República femdom part 6 (FINAL)

Esclarcimentos:

Confesso que a votação foi uma péssima ideia, não esperava tantos conflitos, contudo, também uma ótima ideia, algumas pessoas se destacaram em seus argumentos. O final 1 recebeu a maioria de votos até hojecontudo, tenho que considerar votos de quem tem acompanhado, comentado e votado desde o primeiro capítulo, então, fiz um final que buscasse agradar, na medida do possível, todos. Agora, vamos ao trabalho...

De volta à república, implorei para Gabriela não deixar eu cair nas mão de Tiffany e sua turma novamente. Ser escravo delas já era um sofrimento pra mim, mas de outros homens foi uma experiência terrível. Gabriela responde:

— hahahah, vai tomar um banho, eu não quero sentir esse cheiro de macho, também não gosto da ideia de outros machos ter prazer, sobretudo com minhas propriedades, mas eu precisava fazer você perceber que agora vale menos do que merda pisada. E fica tranquilo, você nunca mais vai servi-los, e logo, e nem a gente. (diz Gabriela)

Como assim? (pensei), será que tudo era uma lição, que finalmente vou ser liberto? Estava radiante por dentro, mas por medo de punições não deixei transparecer.

— Obrigado rainha!

Tomei o banho mais demorado da minha vida, escovei os dentes 7 vezes pra me livrar do gosto de rola e cu. Mesmo estando livre dos cheiros e gostos, aquele dia jamais sairia da minha memória. Após o banho, fiz as tarefas da casa, caprichei bastante desta vez, talvez pela felicidade em ser liberto, ou por medo de minhas rainhas mudarem de ideia. Aproximadamente, às 15h, fui levado para minha cela, nu, onde Gabriela amarrou minhas mãos nas algemas presas ao teto, neste momento, já sabia que iria apanhar, não entendi bem o porquê, mas estava feliz, pois seria a última vez, eu poderia suportar.

— Abre a boquinha seu bosta, eu preciso limpar essa calcinha e você vai me ajudar. (Diz Gabriela).

Avistei uma calcinha branca, mas toda manchada de amarelo, provavelmente de respingos de urina, certamente uma das rainhas tinha usado até ficar imunda daquele jeito, talvez mais de uma, aceitando meu destino, abri a boca, sabia que aquilo seria minha mordaça, e assim foi feito. Como sempre, o gosto era uma mistura de amargo e salgado, puxado mais para o salgado, o cheiro que saía pelas minhas narinas era de mijo misturado com bunda. Entretando, ao contrário do que eu esperava, Gabriela não pegou o chicote e começou a me bater, mas simplesmente foi embora, me deixando lá, amarrado com os braços pra cima e minha saliva lavando aquela calcinha imunda devagar. As 18 horas, vejo a porta da minha cela se abrir, e minhas rainhas entrarem, Larissa e Pâmela, estavam de calça leg, camisa baby look e tênis. Letícia estava com seu uniforme de futsal e chuteira. Alice e Júlia estavam de short, top e tênis converse. Beatriz estava de sapatilha alpargata, calça jeans e camisa apertada. Gabriela estava de botas, calça preta por dentro das botas e camiseta. O que me chamou a atenção, é que todas estava húmidas de suor, algumas até manchando suas camisas.

— Hoje nossa sessão vai ser especial, porque vai ser a última! (diz pâmela).

— Última Pam? Se e ele sobreviver né hahaha, porque se depender de mim hoje ele sufoca com o cheiro do meu cu. (diz Alice).

— Calma meninas, logo a gente usa a cara dele, agora ele é um saco de porrada. (diz Larissa).

Eu estava certo, aquela seria minha despedida, mas me parecia que seria muito pior do que outras sessões, mas eu estava preparado para suportar. Começou, primeiro, comecei a levar golpes, de mão limpa, de todas as rainhas, tapas na cara, chutes no corpo e no saco, socos, mordidas, beliscões, arranhados, enterradas de unha, isso durou uns 15 minutos, como a dor foi ininterrupta nesse tempo, comecei a chorar, e pedir por socorro, contudo, o som que saía eram apenas gemidos, pois ainda estava amordaçado.

