Isabel - Uma adolescente e seus desejos sexuais.

Um conto erótico de John.ll
Categoria: Heterossexual
Data: 20/10/2019 16:27:24
Última revisão: 11/11/2019 10:52:46
Nota 9.41

Logo após eu dar baixa do exército, eu voltei a trabalhar na agência de viagens que havia me liberado para o serviço militar obrigatório.

Nos fins de semana, eu sempre ia num boteco com uns amigos para tomar cerveja e jogar conversa fora.

Foi nesse ambiente que eu conheci a Isabel. Ou Bel, como a tratávamos.

Já na idade de 14 anos, Bel era muito desenvolvida. Possuía um corpo mignon com tudo no tamanho certo.

Bel tinha mais três irmãs, ela era a terceira mais velha.

Tudo foi acontecendo naturalmente. Às vezes, quando eu chegava antes dos parças, eu pedia uma cerveja e ficava conversando com ela no balcão.

Ela parecia ser muito tímida, mas quando sorria, iluminava o ambiente com seus lábios carnudos e dentes alvos.

Nossas conversas fluíam naturalmente, porém, quando eu perguntava se ela já tinha namorado ou beijado alguém, percebia sua face ruborizar de vergonha.

Era nesses momentos que Bel me presenteava com o seu lindo sorriso.

Aos poucos fui percebendo que ela se transformava toda vez que eu chegava no boteco. A maneira como as mulheres agem diante de um paquera era visível na Isabel.

Tomado por tanto encanto por aquela menina eu a pedi em namoro, o que foi aceito imediatamente. Porém, seu pai jamais concordaria com tal coisa. Teria que ser as escondidas.

E foi assim que eu passei a acordar mais cedo aos domingos. Nossas saídas tinham hora certa pra terminar; antes do almoço Bel já deveria estar em casa.

Foram apenas alguns meses, mas valeu a pena desfrutar a companhia daquela adolescente. Geralmente eu a levava num parque e ficávamos passeando de mãos dadas entre alguns amassos.

Ainda assim, foi possível perceber que Bel estava doida pra levar vara. O seu jeito tímido só era desfeito, para dar lugar a uma menina feito um vulcão, quando eu agarrava-lhe o corpo e beijava-lhe a boca.

Bel se estremecia toda nessas ocasiões. Lembro-me da primeira vez quando ela sentiu meu pau duro na sua barriga. Sua língua invadiu minha boca com fúria, e suas mãos puxava meu corpo contra o seu como se fôssemos fundir.

Bel estava pronta pra descobrir as maravilhas do sexo, e eu...? Eu estava com medo. O único sentimento que fazia frente ao meu desejo de comer aquela menina, era o meu medo.

Meus amigos e suas irmãs descobriram que estávamos saindo. Eu precisava fazer algo antes que seu pai, um homem gordo e bravo, descobrisse que sua filha estava prestes a perder a inocência.

Isso foi há três anos.

Fazia um tempo desde que eu a tinha visto pela última vez. Quando saí, ela tinha apenas 14 anos, era obcecada por mim. Eu sempre quis transar com ela, mas meus amigos e meu juízo me desencorajaram, por ela ser muito jovem. Então eu ficava ali pensando em sua pequena buceta apertada, e na sua bundinha deliciosa, enquanto acariciava meu pau.

Depois que me mudei para ficar próximo a faculdade, ela me ligava de vez em quando, mas logo esfriou quando descobriu que eu tinha uma namorada. Nunca mais conversei com ela, até que eu e minha recente namorada terminamos. Eu estava me sentindo sozinho então liguei para ela. Ela parecia entusiasmada por ouvir minha voz, então arrisquei um convite para me visitar. Ela topou.

Quando ouvi uma batida na porta, espiei pelo buraco e a vi parada ali parecendo nervosa. Abri a porta e meu coração acelerou. Ela era deslumbrante. O cabelo castanho na altura dos ombros caía perfeitamente em torno de um rosto levemente juvenil, mas bonito. Ela estava usando uma saia preta e uma blusa vermelha que realçavam um par de seios de bom tamanho. Convidei-a para entrar e conversamos um pouco antes de sairmos para jantar.

Fui percebendo durante o jantar que ela parecia distante. Me veio à mente que ela tinha me superado. Desanimado, eu a levei de volta para minha casa e começamos a assistir TV. Eu me ofereci para lhe fazer uma bebida e ela aceitou. Misturei rum com coca e lhe ofereci.

