Dream Nº 6 - Sabrina e a seita misteriosa

Um conto erótico de Hangman
Categoria: Grupal
Data: 18/09/2019 01:57:51
Nota -

Esta é a história de Sabrina, uma jovem de 22 anos, linda, com corpo todo proporcional e maravilhoso, apesar dela ser muito cobiçada, tem pouquíssima experiência sexual. Havia tido sua primeira vez com um colega de escola, mas a falta de habilidade do rapaz tornou a sua perda da virgindade algo a ser esquecido, não por ter sido doloroso, mas pela completa falta de tesão, uma coisa mecânica onde apenas ele sentiu algo além de ansiedade e nervosismo.

Agora, noiva do segundo homem da sua vida sente que ele apesar de perfeito galanteador e gentil com ela, não sabe da coisa e ela não se sente satisfeita, raramente atingindo o orgasmo nas poucas relações que tiveram. Sabrina tem curiosidades sexuais muito maiores das que estão ao seu alcance e isso a atormenta, o casamento marcado para o ano seguinte é para ela uma data onde a partir dali o sexo se tornará frustrante e ela tem muito medo de nunca experimentar o que seu corpo pede cada dia mais intensamente.

Em uma noite navegando pela internet lê algo que lhe chama a atenção, um lugar onde ocorre um ritual onde o sexo rola solto tudo envolto em mistério e absolutamente sigiloso. Sabrina se encheu de curiosidade e tesão sobre o lugar, algo que ela gostaria de fazer como despedida de solteira, transar muito sem compromisso e anonimamente.

Pesquisou tudo o que pode sobre o lugar, mas a conclusão foi que participar não era tão simples e não bastava querer, havia um cadastro em um site a ser feito e depois aguardar para saber se a pessoa é selecionada, não se tinha idéia nem mesmo dos critérios dessa seleção, mas a quantidade de perguntas da ficha de cadastro era desestimulante.

Mesmo assim Sabrina seguiu adiante e praticamente contou da sua vida em um site misterioso com o objetivo de transar com desconhecidos, enfim uma loucura total segundo ela própria, mas não tinha nenhuma expectativa de ser chamada, pois ela percebera que o acesso ao lugar era extremamente restrito.

Passaram semanas até que recebe em sua casa um envelope onde o conteúdo eram exames médicos que precisavam ser realizados, tudo muito discreto e ela logo percebeu que estava relacionado ao seu devaneio sexual, apesar de ter se passado algum tempo desde a sua inscrição aquilo nunca saíra de sua cabeça.

Algum tempo depois, um desconhecido a interpela na rua e lhe entrega um outro envelope, após confirmar seu nome, ela não fazia idéia quem era aquele enorme homem, mas o que não deixa dúvidas que ela havia sido escolhida para participar do tal ritual sexual, o que mais poderia ser? Tão logo retornou para casa, se trancou no seu quarto e pôs se a ler todas as informações do que recebera. Tudo muito organizado, com passagens para que viajasse a cidade onde provavelmente o evento aconteceria, datas e horários bem descritos e que deveriam ser cumpridos a risca para não perder o direito de participar. A aventura incluía hospedagem em um hotel do qual seria levada para o lugar onde tudo aconteceria.

Agora sabendo que aquela fantasia se tornara real, Sabrina foi tomada pelo pânico misturado com um tesão descontrolado, no banheiro percebeu que sua calcinha estava encharcada da lubrificação que escorrera da sua xoxotinha que permanecia inchadinha e sensível como nunca esteve, estava literalmente subindo as paredes de tesão.

Depois de um tempo pensando naquela situação ficou claro para ela que não poderia perder essa oportunidade, haveria tempo para ser recatada do lar ao lado do limitado marido depois, agora ela deveria ter o direito de curtir tudo o que seu corpo pode oferecer.