— Olha gente, ele ta chorando hahahaha (diz Alice)

— Já? Nem começamos ainda. (afirma Gabriela).

Minhas rainhas pegaram um chicote tipo FLOG cada uma, e começaram a me chicotear. Como cada rainha possuía um chicote, eu sentia chicotadas ininterruptas, muitas vezes mais de uma de uma vez, era como se eu fosse uma bruxa na idade média. Após mais 15 minutos disso, fui solto, caí no chão, próximo às chuteiras de Letícia. Sabendo o que deveria fazer, comecei a lambê-las sem qualquer ordem prévia.

— Mas olha que escravo foro, já veio limpar minha chuteira, como sabia que eu ia te mandar fazer isso? (diz Letícia).

— Para de ser egoísta lê, tem 14 pés aqui pra ele adorar (diz Beatriz).

— A bia tem razão, escravo, primeiro tira todos os sapatos das suas rainhas e deita no chão (diz Júlia).

Deitado, começaram a esfregar os pés no meu rosto, quando uma esfregava, outras ficava em pé em cima de mim, no peito, pernas, barriga. Como suspeitava, o chulé estava terrível, e o pior, todos os pés estavam encardidos, como o de Alice estava quando recebi seu castigo, certamente sujaram antes de vestir os sapatos, aquilo com certeza foi premeditado. Gabriela tira minha mordaça, e nota que a calcinha não estava 100% limpa.

— Você não dá conta de lavar uma calcinha? Puta merda, vamo ver se consegue limpar nossos pés pelo menos (diz Gabriela).

Então, comecei a lamber, um a um. Larissa pega um copo grande e o enche com seu mijo amarelo.

— Pra que isso Lari? (diz Pâmela)

— Ué, pra limpar a língua dele quando ficar muito suja e ele não conseguir limpar mais. (responde Larissa)

Sabendo da minha infinita impotência, não pedi misericórdia, não mais fazia cara de nojo, apenas obedecia. Quando minha língua ficava suja a ponto de perder sua função de limpar, tomava um gole do mijo, chacoalhava e minha boca e continuava limpando a sujeira e chulé dos pés daquelas 7 cruéis rainhas. Após todos limpos, começou o momento do facesitting. Estranhamente, minhas rainhas vestiram máscaras, daquelas de dentista. Todas tiraram suas peças de roupa da cintura pra baixo, então pude entender o porque. O cheiro inundou a sala, a mistura tornava muito pior que a mistura do chulé. Cada uma começou a sentar na minha cara, e neste ponto, eu talvez seria o mais habilidoso em sexo oral do mundo, devido à tanto treino. Prendi a respiração para sentir o menos possível do cheiro, mas não pude escapar do gosto. Após fazer todas gozarem várias vezes, já com a língua cansada, já sabia que ainda faltava a parte de lamber cu.

— Puta merda, meu treinamento foi perfeito, você é melhor do que qualquer vibrador, dá até dó de te libertar, mas ainda falta uma coisa, sabe o que é né? Anda, de joelho, hora de lamber cu. (diz Gabriela)

De joelhos, comecei a enfiar a língua no cu de cada uma, algumas pediam pra eu enfiar mais fundo, piorando minha situação. Me mantive firme até concluir, este era o fim do meu último castigo, depois era só desaparecer e tentar recomeçar a vida. Me deitaram num cavalete, e amarraram minhas mãos e pernas na base, deixando minha cara e cu exposto. De repente, cada rainha veste um strapon, com uma grossura e tamanho superior à de qualquer homem que tivera me comido na casa de Tiffany.

— Se até macho pode te comer, porque nós não? (diz Alice).

