Pensamentos pervertidos enquanto conhecia minha namorada

Um conto erótico de Namorado Adestrador
Categoria: Heterossexual
Data: 08/11/2019 03:11:34
Última revisão: 08/11/2019 03:28:15
Nota 10.00

Olá, sou o namorado da “Namorada Adestrada” (//kn.remontotdelka62.ru/it/perfil/249078), que também escreve contos nesse site. Assim como ela, resolvi contar algumas das nossas experiências.

Com certeza vocês, leitores, já passaram pela situação de desejar e fantasiar sobre alguém próximo. Nesse meu primeiro texto quero partir do início da nossa relação. Convido vocês a experimentar um pouco dos pensamentos safados que eu já nutria pela minha namorada (e pelo cuzinho dela) antes de transarmos pela primeira vez, quando ainda éramos apenas amigos. E como descobri que a realidade era ainda melhor que a fantasia.

Para facilitar a imaginação de vocês, deixo aqui a descrição que ela fez de mim no conto dela: “meu namorado é alto e magro, olhos e castanhos bem negros e uma barba linda e curtinha, devidamente preparada para parecer desarrumada. Sempre achei que o pau masculino era uma coisa deliciosa mas feia, até conhecer o dele que é todo lindo… circuncidado, grosso, no tamanho ideal e forma uma curvinha perfeita quando está de pé, deixando a cabecinha exposta em evidência.” Já a descrição dela, vai surgir naturalmente conforme eu for contando o que vivenciei.

Eu e minha namorada nos conhecemos no trabalho. Áreas diferentes de uma empresa com muitos funcionários, de forma que praticamente nos víamos apenas nos corredores. Desde o início, o rosto lindo, os olhos e cabelo castanho escuros, em contraste com a pele branquinha, o corpo violão bem feitinho dela com tudo no lugar e o jeitinho de menina mulher me chamaram atenção. Nos encontrávamos pouco, até que o convívio com amigos/colegas em comum e o próprio trabalho nos incentivou a conviver mais: almoçar juntos, conversar, participar de reuniões, etc.

A amizade foi se consolidando e logo notei que eu tinha muito carinho por ela. Cada interação era agradável pelo tanto que nos divertíamos juntos. Apesar da nossa relação ser muito próxima, não falávamos sobre sexo ou coisas realmente safadas. Também não passamos por situações que me permitissem ver um pouco mais do corpo dela, como numa piscina ou praia... Mas cada vez que a via no dia a dia eu prestava tanta atenção nela que, na minha mente pervertida, eu ia conseguindo imaginar o que estaria por baixo das roupas… Logo soube que além do carinho e amor eu também sentia muito tesão.

Cada blusa de alcinha, cada decote, era um convite a eu tentar ver mais do que era mostrado. E como ela é mais baixa que eu, o ângulo acabava favorecendo eu reparar na região. Ela aparentava ter peitos médios, do tamanho ideal para caber na minha mão cheia (e realmente tem). Eu ficava imaginando se os bicos eram rosadinhos ou mais escuros… grandes ou pequenos… se eles eram empinadinhos… Em dias mais quentes, eu não conseguia olhar para ela e não me imaginar indo até ela, derrubando as alças da blusa e caindo de boca naqueles peitos.

Quando ela usava calça jeans eu conseguia ter uma boa ideia do volume e do formato da bunda. Grande, cheia, bem marcada pela cintura violão e sem ser exageradamente grande que a tornasse desarmônica com o restante do corpo. E era bem redondinha no formato. Mas eram os vestidinhos curtos, um pouco acima do joelho, que eram minha maior perdição. Cada vez que eu via aquelas coxas grossas, lisinhas e branquinhas eu imaginava como aquela bunda deveria ser a continuação ideal: branquinha, macia, lisinha e redonda como eu gosto.

Reparava no jeito dela andar... em como a bunda se mexia... em como ela cruzava as pernas… Ficava procurando a marca da calcinha na roupa… Será que ela usava calcinha mais enfiadinha ou mais confortável?... Será que tinha marca de biquíni?...

Na minha imaginação eu subia as mãos pelas coxas grossas dela levantando o vestido até me deparar com a bunda deliciosa e abaixar a calcinha… Imaginava alisando a pele, sentindo a maciez e como sobrava bunda para minha mão… Dali não tinha jeito… era imaginar colocando ela de 4, agarrando a cintura e comendo enquanto ela olhava para trás…

Eu costumava imaginar essas cenas de sexo de um jeito rápido e sem detalhes enquanto estava junto dela no dia a dia mesmo. Era meio que consequência de eu começar imaginando o que estava por debaixo da roupa… Mas isso foi piorando porque, além de eu já ter uma ideia pré concebida de como seria o corpo dela (depois de tanto observar), nós também tirávamos muito sarro um do outro. Algumas vezes essas provocações aconteciam por mensagem e, estando sozinho em casa, começava a bater uma punheta pensando em como gostaria de acertar essas mini disputas com ela...

Quando eu “ganhava” uma sequência de zueiras, gostava de pensar que como “vencedor benevolente”, poderia chupá-la até ela gozar na minha boca. E me perguntava: será que a buceta é depilada total, triângulo, faixa ou não depilada...? será mais fechadinha ou abertinha?...

