Negócio Arriscado 4 – Curva da Morte

Apesar do céu nublado e de uma chuvinha tipo garoa, ainda assim a luz do dia castigou meus olhos quando saí do cárcere onde fui covardemente torturada. Não conhecia o local, era alguma chácara distante de tudo. Minha visão estava prejudicada pelos hematomas em meu rosto, sentia dores em meu corpo inteiro, principalmente na região lombar. Fui jogada no banco traseiro do veículo por um dos brutamontes, não consegui achar de imediato uma posição menos dolorida para sentar, isso deixou o cara irritado e deu-me um tapão na cabeça.

— Senta logo ai e vê se pára de frescura, porra!

Segurei o choro, tinha que ser forte para sair com vida daquele pesadelo.

No percurso para a casa do Maciel, os três capangas conversaram abertamente sobre recuperarem a todo custo um milhão de dólares que estava no porta-malas do Audi. A grana teria que ser entregue a um político naquela noite. "Estou fodida", pensei, a coisa era grande e, se não havia preocupação por parte deles em que eu soubesse demais, é porque me matariam depois de encontrarem o meu parceiro de golpes.

Minha preocupação aumentava a cada quilômetro rodado, não conseguia pensar em uma alternativa de escapar e sobreviver.

Entramos em um trecho sinuoso da estrada, pensei em algo desesperador e contaria com a sorte para obter sucesso. Em uma curva mais fechada o motorista reduziu consideravelmente a velocidade, agi de impulso e puxei a trava da porta. Sem hesitar impulsionei meu corpo com a intenção de cair rolando e, se ainda permanecesse inteira, tentaria escapar deles entrando mata a dentro; a vegetação era densa de ambos os lados da rodovia.

Não fui rápida o suficiente, o cara ao meu lado percebeu meu movimento antes que conseguisse meu intento e puxou-me pela cintura. Como uma leoa voltei o tronco e meti as unhas com as duas mãos em seus olhos, acertei um dos alvos, ele afrouxou a pressão das mãos, mas o outro passageiro da frente agarrou em meus cabelos.

— Vou quebrar o pescoço dessa puta — ele vociferou.

Joguei o braço com a mão fechada tentando acertar sua cara… Acertei o motorista. Ele ficou irado, virou falando palavrões e deu um murro na minha cabeça. O impacto que senti foi muito mais forte que um soco, o mundo pareceu rodar e o carro ficou de ponta cabeça e saiu rolando no asfalto. O nosso veículo havia se desgovernado durante a luta em minha tentativa de fuga e fora atingido por um caminhão que veio em sentido contrário. O impacto fez nosso carro capotar algumas vezes, fiquei sem ação sendo jogada de um lado para o outro dentro do veículo e por um instante tudo ficou como em câmera lenta: cacos de vidro brilhantes, fios de sangue, rostos deformados. Tudo girava lentamente ao meu redor, quase parado. Pensei que minha vida chegara ao fim.

O carro parou de rolar, aquela sensação de câmera lenta havia passado. Estava em uma posição desconfortável com meu corpo enrolado como se fosse uma contorcionista. O mundo parecia estar ao contrário; era a impressão que sentia por estar no teto do veículo que tinha parado de rodas para cima. Fiquei feliz por ainda estar viva. O motorista e o passageiro da frente não tiveram a mesma sorte. Pelo visto, morreram de imediato após o impacto, pois dava para ver os miolos no crânio aberto de um. O outro estava com a cabeça quase decepada pelo volante enterrado em seu pescoço. O cara que estava atrás comigo tinha a cabeça banhada em sangue, estava desacordado, respirava com dificuldade.

Reuni todas as minhas forças para tentar sair. Não consegui pelo meu lado, a lataria estava deformada e a porta presa. Fui me arrastando por cima do brutamonte ensanguentado, seu lado foi atingido pela pancada e o vidro da janela estava quebrado.

Com meu tronco para fora do veículo, senti o cheiro mais forte de gasolina e vi uma poça do combustível no asfalto bem abaixo de mim, e aumentava rapidamente conforme escorria do tanque. O líquido inflamável se dirigia lentamente em direção à frente do carro. Fiquei apavorada com a possibilidade de um incêndio quando atingisse o motor quente, a explosão seria iminente. Suportei as dores e agilizei a minha saída daquela bomba relógio... Gelei ao sentir duas mãos em minha perna, o cara por debaixo de mim acordou e segurou meu tornozelo. Minha primeira reação foi de pavor, contudo não senti firmeza no homem, ele parecia debilitado. Com fúria e instinto de sobrevivência, chutei seguidamente a cara daquele cretino com a sola do meu outro pé. Consegui safar-me dele e impeli meu corpo pra fora.