Então começaram, uma na minha boca, outra no meu cu, enquanto as outras me davam choques e chicotadas, as vezes a do cu ia pra boca e vice-versa. Continuaram assim até todas terem passado pela minha boca e meu cu. Meu cu já não era mais fechado, graças aos trabalhos da equipe de Tiffany, mas doeu muito aguentar aqueles mastros de borracha. Após isso, fui levado ao box do banheiro, onde fui amarrado com as mãos nas costas, recebi um ring gag e fui ordenado a ficar de joelho. Em fila, cada uma mijou em mim, exceto Larissa. Miravam na minha boca, testa, olhos. Engoli uma boa quantidade, o resto escorreu por meu corpo. Depois, começaram a cuspir na minha cara, cuspiram muito, no rosto, na boca, nos olhos. Tiraram foto, limparam meus olhos pra poder enxergar, meu rosto estava completamente branco de cuspe, e embaixo do cuspe, o restante do mijo.

— Amanhã vamos viajar, uma amiga disse que eu jamais treinaria um escravo, quero te mostrar o quanto você ficou prestativo, depois de te mostrar, você está livre, não postaremos suas fotos e vídeos, agora descansa. (diz Gabriela)

De manhã, fui ordenado a tomar banho, Gabriela me deu uma roupa social pra vestir e chamou um Uber, entretanto, apesar da roupa, estava de coleira, mas nessa altura do campeonato, já tinha me acostumado a ser visto em público assim.

— Esqueci de te avisar, minha amiga mora na China, em Turfan pra ser mais preciso, então nosso passeio vai demorar um pouco.

China? (pensei) era um pouco longe, mas imagino que Gabriela se orgulhe do meu treinamento. Apesar de estar acostumado, nunca tinha pego voo de coleira, foi um pouco vergonhoso, mas aceitei. Após um longuíssimo voo, chegamos à casa de sua amiga, Gabriela apertou a campainha, e abre a porta, uma mulher de 40, talvez 50 anos, de fenótipo koreano (estranhamente estávamos na china, aquilo não fazia o menor sentido, já que há diferenças sutis entre chinesas e coreanas), mas falando português como se tivesse nascido no Brasil.

— Olha só, se não é minha amada discípula, como tá meu amor? (diz a mulher desconhecida).

— Oooi minha rainha, que saudades, tudo bem? (diz Gabriela)

— Entra, a casa é sua, esse é seu primeiro escravo?

— Sim, planejei o treino sozinha! Você vai ver como ele ficou submisso. (diz Gabriela).

Me incomodou elas falarem como se eu não estivesse ali, mas fiquei quieto.

— Escravo, essa é a Marta, a mulher que me ensinou a treinar escravos, ela é brasileira, mas veio morar aqui pra tocar os negócios melhor, aqui é mais fácil de conseguir escravos sem ninguém dar falta, agora, vamos mostrar pra ela o que você aprendeu ao longo do seu treinamento. (diz Gabriela).

— Sim Rainha.

— Calma, espera minhas meninas chegar! (diz Marta).

Elas conversaram durante bons minutos, notei que estava muito calor, não sabia que fazia calor assim em alguma cidade da China, fiquei ajoelhado, com a cabeça baixa, agora com uma corrente que ligava minha coleira às mãos de Gabriela, de repente ouço a porta se abrir, eram as filhas de Marta, eram duas garotas, Chion e Limei, tinham nascido na China, mas aprenderam português com marta. Eram muito magras, brancas do tipo pálidas, e tinham 18 e 20 anos respectivamente.

— Oooi tia Gabi, que saudade! (dizem Chion e Limei)

— Não me chamem de tia, eu não sou muito mais velha que vocês hahaha, também estou com saudades. (Diz Gabriela).

— Esse é o escravo que a mãe falou? (diz Chion)

— Sim, querem ver do que ele é capaz? (diz Gabriela)

Me ordenaram a tirar a roupa, e começou a sessão de adoração, primeiro, foi com Chion e Limei, a sessão se resumiu em alguns tapas, cuspes na minha boca, andar de quatro carregando as duas nas costas, lamber cuspes do chão, e concluindo com adoração à pés, buceta e cu. Elas tinham chulé, mas nada tão absurdo, eram cheiros naturais de quem passou andando no calor, mas um incômodo era que suas bucetas tinham muito, mas muito pelo, dificultando até alcançar o clitóris. Após a adoração, me mantive de joelhos e cabeça baixa.

