos, quase desmaiando no colo do gordinho macio. "Pára, por favor! Não aguento mais!", mas nada de qualquer um dos três se sensibilizar pelo meu estado. Mirela ainda por cima virou-se e puxou minha boca até sua buceta, "Me faz gozar, Duda!", até cheguei a lamber a bucetinha apetitosa que ela me oferecia, mas ela gozou com seu próprio dedo a massagear seu clitóris intumescido.

Se súbito, Osmar saiu de trás de mim, puxou Mirela para o sofá, e, no que ela caiu deitada, gozou sobre os peitinhos firmes que ela tinha. Em seguida o gordinho me empurrou e, com a ajuda do magrelo, fiquei de pé. Achei que era minha vez de beber porra, mas ele ainda não tinha terminado e me empurrou sobre minha irmã, de modo que eu caí de cara sobre os peitos lambuzados. Francisco continuou a me foder enquanto Osmar e Mirela me incentivavam a lamber toda a porra, "Vai, Dudinha, limpa sua irmãzinha", "Lambe a minha porra, Franguinha. Não desperdice uma gota sequer do meu leite". Ao mesmo tempo em que eu sugava o esperma ainda morno, Francisco parou de bombar e pude sentir seu gozo quente a lambuzar meu bumbum vermelho de tantos tapas.

Apressadamente, Mirela saiu de baixo de mim e pôs-se a lamber minha bunda melecada, "Que delícia, chefinho! Adoro sua porra gostosa".

Enquanto os 3 safados se acabavam na risada, eu me contentei em cochilar, tendo como última visão a sacolinha da farmácia tombada e cheia de preservativos e lubrificantes íntimos que seriam usados naquele dia que ainda estava longe de terminar.


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Comentários

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MVN
09/02/2018 18:43:36
Incrível.
02/02/2018 08:40:54
Outro conto sensacional, nota 10. Me passe eu email.
23/01/2018 16:16:11
muito bom. Sou o Miguel, e sou de portugal. Um beijinho
23/01/2018 16:15:44
de portugal e adoro ler os seus contos.
22/01/2018 13:11:47
Tesão
22/01/2018 08:36:10
Muito bom!

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