Quando chegou o dia, Sabrina não perdeu tempo e se pôs na estrada para a cidade onde um quarto em um ótimo hotel estava reservado em seu nome e lá chegando viu que tudo era muito sério e transcorria exatamente como descrito nas instruções que recebera, agora era só descansar, pois no dia seguinte ela seria conduzida para o lugar onde ela entregaria seu corpo a suas fantasias mais doidas.

Sonhou com uma verdadeira orgia onde vários homens a possuíam sem parar, acordou molhada de suor e com sua xaninha sensível e inchadinha de tesão, durante o resto do dia não conseguia tirar da cabeça o que estava prestes a fazer, depois do almoço, tomou um longo banho e se preparou cheirosa para entregar-se ao desconhecido ou mesmo aos desconhecidos.

Quando a hora chegou, recebeu uma chamada da recepção informando que ela estava sendo aguardada, ela rapidamente passou a mão no documento que ela precisava entregar assinado ao motorista e desceu, como quem caminha em ovos com as pernas bambas.

No saguão havia um homem vestido a caráter de chofer, que ao receber o documento em mãos, nada falou além de indicar o caminho para a van que aguardava na porta de entrada do hotel. Sabrina entra na van e senta no banco mais próximo disponível, cheia de vergonha evita olhar aos demais ocupantes que ela percebeu que já estavam lá dentro. Tão logo Sabrina se acomodou no lugar, se ouviu os movimentos da porta do motorista e em seguida o motor entrou em funcionamento, estavam agora em direção a sabe se lá onde.

A van rodou talvez por duas horas antes de parar e pelo barulho que se ouviu de um portão estavam dentro de algum lugar, então a porta se abre revelando uma garagem escura onde a única pessoa que se percebia era o próprio chofer que com gestos com a mão lhes indicava que deveriam sair da van e seguir para uma porta próxima que estava fechada, Sabrina desce da van junto com os demais que agora ela percebe que são dois homens, os três chegaram à porta, mas não se atreveram a abrir, dali puderam ouvir o chofer fechando a porta da qual saíram da van e desaparecendo para o outro lado do veículo, estavam sós um pouco assustados, mas não se podia negar que a atmosfera era muito excitante Sabrina já mordia os lábios em um claro sinal de intenso tesão.

A porta se abre sem aviso e uma figura feminina mascarada com um roupão preto surge, indicando que entrassem o que fizeram em silencio, Sabrina percebe o corpo nu da mulher por baixo do roupão que se abria quando ela se movimentava, uma vez que todos entraram e a mulher que os conduzia fechara a porta atrás deles, ficou claro pelos muitos armários disponíveis em um dos lados da sala que ali era a hora de despir-se, a mulher ficou aguardando até que todos tirassem completamente as roupas, nesta sala havia luz suficiente para se ver tudo com clareza, Sabrina obedeceu e tirou toda a roupa, se pondo nua na frente de desconhecidos, algo completamente novo para ela, tomada de excitação e pânico, tentava esconder seu nervosismo que esta situação lhe provocava.

Após todos terminarem de guardar as roupas, a mulher buscou alguma coisa que estava sobre uma mesa no canto da sala e se aproximou deles, primeiro pos uma espécie de colar no homem e lhe entregou uma mascara que pediu que colocasse imediatamente, depois entregou o mesmo para Sabrina, que vestiu o colar que tinha como pingente três círculos coloridos e a mascara que cobria do meio do rosto para cima, mas dando espaço suficiente para não prejudicar a visão ao redor, ela agora se sentia anônima, então ela percebe que a mulher lhes indica uma porta para entrar e todos seguem, nessa hora Sabrina, que esta no meio dos dois colegas, sente que é seguida por um pau durissimo a poucos centímetros da sua bunda, o que a deixou molhadinha o tesão que sentia a cada passo era completamente desconhecido para ela que já sentia que tinha valido a pena se permitir envolver nisso tudo.

