Marcinha, Dudu e Fábio

Depois da Vivi ter se mudado pro interior do Paraná, eu fiquei sozinha e voltei à minha rotina. Estudava de manhã e à tarde ficava montada como menina até o horário da minha mãe voltar.

Já estava no segundo ano e um garoto trocou de turno e veio para minha sala. Nós morávamos próximo e fiz amizade com ele. Logo no início já estávamos inseparáveis e voltávamos juntos no ônibus. Dudu era um garoto um pouco mais alto que eu, magro, cheio de espinhas e muito sorridente.

Às quinta-feiras, nossa última aula era de educação física e nem nos trocávamos pra ir embora mais rápido. Numa dessas, Dudu me disse que tinha conseguido uma revista de nudez feminina e disse pra esperar depois da aula todos irem embora que no vestiário ia me mostrar. E assim fizemos.

Fora os funcionários e alguns professores, não tinha mais ninguém na escola devido à troca de turno. Estávamos sozinhos no vestiário, mas não tínhamos muito tempo. Então entramos, verificamos se estávamos sozinhos e fomos para a parte onde tinha os chuveiros e abrimos a revista. Folheando a revista, já ficamos de pau duro. Entre comentários sobre as gostosas, cada um acariciava sua rola sobre o shorts. Dudu disse que não estava aguentando e ia bater uma ali mesmo. Tirou pra fora e começou a punhetar. Eu não perdi tempo e fiz o mesmo. O pau dele era do tamanho do meu, não muito grande, mas todo rosado. Foi a primeira vez que vi um cacete ao vivo e já estava salivando. Nem ligava mais pras fotos na revista, só pensava em pegar aquela rola e chupar.

Dudu me perguntou se eu era virgem e respondi que sim. Tecnicamente eu era, pois com a Vivi só tinha rolado sexo oral e eu enfiava o cabo da escova no meu cuzinho, mas nunca tive um de carne. Ele disse que já tinha trocado punheta com um amigo, mas nada além disso. Me propôs trocar punheta e aceitei na hora. A sensação de ter um pau na mão foi maravilhosa, mas não queria ficar só nisso. Disse se podia chupar e ele aceitou na hora.

Abocanhei a rola dele e comecei a chupar. Até então, eu só tinha simulado o ato com objetos. Aquela rola dura, quente, com cheiro de suor estava me deixando louca. Subia e descia com a boca na rola dele e ele gemia baixinho quando veio o gozo dele todo na minha boca. Na hora cuspi tudo e quase vomitei. Aí eu entendi a Vivi quando fiz o mesmo com ela.

Depois dessa rápida aventura no banheiro da escola, ficamos mais íntimos e, um dia de muita chuva, voltando da escola, descemos no terminal de ônibus, como de costume e Dudu me chama pra ir no banheiro do terminal. O banheiro estava vazio, apesar do horário mas, com a chuva forte, estava sem luz, meio na penumbra.

Dudu viu que não tinha ninguém e me chamou pra entrar no box. Meu coração disparou, mas entrei com ele. Dudu abaixou calça e tirou o pau pra fora e pediu pra eu chupar. Assim o fiz. Chupei um pouco e ele pediu pra meter no meu cuzinho. Não pensei duas vezes e levantei, abaixei as calças e virei de costas pra ele. Ele cuspiu no meu cu e no pau dele. Senti o calor da rola dele na entrada do meu cuzinho. Tremia dos pés à cabeça e disse pra ir devagar. Não era um pau grande e não foi muito difícil entrar, uma vez que estava acostumada com o cabo da escova.

Ele bombava no meu cuzinho e gemia. Eu estava em êxtase e, antes que pudesse gozar, Dudu encheu meu cuzinho de porra. Que sensação maravilhosa. Ouvimos alguém entrar no banheiro e ficamos em silêncio até que pudéssemos sair tranquilo. Nem tive tempo de me limpar direito e pegamos o ônibus pra casa. Ele desceu e alguns pontos à frente, eu desci. Sentia a porra dele escorrer. Morri de medo de alguém perceber.

