Oi, meu nome é Carla. – Na varanda de manhã IV

Um conto erótico de Anônimo Caseiro
Categoria: Heterossexual
Data: 06/07/2019 17:46:58
Última revisão: 13/08/2019 20:04:05
Nota 10.00

Depois daquele beijo, comecei a ficar mais excitada, me masturbava mais a cada dia, principalmente, nos dia em que eu falava com ele. Ele era simpático e sabia conversar, me contou que era solteiro, médico, tinha 28 anos, que gostava de animais, mecânica e praticar luta – nesse ponto eu sabia de tanto ver ele treinar. Nossas conversas nunca passavam de meros encontros como vizinhos, e mesmo tendo problemas com homens, com ele, eu não me sentia com medo, mas apenas um pouco tímida.

Nos finais de semanas eu ficava na varanda observando ele treinar, a cada chute e soco que ele dava era um suspiro meu. Eu entrava em estado de ecstase ao ver aquele corpo malhado completamente suado.

Os braços e as mãos dele são os que mais me chamavam a atenção, tinha pelos e eram bem fortes, pareciam serem capazes de quebrar qualquer coisa, mas seriam capazes de dominar qualquer mulher. E caso dominassem, poderia fazer de tudo.

Era manhã de sexta fazia bastante calor, tomei um banho gelado, mas mesmo o banho gelado não foi capaz de impedir a minha masturbação diária. Lá estava eu novamente, desejando aquele homem, queria que ele me dominasse, me beijasse e fizesse de mim a sua mulher, aquilo era um sonho e um pesadelo . Sonho, porque ele era lindo, forte e inteligente, pesadelo, pois eu tinha medo de me relacionar novamente, fora o fato de talvez ser recusada – eu não me achava bonita, pensava que para um homem daquele e uma mulher igual a mim, não haveria chance nenhuma de relacionamento.

Ao sair do banho e voltar ao normal, fui até a varanda – de toalha mesmo – de tanto o ver escondido eu meio que sabia sua rotina, pensava que veria ele treinando ou regando o jardim – ele tinha o jardim bem bonito e cuidado – mas de qualquer forma, eu sabia que estaria sem camisa. Sentei na cadeira e esperei ele, não deu 2 minutos ele apareceu na varanda. Só que dessa vez, ele estava nu.

Fiquei estática, comecei a suar, tremer, minha vagina começou a molhar, fiquei ofegante, meu coração acelerado, um calor emergiu sobre todo meu corpo. Ele era lindo, olhei para o seu pênis – como estava de manhã ele estava meio duro – nunca tinha visto um igual ao dele, era grosso e tinha a cabeça rosa. Comecei a salivar, imaginava qual seria o gosto ou o cheiro do pênis dele, pensei em como seria ele duro, e qual deveria ser a textura daquelas bolas.

Não aguentei decide me masturbar ali, mesmo correndo o risco dele me ver, mas eu não podia resistir, era mais forte do eu. Olhei de forma estática para o seu corpo. Mentalizei aquele o rosto junto ao meu, me peguei imaginando tocar no seu peito e abdômen, com aqueles braços me dominando com força enquanto ele me beijava com carinho. Depois reparei na suas pernas, eram grossa e peludas, e por fim gozei imaginando aquele membro, grosso e rosado dentro de mim, saindo e entrando diversas vezes, me fazendo ir ao delírio.

Quando fiz a menção de gemer, coloquei a mão na boca para que ele não conseguisse me escutar, eu me contorcia em silêncio, minha vagina tremeu e gozou vendo aquele pinto lindo de um homem mais lindo ainda. Ele entrou, e eu fiquei lá na cadeira tentando me recuperar por alguns segundos, me levantei, tomei outro banho:

Eu — Meu Deus, que homem ! – dizia eu enquanto segurava a parede.

Terminei, pus minha roupa, peguei as chaves e saí sem tomar café de nervosa que estava. Não conseguia pensar em outra coisa a não ser em Luís com aquele corpo, com aquele pênis – desejei voltar no tempo e ver aquela cena de novo e de novo – quando peguei o carro, notei pelo espelho que ele não estava mais lá, ele tinha saído com a moto.

Ao chegar no trabalho, mal consegui trabalhar direito, só pensava nele nu. Misturei papéis, anotações erradas e minha memória ficou esquecida, mas eu conseguia lembrar dele. Na hora do almoço nem quis conversa com as meninas, enquanto elas falavam, eu ficava pensando nos testículos dele – eram bem grandes, deveriam ter um cheiro bem gostoso.

Voltei para casa, e quando estacionei e saí do carro, ele chegou em casa, parou a moto e fez um "tchauzinho" pra mim, respondi do mesmo jeito e sorrindo:

Eu — Gostoso.– sussurrei.

Ele entrou na garagem, parou a moto, tirou o capacete, sacudiu o cabelo e olhou pra mim de novo, deu um sorrisinho e entrou. Entrei e me joguei no sofá:

Eu — Aí, meu Deus, o que eu faço ?

Jantei assistindo TV, mas eu virava a cada 5 minutos para a varanda para ver se ele estava lá.

