Tesão por Minha Mãe 4

Um conto erótico de Cheirador de Calcinha
Categoria: Heterossexual
Data: 13/02/2020 04:13:14
Nota 10.00

Olá pessoal desculpe a demora, segue aqui a continuação da minha história. ESPERO QUE GOSTEM, boa leitura e boas gozadas. E ME DEEM O FEEDBACK POR FAVOR

[SPOILER] MUITO PAPO E POUCO SEXO.

Calma que vai melhorar pessoal.

Mãe: Me dá esse celular agora!

Entreguei o aparelho todo me tremendo a ela então colocou os fones e começou a assistir o vídeo, assim como muitos de nós homens fazemos assistiu pulando para as melhores partes (kkkk). Seu semblante era fechado parecia cheia de ódio. Não pude deixar de notar que ela vestia uma camisola branca que ficava bem folgada e que ia até a metade das coxas, estava sem sutiã com os bicos dos seios marcando, não consegui notar se estava de calcinha. O ambiente estava um pouco escuro, a luz que entrava apenas um pequeno feixe dos postes da rua que passavam por uma pequena fresta na cortina da janela do meu quarto. Aquela roupa me chamou a atenção pois nunca tinha visto essa nas gavetas dela então presumi que fosse nova e que ela tinha colocado para agradar a papai.

Passando alguns instantes ela tira os fones e olhando para minha cara e fala.

Mãe: Bora, começa a falar. Quero uma explicação!

Sem entender direito a frase dela por que estava esperando um esporro ou até mesmo uns tapas, fico calado e sem reação, só sentia pavor.

Mãe: Anda garoto começa a se explicar.

Eu: É... (Não sabia o que dizer, estava tremendo, coração acelerado e com a boca seca)

Então ela puxa a cadeira da escrivaninha, senta, cruza as pernas e os braços.

Mãe: Bem, se você não começar a falar e seu pai acordar e aparecer me procurando aqui, no lugar de explicar só pra mim, por enquanto, você vai ter que explicar pra ele também e então a coisa vai ficar mais feia pro seu lado. Anda começa!

Em um ato de coragem comecei a falar.

Eu: Desculpa mãe, acordei quando bateram na porta do meu quarto (mentira) e fui ver o que se passava. No meio do caminho escutei barulho vindo do quarto de vocês e quando percebi que estavam transando me abaixei pra olhar.

Falava todo me tremendo de medo e com receio de a qualquer momento levar um tapa e começar a gritaria. Apesar de parecer estar furiosa mamãe ouviu calada.

Eu: Voltei no quarto e peguei o celular pra filmar...

Mãe: Desde de quando tu anda fazendo isso? Filmando escondido eu e teu pai?

Eu: Foi a primeira vez.

Mãe: Tu tem noção de quanto isso é errado Jeferson? Eu sou tua mãe cara!! Tu não pode sentir desejo por tua mãe. Aquilo no banheiro mais cedo foi só uma brincadeira. VOCÊ TAVA BATENDO PUNHETA PRA MIM NA HORA QUE ENTREI NO BANHEIRO?

Ela começou a deixar a raiva sair e eu me acuei ainda mais. Era um medo misto de apanhar, ela falar para o papai e eventualmente me expulsarem de casa, sim isso passava pela minha cabeça. A única coisa que não pensava era em arrependimento do que fiz.

Eu: Mãe... eu...

Mãe: Agora eu entendi, por isso que você ficava no quarto enquanto eu sempre trocava de roupa. Era pra me ver nua Jeferson. Não tô acreditando nisso, meu filho sentindo desejo por mim.

Eu: Desculpa mãe.

Pedia desculpas, mas sem um pingo de arrependimento, era só para tentar amenizar a situação. Chorava um pouco.

Mãe: Olha aqui Jeferson, só não estou mais irritada por que (pensou antes de falar e ia falando demais), você sabe. Amanhã seu pai sair pra feira nós vamos conversar melhor. Enquanto isso eu fico com o celular, pra ver se tem algo mais aqui, qual a senha?

Eu: O que?

Mãe: A senha pra desbloquear o celular moleque, anda, me diz?

