O Mundo é Meu! - Parte 7 - A Meia-Irmã

Um conto erótico de Miguel
Categoria: Heterossexual
Data: 07/11/2019 17:32:29
Nota 10.00

No dia seguinte acordamos tarde e fomos almoçar no shopping. Passamos praticamente o dia todo lá. Acho que meu pai estava ganhando muito bem naquela época, pois elas não paravam de gastar. Enquanto que, lá em casa, passávamos apertado. Aquilo me fez sentir muito menos culpado por ter comido a esposa dele. Também decidi que iria fuder sua filha, com ou sem a benção da minha madrasta. Esse seria o meu jeito de me vingar do meu pai.

Elas já haviam comprados várias roupas, mesmo assim entramos em mais uma boutique. Enquanto elas experimentavam algumas peças por quais haviam se interessado, eu andava pelo estabelecimento. Na loja havia música ambiente e em certo momento começou a tocar “The World Is Mine” do David Guetta. Àquela altura eu já havia decorado a letra, de tanto que eu a ouvia para lembrar da Vivian. Continuei andando pela boutique cantarolando a canção. Foi então que avistei do outro lado da vitrine, andando a passos largos pelo corredor, uma baixinha de cabelos cacheados. Eu não conseguia acreditar, mas era a própria Vivian.

Rapidamente sai da loja e fui atrás dela. Acho que por causa das férias escolares, o shopping estava lotado. Por isso estava muito difícil se locomover. Eu andava acelerado costurando as pessoas, mas sempre acabava sendo bloqueada por alguma família andando de mãos dadas. Até certo ponto eu conseguia avistar Vivian, mas quando ela virou em um corredor eu a perdi. Ainda tentei olhar dentro de algumas lojas, mas nada feito. Decepcionado, voltei para a loja em que Alessandra e Amanda estavam.

- Onde você foi? – Perguntou minha irmã.

- Fui cumprimentar um amigo. – Respondi mentindo, não queria refutar nenhuma chance de transar com Amanda falando de outra menina. – Onde está sua mãe?

- Foi pagar as compras. – Explicou minha irmã. – Depois daqui vamos embora. Ou você quer fazer mais alguma coisa?

- Não, eu não. – Repliquei, já pensando em como faria para come-la quando chegasse em casa.

Chegamos em casa exausto. Minha madrasta estava muito cansada para fazer o jantar, por isso pediu uma pizza. Jantamos na sala mesmo, enquanto assistíamos TV. Naquela época eles já tinham TV a cabo e vimos que em alguns minutos iria passar “Os Incríveis”. Eu havia assistido esse filme no cinema no ano anterior, mas minha irmã não.

- Nossa, Os Incríveis. Tava doida para assistir esse filme. – Revelou minha irmã.

- Ah mocinha, então você vai assistir no seu quarto. Já tá pra começar minha novela. – Sugeriu minha madrasta, que não tinha TV no quarto.

- Ok, vem Miguel. – Disse minha irmã me convidando para ir junto com ela.

Amanda nem esperou eu responder e partiu para o seu quarto. Me levantei do sofá pronto para segui-la, mas fui interrompido pelo braço da Alessandra.

- Olha lá o que vocês vão aprontar lá em cima, hein?! – Disse minha madrasta, com certa preocupação.

- Pode deixar, que não vou fazer nada que ela não queira.

- Seu cara de pau! Trata de usar camisinha. – Instruiu Alessandra.

- Sim, pode deixar. – Disse dando lhe um tapa na bunda. – Não fique com ciúme, não. Mais tarde vou lá no seu quarto te comer.