Eu tinha esperança que com o efeito da bebida ela fosse se soltar mais. Depois do terceiro drinque, o papo foi mudando de conversa fiada para sexo. Perguntei-lhe se ela ainda pensava em mim.

- Sim. -" Respondeu ela com uma risadinha envergonhada."

Ela estava com o olhar perdido na direção da janela, e eu estava olhando para o tecido fino de sua saia que repousava sobre sua coxa macia e sedosa. Inclinei-me para a frente e a beijei gentilmente no pescoço. Ela virou a cabeça para o lado e gemeu baixinho se entregando. Virei seu rosto carinhosamente para o meu e nossos lábios se uniram num beijo, a princípio tímido, mas foi se empolgando até virar um beijo molhado.

Percebi que Isabel estava se soltando aos poucos. A paixão que ela sentia por mim ainda estava viva e agora queimava seu corpo.

Passei minhas mãos pelos cabelos dela enquanto nossas línguas continuavam dançando na boca um do outro. Ela se afastou para beijar minha orelha. Foi quando ela sussurrou algo em meu ouvido que me deixou apreensivo.

- Eu devia ir embora agora e deixar você morrendo de vontade de me foder. Foi isso que você fez comigo.

Eu ia abrindo a boca para me desculpar mas ela se antecipou, colando um dedo em minha boca para apenas se fazer ouvir.

- Demorei muito para entender que você gostava de mim, mas sua consciência poderia nunca te perdoar, caso você tirasse minha virgindade. Estou esperando por isso há muito tempo, quero que você faça tudo que sempre teve vontade, mas não o fez porque eu era muito jovem. Dessa vez, nada de escrúpulos, quero ser tratada como se fosse uma puta. Entendeu?

Nem precisava de mais incentivo, fui puxando sua blusa e sutiã e acariciei seus peitos nas minhas mãos. Esfreguei seus mamilos entre os dedos enquanto continuamos nos beijando.

Não fiquei nem um pouco surpreso quando a mão dela caiu na minha virilha, e ela começou a esfregar a protuberância nas minhas calças.

Ela então me ajudou a puxar minha camisa por sobre a cabeça e deixou cair o rosto no meu peito, mordiscando e lambendo-o. Quando nossos lábios se encontraram novamente, foi com mais paixão, e seus gemidos se tornaram mais altos e mais frequentes.

Minha mão roçou levemente sua perna e ela se contorceu empurrando os quadris para frente. Cheguei debaixo da saia e toquei sua calcinha branca e sedosa, sentindo o contorno de seus pequenos lábios lisos. Eu podia sentir o tecido ficando bastante úmido. Ela começou a tirar a saia, mas eu a interrompi.

Ela assentiu e continuou acariciando meu pau através das minhas calças. Cheguei debaixo dela e puxei sua calcinha suada por suas pernas. Ela deitou na cama e eu deitei ao lado dela, com a minha mão acariciando sua doce buceta raspada.

- Eu deixei ela peladinha para você. - "Disse-me sorrindo."

- Eu adoro peladinhas, obrigado bebê. - "Devolvi o sorriso."

Eu pressionei meu dedo em sua fenda e senti sua umidade. Fiquei brincando com ele entre os lábios e seu clitóris.

- Então você quer ser minha putinha?

- Oh sim, quero muito. - "Ela respondeu entre gemidos."

- Você fará qualquer coisa que eu pedir?

- Qualquer coisa! Eu quero tudo com você John.

- Você quer chupar meu pau?

- Sim, sim. Quero muito.

Ela imediatamente começou a desfazer o meu cinto. Eu a ajudei um pouco, porque eu mal podia esperar para ter sua doce boquinha brincando no meu pau.

Ela tirou minha calça, e segurou meu pau duro na sua mãozinha pequena. Coloquei minhas mãos atrás da minha cabeça para ficar curtindo aquela visão.

Ela se acomodou entre minhas pernas e lentamente avançou com seu rosto...

- Divirta-se bebê.

Eu quase desmaiei quando seus pequenos lábios vermelhos se separaram e engoliram meu pau latejante. Ela levantou a cabeça lentamente, deixando um rastro de saliva para trás.

Depois passou a brincar num sobe e desce com a metade do meu pau mergulhado dentro de sua boquinha pequena. Quando ela se cansava desse jogo, sua boca descia até minhas bolas.

- Lambe minhas bolas, bebê. Você é uma delícia.