Na hora eu travei de medo, apesar de ter passado as fotos que tinha para o notebook, eu não havia apagado do telefone, pois no celular era mais fácil de ver, guardava no computador caso perdesse o telefone. Sem contar que tinha o navegador com algumas páginas abertas em abas nos sites de contos eróticos e vídeos relacionados a camãe transando com o filho. O meu medo é que minha mão entende um pouco de tecnologia e ela poderia olhar isso também, além do flagra, vídeos, fotos e contos eróticos eu estava preocupado dela falar para o papai e me expulsarem de casa, mandar para um psicólogo ou algo do tipo (o psicólogo era o menor dos problemas, meu maior medo era ser expulso de casa).

Eu: É... é... é...

Mãe: Gaguejou é por que tem culpa, não vou pedir de novo.

Eu: cheiradordecalcinha

Com uma cara de espanto me olha sem acreditar.

Mãe: Que? Essa é tua senha seu depravado?

Cada vez mais eu me complicava, mas fazer o que? Ela tinha pedido e não dava para mudar a senha com o celular na mão dela né? kkkk

Mãe: Tu anda cheirando minhas calcinhas também Jeferson? Desde quando tu faz isso de cheirar minhas calcinhas? Não! Melhor nem saber agora, amanhã terminamos essa conversa.

Ela vai saindo do quarto com o celular na mão e quando ela se virou eu foquei na bunda balançando e a camisola esvoaçando, apesar de todo nervosismo olhei instintivamente.

Eu: Mãe... eu...

Mãe: Amanhã Jeferson...

Eu estava muito nervoso, não iria conseguir dormir de jeito nenhum preocupado com a reação da minha mãe perante o que tinha visto e ouvido, também com as coisas que possivelmente iria descobrir. Fiquei deitando rolando de um lado para o outro sem conseguir dormir sentindo uma angustia no peito, mas por volta das 5h da manhã não aguentei e apaguei na cama.

Acordo no sábado com uma sensação que estou caindo da cama e fico desorientado, fui procurar o celular para ver as horas e não encontro, então me lembro que mamãe estava com ele e sinto de volta aquele nervosismo da madrugada. Me dei conta que uma hora teria que sair e encarar mamãe, e possivelmente papai, então fui na cozinha e vejo meu celular em cima do braço do sofá na sala. Com rapidez pego e vejo que está descarregado, na hora que ia saindo em direção do quarto para colocar a bateria para carregar papai entra na sala, na hora eu travei de medo achando que ia levar pelo menos um grito e um soco na cara, mas pela cara e o tom de voz pareceu que ele não sabia de nada ainda e foi o que me deixou menos nervoso, não sabia se era uma armação dele para me pegar na mentira.

Pai: Já era hora de acordar, mais de uma hora da tarde.

Eu: Tava com cansaço acumulado da semana, fui dormir e nem vi vocês chegando.

Pai: Acredito, fui no seu quarto e bati, você não acordou. Devia tá bem cansado mesmo.

Eu: Sim. Cadê a mamãe?

Pai: Tá tomando banho, acabou de lavar as coisas do almoço e foi pro banheiro, ta muito quente.

Eu: Verdade.

Pai: Terminar de almoçar lava tudo. Nós vamos ao cinema, vem também?

Eu: Não pai, vou sair com a galera pra bater uma bola num society ali do outro bairro. Aproveitem vocês dois.

Pai: Ta certo. Bom racha pra vocês.

Saí para o meu quarto mais aliviado pela conversa, ou meu pai não sabia ou estava fingindo muito bem. Peguei o celular, coloquei no carregador e liguei. Apreensão tomava conta de mim. Inseri a senha, fui direto na galeria e não vi o vídeo, fui na lixeira e também não estava lá, ela apagou. Fiquei no quarto e esperei eles saírem, depois de uma hora meu paia avisa.

Pai: Estamos de saída.

Eu: Ta certo.

Vou para o racha e fico pensando mais no que minha mãe irá falar do que propriamente no jogo, já que a conversa era para ter sido de manhã enquanto meu pai estava na feira, mas como não acordei e ela não me chamou imaginei que isso ficaria para outra ocasião, só não sabia quando.