Já quando ela ganhava, eu fantasiava dar o troco… por exemplo, começando com um boquete bem babado, mas terminando num frango assado na mesa de madeira maciça do meu quarto, com direito a agarrar as coxas para estocar forte, por exemplo.

Com o jeito dela nas nossas conversas, tirando sarro e dando liberdade para que eu também tirasse sarro, eu só podia imaginar que aquele jeito sapeca também poderia se refletir na cama de uma forma bem safada e provocante. Minhas fantasias foram ficando cada vez maiores e os questionamentos, mais safados...

Como será a carinha dela sendo comida? Será que gemia gostoso? Será que ela chupava bem? Será que curtia bater com o pau na cara? Os peitos balançariam muito durante uma trepada ou seriam mais durinhos? O cuzinho teria preguinhas rosadas? Será que ela dava gostoso o rabo?...

Com uma bunda daquela era impossível eu não fantasiar em enrabá-la. Cheguei a ficar de pau duro algumas vezes em festas da empresa ou de amigos, quando a via de salto, vestido e batom. Imaginava o batom e a boca macia deixando marcas no meu pau; o gemidinho de susto dela ao virá-la contra a parede, subir o vestido e abaixar a calcinha; o pau babado começando a comer a buceta dela, só para depois sair e enterrar o cacete no cuzinho, a bunda ainda mais empinada pelo salto e o som do meu corpo batendo nela…. Teve uma festa em específico que ela estava especialmente linda e gostosa e meu pau chegou até a doer. Depois de situações assim eu chegava em casa e me masturbava lembrando do dia...

No final das contas esse estágio de amizade realmente próxima e desejo mais intenso durou pouco tempo. Logo deixei ela perceber que por mim estaríamos em outro tipo de relacionamento. Após alguma hesitação e confusão ela começou a se soltar comigo e começamos a flertar.

Passamos umas duas noites juntos em que tinha mais gente na casa e preferi deixá-la ditar o ritmo, sem fazer nada explícito demais. Já a tinha visto de pijama comportado outras vezes, mas nessas noites ela fez questão de me enlouquecer mostrando que tinha um jeitinho ainda mais safado que eu imaginava nos meus sonhos loucos. Resolveu dormir sem sutiã (como faz, de costume) e escolheu blusinhas bem leves. Eu já não precisava imaginar que os peitos dela eram redondinhos e empinados. Eu conseguia ver que eram. Conseguia vê-los balançando deliciosamente conforme ela se movia.

Na primeira noite, usou uma calça leve que era engolida pela bunda toda vez que levantava, o que me fazia imaginar engolindo outra coisa… Na segunda vez ela piorou as coisas e optou por um shortinho bem curto, que deixava toda a polpa da bunda de fora. Nesse dia dormi de conchinha com ela. À primeira vista seria algo bem romântico, mas meu pau duro pressionava aquela bunda e minha mão apertava o peito. Agora eu até conseguia saber a maciez das partes.

Mas foi na terceira vez dormindo junto, com a casa só para nós e depois de mais um jogo de provocação (uma blusinha branca fina que deixava à mostra o bico dos peitos) que nós finalmente trepamos gostoso, como ela descreve no conto dela: "Dizendo a que veio: meu cuzinho foi lambido logo na primeira transa” (//kn.remontotdelka62.ru/it/perfil/249078), .

Para finalizar o conto e completar a descrição dela, nesse dia descobri que os bicos do peito são do tamanho ideal e de um marrom claro quase indo pro rosa. Fico com muito tesão quando os vejo super arrepiados e pequenos quando ela está prestes a gozar. Amo chupá-los e apertar quando estamos transando.

Já a bucetinha é rosa, linda e apertadinha. Sem nada muito grande ou pequeno. Os pêlos formam um triângulo invertido pequeno e bem aparado, que junto da entrada criam a visão do paraíso. Além de charmoso, deixar o triângulo perfeitinho assim exige ainda mais trabalho do que aparar tudo, o que traz um ar de safadeza que dá um tesão a mais sempre que a vejo.

A bunda é ainda mais lisinha e macia do que imaginei. Além de rebolar gostoso e gostar de uns tapas, é muito gulosa com o que veste. Fica especialmente linda com um fio dental enterrado. Na nossa primeira transa percebi que o cuzinho, também rosa, tinha bastante potencial inexplorado. Hoje, após um cuidadoso adestramento, adora ser penetrado. Volta e meia minha namorada é enrabada com direito a receber minha porra lá dentro e até gozar pelo cu.

Quem vê a carinha dela, não imagina que é tão safada… É ainda mais perfeita do que imaginava....

Nós estamos apenas começando a contar nossas experiências juntos aqui. Meus próximos contos se concentrarão em alguma fantasia ou situação real nossa com mais “ação”. Até porque já estamos juntos há alguns anos e tem muito a contar de como esse cu foi sendo adestrado e de como tenho comido ele.

Nesse conto ela descreve como comecei a adestrar o rabo maravilhoso dela: “Dizendo a que veio: meu cuzinho foi lambido logo na primeira transa” (//kn.remontotdelka62.ru/it/perfil/249078), Recomendo a leitura ;).

Espero que tenham gostado desse conto “diferente”. Comentem para lermos os comentários juntos, provavelmente trepando gostoso.

Comentários

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08/11/2019 08:35:45
Acordei cheia de vontade de gozar... Nua aqui...

Listas em que este conto está presente


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