Seguiam a mulher em fila indiana pela porta que os levou a um grande corredor onde dobraram a direita, acarpetado em vermelho, tudo ali era na penumbra as poucas luzes eram as guias junto ao chão de ambos os lados e as que iluminavam o teto fazendo com que as pessoas fossem iluminadas indiretamente, ao contrário do esperado pelo silêncio que dominava o ambiente, o corredor largo era repleto de movimento com pessoas indo e voltando entrando e saindo de portas, todos mascarados e nus, apesar da cena surreal tudo transcorria com naturalidade e o fato de ter muitas pessoas aparentemente tranqüilas, deu segurança aos iniciantes para ficar a vontade no lugar, continuavam a seguir a mulher guia corredor afora. Sabrina que nunca tinha visto muitos paus na sua vida chegou a ficar um pouco assustada, passavam paus enormes mesmo moles. Então em um momento viraram a esquerda e subiram uma escadaria em madeira que os levou a um mezanino onde a guia os conduziu para uma porta que os levou a uma espécie de camarote com três acentos que foram ocupados na seqüência em que caminhavam com Sabrina no meio dos rapazes a guia então os deixou ali fechando a porta de onde vieram ao fundo do camarote.

Tinham então uma visão privilegiada do amplo salão onde estavam, o camarote estava no centro de uma das extremidades, nas laterais do salão havia carreiras de assentos como as arquibancadas de um ginásio de esportes, porém tudo era em madeira com o chão revestido no mesmo carpete vermelho do corredor, nas arquibancadas havia muitas pessoas sentadas comportadamente, porém relaxadas como se aproveitando de um momento de lazer assistindo a um espetáculo qualquer, tudo muito natural. O lado esquerdo era ocupado apenas por mulheres e no lado oposto apenas homens, no centro entre as arquibancadas e o camarote onde estavam havia um espaço amplo acarpetado com vários sofás e camas de diversos tipos, tudo muito arrumado e com espaço generoso entre os móveis, em uma dessas camas duas mulheres transavam, uma recebendo um intenso oral da outra. Entre essa seção central e as arquibancadas havia corredores em um nível mais baixo por onde transitavam pessoas entrando e saindo das arquibancadas ou indo e vindo sabe-se lá de onde. Voltando a seção central, no lado oposto dos três novatos, em uma parte um pouco mais elevada que a grande sala onde estavam as duas mulheres, havia uma grande cama redonda onde um homem e uma mulher transavam ferozmente ali na frente de todos, esse local era mais iluminado que o resto do ambiente, deixando o casal em total destaque e consequentemente, no foco das atenções. Era possível ouvir os gemidos do casal além da estranha e desconhecida música instrumental que dava um ar um pouco sinistro ao lugar, em frente a essa cama do casal havia algumas cadeiras, pelo menos oito onde estavam acomodados duas mulheres e um homem assistindo passivamente a sonora movimentação daqueles corpos, ainda mais um pouco acima dessas cadeiras exatamente no oposto do camarote na mesma altura em relação a todo o resto, estavam sentados um casal, seus destacados assentos eram como tronos, tudo também em madeira revestidos com tons de vermelho, suas mascaras eram mais suntuosas que as demais e apesar de ambos vestirem um manto vermelho, o que os diferenciava ainda mais de todos os outros no lugar, era possível perceber os corpus nus por debaixo, estava claro que aquele casal era os mestres da cerimônia.

Destacava-se um bastão longo na mão do homem, uma espécie de cajado que era todo formado por pessoas nuas entrelaçadas como em uma comprida orgia e na ponta é claro havia um falo em riste, Sabrina ficou hipnotizada com aquela figura misteriosa e até um pouco assustadora. No local não havia bebidas alcoólicas, mas água estava disponível, ele podia ver que as algumas pessoas das que constantemente se deslocavam pelos corredores, bebiam tranquilamente nos bebedores existentes ao longo do caminho.