Depois desse dia, passei a ir pra casa dele alguns dias da semana. Passei a ser putinha dele. Dudu passou a melhorar a performance e já demorava mais pra gozar. Sempre aparecia com revistas pornô. Dizia que era de um amigo da rua que tinha 19 anos e sempre comprava. Até então, ele nem desconfiava da minha vida como menina. Não tinha coragem de falar pra ele. Sempre dava pra ele e era depósito de esperma dele. Estava quase realizada e ensaiava um jeito de completar meu fetiche de dar vestida como menina.

Um dia ele me chamou pra ir fazer um “trabalho” na casa dele e assim fizemos. Chegando próximo a casa dele, paramos em frente a uma casa e ele chamou um garoto. Ele me apresentou o Fábio. Um cara de 19 anos, com cara de homem e muito maior que nós dois. A princípio, me senti incomodado, mas não podia fazer nada. Chegamos na casa do Dudu e Fábio tira uma fita VHS do shorts e coloca no vídeo cassete. Disse pra sentarmos no sofá e ficou um de cada lado e eu no meio.

Já nos primeiros minutos do vídeo, estávamos os três de pau duro e Fábio já tirou o dele pra fora e propôs a troca de punheta. Eu fiquei assustado com o tamanho do pau dele. Muito maior e mais grosso que o nosso. Estava com tesão e medo ao mesmo tempo. Dudu disse que ele era o amigo que fazia troca de punheta com ele e disse pra eu ficar tranquilo.

Resolvi pegar na rola do Fábio e comecei a punhetar. Era grande e grossa, devia ter uns 17 cm. Fábio perguntou se eu topava fazer troca-troca e eu concordei. Desci com a boca na rola do Fábio e comecei a chupar. Fábio gemia com meu movimento e Dudu veio de pau duro no meu rabinho. Dudu começou o movimento de vaivém enquanto eu chupava o Fábio. Não demorou e Dudu gozou dentro do meu cu. Fábio levantou e veio me pegar de 4. Estava com a porra toda no cu e Fábio veio afoito e tentou enfiar de uma vez. Dei um pulo e disse pra ir devagar. Ele se desculpou e foi colocando devagar no meu cu com a porra do Dudu escorrendo. Conforme Fábio investia no meu rabo, eu sentia dor, mas não queria parar. Dudu começou a me punhetar e senti o pau do Fábio entrar mais e me arrombar. Dei um gemido e Fábio perguntou se era pra parar. Disse que não e ele penetrou mais um pouco. Me acostumei com a dor e começou a virar prazer. Dudu já estava de pau duro novamente e abocanhei. Fábio aumentou o ritmo das estocadas e senti muita dor quando entrou tudo. Doía, mas não queria parar e, quando menos esperava, Fábio gozou dentro de mim. Foi rápido e eu não tinha gozado ainda, mas Dudu estava de pau duro e já engatou de novo e começou a me foder novamente. Tinha tanta porra saindo do meu cu e o Dudu quase gozando novamente, eu gozei gostoso e Dudu veio na sequência.

Ficou claro o papel de cada um ali. Eu ia ser sempre a putinha deles. Estava feliz. Claro que virou rotina e mantínhamos um sigiloso absoluto sobre nossas trepadas. Não demorou muito e me revelei pra eles e fui muito bem recebida como menina. Sempre saía de lá com o cuzinho arrombado e cheio de porra. Passei a colocar papel higiênico e ir pra casa assim. Amava ser usada por eles e, com o passar do tempo, percebi que o Fábio era virgem e eu fui a putinha dele por muito tempo.

Vivemos assim quase o ano todo até que começaram a namorar e perderam o interesse. Só não fiquei tão triste porque conheci a mãe da Giovanna e comecei a namorar com ela. Mas setia muita saudades de ser a putinha deles.

Bom, sei que ficou longo, mas foi assim que comecei. Espero que tenham gostado.

Beijos e até a próxima.


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Comentários

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15/01/2020 15:52:31
Delicia manaaaaa
15/01/2020 12:52:42
Hummmm, muito delícia essa trilogia. Obrigado por dividir seu tesão com a gente. Me mande email com fotos e vídeos seus e eu adoraria mandar também. beijo safadinho

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