Todos os Garotos que já Fiquei - Alberto

A água da torneira saía quente naquela manhã de sábado, naquela altura da vida eu nunca dispensava um banho de mangueira, me lembrava quando a vida não era tão complicada, de quando eu era criança. Não foi a tanto tempo atrás, mas já me deixava saudades.

- Tá bom Rico, vai seca a água do mundo inteiro? - Minha avó me chamava assim por ser mais fácil de se lembrar.

Morava com a minha avó desde o grande ponto de virada, meus pais se separaram, minha mãe foi embora da cidade e eu fiquei com o povo do meu pai. Perdi quase todo o contato com a minha família materna, em contrapartida fiz mais amizade com os primos desse lado da família, amizade até demais.

Eu sempre fui um rapaz grande, ombros largos, pele bronzeada e também branca onde a roupa escondia, cabelo castanho, sempre fora de forma, mas a altura ajudava a distribuir, tinha panturrilhas volumosas e peludas ligadas à coxas grandes e fartas, mas não muito definidas, só eram firmes mesmo, sendo o meu maior desgosto as sobrancelhas juntas, mas isso era simples de resolver se eu ligasse para a minha aparência física um pouco mais. Naquela época eu era muito relaxado quando o assunto era depilar, aparar, furar ou cortar.

Me enxuguei e sai do beco entre as duas casas onde ficava a mangueira. Vesti um shortinho fino de nylon acima do joelho de cor vermelha com listras brancas e uma blusa preta sem mangas. De cabelo penteado como minha mãe costumava fazer fui tomar café, eu sabia que ele viria logo e queria estar pronto quando ele chegasse.

Havia um primo que sempre andava lá na casa da minha avó, éramos amigos e costumávamos conversar. Eu era também aquele tipo de adolescente que sempre via nos outros meninos, fosse quem fosse, uma oportunidade de trepar, chupar, lamber, morder, esfregar, qualquer coisa. Aquela altura da vida já tinha ficado com todos os amigos que tinha, fosse quem fosse, nem os primos escapavam.

Alberto era um primo de um grau lá meio distante, era um jovem de pele bronzeada, magro com um pouquinho de carne aqui e ali, olhos verdes, cabeça triangular esquisita, mais baixo que eu, porém mais velho. Eu não lembro como tudo começou entre nós, porém guardo essa lembrava com muito prazer.

- Bom dia Tia Tereza, Henrique tá aí? - Ele chegou todo charmoso com sua mão para o alto apoiada no portão da casa ressaltando os músculos do braço.

- Tá lá dentro merendando.

Ele entrou na cozinha arrastando os pés como costumava fazer, poderia discernir aquele som a quilômetros de distância. Usava uma bermuda jeans clara e leve no meio da canela, chinelo de dedo amarelo encardido e uma camisa de uma cor que não me lembro, seria verde? Enfim, ele chegou e ficou em pé do meu lado, estávamos sozinhos na cozinha e as brincadeiras já começavam.

- Tu vai fazer o que agora de amanhã? - Ele passou a mão magra nos meus ombros apertando.

- Nada ainda, por que? - Como ele estava do meu lado passei a mão entre suas pernas para cumprimentar e já notei ele estava bem animado.

- Vamo pegar umas cajarana ali comigo? - Ele passou a mão por cima da minha e apertou ainda mais contra seu pau.

- Vamo, só terminar aqui. - Ouvi as passada da minha avó chegando e rapidamente tirei a mão e quase me engasgava com o café quente.

- Vó, vou pegar cajarana com Alberto e volto já, viu?

- Tá bom.

Lá fomos com as sacolas na mão para encher de cajarana. Eu não sabia onde Alberto estava me levando, mas seguiria ele para qualquer lugar se ele me passasse a rola. Mais adiante acabou o afastou e começou uma estrada de chão vermelho, cada passo fazia uma mini nuvem de poeira levantar, ele ia a frente em silêncio e eu atrás.

Chegamos em uma casa de tijolo vermelho exposto sem ninguém em casa, a rua de chão tinha poucas casas mas eram todas conhecidas. Demos a volta, chegamos no muro do quintal da casa, que também era de tijolo vermelho, e um de cada vez pulamos o muro e encontramos o pé de cajarana reinando no quintal alheio sozinho. Não era uma árvore grande de copa fechada, suas folhas eram esparsas e os galhos claros estavam carregados de frutinhas amarelas.

Cada um com uma sacola na mão subimos pelos galhos da árvore e rapidamente estávamos com as sacolas pela metade. Alberto ficou mais para o centro da árvore enquanto eu tentava chegar nas pontas dos galhos.

- Seu avô foi pra onde? - Alberto estava chupando uma cajarana sentado de frente pra mim em um galho e apoiando os pés descalços em outro logo abaixo.

- Não sei, acho que foi pro sítio. - Eu sentei e comecei a chupar uma cajarana madura.

- Queria que ele falar com Reginaldo pra eu ir cortar o cabelo lá. - O sol refletido naqueles olhos era maravilhoso.

- Oxe, você nem tá com o cabelo grande. - Joguei o caroço fora e peguei outra do saco.