Sua língua instantaneamente começou a passear no meu saco sem pelos, e ela lambeu para cima e para baixo e engolia-os alternadamente.

Pedi pra ela se deitar mais perto do meu corpo para que minha mão pudesse alcançar sua bundinha.

Ela continuou chupando meu pau e minhas bolas enquanto eu brincava com meus dedos em sua bucetinha e seu cuzinho.

- Você gosta do meu dedo na sua bundinha, Bel?

Ela conseguiu dizer que sim entre gemidos e lambidas. Depois ela tirou meu pau da sua boca e falou que sempre que se masturbava pensava em minhas mãos acariciando-lhe a xota.

Ela estava se mostrando bastante aventureira.

- Suba a bordo bebê, eu quero provar sua buceta também.

Ela passou uma perna sobre o meu rosto, colocando o seu sexo a centímetros da minha boca. Eu enfiei minha língua e toquei seu clitóris provocando-o com movimentos rápidos.

Ela se abaixou e agarrou meu pau e começou a chupar com vigor renovado. Minhas mãos agarraram sua bunda enquanto eu empurrava minha língua profundamente em sua doce bucetinha de 17 anos de idade.

Enquanto continuávamos o 69, eu me vi olhando para o seu minúsculo buraquinho.

Separei as poupas da sua bunda e comecei brincar com minha língua na região.

Passei a dar beijos suaves nos lábios e lambidas no seu grelinho.

Fazia círculos em volta do seu cu com minha língua e depois lambia-o demoradamente.

- Oh...John, que delícia. Não para por favor não para. Ohhhhhhhhh. - "Ela gemia bastante com sua vozinha adolescente."

Eu ficava mais tesudo ouvindo-a pedir mais.

-O que a minha putinha quer? - "Perguntei, mesmo sabendo a resposta."

- Lambe mais o meu cuzinho, é tão gostosinho.

Passei a lamber mais forte e pressionar a ponta da língua para invadir aquele minúsculo orifício.

- Ohhh my god. Por favor continua John. Eu quero tanto ... Ohhhhhhhh!

Seu pedido foi atendido. Quando minha língua adentrou seu apertado cuzinho virgem, ela berrou sem nenhum pudor.

- Isso John, puta que pariu que língua gostosa, continua por favor...

Sua língua continuava lamber minhas bolas e seus gemidos altos me deixava mais excitado ainda.

Fiquei alucinado com tamanho entusiasmo dessa menina tão novinha

Eu queria nada mais do que ter minha língua completamente atolada no cu dessa adolescente!

Isabel, também usando de sacanagem, começou acariciar o meu ânus com seus dedos enquanto me lambia os bagos.

Eu empurrei sua cabeça, forçando-a descer mais pelo meu corpo.

Ela entendeu a dica quando eu levantei meus quadris, agora ela alcançava minha bunda com sua boca.

Sua língua pequena e ágil não perdeu tempo e correu pelo meu cu.

Eu gemi e cravei minha língua o mais fundo possível no seu buraquinho. Isabel estremeceu em espasmos como se estivesse gozando.

A sensação foi incrível! Depois de mais alguns minutos lambendo-nos no 69, pedi a ela para sair.

Ela o fez e eu me sentei beijando-a profundamente. Eu a empurrei de volta na cama e me aconcheguei entre suas coxas.

- John eu quero você dentro de mim, fode minha bucetinha. Por favor, me fode.

Coloquei a cabeça do meu pau coberto de saliva na entrada da sua rachinha sem pelos e empurrei suavemente.

- Ai que gostoso seu pau meu amor. Enfia ele bem fundo em mim.

Ela gemeu baixinho fechando os olhos e entreabrindo os lábios me convidando para um beijo. Isabel cravava suas unhas na minhas costas a medida que meu pau penetrava mais fundo o seu canal úmido e quente.

Senti que havia um pouco de resistência pelo caminho. Talvez fosse o seu hímen, pensei.

Empurrei todo ele pra dentro até sentir minhas bolas pressionando contra seus lábios vaginais. Ela estava tão quente e apertada que quase me fez gozar instantaneamente.

Mas eu segurei e comecei um ritmo lento com meus quadris para frente e para trás dentro daquele corpo juvenil.

Nossas línguas se gladiavam numa arena escorregadia cercadas de baba que escorriam de nossas bocas.

Então eu perguntei a ela.

- Você já fez isso antes bebê?