Quando eles voltaram do cinema, por volta das 19h, eu já estava em casa, aproveitei que estava sozinho e revi os vídeos e fotos que tinha salvo no computador, um jovem de 16 anos sem ânimo e sem dinheiro para um sair sábado à noite com a galera é foda. Ao perceber a chegada deles tratei logo de ir fechando as pastas e guardando tudo em pastas escondidas, apesar do notebook ser meu as vezes mamãe usava, para não dar vacilo e perder o material que tinha. Saí do quarto e fui em direção a sala onde encontro somente a mamãe, nesse momento o coração veio na boca, apesar de estarmos nos vendo a primeira vez no dia ela olha para mim, fecha a cara e sai em direção cozinha, vou no seu encalço e pergunto.

Eu: Cadê o pai?

Mãe: Foi na sua vó acertar algumas coisas com o seu tio e disse que voltaria umas 23h.

Disse ela bebendo um copo de água e me encarando.

Mãe: Não esqueci da nossa conversa viu garoto!? Não lhe chamei de manhã por que ainda estava processando a ideia, mas agora temos tempo até se pai voltar pode sentar aí e começar a falar. Aproveito que estou mais calma do que de madrugada. Quero tudo bem explicadinho e com muita honestidade dos seus sentimentos, acredito eu que temos intimidade por que eu troco de roupa na sua frente, prometo tentar não me alterar.

Imaginando que poderia apanhar, ser expulso de casa, ser taxado de tarado, maníaco ou até mesmo doente fiquei receoso para falar, mas já que ela queria honestidade e me querendo provar ser um jovem maduro como ela sempre diz, resolvi colocar todas as cartas na mesa e comecei.

Eu: Olha, primeiro peço desculpas por filmar vocês.

Mãe: Isso vem desde quando?

Eu: A filmar ou sentir desejo pela senhora?

Nessa hora ela arregalou os olhos em espanto, não esperava que o filho sentisse desejo por ela.

Mãe: Os dois!

Eu: O desejo foi desde mais ou menos 12 pra 13 anos, comecei a ver na escola sobre os órgãos sexuais do homem e da mulher e os meninos sempre perguntavam se tinha batido punheta. E a senhora sempre foi o modelo mais próximo e mais bonito que tive.

Mãe: Tu já bate punheta pensando em mim desde cedo garoto? Eu sou sua mãe. – Falou em tom de espanto.

Eu: Sim mãe, sempre achei te linda e com um corpo bem feito, eu sei que a senhora é minha mãe, mas eu acho a senhora muito gostosa. Antes de ser minha mãe, a senhora é mulher e muito atraente.

Ela ficou espantada e corou. Quando falei isso me deu uma tremedeira e uma vontade de chorar, mas segurei e tentei me manter firme.

Mãe: Onde foi que tu viu que antes de ser mãe eu sou mulher? Foi num desses contos de Mãe e Filho que você leu ai foi? Tá achando que não vi tudo do seu celular garoto?

Eu: Sim mãe, foi sim. E concordo com isso. – Falei baixando a cabeça.

Mãe: O que? Tu é muito descarado mesmo né? Não tem vergonha de dizer isso?

Eu: Vergonha eu tenho ta falando isso e não por sentir. A senhora pediu honestidade, então estou sendo sincero.

Sem acreditar no que eu falava ela continuou para ver até onde iria essa sinceridade toda.

Mãe: Além de olhar trocar de roupa durante todo esse tempo, tem quanto tempo que você brecha eu e seu pai transando?

Eu: Sempre que posso, as vezes escuto vocês do quarto e vou pra porta tentar ouvir alguma coisa. Me desculpe.

Nessa hora ela ficou ainda mais vermelha com vergonha.

Mãe: Olha garoto não sei nem o que te dizer. Meu filho com tesão em mim? Desde quando iria imaginar isso? Isso é errado e ainda estou decidindo se falo pro seu pai ou não entendeu?

Somente acenei com a cabeça baixa para ela ver que eu tinha entendido o recado.

Mãe: Com relação ao vídeo, tem mais algum outro que eu não saiba?