Ela me olhava subir as escadas sorrindo e balançando a cabeça, como se não acreditasse no meu nível de perversão. Passei em meu quarto para pegar o meu travesseiro. Aproveitei e escondi algumas camisinhas dentro do mesmo. Cheguei no quarto da Amanda e a TV encontrava-se ligada. Ela estava no banheiro se trocando. Eu coloquei o travesseiro na cama e me deitei. Alguns minutos depois ela aparece vestindo um short doll azul marinho com bolinhas brancas. Não era um conjunto sensual, mas como era muito curtinho me deixou com tesão do mesmo jeito. Amanda se sentou na cama apoiando suas costas na cabeceira e esticando suas pernas. Enquanto ela sintonizava a TV no canal do filme, eu fitava aquelas coxas roliças. Incomodada com a minha admiração, minha irmã puxou o lençol encobrindo suas penas. Ficamos deitados apenas assistindo o filme por um bom tempo. Minha irmã olhava fixamente para a TV e não demonstrava nenhum interesse de que rolasse algo. Em todas as minhas transas até ali, eu havia contado com a iniciativa das mulheres. Entretanto, naquela vez eu precisaria tomar as rédeas, caso quisesse que algo acontecesse.

- Nossa, deu uma esfriadinha, né?! – Disse enquanto me enfiava de baixo do mesmo lençol.

Aproveitei aquele movimento para me aproximar ainda mais da minha irmã. Agora, minha perna estava encostada na sua. Fiquei estático por algum tempo, para que ela pudesse se acostumar e não ficasse tão nítido minhas intenções. Depois de alguns minutos comecei a acariciar sua coxa com a mão direita. No início, eu apenas mexia a mão suavemente para baixo e para cima. Ela olhou para mim, mas não disse nada. Entendi aquilo como um “sinal verde”, por isso continuei alisando suas pernas. No entanto, a partir daquele momento, comecei a fazer movimentos circulares com as pontas dos dedos. Minha intenção era aumentar o raio do movimento até alcançar sua virilha. Demorou um pouco, mas cheguei lá. Estacionei a mão sobre a sua coxa com o dedo mínimo encostado em sua xoxota ainda coberta. Ela se aproximou de mim, apoiando sua cabeça no meu ombro.

Voltei a fazer apenas movimentos de subir e descer para esfregar o dedinho na sua xaninha. Mesmo com sua vulva ainda coberta com aquele shortinho, já era possível sentir toda sua umidade e calor. Forcei ainda mais a mão para perto da sua pepeca. Ela fechou as pernas, travando minha mão entres suas coxas, e olhou para mim novamente. Assim, como fiz com a Raquel, dei lhe um selinho e esperei ser correspondido. Não aconteceu, ela continuou apenas me olhando. Insisti, voltando a lhe dar outro beijo, só que agora segurando seus lábios com os meus. Deixei o rosto próximo do dela até que ela retribuísse o beijo. Com a respiração ofegante, fez o que eu esperava. Segurou minha nuca com a mão e passou a me beijar com vontade. Depois de alguns segundos, me livre da sua boca e disse:

- Abre as perninhas.

Obedecendo minha ordem, arreganhou as penas e eu voltei a friccionar sua xaninha. Agora eu esfregava com todos os dedos, não mais apenas com o dedo mínimo. Com ela agarrada em um dos meus braços voltamos as nos beijar.

Cansado de daquele shortinho, fiz um novo pedido:

- Tira o shortinho, vai.

Enquanto ela atendia meu pedido, corri até a porta e a fechei, sem muito cuidado. Ela fez sinal de silencio, preocupada em ser descoberta. Inclusive, aumentou o volume da TV. Coitada, mal sabia que a mãe estava ciente e apoiava o que estava acontecendo. Tirei a camiseta e voltei a me deitar ao seu lado. Com a mão esquerda puxei sua calcinha de lado, revelando sua xoxotinha. Era provavelmente a vulva mais bonita que eu tinha visto até então. Parecia a pepeca de uma boneca. Os grandes lábios cobriam completamente os pequenos, deixando sua vagina toda “fechadinha”. Assim como a da minha madrasta, a dela também era depiladinha. Lambi o dedo do meio da minha mão direita e, o contorcendo em forma de ganchinho, enfiei dentro da sua grutinha. Fui em busca do seu ponto G. Quando comecei a massageá-lo, ela ficou ofegante e passou a respirar pela boca.

