Revirando o passado

Um conto erótico de CasadoVersatil
Categoria: Homossexual
Data: 09/06/2019 16:50:55
Última revisão: 16/06/2019 20:42:19
Nota -

O conto a seguir ocorreu em um momento que eu estava já há um bom tempo sem me relacionar com outro homem. Meu primo havia voltado para o exterior e eu não tive mais a oportunidade de conhecer ninguém que curtisse as mesmas coisas que eu.

Conversando com meu primo pela internet, ele me encorajava a procurar outras pessoas e começou sugerindo alguém que eu já conhecesse e tivesse alguma cumplicidade. Meu primo sabia como havia ocorrido meus primeiros contatos íntimos com alguém do mesmo sexo e sugeriu que eu o procurasse. Tratava-se do pai de um colega, vizinho de onde eu morei durante minha infância. Ainda tinha contato com este colega através do facebook e resolvi procurar pelo seu pai através do seu perfil.

Seu Mauro era como eu o chamava. Demorou alguns dias para que ele aceitasse o meu convite de amizade. Eu já havia esquecido, quando de repente, ele me aceitou.

Fiquei surpreso por ele se lembrar de mim e ansioso para saber o que ele diria ou como comentaria o que ocorreu conosco. Na época eu não tinha idade para saber quanto ao que fazíamos, mas sempre gostava muito da forma como Seu Mauro me tratava. Não havíamos tido nada demais, ele apenas me fazia sentar em seu colo e ficava me alisando e me beijando. O máximo que chegamos certa vez foi ficarmos de cuecas, de pegação, na cama. Lembro que sua cueca sempre ficava muito molhada.

Falamos pelo messenger mesmo. Começamos com as cordialidades habituais, querendo saber como estava, e tudo mais. Perguntei para ele se continuava morando na cidade, ele disse que sim, que morava no mesmo lugar. Falei que estava casado e, movido pela ansiedade, segui logo para o assunto que queria mencionando que nunca havia esquecido dele e o que fazíamos naquela época.

Ele ficou um tempo sem responder, provavelmente por não saber, até aquele ponto, se eu me referia a experiência como uma coisa boa ou ruim. Quando percebi isso, tratei de complementar, dizendo que aqueles momentos foram importantes para mim para que eu tivesse a mente mais aberta para outras possibilidades.

Deu certo pois, assim que eu escrevi isso, ele respondeu dizendo ficar muito feliz em saber. Complementou dizendo que, sempre que seu filho me chamava para a sua casa, ele ficava reparando em mim, e que fazia aquilo porque se sentia atraído. A declaração dele me deixou com um tesãozinho gostoso e avançamos mais nas intimidades. Falei que ficava bastante excitado nestes momentos que passávamos juntos e que nunca havia esquecido. Lamentava o fato de termos perdido o contato.

Eu queria saber por ele, o que ele sentia naquelas ocasiões, mas ele parecia muito cuidadoso com as palavras. Aos poucos, a medida que percebia o motivo de eu estar contatando ele novamente, foi se soltando mais. Disse que a primeira vez que me pediu para sentar em seu colo, se segurou para não baixar meu short. Falou que seu pau ficou duro na mesma hora. Eu lembrei que ele me abraçava por trás, dando beijos em meu pescoço e nuca e acabamos lembrando juntos da ocasião que ficamos só de cueca na cama.

Sua esposa havia saído com seu filho e ele me ligou para ir até lá. Assistimos um filme pornô no vídeo cassete comigo sentado em seu colo, no sofá da sala. Naquela época ele me ensinou a rebolar para que a nossa esfregação ficasse mais íntima e passamos uns 20 minutos assim até ele sugerir irmos para o quarto.

Assim que cheguei no quarto ele me pediu para tirar o short, a camisa e deitar só de cuecas na cama. Ele fez o mesmo e se deitou do meu lado. Me puxou para cima dele beijando meu pescoço. Na conversa ele confessou que adorava o meu cheiro. Eu lembro de sentir seu pau duro encostando em mim e ele se mexia bastante para esfrega-lo em minhas partes íntimas. Foi me beijando do pescoço ao rosto, até chegar em minha boca. Lembro da sensação que inicialmente foi estranha, sentindo sua língua dentro da minha boca, mas que depois foi trazendo muito tesão. Ele respirava forte, como alguém que estava com muito tesão. Me lembro que o que me marcou bastante nesta ocasião foi sentir os pelos do seu bigode roçando a minha boca. Depois ele me pediu para virar de costas para ele e me abraçou forte, me mantendo em cima de seu corpo. Seu pau duro roçava com força na minha bunda enquanto ele passava a mão em todo o meu corpo.