- Sim. Sim, eu fiz isso com meu namorado algumas vezes.

Ela não era mais virgem. Eu tinha perdido minha chance de deflorá-la, mas não perderia mais chances.

- Você tem namorado? - "Perguntei enquanto puxava meu membro quase todo pra fora e depois mergulhava de volta até o fundo."

- Sim, estamos saindo já há algum tempo.

- Ele sabe que você veio aqui para ser toda minha hoje?

- Não. Ele não sabe. Mas eu preciso realizar minha fantasia hoje.

Eu nunca imaginaria que Isabel ainda carregava aquela paixão juvenil em seu coração, mas estava adorando cada minuto disso.

Em resposta, comecei a socar meu pau em sua buceta um pouco mais forte.

- Você gostou do que eu fiz com minha língua no seu cuzinho, bebê?

- Sim. Oh puta merda, você nem imagina como eu fiquei tesuda meu amor.

- Eu poderia lamber sua bundinha por horas, sabia?

- Hum.. Eu sempre fantasiei isso, mas nunca pensei que você gostaria. - "Confessou-me em gemidos"

Voltei a bombar meu pau em sua xotinha mais devagar pra ela não perder o fôlego.

- O que mais você fantasiou sobre mim bebê? - "Perguntei."

- Quer mesmo saber John? " Disse, me encarando com uma expressão safada."

- Diga-me bebê, qual fantasia te deixa mais excitada? - "Desafiei."

- Eu quero que você me foda em todos os buracos, e depois que você lambuze meu rosto e meus peitos com a sua porra.

- Uau... você me deixa louco de tesão assim.

- Você já tinha essa fantasia quando namorávamos? - " Voltei a perguntar"

- Sim. Morria de vontade de te chupar e dar tudo pra você.

Involuntariamente meu pau começou a bombardear alucinadamente aquela pequena buceta ensopada. Isabel ergueu suas pernas me enlaçando às costas ao mesmo tempo que suas unhas rasgavam minha pele.

Sua cintura começou a rebolar embaixo do meu quadril, acompanhando minhas estocadas. Seus peitos balançavam violentamente pra frente e pra trás, no ritmo brutal que nossa foda tomou.

- Ohhh John. Continua seu puto. Fode minha minha buceta com força caralhoooooo. Eu to gozando porrrrra.

- Goza pra mim bebezinho. Pode gritar a vontade sua putinha. Hoje você é só minha e vai gozar como sempre sonhou.

Foram muitos segundos de puro frenesi até que sua respiração começou voltar ao normal.

Eu quase gozei junto com Isabel mas consegui evitar.

Estávamos com os corpos pingando de suor.

- Fica de quatro pra mim bebê. - "Ordenei."

Logo ela estava de mãos e joelhos com sua linda bundinha no ar diante de mim.

Puxou o travesseiro sob seu corpo e ficou me espiando de lado.

Eu curvei meu corpo e separei as poupas da sua bunda, deixando seu cuzinho minúsculo a mercê da minha boca.

Passeei com minha língua molhada desde seu reguinho até chegar no orifício. Isabel começou a gemer baixinho empinando sua bundinha ainda mais.

- Você vai foder o cuzinho da sua bebê, John? - "perguntou-me respirando fundo com uma carinha de satisfação"

Antes que eu pudesse responder ela voltou a perguntar-me.

- Você vai foder o cuzinho da sua bebê, ou da sua putinha, John?

Fui pego de surpresa nessa hora. Enquanto ela estava gozando, fui tomado por uma paixão tão louca e havia deixado escapar que ela era uma putinha.

Porém, como havia sido sua própria sugestão ser minha puta, deixei por conta dela.

- Qual cuzinho eu devo foder, minha criança? Pode escolher? - "Resolvi deixar à sua escolha enquanto enfiava minha língua no seu cu.

Ela sussurrou por cima do ombro.

- Você vai foder o cuzinho da sua bebê putinha. Eu guardei o cabacinho do meu cu pra você, meu amor. Quero sentir seu pausão rasgando minhas pregas, nem que isso doa, entendeu?

Deslizei meu pau em sua buceta molhada para deixá-lo agradável e escorregadio, então lubrifiquei seu cu com seus próprios sucos.

Eu podia sentir sua respiração enquanto colocava a cabeça do meu pau inchado na pequena entrada enrugada.

