A escrava 05: Sendo humilhada

Um conto erótico de Mister Orange
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 14/01/2020 00:08:56
Última revisão: 23/01/2020 15:18:03
Nota 10.00

Logo que a Giovana voltou e veio morar conosco, tratamos de impor algumas rotinas. Pelas manhãs ela estaria livre para ir às suas aulas. Pela tarde, deveria cuidar do apartamento, fazendo toda a limpeza e deixar o jantar pronto na hora que nós voltamos. Depois de chegar, ela ainda teve mais uma semana de férias, no meio do ano, até ter que começar as aulas.

Sendo no meio do ano, inverno, ela chamou a atenção pelo jeito de se vestir, escolhido por nós, é claro. Fazíamos ela ir de camisetas e casacos de abrir na frente, saias curtas, com meia calça por baixo e botas. Fora que, por ser de outra cidade e transferida, despertou ainda mais a curiosidade dos colegas.

Após o primeiro dia de aula, chegou em casa e foi logo nos mostrando que seguia as ordens, ficando nua e arrumando as coisas. Quando chegou no fim da tarde, perto das 17 horas, nos enviou um pedido. “Preciso ir fazer xixi, posso?”. Por pura diversão, neguei. Disse para continuar suas tarefas sem encher o saco. Uns 10 ou 15 minutos depois, ela pediu novamente e, quando vi, a Marina já tinha respondido. “O Thiago já não disse para parar de incomodar?”. Respondi com um emoji de risadas e logo em seguida, Giovana insistiu “eu preciso mesmo ir”.

Marina se irritou com a insistência. “Você vai reclamar? Só não vai levar um tapa porque não estou aí. Vai se sentar no canto da sala, olhando para a parede de castigo até nós chegarmos!”.

Saímos dos nossos trabalhos e chegamos logo, pouco depois das 18 horas e a encontramos conforme a ordem, sentada no canto da sala, olhando para a parede. Ao abrir a porta, ela nos viu e quando foi levantar para nos receber, não aguentou. Lá estava ela, de joelhos, se mijando e formando uma poça ao seu redor. “Porra Giovana, tu se mijou?!”. A Marina se irritou e deu um tapa na cara. Envergonhada, baixou a cabeça e acabou levando um empurrão da Marina, caindo sentada na poça.

Ao cair, fez uma carinha de vergonha, mas era visível seu prazer com aquela humilhação. “Ah, gosta disso, é? Então segura essa”. Abri as calças, coloquei o pau pra fora e comecei a mijar na cara e nos peitos dela. A Marina estava tirando as roupas (dentro de casa, nós três não usamos roupas) quando me viu fazer isso e se meteu. “Está rindo?! Essa puta tá gostando. Vai gostar que eu faça isso também, então”.

Me dei conta de que estava com uma enorme poça de mijo no meio da minha sala, com a Giovana sentada no meio, toda molhada e, apesar do sorriso, cuidando para não abrir a boca e os olhos. Ao terminarmos de mijar nela, a Marina deu a bronca. “Gostou, sua piranha? Agora você vai limpar tudo direitinho. Quero ver meu chão limpinho e não quero sentir esse cheiro aqui. Se vira. E faz rápido, quando eu sair do banho, quero tudo pronto!”.

A Giovana começou a se levantar, apoiando as mãos no chão, para ir buscar os produtos de limpeza quando a Marina pegou ela pelos cabelos e forçou o rosto no chão. “Vai limpar com a cara e com o cabelo”. Segurando forte os cabelos dela, ainda esfregou um pouco o rosto da Giovana no chão. Quase me senti mal, mas de onde eu estava, apenas a vi de quatro, então…

Fomos os dois para o banheiro do nosso quarto tomar um banho e, quando saímos, a Marina deu a ideia de ficarmos nus também. Nos sentamos no quarto, assistindo televisão enquanto esperamos a Giovana nos avisar do jantar. Algum tempo depois, Giovana apareceu na porta do quarto, de banho tomado, apenas de avental e com os cabelos molhados, avisando que o jantar estava pronto e pedindo desculpas por todos os problemas que tinha causado.