Relembramos juntos esta história e eu perguntei para ele se ainda usava bigode. Disse que não, mas que, se eu quisesse, que ele poderia deixar crescer de novo. Era a deixa para avançar mais naquela conversa que, certamente, já havia excitado a nós dois. Respondi que adoraria, que seria uma forma maravilhosa de relembrar aquele passado. Foi quando ele perguntou o que eu tinha em mente, o que planejava.

Sem mais rodeios, falei que gostaria muito de revê-lo e, se possível, que pudéssemos reviver aqueles momentos que passamos. Naturalmente ele gostou muito da ideia. Respondi dizendo que só dependeria dele.

Esperei ansioso a resposta, que não me decepcionou. Disse que seria a oportunidade perfeita que ele esperava para me rever. Complementou dizendo que, se eu havia gostado tanto das brincadeiras que fazíamos, que seria muito bom um próximo encontro.

Neste momento trocamos celulares e passamos a conversa para o WhatsApp. Ele queria me mostrar a foto de como estava excitado. Mandou uma foto da calça, mostrando o volume que se destacava. Achei estranho ele enviar uma foto usando roupas, mas relacionei ao fato de se tratar de alguém mais maduro.

Pediu uma foto minha e eu enviei uma foto normal, com as roupas que eu usava naquele momento. Perguntou se eu tinha muitos pelos e eu respondi que tinha poucos. Ele disse que gostaria muito de me ver como era antes, lisinho e sem nenhum pelo. Respondi que não havia problema, que seria uma troca justa por conta do pedido que fiz em relação ao bigode. Confessei para ele que sempre senti tesão com homens mais velhos, e que isso provavelmente era culpa dele, por me tratar daquela forma no passado. E ele complementou, dizendo que iria me tratar ainda melhor, que finalmente iria me ter do jeito que queria e que estava ansioso para isso.

Toda aquela ansiedade acabou nos levando a um primeiro encontro naquela mesma noite. Ele tinha um escritório no centro da cidade, bem perto de onde eu trabalhava, e sugeriu uma carona para casa. Topei na mesma hora e em alguns minutos o encontrei no local que combinamos.

Entrei em seu carro, um pouco tímido, mas fui recebido por um sorriso muito acolhedor. Era um senhor muito bem cuidado, aparentando mais de sessenta, trajando terno e gravata e com um perfume amadeirado que eu nunca mais esqueci.

No caminho, nossa conversa foi muito comedida, bem diferente de como havíamos acabado de fazer pelo WhatsApp. Ele parecia tímido sem saber por onde começar o assunto. Falava pouco e quase não me olhava. Me senti um pouco estranho ali, como quem está deslocado.

De repente, aproveitou o passar de uma marcha para repousar a mão em minha perna. Ensaiou um carinho, apalpou apertando um pouco e alisou subindo de baixo para cima. Olhei em volta os vidros escuros para verificar se davam a privacidade necessária e vi que não havia problema. Fiquei um pouco nervoso, sem saber como corresponder ou o que fazer, pior ainda era aquele silêncio. Mas tão de repente quanto aquele movimento inesperado, resolveu falar:

- Tenho idade para ser seu pai rapaz.

- Sim, é verdade Seu Mauro.

Não sabia como chamá-lo, estava acostumado a chamar desta forma e não me sentia a vontade para fazer de forma diferente. Ele continuava acariciando minha perna esquerda, a mais próxima dele.

- Mas como falei para o senhor, confesso que isso me agrada bastante.

Subiu sua mão pela minha barriga e parou em meu peito.

- Abre a blusa.

Sua voz era autoritária e austera. Abri os primeiros botões e logo sua mão entrou. Era grossa e me arrepiou quando brincou com meus mamilos. Passava os dedos acariciando em volta.

Estendi minha mão esquerda e alcancei sua perna, passei a acaricia-lo subindo e descendo a mão, morrendo de vontade de chegar até o meio, mas receoso por fazê-lo. Vi que ele diria para um local ermo e imaginei o que planejava. Meus batimentos dispararam e eu não sabia se era nervoso ou ansiedade.