De repente sonoros urros de prazer indicavam que o homem havia chegado a um intenso orgasmo, Sabrina que nunca vira nem filmes pornôs na sua vida, se contorce de tesão na cadeira vendo aquele homem gozar, a pele estava arrepiada e seus peitos estavam com os mamilos acesos se destacando por entre os fios de cabelos que os cobriam parcialmente.

Após gozar o homem se recolheu cabisbaixo e sua parceira parecia se comportar como quem vencera um desafio, tão logo levantou da cama se dirigiu a uma escada lateral onde uma figura como a que conduzira os três pelo corredor a aguardava, ambas desaparecendo em seguida para uma parte oculta do ponto de vista de onde estavam os três novatos, exatamente atrás de onde o casal principal estava na outra extremidade do salão. O parceiro da mulher então se levantou e voltado para a figura com o cajado que agora também estava de pé, parecia aguardar alguma ordem, então o mestre da cerimônia digamos assim, aponta o falo do seu cajado para um homem na platéia que levantou imediatamente e se dirigiu para a parte central onde estão as duas mulheres que permanecem indiferentes a tudo que acontecia.

O homem então desce do local da cama branca redonda para o mesmo setor para onde o homem da platéia de deslocara e ao encontrá-lo sentado em uma das poltronas disponíveis, ajoelha-se na frente dele e começa a chupar seu pau como quem cumpria uma penitência. Aquilo tudo incendiava o corpo de Sabrina, ela mal podia se controlar, um calor lhe subia pelo ventre, naquele momento ela se entregaria a qualquer um que lhe solicitasse sexo, cruzou as pernas e mordia os lábios como quem procura conter o incontrolável, Sabrina percebe que seu colega do lado a olha cobiçando seu corpo, mas ela nem se importa e o outro novato estava com os olhos vidrados nos acontecimentos do salão e a mão cobrindo a boca deixava claro a sua surpresa diante do que presenciara, aquilo era sexo de uma maneira que jamais imaginavam presenciar quanto mais participar.

O homem do cajado antes de sentar no seu lugar, escolheu outro casal da platéia apontando aleatoriamente seu cajado uma vez para cada lado, esse casal escolhido se dirigiu para a mesma cama redonda em destaque e logo começou a pegação. Alheio a isso as mulheres do oral aparentemente tinham concluído o ato e ambas se dirigiam para mesma parte onde a primeira mulher desaparecera e foram igualmente recebidas por uma daquelas figuras, saindo da visão de Sabrina que nesse mesmo momento percebeu a mulher do “embate” anterior retornando para ocupar um dos lugares logo abaixo da seção do casal principal. Assim prosseguiram as ações, ora o salão contemplava o orgasmo ruidoso de uma mulher, ora de um homem até que todas as oito cadeiras foram ocupadas.

Sabrina acompanha a tudo na expectativa de que algo diferente estava para acontecer, a cama branca fora rapidamente removida por quatro figuras de preto, sobrando apenas a plataforma para onde o Mestre do bastão desceu posicionando a frente das oito cadeiras, porém voltado para a sala logo abaixo onde ainda estavam as últimas duplas em pleno sexo oral.

Nesse momento uma luz foi acessa iluminando o camarote onde estavam, o mestre então os ordenou com gestos com a mão para que levantassem, estavam agora em total destaque e com todas as mascaras do salão voltadas para eles,

Não conseguiam desviar o olhar para o mestre que com movimentos do seu cajado havia escolhido seis integrantes da platéia, três homens e três mulheres, que ao serem indicados se deslocavam para onde o mestre estava na plataforma onde antes havia a cama redonda, Sabrina agora de pé com dezenas de pessoas olhando para seu corpo nu, sente o corpo tremer por inteiro quando o cajado obsceno do mestre de cerimônia aponta para ela e com a mão sugerindo que ela descesse e se aproximasse dele.

Sabrina então percebe que o camarote tinha uma escada que dava acesso diretamente para o corredor da direita da parte central do salão, na base dessa escada uma daquelas figuras de preto insinuava para que a ela o acompanhasse descendo as escadas, o que ela faz, não sem antes deixar escapar nervosamente um breve sussurro “Meeeu deus”.