Eu: Não.

Com o coração palpitando a mil parece que ela via a mentira na minha cara e então completou.

Mãe: É melhor me dizer se tem mesmo por que se eu for lá no seu computador e achar mais alguma coisa garoto você tá lascado ouviu?

Eu: Tem sim mãe. – Nessa hora a garganta estava seca e não sabia mais o que falar.

Mãe: Vamos lá ver então.

Seguimos para o meu quarto e então mostrei tudo que tinha, já que ela viu o vídeo e os contos resolvi mostrar logo o resto e ficar se meu material para punheta.

Quando viu a pasta com a quantidade de arquivos e fotos ela ficou espantada e com raiva.

Mãe: Tu vem vigiando mesmo a muito tempo né seu... seu... tarado. Olha o tanto de foto e vídeo meu que tem aqui. O que tu tem moleque? Que tara é essa? Quer que eu pague uma puta pra tu? Pra ver se tu perde essa tara por mim?

Após isso ela sai do quarto sem dizer nada, volta para a cozinha e pega mais um copo d’água. Vou chegando logo em seguida.

Mãe: Olhe, escute o que vou te falar. NÃO APAGUE NADA DAQUELAS FOTOS E DOS VÍDEOS POR QUE EU VOU MOSTRAR TUDO PRO SEU PAI ENTENDEU?

Meio conformado e com certeza de uma surra e uma possível expulsão de casa me conformei e apenas disse.

Eu: Tá bom.

Com todo drama de adolescente prevendo o pior comecei a colocar umas roupas dentro de uma mochila já prevendo o pior e fiquei no quarto sem saber o que fazer. Papai chega por volta das 22:30 e escuto de longe os dois conversando sobre algo que não dá para distinguir, em seguida ele entra no banheiro e mamãe vai para o quarto, logo depois quando papai sai do banho ele vai para o quarto e eu vou logo atrás tentando escutar algo. Infelizmente hoje a noite não tem nada de mais, não escuto barulho de sexo ou de conversa dentro do quarto, apenas um silencio que eu não se é bom ou ruim. A partir daí vou para o quarto terminar a minha noite de sábado com uma agonia sem saber o que vai acontecer no dia seguinte.

Como na noite anterior não consigo pegar no sono e lá pelas 00:00 mamãe bate na porta do quarto.

Mãe: Tá acordado?

Eu: Tô.

Mãe: Vamos terminar a conversa.

Eu: Ta certo, a senhora ainda não falou pro pai por que ele não apareceu aqui ainda.

Mãe: É, não falei ainda. Ele chegou meio bêbado da sua vó e disse que queria dormir. Tomou banho e tá lá dormindo. Olha Jeferson, tudo isso é um choque pra mim, um filho com tesão na mãe isso não é normal, eu não como pensar ou como reagir, por que você sente isso?

Eu: Não sei mãe, só sinto, eu acho outras mulheres da minha idade, da sua idade bem bonitas, mas nada se compara a você.

Mãe: Não sei se vejo isso como um elogio ou como um insulto.

Eu: Quando foi que desrespeitei a senhora?

Mãe: Quando tirou todas aquelas fotos e vídeos escondidos e ainda por cima ficava brechando eu e seu pai.

Eu: Verdade. Mas fora isso sempre tratei a senhora e o pai com respeito.

Mãe: Realmente, tenho que concordar com você. Isso devem ser seus hormônios já.

Eu: Deve ser, vi sobre isso nas aulas de ciências.

A conversa fluía bem, ela parecia bem mais calma e eu ia me acalmando, mas ainda tinha receio pois sabia que uma palavra errada mudaria toda a situação para pior e para o meu lado.

Mãe: Filho, você sempre pesquisou sobre esse tema? Mãe e Filho?

Eu: Sim mãe, até por que a senhora é a primeira referência de mulher que tenho.

Mãe: Eu sei, então você tem que arrumar uma namorada que faça você tirar essa ideia da cabeça, não quero que meu filho cresça desse jeito.

Eu: A mãe, mas é difícil sabe, já li vários relatos sobre isso. É complicado.