- Tira a blusa.

Adorava a forma como ele falava. Não eram pedidos, pareciam comandos, quase ordens e eu obedecia sem titubear. Levou seu dedo à minha boca. Inicialmente beijei, timidamente. Mas a medida que ele esfregava em meus lábios, logo percebi que ele queria que eu o colocasse na boca. Assim o fiz e o acariciei com minha língua. Quando ficou bastante molhado de saliva, tirou e voltar a brincar com meu mamilo.

Minha mão já estava bem perto do meio da sua calça quando paramos em um local deserto e escuro. Ele desligou o carro, chegou o banco para trás e reclinou para deixar um pouco mais afastado ainda do volante. Olhou pra mim e fez um sinal com uma das mãos se referindo ao seu colo.

- Agora vem cá meu bem, senta aqui no colinho.

Sentei em seu colo e logo fui envolvido pelos seus braços. Suas mãos alisavam meu peito, deixando meus mamilos duros, com um tesãozinho gostoso, enquanto ele cheirava minha nunca.

- Ainda tem o mesmo cheirinho, todo delicadinho.

Aos poucos, senti seu pau crescer e roçar em minha bunda. Iniciou um movimento lento de quadris e me puxou mais de encontro ao seu corpo.

- Era este colinho que você estava procurando? "Tava" com saudade?

Respondi balançando a cabeça e deixando escapar um "sim" tímido, entre suspiros.

- Eu sabia que você gostava. Nunca reclamou e não demorava a vir quando eu chamava.

Nossos movimentos já se intensificavam, para que um pudesse sentir melhor o outro.

- Eu via você nas posições ingênuas que fazia quando ia lá pra casa e ficava louco de vontade pela sua bunda.

Sua mão apertava minha bunda enquanto a outra me prendia bem junto dele. A forma como ele estava falando, diferente de quando havia acabado de entrar no carro, parecia um pervertido, um tarado. Lambia e suspirava alto em minha orelha. De repente imaginei quantas pessoas ele não havia levado para aquele lugar.

Ficamos um bom tempo ali, naquela esfregação gostosa, até ele decidir que estava tarde. Nos recompomos, ele ajeitou o banco e voltou a dirigir.

Me deixou em casa e, antes de se despedir falou:

- Na próxima vez, vai ser mais gostoso.

Cheguei em casa bastante excitado e não pude deixar de contar para minha esposa. Ela ouviu atentamente, demonstrando bastante curiosidade para os detalhes e querendo saber tudo o que eu havia sentido. Falou que iria me ajudar a depilar:

- Deixa comigo, vou deixar você todo lisinho para ele.

Falou soltando um sorriso malicioso.

Me fez tomar um banho quente e depois tirou cada pelo de meu corpo. Deixou por último a minha bunda e se aproveitou de meu cuzinho, usando a desculpa de que precisava sentir se estava lisinho mesmo. Seu dedo rodeava meu buraquinho me arrancando suspiros.

- Acho que Seu Mauro vai gostar muito disso aqui.

Mal falou e deixou entrar o dedo, mexendo em mim por dentro e fazendo meu pau ficar completamente duro.

- Olha como você está todo todo. Vem aqui, vem.

A história que contei para Fernanda a deixara excitada. Colocou meu pau na boca e mamou gostoso com o dedo em meu cuzinho, tirando e colocando, mexendo e revirando por dentro.

Quase me fez gozar pouco antes de tirá-lo da boca e coloca-lo em sua bucetinha, sentando com vontade. Subia e descia gemendo manhosamente. Gozamos quase no mesmo momento, um gozo farto e maravilhoso.

Assim que batemos de volta na cama, mortos e exaustos ela falou como quem impõe uma condição:

- Pode arrumar um jeito de filmar tudo o que acontecer com vocês pois eu vou querer ver depois.

Nos dias que sucederam aquela carona, trocamos diversas mensagens e combinamos nosso próximo encontro. Ele tinha um apartamento pequeno no centro que disse alugar para passar a noite quando precisava trabalhar até tarde e ficar pelo centro mesmo.

Obviamente não acreditei, sendo pervertido do jeito que era, na mesma hora imaginei que seria para passar seu tempo com alguém como na ocasião que ele me convidou.