Com pequenos empurrões e recuos, a cabeça penetrou no anel apertado e meu pau entrou até a metade. Ela soltou um gemido alto de dor, eu sabia que estava machucando-a. Lentamente, empurrei meus quadris para a frente, dirigindo meu pau mais fundo em seu buraco, até minhas bolas alcançarem sua buceta inchada.

Estendi a mão e comecei a brincar com seu clitóris enquanto deixava meu pau manter sua posição profundamente dentro dela.

Depois recuei meu corpo e olhei para baixo, para ver aquele buraquinho minúsculo se alargando para suportar um pau grosso.

A dor não impediu-a de mostrar seu entusiasmo pela fantasia realizada.

- Fode o cuzinho da sua bebê putinha John. Eu sonho com isso. Puta merda de caralho grosso no meu cu cassete. Porrrra. Tá doendo muito. - "Ela gritava esmurrando a cama."

Eu sabia que ela estava no limite que podia suportar, mas sabia também que logo sua esfíncter estaria relaxada e a dor viraria prazer.

Todo o seu corpo ficou tenso e eu senti sua bunda apertar ainda mais. Voltei meu dedo no seu clitóris para ela relaxar, mas continuei empurrando e tirando meu pau do seu cu. Após alguns minutos ela ficou mais relaxada. Até soltou uns gemidos de prazer. Seu rabinho agora ia e vinha fazendo meu pau deslizar livremente dentro do seu cuzinho juvenil.

Isabel estava apoiada na cama com os seus cotovelos e empurrando sua deliciosa bundinha contra minha virilha.

Eu aproveitava o momento de euforia enchendo sua bunda de tabefes, e ordenando àquela putinha, me satisfazer em todos os sentidos.

- Rebola essa bundinha no meu cassete putinha, não foi pra isso que você veio aqui hoje? - " Ordenava e enchia sua bunda de tapas."

Isabel já não reclamava ou esmurrava o colchão. Ainda doía-lhe o cu, pois, há pouco ele era virgem. Mas ela estava determinada a levar o meu pau grosso até o fim.

O fator psicológico a fez suportar para a realização de uma fantasia.

- Fode meu cu seu puto. Não era isso que você queria? Agora fode ele todo que esta gostoso porra.

- Bebê, você é uma delícia. Nunca esqueci o quanto você é gostosa. Geme pra mim e pede mais rola no seu cuzinho, pede.

- oh puta merda. Eu estou adorando levar rola no meu cu. Me bate na bunda seu puto. Enfia tudo esse pau no meu cu caraiooooooo.

- Isso putinha, é assim que eu quero te ver, feliz por estar tomando no cu. Rebola putinha.

Agora eu estava fodendo aquele rabinho sem nenhuma trégua. Puxava aquela bunda com força para seu cu engolir minha rola até as bolas.

Isabel gemia e gritava sem parar. Quando eu parava com os tapas, ela própria batia na sua bunda e urrava de prazer.

Saí de trás dela e sentei-me na cama. Pedi pra ela se levantar e depois sentar com seu cu no meu pau. Ela passou a cavalgar-me como vaqueira invertida.

Eu segurava-a na cintura e ajudava no equilíbrio durante suas subidas e descidas.

A penetração ficou mais violenta e funda, mas seu cu também já estava mais laceado.

Isabel ficou quicando seu cuzinho na minha rola por longos minutos. Quando ela não suportou mais o calor que subia de suas entranhas, ela esfregou o seu grelinho e explodiu num orgasmo violento.

Gritou e berrou que estava gozando como nunca.

Assim que suas contrações cessaram eu fiquei de pé na cama, e fui masturbando meu pau na direção do seu rosto.

Ela ajoelhada à minha frente agarrou minhas bolas enquanto minha porra voava ao seu encontro em vários jatos, pintando todo seu rosto.

Isabel pegou meu pau com sua mãozinha e ficou esfregando-o em seu rosto até sair a última gota de porra.

Os jatos que não adentraram sua boca escorriam pelo queixo até seus peitos.

Aquele rostinho adolescente olhando pra mim, todo lambuzado de porra, mexeu comigo lá no fundo... Eu me ajoelhei em sua frente e lhe dei um beijo enfiando minha língua em sua boca ainda lambuzada.

Que putinha maravilhosa era aquela menina. Essa visão fez-me voltar ao passado e relembrar aquela Bel de 14 anos, que era linda e inocente.