Mãe: Complicado como criatura? O que sabe sobre complicações? Nada, ta começando a vida ainda. Vai saber ainda o que complicação. Olha meu filho eu te amo e quero seu bem, você quer ver um psicólogo pra tentar tratar isso? Eu quero entender o que você sente, mas não estou conseguindo.

Eu: Eu também te amo mãe, não precisa se preocupar com psicólogo sou um jovem normal que estuda e se diverte com os amigos quando dá certo e que sente tesão pela mãe, é só isso, inclusive vou apagar as fotos e vídeos que tenho aqui. Com relação a me entender é simples, eu acho a senhora uma mulher linda e gostosa por quem eu sinto tesão é isso.

Mãe: Para de falar que sente tesão por mim garoto, é estranho ouvir isso da boca de um filho.

Eu: Oxe mãe, a senhora sente tesão pelo pai? Uma atração afetiva por ele? Eu sinto o mesmo pela senhora, é a mesma coisa, só que a senhora é minha mãe.

Ela me olhava com uma cara que não era mais tanto de espanto e sim de curiosidade. Até que ela comentou.

Mãe: Não meu amor, não tão simples assim. Mas pode ser que um dia eu venha a entender tá bom?

Eu: Sim. Vou apagar as fotos na frente da senhora pra não achar que é só conversa minha.

Mãe: Me deixa ver com calma, quero ver como ficaram.

Fiquei de orelha em pé, mamãe pedindo para ver fotos que eu tirei escondida dela, precisei de mais cautela pois podia ser que me desse bem. Começamos a passar e ela parou em uma que estava nua de frente para mim com marca de bronzeamento de fita adesiva.

Mãe: Olha essa marquinha, ficou linda.

Eu: É verdade.

Não arriscava fazer mais nenhum comentário sobre as fotos para que ela não achasse ruim. Ela ia olhando as outras e comentando parecendo que estava falando com uma amiga intima. Até que chegou num vídeo que ela estava usando o vibrador.

Mãe: Safado me pegou até brincando com meu consolo. – Nessa hora ela ficou vermelha, fechou o vídeo e as fotos e sentou na cama.

Mãe: Mais alguém sabe dessas fotos?

Eu: Não, isso é um segredo meu que guardo as sete chaves. Até por que se alguém descobrir vão me taxar de tudo isso que a senhora já falou de mim, doente, tarado, pervertido e etc...

Mãe: Taxei na hora da raiva meu filho, de novo, quero apenas o seu bem.

Eu: Mas eu to bem mãe, não precisa se preocupar. A senhora me vê com algum problema na escola, na rua ou aqui em casa? Sempre fiz tudo direito.

Mãe: Ta bom filho. Apaga isso pra eu ver.

No computador coloquei para apagar permanentemente sem ir para lixeira. Não queria perder a confiança da mamãe.

Eu: Pronto. Já era.

Mãe: Olha filho. Não vou contar pro seu pai. Vai ser nosso segredo, mas eu não quero mais você filmando de forma alguma entendeu?

Eu: Ta certo mãe. Como a gente vai ficar agora?

Mãe: Do mesmo jeito, quero respeito a cima de tudo pois sou SUA MÃE.

Eu: Ta certo. Obrigado. Me sinto mais leve depois dessa conversa.

Mãe: Eu também meu amor.

Ela se levantou da cama e me deu um beijo na testa.

Mãe: Boa noite.

Eu: Boa noite mãe, te amo.

Quando ia saindo do quarto ela parou de repente e voltou em direção a cama, na hora me assustei, pois, foi uma volta brusca, olhei para ela sem entender nada enquanto ela sentava na cadeira da escrivaninha.

Mãe: Ia me esquecendo, você anda cheirando minhas calcinhas?

Quando ela perguntou isso eu não sabia onde enfiar a cara de vergonha.

Eu: Sim mãe...

Mãe: Por que?

Eu: Fetiche meu. Gosto do cheiro.

Mãe: Nunca encontrei calcinha minha suja com outra coisa.

Eu: Nunca gozei nas suas calcinhas pra que a senhora não percebesse e parasse de deixar as no cesto.