No dia combinado aguardei ansioso até o horário que combinamos. Assim que saí do meu trabalho, fui até a farmácia e comprei lubrificante e camisinhas. O caixa olhou para mim e soltou um sorrisinho meio debochado que me deixou um pouco aborrecido, mas resolvi ignorar.

Me desloquei para o endereço que ele havia me passado por mensagem, mas assim que cheguei lá ele ainda não havia chegado. Era um prédio bem velho e mal conservado, daqueles locais em que o aluguel não deveria ser caro, mesmo para o centro da cidade. Fui avisado pelo porteiro, que o conhecia bem e informou que ele ainda não havia passado por ali. Enviei uma mensagem e ele me pediu para aguardar que já estava chegando. Neste meio tempo, percebi que o porteiro me olhava de forma curiosa e até perguntou se o assunto era trabalho. Preocupado em não colocar Seu Mauro em uma situação ruim, respondi que sim.

Uns cinco minutos depois Seu Mauro chegou e o acompanhei até o elevador, me despedindo do porteiro. Ele havia deixado o bigode crescer novamente, como eu havia pedido. Assim que a porta do elevador fechou ele falou:

- Depois daquela noite no carro, esperei este momento com muita ansiedade.

- Eu também Seu Mauro. Passei o dia olhando para o relógio.

Ele falava com certa timidez, mas não escondia a excitação que parecia sentir.

Logo que saímos do elevador, pegamos um corredor acarpetado, com um cheiro característico de mofo. Ele parou em frente a porta e sacou as chaves para abrir. Quando passei pela porta , vi um apartamento muito simples, que possuía apenas uma pequena ante-sala, um quarto, um banheiro e uma cozinha muito pequena. Estava limpinho, mas não tinha muita coisa. No quarto uma cama de casal bem grande, acho que king size, com uma poltrona ao lado. De cara aquilo parecia mesmo um matadouro.

Aquele ambiente me deixou um pouco receoso, bem tímido para falar a verdade, e não sabia o que dizer para quebrar o gelo. Até que ele mesmo disse:

- Vou até o banheiro e já volto.

Eu consenti apenas com a cabeça e aproveitei para olhar melhor o local em volta. Em um dos cantos do quarto havia uma cômoda que usei para posicionar o celular, conforme Fernanda havia pedido.

Saiu do banheiro apenas de cueca, o que me deu a chance de perguntar se haveria algum problema se eu filmasse:

- Não há problema, mas compartilhe apenas comigo.

Respondeu Seu Mauro em seu característico tom de seriedade.

Pedi para ir ao banheiro, dizendo que não iria demorar e ele falou para que eu ficasse "à vontade".

Assim que entrei no banheiro, vi que o local era bem simples mesmo. Apenas um chuveiro com um box cortinado, um vaso sanitário que dava de frente para uma pequena pia, com um armário de parede daqueles bem antigos. Atrás da porta estavam as roupas dele, já penduradas. Aproveitei para deixar as minhas ao lado. Tomei um banho rápido e aproveitei para passar um hidratante que havia levado por todo o meu corpo. Queria ficar bem lisinho para aquelas mãos tão experientes.

Saí do banheiro apenas de cueca e vi que Seu Mauro estava sentado na poltrona ao lado da cama. Ele havia ligado a TV e passava um filme pornô. Logo que me viu, fez sinal com a palma da mão para eu sentar em seu colo. Obedeci sua ordem caminhando lentamente até ele. Assim que me virei de costas, antes de sentar, ele beijou minha bunda e me aparou pela cintura, fazendo eu sentar exatamente onde ele queria.

Assim que encostei a bunda em seu colo, senti seu pau já meio duro. Ele me puxou contra ele, fazendo minhas costas encostarem em seu peito cabeludo. O fato de eu estar todo depilado parecia conferir uma sensibilidade a mais.

Conforme ele havia pedido, eu não tinha nenhum pelo no corpo, nem mesmo nas axilas. Ele elogiou passando a mão por todo o meu peito e me abraçando por trás. Foi beijando minha nunca, meu pescoço, enquanto roçava minha bunda e deixava seu pau cada vez maior.

- "Tava" com saudades deste colinho não "tava"?

Falou em meu ouvido, entre uma lambida e outra na minha orelha. Sua voz entregava toda a sua idade, era rouca e grave. E as lambidas que me dava me faziam sentir mais tesão. Acho que me sentia assim por estar ali, daquele jeito, a mercê de alguém tão depravado e pervertido.