Agora na plataforma havia sido colocada uma pequena mesa com um recipiente de vidro onde se podia ver que continha três bolas coloridas uma azul, uma verde e outra vermelha os integrantes da platéia escolhidos se posicionavam lado a lado de frente para essa mesa sendo três de cada lado.

Sabrina acompanha sua guia pelo corredor até chegar a plataforma onde era aguardada, então a guia se aproxima por trás dela e lhe põe uma venda nos olhos, o que a faz pensar onde ela havia se metido e pela primeira vez tem a sensação de medo no lugar.

Sabrina é conduzida até a borda da mesa e sua mão colocada no recipiente o que ela entende que deve coletar uma das bolas contidas ali, o que ela faz em seguida o mestre retira lhe a venda dos olhos e com gestos sugere que ela deve escolher duas mulheres das que estão ali ao lado da mesa, após ela as de sua preferência, ambas descem da plataforma e se deslocam para o fundo do salão, Sabrina é então conduzida na mesma direção das mulheres que escolhera, Sabrina entende que será envolvida com elas em uma espécie de iniciação o que a deixa muito excitada enquanto caminha para o seu destino. Sempre seguindo as demais ao chegar à sala que havia ao fim dos corredores laterais do salão, Sabrina percebe as três portas na parede do fundo do salão, um pouco distantes uma das outras e nas mesmas cores das bolas disponíveis no recipiente, portanto ela seguia para a porta verde, havia ainda outras duas portas brancas em lados opostos dessa mesma sala. Sabrina foi a última a chegar à porta e ao passar por ela se revelou na frente dele um lugar que se parecia com uma arena, no chão a frente dela havia como um tatame de lutas marciais, porém mais macio, ao fundo uma parte com pelo menos quatro fileiras de cadeiras talvez uns vinte lugares no total, aonde algumas pessoas vindas da platéia do salão se posicionavam para assistir o que estava por vir, o ambiente era escuro a exceção do tatame ao qual todas as luzes disponíveis ali se direcionavam Sabrina foi levada ao centro dessa sala onde as duas mulheres a aguardavam.

Assim que se posicionou entre elas, ambas se aproximaram e com Sabina no meio ambas começam a beijá-la, Sabrina não estava no controle ali mas literalmente a disposição delas, enquanto uma lhe dava um beijo com a mão lhe acariciando a nuca a outra lhe beijava o pescoço e com as mãos acariciando os seios de Sabrina que mal se mantinha em pé com as sensações vindas dos toques pelo corpo todo entre as três mulheres nuas.

Em seguida a mulher que lhe beijava insinuou com um movimento das mãos para que Sabrina se ajoelhasse o que foi obedecido, então ambas se posicionaram a sua frente e uma após a outra solicitam que Sabrina lhes chupe suas xaninhas depiladas, mesmo sem nunca ter feito nada parecido, Sabrina obedecia como se não tivesse como evitar e estava adorando tudo aquilo.

Então uma delas se deitou e demandou que Sabrina a chupasse exclusivamente, a mão da mulher segurando os cabelos de Sabrina a impediam de fazer qualquer outra coisa senão obedecer, enquanto isso a outra mulher acariciava a xoxotinha de Sabrina que permanecia de quatro ocupada no sexo oral que se tornava cada vez mais intenso com a lubrificação da mulher enchendo a boca de Sabrina. Até que um longo gemido de prazer irrompe na sala, a mulher estava tendo seu orgasmo e segurando fortemente a cabeça de Sabrina contra si até que o corpo dela relaxa e Sabrina liberada.