— Eai marta, gostou? (diz Gabriela)

— Impressionante, sem cara de nojo, sem reclamar, obedecendo tudo prontamente. Meninas, como é a língua dele? (diz Marta).

— Foi ótimo mãe, a língua dele parece um vibrador no máximo volume, só que melhor, adorei! (Diz Lin).

— Que ótimo, parabéns Gabi, estou muito orgulhosa de você. Escravo, ajoelha de costas pra aquele pilar.

Ajoelhei, amarraram minhas mãos no pilar, Lin sai e volta com meias soquete brancas, mas pretas de sujeira, enfia na minha boca e tapa com fita.

— Gabi, vamos lá no computador pra eu poder transferir o dinheiro pra sua conta. (diz Marta)

— Ah sim, mas tem que ser na dele, porque eu evito ficar movimentando dinheiro com o meu nome, então to usando o dinheiro e conta dele. (diz Gabi).

Que dinheiro? Pensei, meu coração começou a acelerar, mas Chion e Lin me olhavam com um olhar assustador, como se quisessem me espancar ali mesmo, então me calei pra não dar motivo. Minutos depois, volta Gabi, agacha na minha frente e diz.

— Então, eu te disse meias verdades, você de fato está livre, mas de mim e das meninas, agora você é propriedade privada da Marta, e bom, ela nunca disse que eu nunca conseguiria treinar um escravo, mas me pediu pra treinar um brasileiro, pois queria um escravo diferente, ela sempre vende os chineses que ela treina. Seja um bom menino (diz Gabriela).

Comecei a me debater e tentar gritar por sob a mordaça, que ia em direção a porta retorna.

— Ah, esqueci, aqui tá a carteira dele, só tem alguns documentos aí pra caso você precise, os chicotes, varas de choque, e controle do colar e do cinto estão nessa mala, foi ótimo fazer negócios com você marta. E quanto à você escravo, vou deixar sentir meu chulé uma última vez.

Então Gabriela tira seu pé da sapatilha, que estava com um chulé tremendo após horas sem tirar por causa do voo e esfrega na minha cara, veste novamente a sapatilha e vai embora, me deixando com seu cheiro impregnado no nariz e andando tranquilamente como se não tivesse feito nada de errado.

— Escuta aqui escravo, primeiro vamos pontuar algumas regras, seu nome é qualquer adjetivo pejorativo que te falarem, se bem que aqui tu não vai entender nenhum, qualquer pessoa pra você é senhor, senhora, mestre, rainha, deusa, etc. E para de se debater, porque eu posso te mandar pra uma clínica cirúrgica, arrancar suas cordas vocais, seus braços até o ombro e substituir por próteses de silicone, entendeu?

Acenei com a cabeça que sim.

— Ok, se você continuar obediente, vai manter todos seus órgãos intactos, e ainda vai proporcionar prazer pra um monte de gente. As coisas funcionam aqui nessa casa, ta vendo essa mansão? Eu sustento ela treinando e vendendo escravos, mas você vai ficar aqui pra me servir e servir minhas filhas, mas, enquanto não tivermos aqui, vai servir meus clientes, que farão o que bem entender de você, desde que não causem danos graves, afinal, você é minha ferramenta de trabalho. Tem várias empregadas domésticas aqui, enquanto você não estiver atendendo clientes, elas também tem total poder pra te usar. Aqui faz muito calor, então as pessoas constantemente estão suadas, por isso pedi pra Gabriela te treinar no estilo Pig Slave, Você vai comer as sobras do chão na hora do almoço e janta das empregadas, no café da manhã, vai tomar os suplementos que eu vou deixar, assim como fazer a lista de exercícios que preparei pra você, quero seu corpo atlético pra atrair mais clientes. Você vai usar coleira elétrica todo o tempo, e não se engane por não ter ninguém te vigiando 24 horas por dia, atrás de todas estas câmeras tem gente que trabalha pra mim e pode te eletrocutar se tentar qualquer gracinha, elas vão copiar o sinal desse controle, então fica esperto. Por fim, você ficará sem sinto de castidade, mas com as mãos amarradas nas costas todo o tempo, exceto quando tiver que fazer massagens em mim e nas minhas filhas, ou tiver fazendo seus exercícios. Ah, seu cu sempre estará preenchido com alguma coisa, exceto quando quiserem usá-lo ou pra fazer suas necessidades, de resto, vai ficar com esse plug de rabo de cavalo. As 23h, você faz suas necessidades, toma banho, enfia o plug de volta pra começar o novo dia. Entendeu tudo? Porque se eu tiver que repetir você tá fudido. (Diz Marta).