Exausto, caí na cama e ela caiu ao meu lado. Logo adormecemos e acordamos de manhã cedo. Ela disse que tinha que voltar para assistir ao jogo de futsal do namorado, então nos despedimos e depois de um longo beijo apaixonado ela disse adeus.

- Adeus? Não iremos transar de novo? - "Perguntei-lhe assustado."

- Não John! Eu amo meu namorado! Precisava realizar essa fantasia porque você foi o meu primeiro amor. Nunca vou te esquecer.

Fiquei observando-a da janela enquanto ela descia as escadas e ganhava a rua. Foi a última vez que vislumbrei aquela sua bunda deliciosa. Então entrei e sentei no meu computador.

Assim termino esse conto.

Um pequeno comentário, se gostaram ou não do conto, nos incentiva a escrever mais.

Tenho mais contos escritos nesse site...

UM Abraços todos

Comentários

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15/11/2019 20:01:14
Show de conto, John. Feliz dessa Bel, que pode realizar seu desejo do passado. De forma bem gostosa que deve tê-la satisfeito plenamente. Eu também tive um namoradinho que se o encontrasse novamente, iria me entregar por inteira, igual fez essa garota. Rs. Venha ler as aventuras desta loira casada. Bjs, Val.
13/11/2019 20:53:42
sensacional
11/11/2019 01:10:59
Muito bom!
08/11/2019 13:31:03
Sensacional! Bem escrito e detalhado. Parabéns!
05/11/2019 09:24:08
Dizem que muitas vezes, passa a ser questão de honra conseguir aquilo que desejamos. Nem que seja por uma única vez. Isso foi o que motivou a Isabel. E conseguiu. Rsss. Excelente conto este, John. Narrativa primorosa e excitante. Parabéns. Venha me visitar também. Bjs.
01/11/2019 00:51:33
Opa... valeu, agradeço a todos que comentaram aqui. Já estou estimulado a relatar um caso com a mãe do meu melhor amigo. Obrigado.
31/10/2019 23:49:50
Cara, ví seu comentário no conto do Jota e vim conhecer seus escritos. Puta que pariu meu! você escreve muito bem! Esse conto foi muito foda! Parabens!
31/10/2019 00:38:14
Que conto maravilhoso! Uma das melhores descrição de anal que já lí. E infelizmente apenas 9 pessoas entre os milhares que leram se prestaram à comentar. Parece que a maioria das pessoas só comentam quando o conto promete videos. Vejo no site vários perfis com contos muito bem escritos que pararam de publicar depois de poucos contos. Se desmotivaram. Meu ultimo conto mesmo teve apenas 7 comentários tendo tido umas 4 mil leituras agora . Mas devo publicar ainda mais uns 2 ou 3 contos antes de parar.Por esse seu dou nota máxima e uma salva de palmas
28/10/2019 20:35:01
Cara, muito bom este conto. A gente acaba perdendo boas chances por causa dos escrúpulos. Eu também não comi algumas pela mesma razão. Pelo fogo da Isabel aos 14, eu imaginava que se não foi contigo, seria logo logo com outro. O que acabou acontecendo. Porém, pra tua sorte, a fantasia dela de se entregar a você permitiu outra chance, inclusive de estrear o cuzinho dela. Venha ler meus relatos, especialmente em como minha esposa, de recatada virou uma devassa. Abs.
21/10/2019 11:08:20
Perfeito! Escreva sempre. Muito bom mesmo.
21/10/2019 06:23:10
Muito bom
20/10/2019 22:39:22
Que delícia.. .
20/10/2019 21:42:19
Eu fiquei de pau duro do começo ao fim desse conto. Incrível cara como você escreve seu conto prendendo a atenção com uma pitada certa de erotismo. Esse foi um dos melhores contos que já li.
20/10/2019 20:15:21
Adorei maravilhoso amigo
20/10/2019 19:14:06
Porra, esses contos com adolescente mexe comigo. Essa menina tinha uma personalidade forte. E a forma como você desenvolve os acontecimentos é show de bola. Parabéns John. Li também outros contos seus. Você escreve super bem.
20/10/2019 18:08:19
Caramba John.II, esse conto prendeu a minha atenção do início ao fim. Com certeza foi um dos contos mais eróticos que eu já li por aqui. Você está de parabéns. Nota 1000
20/10/2019 17:50:22
John, que delícia de conto. Olha só, eu escrevi essa semana também como eu deixei de ser virgem. Aliás, eu já vi que vc comentou. Beijos

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