Mãe: TU CHEIRA MINHAS CALCINHAS USADAS? EU ACHAVA QUE ERA AS DA MINHA GAVETA DE CALCINHAS. – Ela falou isso com uma cara de espanto.

Eu: Sim mãe, as que a senhora deixa no cesto de roupas sujas.

Mãe: Ta certo. Boa noite.

Ela se levantou e saiu do quarto sem dizer mais nada. Eu me deitei na cama e esperei o sono, que veio mais rápido depois de uma punheta batida com maestria pensando na minha musa inspiradora, e também estava mais tranquilo por que sabia que não levaria uma surra do meu pai e nem seria expulso de casa nos próximos dias (kkkk).

Acordei mais cedo do que o de costume dos domingos, fui em direção ao banheiro e quando passei pela porta do quarto dos meus pais escuto minha mãe gemendo e na mesma hora colo meu ouvido na porta, pois se abaixasse era capaz deles me verem olhando por debaixo da porta.

Mãe: Tá gostando cachorro? Me deixou na seca ontem a noite né? Agora aguenta vagabundo.

Pai: To sim piranha. Vai cavalga mais forte.

Mãe: HAAAAAAA COMO É BOM TER ROLA BUCETA.... HAAAA

Pai: VAI VAGABUNDA CONTINUA.... VOU TE ENCHER GALA.

Nessa hora escutei um estalo e como o de sexta feira a noite e deduzi que tinha sido outro tapa, mas de quem em quem? Imaginei que fosse a mamãe de novo

Mãe: NÃO É PRA GOZAR ANTES DE MIM TA ENTENDO SEU PUTO? SHIIIIIIIIIIIII GOSTOSO.

Pai: HA VAGABUNDA, GOSTA DE DAR TAPA NA CARA NÉ?

Mãe: ADOROOOO. AINDA MAIS COM ROLA ENTRANDO, AAAAIIII

Pai: ISSO REBOLA BEM GOSTOSO VAI....

Mãe: INDO LÁ NO FUNDO.. HAAAAA VOU GOZAR AMOR.. VOU GAZAAAAARR.... HAAAAAAAAA.

Pai: CALA BOCA CACHORRA, VAI ACORDAR OS VIZINHOS.

Mãe: ELES QUE SE FODAM EU QUERO É GOZAR MAIS CONTINUA METENDO QUE TO SEM FORÇAS NAS PERNAS..... METE FORTE PUTO VAI.....

Com certeza estava perdendo uma cena de sexo selvagem entre os dois, mas o risco de ser pego durante o dia era muito grande e não quis arriscar. Pelo que eles falavam parece que iriam fazer na posição de “frango assado”.

Mãe: ISSO METE VAI... MAIS FORTE, METE MAIS... SHHHIIIIHHHHIIHIHI

Pai: GEME BAIXO VAGABUNDA...

Mãe: CALA BOCA E ME DEIXA GEMER DO JEITO QUE EU QUISER, AAIIAIAAAAAII.

De dentro do quarto eu só ouvia o PLOC PLOC PLOC da batida da pélvis do meu pai no quadril da minha mãe e a gemedeira dela.

Pai: VOU GOZAR.... CACHORRA.

Mãe: NÃO GOZA.... SE TU GOZAR EU TE MATO.... TO QUASE LÁ, VIRA DE NOVO.

Pelo jeito mamãe subiu em cima dele e eu só ouvia o ploc ploc ploc e as um “reco reco” que eu acho que era dos pelo se roçando.

Mãe: EU VOU GOZAR, EU VOU GOZARR. HAAAA.

Pai: GOZA NA MINHA CARA VAI. DEIXA EU BEBER TEU MEL CACHORRA.

Mãe: HAAAAAA, TOMA ESSA GOZADA BEBE TUDO VAI... HAAAA...

Nessa hora escutei um jato parecido com o de mijo e imaginei que mamãe tivesse tido uma “squirt”

Pai: HHAAAAAAAAAAAA.. DELICIA DE GOZO.... CONTINUA SIRIRICANDO, NÃO PARA VAI, JÁ MELOU A CAMA INTEIRA MESMO. CONTINUA.