Chorando muito, acenei com a cabeça que sim.

— Ótimo, amanhã você começa a trabalhar.

Durante dois meses, esta foi minha rotina, eu não tinha mais que fazer trabalhos domésticos, mas as sessões de dominação eram muito mais constantes de que quando estava no Brasil. Das 8 às 20, atendia os clientes de Marta , que majoritariamente eram mulheres, entretando, em considerável parte das vezes eu estava vendado, e tive que obedecer todas as ordens sem nem ver quem me dominava. Quando livre, adorava as empregadas. Não falava nada em chinês, mas aprendi alguns comandos básicos, como “abre a boca, lambe, cheira, chupa, espera, deita, ajoelha, beija, engole”. Das 20 às 23, adorava Marta e suas filhas, fazia minhas tarefas, dormia, acordava às 6 e fazia meus exercícios. A adoração com os clientes variava, adoração à pés, buceta, cu, e as vezes rola. As mulheres gozavam na minha cara, mijavam, as vezes me faziam engolir, outras não, cheguei a participar de um bukakke de olhos vendados, sem saber quantos homens estavam na sala. Não tinha mais medo, nojo, alegria, tristeza, tinha virado um corpo sem alma, que só sabe obedecer ordens, e o pior, sem o sinto de castidade, vivendo de pau duro, mas gozando eventualmente quando alguma boa alma roçava o pé no meu pau.

Em um belo dia, Marta se aproxima de mim e diz:

— Olha escarvo, fuçando nas minhas coisas encontrei sua carteira e percebi que nunca soube do seu antigo nome hahaha, você sequer lembra dele? Acho que ninguém fala seu nome há uns bons meses.

— Lembro Senhora.

— Bom, agora que você é menos do que um animal, não precisa mais de nome, estou certa? (diz Marta)

— Sim senhora (digo de cabeça baixa).

— Então diz pra mim!

— Eu valho menos do que um animal e não mereço um nome, rainha.

— hahaha muito bom, agora, eu vou te dar o privilégio de ouvir seu nome pela última vez antes de botar fogo nisso aqui, preparado? Carlos Ber..ta..lan? Bertalan?! Que porra, não é possível!

— Obrigado por dizer meu nome uma última vez rainha.

— Para com essa porra de rainha. Desculpa, acho que to assustada, você conheceu Benício Bertalan?

— Era meu pai, rainha.

Marta senta-se no sofá, mais pálida do que nunca, aparentemente sua pressão caiu.

— Calma, deixa eu organizar tudo isso, mas primeiro deixa eu tirar estas coisas de você.

Estranhamente, Marta me solta e tira o colar de choques.

— Primeiro, porque era, o que aconteceu? (diz Marta).

— Meu pai sofreu um acidente, rainha.

— Me chama de Marta, bom, primeiramente eu te peço um milhão de desculpas. Seu pai foi um grande amigo meu, não posso continuar te mantendo aqui, é um completo desrespeito à memória dele, você precisa voltar pro Brasil! Abre uma conta em outro banco que eu te mando o dinheiro que paguei por você.

— Mas rainha, digo, Marta, a senhora não terá problemas, e essa quantia não te fará falta? (Digo eu impressionado com minha preocupação, contudo, mesclado à felicidade de voltar ao Brasil e seguir vida normal).

— Eu já consegui umas três vezes esse valor, fica tranquilo. Pega, esse é meu número. Mas me faz um favor, eu gosto muito da Gabi, não conta pra ela. Te aconselho a não denunciar também, se você se tornar uma ameaça, sua vida corre risco.

