CASTIGANDO SUBMISSA CASADA DESOBEDIENTE

Um conto erótico de Dom Renato
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 25/03/2020 18:38:30
Nota -

Fazia tempo que não publicava nenhum conto mas nessa quarentena sem muita coisa pra fazer comecei a reler os relatos de escravas que já tive e me deparei com este castigo em uma escrava casada que ainda tenho contato.

Se vc deseja ser iniciada como escrava não importa se é casada, noiva, namorada, solteira ou viúva, me envie um e-mail [email protected]

Me chamo Renato, tenho 41 anos, moro no litoral de Santa Catarina e sou Dom a mais ou menos 10 anos - Leia e castigo de mais uma escrava e goze gostoso pensando estar no lugar dela.

Estava ansiosa para ver o dono, estava com saudades mas preocupada, porque sabia que tinha feito errado ao baixar um aplicativo sem sua permissão, e para piorar tinha falado com outro homem. Esperava que o castigo não seria nada bom, e sabia que o tinha deixado bravo. Dono é muito compreensivo, mas quando algo o desagrada ele é severo.

A noite, como sempre não dormi muito, o medo do que aconteceria, a excitação e a saudade do dono se misturavam. Pela manhã acordei cedinho, antes das 7, inventei uma desculpa para o meu marido, porque não é do meu costume acordar cedo, ainda mais tomar banho quando acordo, sou preguiçosa.

Coloquei a lingerie que o dono tinha gostado, e uma roupa que não deixaria meu marido desconfiado, pouca maquiagem como dono gosta, passei um creme no corpo e um perfume. Tentei parecer o mais natural possivel, estava ansiosa, nervosa.

Levei meu marido no trabalho,e recebo do dono uma mensagem dizendo que ele havia se atrasado, fico nervosa, não queria ficar sem ver o dono, invento uma desculpa para meu marido não querer ir almoçar em casa. Tinha que arrumar um jeito de ver ele. Marcamos outro horario, e enquanto esperava o dono, resolvi comprar os presentes de natal pra familia.

Quando dono retornou dizendo que estava em Blumenau, resolvi esperar perto da prefeitura que seria mais facil para o dono achar. Esperei ansiosa, ate que ele me envia msgem avisando que estava ali. Entrei no carro, ele me cumprimenta com um oi, pergunta se está tudo bem, descontraiu dizendo que fora o calor está tudo certo. Fiquei contente que conseguimos dar um jeitinho de se encontrar.

Dono diz que teremos pouco tempo, mas que precisava me ver, fiquei feliz. Afirmo que foi bom que pelo menos teremos um tempinho. Ele passa a mão na minha coxa, sinto um arrepio, saudade dos toques dele, uma vontade de passar a mão nele, beijar o dono.Voltamos a conversar, de uma forma normal.Gosto de ter essa intimidade com o dono, apesar de no inicio ter sido bem retraida e não querer essa intimidade. Não queria que ele conhecesse meus defeitos, tenho disso. Mas entendi que ele quer tudo, de corpo e alma.

Ao chegar no motel ele verifica se o quarto esta correto, e me confirma. Entro no quarto, coloco a bolsa em cima da mesa, e ansiosa aguardo sua aproximação. Percebo que ele não muda nada, luz, som. Talvez pela falta de tempo ou por eu não merecer naquele momento.

Dono se aproxima carinhosamente passando as mãos suavemente em mim. Pensei no quanto eu espero esses toques depois que ele se vai. Não importa o que eu faça meu corpo sempre espera o dono dele. Fala no meu ouvido para ficar só de calcinha. Vejo ele se sentar, nessa hora eu penso, como ele consegue ficar ali assim, ele não olha, ou disfarça muito bem, talvez seja porque depois que eu tiro a roupa ele olha quando quer e como quer, o que menos deve importar é a roupa.Tiro a sandália, a blusa, o shorts. Espero que ele olhe, queria que ele visse que estava com a lingerie que ele gostou. Penso em dizer algo, mas decido que não seria correto, enfim tiro o sutiã. Fico um pouco decepcionada e volto a pensar no que o dono sempre diz: "não sou seu amante, sou seu dono". E sei que de algum jeito ele percebeu que eu queria agradar.

Ele faz sinal para me aproximar e ficar de joelhos. Estar aos pés do dono pra mim é gratificante e prazeiroso. Não me sinto humilhada, eu tenho meu papel, que é servir. Muito poucas vezes me senti humilhada de alguma forma com o dono. Dono passa as mãos nos meus cabelos, beija minha testa e diz que estava com saudades. Dono consegue ser tão carinhoso, esse carinho me retraia antes. Hoje que conheço o dono, me sinto lisonjeada toda vez que ele me trata com carinho. Ele se levanta e pega uma toalha de rosto coloca a toalha embaixo de seus pés, fico pensando se eu deveria tirar o sapatos ou dono queria que eu lambesse seu sapato. Não sei por qual motivo me veio isso no pensamento. Entendo que é para tirar. Retiro com cuidado os sapatos, depois as meias, dono tem pés macios. Ele faz sinal para beijar seus pés. Beijar os pés do dono pra mim é como demonstrar respeito e admiração. Beijo seu pé que esta em cima da cama, devagar ele vai baixando, num momento sem perceber paro por um segundo, e sou surpreendida por um tapa forte no rosto, não esperava pelo tapa e acabo me assustando, em seguida outro e outro. Fico sem entender, mas não o questiono. Não sei quantos foram, um mais forte que o outro. Queria dizer ao dono que pode machucar por causa do aparelho, mas não sabia como dizer, se deveria dizer. Fico quieta e recebo todos eles, volto a beijar o pé, dono diz que é para isso que eu sirvo, que foi pra isso que nasci, para servir ele. Dono tem razão, sempre tem.