Logo em seguida, apesar da mulher se levantar e deixar a sala, a outra mulher não dá tempo algum para Sabrina e a demanda para si, quando que se posiciona de modo a encostar a sua própria xana contra a xoxotinha de Sabrina o que lhe causou uma estranha e gostosa sensação que jamais imaginara possível, a mulher se movimenta de um modo que Sabrina fica sem ação alguma, seu corpo apenas se contorce com o tesão crescente sentido pelo toque íntimos entre as duas fêmeas no chão.

Os movimentos se intensificam e a mulher passa a soltar uns gritinhos contidos anunciando um orgasmo próximo enquanto Sabrina parece respirar em curtos golpes que em seguida prende o ar deixando claro que esta sendo levada ao orgasmo junto com sua parceira, nos instantes seguintes o que se vê são duas mulheres chegando juntas ao orgasmo entrelaçadas e ofegantes.

A mulher assim que se recompõe se pos em pé e deixou a sala, arrumando os cabelos, Sabrina permanece no chão sem forças, até que uma guia surge e solicita que ela a acompanhe para fora da sala. De volta ao salão, ainda na parte dos fundos ela é conduzida para uma das portas brancas nas laterais e ao chegar é recebida por um homem enorme que conduz sem demora Sabrina para dentro.

Sabrina ficou com a sensação de já ter visto o homem que a conduz para um chuveiro em algum lugar. No banho o homem sem cerimônia passa a ensaboar e esfregar delicadamente o corpo de Sabrina que fecha seus olhos de prazer com tal carinho de mãos habilidosas, após a limpeza o homem solicita que ela fique costas para ele que passa a lhe massagear as costas, Sabrina esta entregue adorando o tratamento o relaxamento foi tal que se corpo se curva para frente buscando apoio na parede com as mãos, o que projeta sua bunda deliciosa para trás tocando o pau imenso e duríssimo do homem que lhe massageia as costas, a sensação do pau quente dele lhe tocando as nádegas a faz encharcar a sua xoxotinha deixando-a pronta para ser penetrada o que ela não tentaria impedir de maneira alguma, mas ele se abaixa atrás dela e o que ela sente é a língua quente dele lhe tocar no cuzinho, essa sensação nova para ela a faz contrair e endurecer as nádegas para em seguida relaxar e levantar mais a bundinha desejando mais e é atendida a língua dele é ativa agora entre sua xoxotinha e o cuzinho fazendo Sabrina delirar de tesão, então ele se põe novamente de pé e sem demora a penetra ouvindo dela um gemido como que de satisfação por ganhar o que desejava.

Sabrina estava mais que pronta para ser penetrada e o homem parte logo para um ritmo intenso que Sabrina mal consegue se apoiar na parede, mas o homem lhe dá um bom apoio com suas mãos a segurando o quadril enquanto fode Sabrina intensamente e gemendo como um animal que ruge. Com essa pegada tão intensa não demora muito e Sabrina sente o pau cravado profundamente dentro dela a pulsar ao mesmo tempo que o homem se dobra sobre suas costas entregue a um intenso orgasmo, ejaculando todo seu semêm dentro de Sabrina que tem o orgasmo de sua vida acontecendo ali no chuveiro literalmente devorada por um completo estranho.

Depois do banho Sabrina retornou ao camarote, onde reencontrou um dos colegas que assistia a uma intensa orgia que rolava na parte central do salão comandada pelos oito integrantes que antes ocupavam as cadeiras dos vitoriosos digamos assim. Em seguida chega o outro novato com uma cara de satisfeito desabando na cadeira ao lado de Sabrina, que sem forças para mais nada se mantém recostada curtindo atentamente a orgia que rolava no salão abaixo deles.

Após alguns minutos, a porta por onde chegaram se abriu e eles perceberam que a aventura havia chegado ao fim, foram conduzidos de volta a sala onde estavam as roupas e depois de vestidos receberam das mãos do guia um cartão com uma data indicando que dali a seis meses haveria outro evento. Foram então levados para a van que os levou de volta para o hotel, onde os novatos puderam descansar da aventura sexual mais louca de suas vidas.

Fim.

Hangman ([email protected])


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