Vesti minhas roupas, peguei minha carteira de volta e me dirigi até o aeroporto. Gabriela e suas dominadoras eram de São Paulo, fiz questão de ir para um estado muito longe de lá, escolhi o Piaui. Lá, notei que minhas senhas não estavam alteradas, Gabriela estava tão confiante de que eu seria um escravo chinês para toda a vida que utilizava a mesma senha, bloqueei os cartões antigos e fiz um novo, além de tudo, ainda obtive o dinheiro que Marta recebeu pela minha venda, me deixando mais rico ainda.

Apesar do dinheiro, meu tesão estava condicionado em servir, não conseguia mais ver pornografia que não fosse de Femdom, não denunciei Gabriela conforme o pedido de Marta, a quem eu devia liberdade, e claro, o medo de morrer. Durante 3 anos, passei meus dias fazendo amigos e tentando conscientizar homens machistas à respeitar mulheres. Arrumei uma namorada, Jenifer, que me achava o homem mais incrível do mundo, por fazer serviços de massagem, pedicure e manicure de forma exímia. Assim como por um delicioso sexo oral. Com o tempo, contei meus fetiches masoquistas, o qual, foi aceito de forma gradativa, durante meses ela me colocava pra adorá-la, mas sempre limpa e perfumada, contudo, com o tempo, Jenifer gradativamente foi se despreocupando em estar limpa e perfumada, e cada vez mais pegando gosto pela dominação, ao ponto de me fazer adorar seus pés com chulé, e sua buceta e cu fedidos, contudo, nada tão ruim quanto era na época em que eu vivia na república, além disso, eu sou escravo só na hora do sexo, fora deste período eu sou seu namorado amado e respeitado.

Eu amava, respeitava e adorava Jenifer como uma deusa, minha vida tinha se tornado um paraíso bdsm, não era mais obrigado a transar com homens, e minha namorada e deusa tinha odores que eu passei a amar, pois não era nada exagerado.

Passado anos de namoro, Jenifer me faz uma proposta:

— Amor, eu tenho conversado com mais e mais dominadoras pela internet, aí conheci uma que virou super amiga minha e falei que eu e meu namorado brincávamos de femdom, eu queria dominar você junto com ela, mas uma noite só e respeitando todos os limites, depois a gente pode sair pra comer uma pizza, sei la, o que você acha? Mas pode demorar um pouco, porque ela precisa viajar bastante pra vir aqui em casa.

— Tudo o que quiser, meu amor.

Chegando no dia, fiquei de joelhos no quarto com as mãos amarradas nas costas e vendas no meu rosto.

— Amor, ela chegou, vamos começar? (Diz Jenifer)

— Claro amor, digo, rainha hahaha.

— hahaha ai amor não vai dar mancada e me chamar de amor no meio da dominação, tem que chamar ela de rainha também, viu? Eu só vou trazer ela aqui pra te ver, aí você dá um beijinho no pé dela e ela vai tomar banho, depois a gente brinca. (diz Jenifer)

Escuto Jenifer sair, pensando a única coisa era como eu amava aquela mulher. Minutos depois, escuto passos em direção ao quarto, Jenifer tira minhas vendas, ao olhar aquela mulher, minha garganta seca, minhas pupilas dilatam, minha pressão cai, e atormentado só consigo balbuciar uma única palavra.

— Ga..bri...ela?

Gostou do conto? Vote e comente.

Deixe uma sugestão de tema para eu desenvolver uma história em cima, mas precisa ser dentro do sadomasoquismo, pode ser maledom, femdom, lezdom, gaydom. Eu juro que vou ler e considerar. Obrigado por acompanhar essa saga, abraços!

Comentários

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12/07/2019 01:39:45
Muito bom
11/07/2019 12:47:25
Ficou ótimo esse final amigo. ..parabens
VIC
11/07/2019 10:34:09
QUE DELICIA..NOTA MAXIMA
11/07/2019 08:51:20
ADOREIIII

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