- Hoje você não me escapa. Vou fazer com você tudo que sempre quis. Você quer, não quer?

Falava já com a respiração forte. Respondi que sim e senti seus movimentos mais vigorosos, roçando ainda mais em mim.

- Eu já sabia meu bem. Já percebia seu jeitinho de viadinho desde aquela época.

Ouvia ele falando daquele jeito e, ao invés de sentir raiva, ficava ainda mais excitado. Passei a rebolar a bunda para esfregar mais em seu pau, que já estava completamente duro. Minha respiração aumentou e ficamos os dois muito ofegantes, naquele sarro gostoso.

- Ai Seu Mauro, o que é tudo isso aqui em baixo.

Perguntei me fazendo de ingênuo.

- É minha piroca meu bem. Olha como ela "tá" durinha só com o cheirinho da tua bundinha.

Ele passava as mãos já com muita vontade por todo o meu corpo.

- Que delícia Seu Mauro, que delícia sentir ela assim na minha bundinha. Que saudade daquela época que o senhor me chamava e me pedia para ficar assim.

- Sentiu falta não é? E não sossegou enquanto não ganhou colinho de novo.

- Sim, fiquei louco esperando este dia chegar.

- Passou muito tempo longe dela mas logo logo vamos resolver isso.

Ele forçou para levantar um pouco da poltrona e levou as mãos para tirar sua cueca.

- Tira logo esta cuequinha que eu quero sentir o gostinho desse seu fundinho.

Levantei da poltrona apenas o suficiente para tirar a cueca. Assim que voltei para a posição, senti o pau dele todo melado roçando meu cuzinho. Ele virou meu rosto para trás e enfiou a língua em minha boca, movendo freneticamente. Seu pau era de tamanho médio, mas grosso. A cabeça era um pouco mais larga que o restante.

Quando percebi que ele fazia movimentos forçando a minha entrada eu pedi para ele esperar um pouco:

- Acho que o senhor é muito grande para mim, preciso pegar algo para ajudar.

- Você não vai a lugar nenhum. Vou comer este rabinho assim mesmo. Quero sentir ele se abrindo todinho para mim.

- Mas eu acho que não vou conseguir.

- Vai sim, e vai adorar. Nunca deu este rabinho antes?

- Sim, para o meu primo. Mas ele não era assim tão grande.

- Típico bichinha, de meinha com o priminho. Hoje você vai ver o que é levar rola de verdade! Não demora e já vai querer e pedir mais.

Eu fiquei um pouco receoso no início, mas estava tão excitado que nem pensei em desistir. Mas pelo menos a camisinha eu o convenci de usar.

- Vai ser pior para você meu bem, vou demorar mais a gozar.

Falou em deboche. Me deu um pacote para que eu colocasse nele. Me levantei e vi mais de perto aquela pica enorme que se esfregava em mim querendo entrar. Tinha muitos pelos grisalhos em volta. Era tão bonita que não resisti e coloquei na boca.

- Isso meu bem. Mama minha rola e deixa ela prontinha "pro" teu fundilho.

Ansioso por querê-lo em mim, não demorei muito e coloquei o preservativo, voltando a sentar em seu colo em seguida. Ele segurou a base com a mão e, com a outra, segurava minha cintura orientando o caminho. Senti a ponta grossa forçando meu cuzinho pouco antes dele falar:

- Agora senta na minha piroca que este namoro vai ficar mais sério.

Ele quando me chamava para sentar em seu colo dizia que era para sua piroca namorar com minha bundinha. Na mesma hora que ele falou de namoro mais sério, percebi ao que ele se referia.

Fui sentando devagar, deixando ele passar aos poucos para dentro de mim. Sentia meu cuzinho se abrindo e ele regozijava um suspiro profundo. Quando percebi ele todo dentro, voltei a repousar minhas costas em seu peito pelo. Ficamos um tempinho daquele jeito, imóveis, o que foi bom, para eu acostumar com o tamanho. Ele veio até meu ouvido novamente:

- Tá gostoso assim?

- Vou querer que eles namorem assim para sempre.

Respondi entre suspiros.

- Tá com ele todinho na bundinha?

- "Tô" sim Seu Mauro, "tô" sentindo ele todinho em minha bundinha.