Mãe: HAAAA NÃO AGUENTO MAIS TO CANSADAAAA.... METE OS DEDOS AMOR...

Pai: VAI LEVAR É POMBA VAGABUNDA, NEGÓCIO DE DEDO..... PLOC PLOC PLOC....

Mãe: HAAA NÃO AGUENTO MAIS....

Pai: VAI ARREGAR? TAVA PEDINDO ROLA AGORA POUCO, ENTÃO AGUENTA, VOU TE ENCHER DE LEITE. HAAAAA, TO GAZANDOO.... HAAAAAA SHHIHHHIIIIIIII....

Então o silêncio pairou dentro quarto e ouvia só a respiração pesada dos dois.

Mãe: Amor, mais tarde tem mais né?

Pai: Tem sim amor.

Mãe: Quero matar a saudade...

Pai: Ta certo. Cuidado com os teus gemidos o Jeferson pode acabar escutando.

Mãe: Deixa ele ouviu, já deve ter comido alguma menininha por ai, ele não besta.

Pai: Será?

Mãe: Com certeza. E daí se os pais dele transam, é normal.

Pai: Verdade.

Mãe: Deixa eu me limpar, vai começar a escorrer gala de dentro de mim.

Pai: Ta certo.

Nessa hora voltei para o meu quarto para que minha mãe não me visse ali. Quando ouvi ela abrindo a porta do quarto para ir ao banheiro eu sai do meu. Vendo ela de dia usando uma baby-doll vermelho transparente com uma calcinha meio socada na bunda me fez ter uma ereção na hora. Não fui voltei para o quarto e esperei ela sair, estava vendo a hora mijar na cueca, até que quando chego no banheiro e vejo em cima do cesto de roupa suja a calcinha toda encharcada de gozo dela e do papai. Fiquei entusiasmado pois achei que ela consentiria que eu continuasse a cheirar suas calcinhas sujas. Só que essa não cheirei devido a também estar melada com o gozo do papai, então deixei como estava, se fosse somente o dela chuparia inteira até fica sem nada do gozo ou suor da mamãe, mas não era o caso.

Voltei para meu quarto e por volta das 8h da manhã fui tomar café, mamãe estava na pia e papai estava na mesa mexendo no celular.

Eu: Bom dia.

Mãe e Pai: Bom dia.

Mãe: Dormiu bem?

Eu: Sim. E vocês?

Mãe: Uma maravilha né amor?

Pai: Sim, bem de mais, nada melhor que a cama da gente.

Eu: Pelo visto acordaram animados, fizeram tanto barulho que deu pra escutar lá do quarto.

Pai: Viu Marlene. Te falei.

Mãe: Agora pronto! Posso mais nem gemer não é? Meu filho papai e mamãe ainda transam tá?

Pai: Marlene!

Mãe: Raul deixa de besteira, ele não é mais criança, sabe dessas coisas já. – Falou isso e deu um sorrisinho pra mim que eu não entendi.

Eu: kkkkkk, tranquilo pai, a casa é de vocês fiquem a vontade, finjam que não estou nem aqui.

Pai: É o que ?

Mãe: Nada Raul, deixa pra lá, ele já é grandinho.

Tomamos café da manhã, eu lavei louça enquanto mamãe se arrumava para irmos para a casa de um irmão de papai aqui na região metropolitana mesmo, é um sítio onde tem piscina e churrasqueira que toda vida quando papai volta de viajem a gente vai para lá, pois meu tio faz questão.

Passamos um dia agradável lá, mamãe tomando sol com um biquininho branco estava para me matar.

Isso fico pro próximo capítulo.


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Comentários

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13/02/2020 11:30:21
Muiito bom, parabéns
13/02/2020 11:13:55
Show de conto! Aguardando a continuação pois este conto promete muitas emoções!
13/02/2020 10:44:32
Muito bom.. os contos bem escritos.. parte 1,2 e 3, mas essa parte 4 muito melhor e a coisa está prometendo muito.. esperando ansioso a continuação e que seja em breve...
13/02/2020 09:59:32
Muito top mas demora mais não brother
13/02/2020 08:26:00
Adorei continua assim obrigado

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