Soltei a calcinha que vinha segurando com a mão esquerda. A peça tentou vedar novamente a piriquita da minha irmã, mas foi barrada pela minha mão direita. Com a mão esquerda livre suspendi sua blusa para cima do sutiã. Ela levantou o tronco e terminou de tirar a peça. Soquei a mão em seu sutiã e comecei a amassar seu seio. Percebi que seu mamilo estava durinho e o apertei com as pontas dos dedos. Amanda era bem dengosa. Não falava tanta besteira como a mãe. No entanto, mesmo que baixinho, gemia muito mais. Aproveitando que o fecho do seu sutiã era na frente, abri a peça liberando seus seios. Eles eram um pouco espaçados, a maior parte do volume ficava na base do seio e eram até que bem firmes. As aréolas eram enormes e os mamilos, apesar de curtos, eram grossos. Cai de boca naqueles melõezinhos. Eu parecia um leão segurando a sua presa com as garras. Deitado sobre ela, eu segurava seu seio com a mão esquerda enquanto o devorava com a boca. Com a mão direita eu a masturbava freneticamente. Não demorou muito para ela gozar com meu dedo dentro.

- Hum, que delícia! – Disse depois de tirar o dedo de lá e colocá-lo na boca para sentir seu gosto.

- Credo! – Exclamou ela com cara de nojo.

Dei de ombros e tirei minha bermuda. Ela me acompanhou e fez o mesmo com sua calcinha. Enquanto eu punhetava meu pau para mantê-lo vivo, como se fosse preciso tendo aquela gostosinha do lado, pensava no que iria fazer a seguir. Pensei em pedir um boquete, mas depois da cara que ela fez quando lambi o meu dedo, achei melhor não. Provavelmente ela era do tipo que tem nojinho. De pirraça também não iria lhe chupar, por mais que aquela bucetinha fosse extremamente apetitosa. Cogitei começar com a “frango assado”, na qual eu demorava para gozar. O problema era que se deixasse para a pegar de quatro no final e eu acabaria gozando rápido e não aproveitaria. Então, desta vez resolvi fazer o contrário.

- Fica de quatro! – Pedi, enquanto pegava uma camisinha no travesseiro e encapava o meninão.

- Safado, já veio mal-intencionado, né?! – Reparou minha irmã, enquanto ficava de quatro na beira da cama.

- Eu te disse que tinha comido uma irmã e que iria comer a outra. – Disse enquanto me posicionava atrás dela. - Eu avisei!

- Meu Deus! Como se acha.

Ela estava de quatro com os braços esticados e as pernas dobradas e juntas. Aquela posição é boa para quem mete de joelhos no colchão. No entanto, eu preferia meter de pé próximo a cama. O movimento fluía melhor. Por isso sugeri que ela dobrasse os braços, afastasse as pernas e empinasse a bunda. Apesar de nojentinha, ela era obediente e fez o que eu pedi. Apoiei minhas mãos na sua bunda e comecei a inserir minha vara na sua grutinha. Com o tronco semi-rotacionado, ela olhava para mim mordendo os lábios. Quando adentrei sua vulva, ela fez uma expressão simulando dor. Ao contrário das outras vez, encontrei mais resistência para inserir meu membro, mesmo a bucetinha estando molhadinha. Por esse motivo e para não gozar rápido, comecei metendo bem devagarinho. Para facilitar o acesso e diminuir o atrito, eu empurrava suas nádegas para frente e para os lados.

Aquilo me possibilitava ver o seu brioco, rosinha e todo cerradinho. Eu havia adorado comer o cu da sua mãe. Precisava fuder aquele cuzinho também. Nem mesmo havia comido sua bucetinha, mas já queria deixar claro que eu queria seu fiofó. Então, enquanto bombava na sua buceta, soltei um pouco de saliva mirando seu buraquinho. Acertei em cheio!

- Ah, Miguel! Para de nojeira. – Reclamou minha irmã.

- Desculpe, era para acertar meu pinto. – Disse, ocultando minha verdadeira intenção. – Sua pepeca é muito apertadinha.

Ela balançou a cabeça fazendo sinal de negativo e voltou a olhar para frente.Com raiva segurei seus ombros e comecei a bombar com força. Ela me olhava de rabo de olho sorrindo, como se não estive sentindo nada. Aquilo me irritou profundamente. Então, enrolei seu cabelo com a mão e puxei sua cabeça para trás.