Virou meu rosto para trás novamente e me encheu a boca com sua língua. Um beijo molhado e cheio de vontade. Aquilo me deu tanto tesão que esqueci o tamanho de sua piroca dentro de mim e comecei a rebolar, para sentir ele me revirando todo por dentro.

- Isso meu bem, assim. Rebola esta bundinha gulosinha. Vou comer este cuzinho de um jeito que vai me pedir sempre. Não demora e vai estar que nem aquela vadia ali, pedindo mais e mais.

Falou se referindo a atriz do filme que ainda passava na TV. Ouvia seus gemidos e, na mesma hora, imaginei que poderiam ser de minha esposa, dando para outro ali perto. Aquele pensamento me encheu ainda mais de tesão.

- Vou fazer você ficar assim, gemendo gostoso enquanto leva rola para dentro.

Então resolveu tirar, quase até a cabeça, e me pediu para sentar de novo. Que delícia era sentir aquele pau daquele jeito, saindo devagar e entrando mais devagar ainda. Repetiu isso umas quatro ou cinco vezes e depois sugeriu:

- Agora vamos botar eles para namorar de verdade. Vamos ali para a cama.

Tirou tudo de dentro de mim e eu levantei sentindo como se algo dentro de mim estivesse faltando. Deitei na cama e ele pediu para eu ficar de frente para cima mesmo. Deitou por cima de mim e eu, naturalmente, abri as pernas para ele. Ele enganchou minhas pernas com seus braços levantando um pouco a minha bunda do colchão. Colocou a cabeça encostadinha no meu cuzinho e falou:

- Agora vou comer este cuzinho de franguinho. Você vai esquecer o piruzinho do seu priminho bem rapidinho. Tá meu bem?

- Sim senhor Seu Mauro, ele é todinho seu.

Meteu tudo de uma vez me olhando nos olhos. Soltei um gemido de tesão quando chegou no fundo. Como era mais grosso do que grande, acho que era o tamanho perfeito para aquela posição. Mais uma vez me beijou, com ainda mais tesão e ficou mexendo os quadris para eu sentir tudo dele dentro de mim. Ficamos uns dois minutos assim, em um beijo de tirar o fôlego e logo ele foi tirando de mim de novo. Parou só com a cabecinha dentro, olhou para mim e efalou:

- Vai meu bem, pede para eu meter.

- Mete Seu Mau...

Mal terminei de falar e ele colocou tudo de novo, me fazendo gemer mais uma vez. Depois fez o mesmo, deixando só a cabecinha.

- Pede...

- Mete

Mais uma metida maravilhosa e mais gemidos. Quando foi saindo, eu já sabia o que fazer. Quando ficou só a cabecinha, já falei antes dele:

- Mete! Ainnn

- Mete gostoso! Unhmmm

A cada vez que eu falava para meter, ele entrava de uma vez, me levando a loucura. Logo eu já pedia:

- Mete... Mete... Mete...

E ele ia me comendo na mesma velocidade que eu pedia. Logo, eu não conseguia mais falar nada, apenas gemer. Mas ele manteve os movimentos:

- É assim que você gosta na bundinha é?

Eu não conseguia responder. Estava de olhos fechados, de pernas e bunda para cima, servindo minha bundinha para Seu Mauro.

De repente, meu tesão explodiu e eu sabia que iria gozar:

- Ain Seu Mauro... mete gostoso que eu vou gozar!

- Então goza meu bem... goza com minha rola entrando e saindo do teu rabo.

Gozei em minha barriga gemendo intensamente. E, assim que ele viu isso, não aguentou e fez o mesmo.

- Vou gozar neste cuzinho quentinho! Abre as perninhas para receber ele todinho!

Abri as pernas e ele meteu ainda mais fundo, soltando um grunhido e estocando a medida que os jatos expulsavam seu sêmem para o reservatório do preservativo.

Depois tirou tudo de dentro, rancou a camisinha do pau ainda duro e derramou seu esperma em meu rosto.

- Da próxima vez vou esporrar tudinho neste rostinho.

Ficamos ali ainda um tempo, para nos recobrar. Depois arrumamos nossas coisas para ir para casa.

No caminho ele ainda me fez mamar seu pau enquanto dirigia. Foi uma delícia.

Quando cheguei em casa, mostrei o vídeo para minha esposa. Ela ficou muito excitada e falou que eu deveria fazer mais vídeos como aquele mas que, um dia, iria querer ver pessoalmente.

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