- Era pra cortar esses cabelo aqui oh. - Alberto abaixou a bermuda e liberou seu cacete.

Realmente o pau de Alberto estava em meio a uma bagunça, os pelos desordenados, compridos e claros, praticamente escondiam a base do seu pau e grande parte das bolas, sobrava só uma pontinha no final do saco onde dava pra ver a curva do testículo. Seu pau era magro e cheios de cheias, o que era esperado para alguém com o aquele corpo, era sem vergonha e sem prepúcio, levemente torto, era menor do que o meu, deveria ter seus 12cm e a cabeça era quadrada e da mesma espessura do resto.

Fiquei animado com aquele pau batendo continência e me chamando para brincar, mas na altura que estávamos na árvore as pessoas poderiam passar e facilmente nos ver ali em cima.

- Homi guarde isso, o povo vai ver. - Adverti com a maior das penas.

Ele guardou o pau e começou a descer, não perdi tempo e desci também. Ficamos ao lado de uma porta da casa, provavelmente a porta da cozinha, ao lado dessa porta o muro do quintal era mais baixo, na altura do ombro. Ficamos entre o muro baixo e a porta, botei minhas mãos na parede e Alberto ficou atrás de mim. Ele baixou a bermuda até o meio da coxa peluda, abriu as pernas para a bermuda não descer e depois baixou meu short até os meus joelhos. Cuspiu na mão e passou na cabeça do pau torto e então começou a forçar no meu buraquinho.

Levou algum tempo até ele achava realmente o meu buraquinho, ele pegava minha bunda e abria com as duas não e com a ponta dos dedos ia tentando guiar o pau. Eu arqueava as costas e arrebitava a bunda o máximo que conseguia para ajudar e, quando finalmente ele achou, enfiou até a metade e eu dei um pulo para frente de dor. A primeira tentativa sempre me dava uma dor indescritível, começava no buraco do cu e ia subindo pela barriga, era horrível. Alberto esperou passar e tentou de novo, a mesma coisa aconteceu só que dessa vez deu pra aguentar com a rola dentro. Ficamos parados um pouco, ele apoiou uma mão na parede e com a outra segurava uma das bandas da minha bunda para ajudar o pau dele a ficar lá dentro.

Depois de uns minutos ele soltou minha bunda e começou um gingado suave, indo e vindo bem devagar, parecia que o pau dele também estava doendo, ele gemia a cada empurrão que dava e a respiração dele pesava no meu ouvido. Ele foi acelerando e se soltando. Eu estava com os joelhos dobrados para compensar a diferença de altura e apoiado na parede para não cair, o ângulo certo para Alberto me comer gostoso. Me pegou pela cintura com as duas mãos e começou a me puxar pra si com força, eu sentia o barro da parede que tinha grudado nas suas mãos deslizando, cada centímetro que ele tinha de pau estava dentro de mim, só faltava enfiar as bolas.

De repente começamos a ouvir um barulho vindo do outro lado da parte mais baixa do muro, eram crianças, elas estavam chegando. Eu comecei a me desesperar mas Alberto seguia firme me comendo e não queria parar. Sem tirar de dentro Alberto se inclinou para o muro mais baixo e deu uma espiada rápida.

- Não é nada não. - Cochichou no meu ouvido.

Se voltando para mim de novo ele me virou e tomou meu lugar na parede da casa. Ele agora estava com as costas apoiadas na parede e mexia apenas o quadril, eu a sua frente, ainda de joelhos dobrados, me apoiava nas coxas para não cair para frente com as estocadas na minha bunda. Não fazíamos nenhum som para não chamar atenção, éramos tão suaves em nossa trepada que até o vento nas folhas do pé de cajarana era mais audível do que o som do saco de Alberto batendo na minha bunda. A gente passou um bom tempo nessa posição e com as crianças brincando logo ao lado, dava pra ouvir o que elas diziam, pareciam estar jogando bola de gude e algum perdedor se recusava a pagar a sua aposta, a gritaria virava uma verdadeira bagunça em alguns momentos, mal eles sabiam que eu estava logo ali do lado com uma pica gostosa entrando e saindo e me fazendo delirar.

Os meninos cansaram do seu jogo e foram embora, pouco depois Alberto me segurou pela cintura de novo e deu quatro estocadas mais lentas seguidas de um urro baixo e engasgado, ele tinha gozado. Tirou o pau de dentro de mim, subiu a bermuda e saiu andando para pegar as sacolas.

- Bora. - Ele pegou a sua sacola e me chamou.

Subi o short e fui atrás dele. Pulamos o muro e voltamos para a casa da minha avó, deixamos as sacolas e ele foi embora. Sem demora corri para o banheiro para me aliviar numa punheta furiosa pensando naquela trepada e sentindo o cheiro de Alberto ainda em mim.

Ficamos algumas outras, vou contar como foi como também vou contar como foi trepar com os outros também, vou compartilhar minhas aventuras, espero que gostem.

Comentários

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13/08/2019 21:24:33
MUITO BOM. CONTINUE. DELÍCIA DE CAJARANA.
13/08/2019 09:18:41
gostei conta mais
13/08/2019 01:27:00
Nooossa que tesão continuar

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