Descansei um pouco, decidi dormir cedo, tirei toda a roupa – preferi ir dormir nua – me olhei no espelho. Comecei a me achar bem mais atraente e bonita, meu rosto estava lindo e não tinha uma espinha ou imperfeição. Meus cabelos lisos e negros brilhavam e minhas bochechas rosadas me faziam parecer bem mais jovem. Virei de costas, olhei minha bunda, eu não tinha celulite – tinha estrias, mas era lisinha – me encurvei um pouco, reparei que ela ficava bem maior assim. Me virei de novo, olhei meus peitos, eram grandes e com mamilos rosados:

Eu — Aposto que ele adoraria chupar esses peitos. – dizia enquanto apertava meus seios e dava alguns pulinhos.

Agora foi a vez da minha barriga, notei que embora eu fosse gordinha, eu não tinha uma "pancinha", minha barriga era lisinha. Olhei para minhas pernas – eu gostava delas – elas eram lisas e macias, e eram bem durinhas, possuía coxas bem grandes e grossas, minhas panturrilhas gordinhas realçavam minhas pernas. Meus pés eram pequenos, gordinhos e macios. Abri as pernas e olhei minha vagina, ela era gordinha, tinha pelos negros, mas era rosinha, bem apertada, e ela era quente também.

Sorri, pela primeira me senti bem comigo mesma, andei e apaguei a luz do quarto, deitei na cama, fechei os olhos:

Voz — Carla...Carla...Carla...

Abri os olhos, me deparei com uma silhueta em frente à porta do meu quarto, entrei em apavoro:

Eu — Ah! — gritei e cobri o rosto.

Voz — Olha pra mim, eu não vou te fazer mal.

Descobri o rosto e olhei, foi então que ele veio até mim, parou na minha frete, e quando meus olhos se ajustaram a claridade percebi que era Luís:

Eu — O que vo...

Luís — Vim te ver.

Notei que ele estava nu, olhei ele de cima a baixo, fiquei com um misto de medo e paixão:

Luís — Relaxa. – enquanto falou se debruçou sobre mim e se movimentou até ficar face a face comigo, se aproximou do meu ouvido – Você vai gostar, vou te dar o que você quer tanto.

O seu hálito quente me fez arrepiar, nessa hora eu estava ofegante, meu coração pulava em meu peito. Ele então ficou rosto com rosto comigo, se aproximou lentamente e me beijou – nessa hora eu entrei em delírio, fiquei louca – foi um beijo molhado e gostoso, ele começou a alisar meu rosto, me deu um beijo na bochecha e foi descendo a mão pelo meu pescoço, tirou o lençol de mim, fiquei o tempo todo paralisada. Voltou a me beijar, alisou minhas pernas, minha barriga, meus seios e parou meu pescoço.

Retribuí do mesmo modo, passei uma das minhas mãos pelo seu peito a outra em seu cabelo, depois levei as duas em suas costas – foi nesse momento que ele me beijou no pescoço, me arrepiei e acabei arranhando de leve as suas costas – ele então jogou seu corpo contra o meu e começou a se esfregar. A sensação prazerosa de sentir aqueles músculos, aquele corpo, aquele homem, enquanto ele mordia e chupava meu pescoço e apertava a minha coxa:

Luís — Gostosa. – sussurrava em meio aos chupões e mordidas.

Eu — Aw, oh, aw... – gemer de prazer e tesão era tudo que eu conseguia.

Luís – Quer pegar nele, não quer ?

Eu — Uhrum! – balançava a cabeça.

Luís — Pode pegar, ele é só seu.

Ouvir isso me deixou mais excitada ainda, era o que eu precisava ouvir – deslizei a mão sobre seu abdômen e segurei aquele pinto.

Eu — Nossa, como é duro! – dizia quase sem ar.

Luís — Você deixou ele assim. – ele falava enquanto olhava nos meus olhos — Agora me beija.

Eu o beijei e o masturbei . O seu pênis parecia uma pedra, deslizei a outra das minhas mãos até a base – eu quis sentir suas bolas, eram grandes, peludas e macias. Foi então que ele esfregou minha vagina com aquela mão grande e forte:

Luís — Olha só, ela ficou molhadinha.

Ele tirou minhas mãos do seu pênis e o colocou aos poucos dentro da minha vagina – fui ao céu e voltei – enquanto isso eu o abracei pelas costas, de modo a ficar colado a mim. Tudo entrado por inteiro, minha vagina começou a apertar o membro dele, eu e ela estávamos adorando aquilo. Ele colocou e segurou meus braços com uma mão em cima da minha cabeça, com a outra segurava e apertava minha perna.

Luís — Isso, assim...

Eu — Mete vai! Com força!

Ele começou a aumentar o ritmos, senti sua respiração mais ofegante, ele gemia perto do meu ouvido, me apertava com força, metia como um louco, mordia com tesão, e me beijava como um amante. Senti meu corpo se contorcer, minha vagina aperta mais e mais o seu pênis, meus olhos começaram a se revirarem, me tremi por inteira – tive um orgasmo.

Abri os olhos, já era de manhã, ele não estava lá, foi tudo um sonho. Olhei para minhas pernas, elas tremiam, e minha vagina estava molhada. Eu havia gozado, me sentia triste e bem.

Eu — Ele me deixou louca!

Continua...

Comentários

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06/07/2019 20:26:47
Estou adorando essa série...parabens Carla

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