Respondi que não adiantava nada ela se desculpar e perguntei o que ela faria para reparar o que tinha acontecido. “Pode me punir do jeito que achar melhor”. Era tudo o que queríamos ouvir. Respondi apenas que iríamos jantar e depois ela receberia seu castigo.

Comemos, ignorando ela e então, depois de um tempo, levamos para o quarto. Peguei leve com um tapa na cara, dizendo que ela tinha sido nojenta e era bom não repetir. Perguntei se ela tinha gostado e a resposta me deixou de pau duro na hora. “Gostei. Gostei do que vocês fizeram comigo e desse tapa”.

Me sentei na cama e coloquei ela no meu colo, com a bunda para cima. “Então vai apanhar”. Dei uns dois tapas que deixei a mão marcada naquela bundinha branca e redondinha. Os gritos dela foram afrodisíacos. “Ainda não tá certo”. Coloquei ela de quatro e voltei a dar os tapas. Logo a Marina se meteu “Eu também estou irritada com o que ela fez, quero punir ela também”. De repente éramos os dois castigando aquela bunda, com a Giovana gritando. Quando percebi a marca da mão na bunda dela, decidi parar.

“Amor, sabe aquela vontade que tu sempre tens de comer um cu? Porque não mata a vontade agora?”. Giovana levou um susto, virou para nós e disse que nunca tinha feito isso. “Que bom que está ansiosa”, respondeu a Marina, que logo em seguida deu uma cuspida no cu dela e disse “já tá prontinha”.

Sem grandes preparos, passei o pau pela entradinha, espalhando aquela cuspida - que eu sabia que não ia fazer diferença nenhuma para ela - e fui metendo, devagar. Era muito apertado e conforme eu ia metendo, ela ia deixando de ficar de quatro e enfiando o rosto na cama. Mordia um travesseiro, gemendo o tempo todo. Com o pau enterrado naquele cu virgem, a Marina parou na frente dela e perguntou se ela estava gostando. A resposta foram mais gemidos. Sentada de frente para ela, a Marina abriu as pernas e ficou se tocando com aquela cena. Eu metia devagar, cuidando para não machucar, mas também esfregava sua buceta.

Quando percebi que ela estava mais acostumada com meu pau, comecei a meter com mais vontade. Não demorou para começar a meter com força, castigando ainda mais a bunda gostosa dela. Os gemidos já eram menos de dor e mais de prazer. Quando vi, a Marina estava tirando os dedos melados da buceta e dando para a Giovana chupar. Não aguentei essa cena e gozei, com muita vontade.

Quando tirei a camisinha, despejei toda a minha porra nas mãos da Marina, que fez a Giovana lamber tudinho. Giovana não estava apenas lambendo, ela saboreou até deixar as mãos limpas.

Depois disso, mandamos a Giovana para o quarto dela e ficamos lá. Ainda devorei a buceta da Marina, enfiando a língua e os dedos, vendo ela se contorcer enquanto gozava.

No dia seguinte, na metade da manhã, recebemos uma mensagem da Giovana. “Está difícil assistir às aulas. Não consigo ficar sentada”. Pouco depois, recebemos uma selfie dela, no banheiro, mostrando a bunda vermelha e ainda com um pouco de marcas das nossas mãos. Respondi que estava satisfeito, essa era a punição dela. “E eu adorei a punição”.

Continua…

Enquanto não sai o próximo capítulo, se quiser, pode me enviar um email [email protected]


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Comentários

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17/01/2020 17:36:04
Ótimo conto e escrita, nota dez
15/01/2020 17:45:42
Deliciaaaaaaaa
14/01/2020 23:47:14
Muito bom
14/01/2020 06:37:01
Adorei continua assim obrigado
14/01/2020 00:33:56
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