- Ri, agora sua puta! – Acabei soltando.

O sorriso sumiu da face, agora ela apenas gemia com a boca semiaberta. Mesmo assim continuei a castiga-la. Acho que como meu pau não havia sido estimulado anteriormente com nenhum boquete ou punheta, eu estava aguentando bem. Rasgava sua bucetinha sem dó. Também lasquei um tapão no seu traseiro, deixando a marca dos meus dedos.

- Ai, cachorro! Continue assim, eu que eu to quase gozando! - Avisou minha irmã.

Maltrata-la e vê pedindo mais, me excitou demais e para não gozar parei de bombar. Por alguns segundos ficamos apenas parado. Ansiosa por seu orgasmo, começou a empurrar sua bunda contra o meu pau. Eu aguentei firme mais algumas bundadas para que ela pudesse gozar. Logo, ele veio. Ela manteve a bunda empinada com meu pau dentro, porém, soltou o tronco contra o colchão. Respirava ofegante e de boca aberta. A minha vontade de gozar havia passado e vendo aquele brioco, tentei fazer uma nova insinuação. Só que desta vez mais contundente. Com uma das mãos afastei a nádega esquerda e posicionei o meu pau com a mão direita na entrada do seu cuzinho.

- Tá louco?! O que você tá fazendo? - Indagou minha irmã se afastando de mim.

- Uai, vou comer seu cuzinho. – Respondi fingindo naturalidade.

- Não, vai não. – Retrucou Amanda. – Eu nunca fiz isso. Então, quero fazer com calma, não com essa tensão.

- Que tensão?

- A de que a qualquer momento minha mãe pode pegar a gente.

Eu sabia que isso não iria acontecer, mas não podia dizer.

- Verdade. – Fingi, concordar. - Mas na próxima eu vou querer seu rabinho.

- Na próxima a gente vê. - Finalizou minha irmã, sem confirmar se realmente me daria o brioco na próxima vez.

Já que ela não iria liberar o cuzinho, a coloquei de bruços. Assim poderia meter tranquilo, já que era uma posição que não me dava tanta vontade de gozar, e poderia ficar de olho na minha nova paixão: o bioco da minha irmã. Juntei suas pernas e ficando por cima dela voltei a inserir meu caralho na sua buceta. Encostei meu tronco nas suas costas e apoie minhas mãos no colchão para que aliviar o peso e dar estabilidade aos meus movimentos. A sensação da minha virilha sendo amortecida por sua bunda era maravilhosa. Bombei com vontade por mais um bom tempo. Nessa posição chegamos ao clímax juntos.

Ficamos deitados na cama por um algum tempo recuperando o folego. Depois pediu que eu me vestisse e fosse para o meu quarto. Peguei o meu travesseiro e sai do quarto. No entanto, ao invés de ir para o meu quarto, fui para o da Alessandra, que me esperava acordada. Eu não ia dormir sem comer um cu.

Assim foi o resto da semana. De dia eu comia minha irmã, no melhor estilo namoradinhos. De madrugada eu visitava minha madrasta para a putaria de verdade.

Continua...

Comentários

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09/11/2019 20:47:20
Muito bom continue....chama no whats....ONZE.NOVE, SEIS,UM,TRES,OITO, TRÊS,TRES,QUATRO,OITO MARCOS BJS NAS PEPECAS.. podem mandar msgs gatinhas..os amigos que gostam de dividir a mulher pode chamar também...
09/11/2019 20:46:01
Muito bom
09/11/2019 11:51:05
Muito bom cara. Gostei vou esperar a continuação. nota 10
08/11/2019 06:51:22
10. excelente. Gostei muito
07/11/2019 21:07:21
Adorei
07/11/2019 19:52:21
Espero q tenha conseguido comer o cuzinho de sua meia irmã tbem, acho q se até agora vc não conseguiu achar a Viviam tenha voltado para sua casa,tado mais alguns tratos em sua irmã e acho q se isso tiver acontecido tbem tenha pego a sua mãe, pois acho q ela seja o seu próximo alvo mesmo Talvez não sendo este o caso kkkkkkkk

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