A gasolina estava a poucos centímetros de tocar a fiação do farol espatifado no asfalto. Não consegui ficar em pé devido ao meu estado crítico. Fui engatinhando pelo asfalto molhado pela garoa, tentava afastar-me o suficiente para não ser atingida em caso de explosão. Visualizei um caminhão que estava atravessado do lado oposto, a frente toda danificada. Não notei a presença do motorista, continuei em sua direção, eu precisava de ajuda para sair daquele inferno. Ouvi uma freada brusca e só então percebi uma moto chegando rápido e parando com a roda quase em cima de mim. O piloto tirou o capacete e ia me xingar, mas ao ver meus ferimentos mudou a expressão para assustado e compaixão. Ofereceu ajuda para tirar-me do meio da pista.

Era um rapaz de aparência latina com cara de adolescente. Implorei pelo amor de Deus para tirar-me dali, o alertei sobre o perigo de explosão e que os caras do carro estavam armados e eram perigosos. Apoiando em seu braço eu consegui subir na moto no mesmo instante em que o incêndio começou. Gritei que ia explodir e ele saiu no gás. Ainda sentimos o impacto da explosão fazendo a moto ziguezaguear. Olhei para trás e só vi a bola de fogo.

Foi prazeroso mostrar meu dedo mau em direção ao carro e gritar em pensamento: "CHUUUUUPAAA! SEUS FILHOS DA PUTA."

Durante o trajeto, com dificuldade em falar e em manter-me segura na garupa da moto, eu respondi à sua pergunta sobre o que havia acontecido comigo. Menti que acabara de sair com um cara que conheci em um bar, peguei uma carona, mas dois bandidos nos renderam quando entramos no carro estacionado na rua. Os marginais nos levaram. Fomos agredidos e ameaçados de morte o tempo todo. Aconteceu uma batida com outro veículo e o carro capotou.

— Quando eu consegui sair tentando me afastar, você chegou.

Interrompi minha narrativa ao ver um hipermercado logo à frente. Pedi para o motoqueiro deixar-me na entrada, procuraria ajuda. Falei que era melhor ele ir embora para não se envolver, ele também achou melhor assim. Consegui ficar em pé, a tontura após o impacto e capotagem do veículo diminuiu com a perspectiva de liberdade. Notei seu olhar fixo em meus seios, tentei cobrir os mamilos com o que restou de minha blusa. Deveria estar com uma aparência horrível, toda ferida, roupas imundas, rasgadas e que mal cobriam minhas partes íntimas. O gatinho pardo tirou sua jaqueta de couro e jogou sobre a moto, depois tirou a camiseta e me ofereceu.

— Pega! É a minha favorita. Cuida bem dela!

Deduzi que a roupa lhe faria falta, mas não recusei, estava quase nua e chamaria muito a atenção. Agradeci a oferta, e sob os olhares do garoto, tirei o trapo sujo de sangue que cobria o meu tronco e vesti a camiseta dele. Agradeci a sua ajuda e saí caminhando lentamente em direção ao hipermercado.

— Ei! Qual é o seu nome?

— Angelina — respondi de improviso — e você?

— Pedro Miguel.

Ele se foi com a moto, e eu continuei devagar e cambaleando em direção a um táxi.

Minha ideia era ir direto para casa, pegar umas roupas, meu dinheiro, documentos e sumir da cidade sem deixar rastros. Porém a sede de vingança contra os que me traíram e me torturaram era maior que o desejo de ouvir o meu lado racional que pedia para afastar-me dessa turma do mal. Pretendia ficar distante somente o tempo suficiente para cuidar dos meus ferimentos. Em meu íntimo eu queria o sangue de todos os escrotos sobreviventes.

— Eles não perdem por esperar. — Eu voltarei.

Continua…

Comentários

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08/10/2019 19:41:42
É essa a ideia,VIC, mas depois de alguns banhos de imersão e cicatrização… Eu voltarei. Eles que me aguardem "I'll be back" kkkk Beijos e obrigada pela atenção.
08/10/2019 18:22:34
Ebaaaa...mas se fosse vc amiga... sumia do mapa por uns tempos

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