Ele retira a calça enquanto beijo seus pés e faz sinal para subir. Subo beijando a coxa, quero ir direto. Dono chama atenção e manda ir beijando devagar. Beijo ansiosa a coxa, o saco, ate chegar no pau do dono. Adoro quando estou chupando e dono diz que estava com saudades. Dono se levantou e segui chupando, ele gemia forte. Achei que iria gozar na minha boca.

Manda eu ficar em pé, ele observa meu corpo, passa as mãos, me vira. Me coloca enclinada com os braços sobre a cama, abaixa minha calcinha e passa os dedos na minha bucetinha que esta molhada. Coloca um dedo na minha bucetinha e outro no cuzinho, depois só no cuzinho. Me pergunta se meu marido come meu cuzinho, se ele sabe que penso no dono toda vez que ele quer comer meu cu, digo que sim. Me pergunta de quem é o cuzinho, respondo que é do dono. ele pergunta, o que o dono pode fazer com ele, tudo o que o dono quiser. Ainda bem que vc sabe, quando dono disse isso me arrepiou, o fato de o dono fazer tudo o quer, me da medo, e um tesão enorme também. Dono saiu se lavar e fico ali parada, na mesma posição. Quando volta me chama como uma cadelinha, fazendo eu andar de um lado para o outro atras dele.

Passa as mãos nos meus seios, aperta os bicos, hora mais forte, hora mais fraco. Me pergunta se esta doendo, digo que sim. Pergunta qual nota de zero a 10 daria para a dor, eu sempre fico com medo quando dono pergunta isso, porque apesar de saber que essa dor é pouca, que a nota sera baixa. Isso seria um motivo para algo mais doloroso. Mas não posso mentir, então respondo, numero 5. Não sei se pela minha resposta, dono morde com força um mamilo de cada vez, que é bem mais dolorido.

Me coloca deitada de frente em um divã. Passa as mãos no meu corpo, passa o dedo na minha bucetinha, ele sabe exato como fazer, eu sinto vontade de gozar. Mas não tinha a permissão dele, não queria pedir. Sabia que eu não estava ali pra ter prazer, estava para receber o meu castigo. Segurei com medo de que não aguentaria. Quando dono coloca dois dedos dentro de mim e soca gostoso dizendo que eu era mulher de corno e que era assim que ele tratava mulher de corno eu senti um remorso, talvez um pouco de culpa. Mas não tinha como eu negar algo que eu me sinto realizada.

Dono parou por um momento, fico desconfortavel quando ele para assim e fica pensando. Não sei o que fazer, fico imaginando o que passa na cabeça dele.

Ele olha pra mim e pergunta quem mandou eu baixar o aplicativo, respondo dizendo que ninguem. Percebo o quanto esta bravo e sinto medo do que pode acontecer. Pergunta se eu acho que me mando, respondo que não quase que implorando por perdão. Me diz para abrir bem as pernas, da tapas na minha buceta. Me chama de vagabunda, os tapas são fortes, sinto vergonha, vontade de chorar. Seguro o choro afinal foi minha culpa, eu errei. Quando dono diz que se eu quiser ser uma vagabunda é para dizer para ele, senti culpa, ele diz que posso ser vagabunda mais com o dono. Tive vontade de dizer que eu não era uma vagabunda, não assim e que eu so queria conversar com alguem. Mas no fundo sabia que o dono tinha razão. Ele coloca seu pau na minha boca e diz que se eu machucar vou apanhar mais. Tive medo, não de apanhar, mais de machucar o dono. Minha bucetinha ja estava ardendo muito, e parecia que ele não iria parar tão cedo, em alguns momentos queria gritar ou chorar e com o pau do dono na boca não tinha como. Quando parou ele disse se o corno não se importa eu me importo.

Ele se afasta, quando se aproxima novamente me estende a mão com arrogancia, diferente de como ele é normalmente. Senti novamente a culpa, por ter deixado ele assim. Minha vontade era me ajoelhar e pedir perdão. Mas sabia que não seria o suficiente. Me colocou de costas desta vez, falou que iria gozar no meu cuzinho. Colocou com força, parecia estar sem cuspe. Dono não tinha dó nenhuma, mandou apertar o cuzinho. Mandou olhar no espelho e disse, essa cara é de vagabunda, de vagabunda. Olha pro espelho e diz que cara é essa, respondo que é de vagabunda. Sinto vergonha e não quero dizer mais como vou dizer não pro dono. Eu senti a dor, mais valeu a pena por sentir o prazer quando dono gozou. Ele passa as mãos nas minhas costas, diz que sou uma cadelinha perfeita. Tenta me acalmar.

Ele sai, levanto e fico ali parada. Ele senta. Na beira da cama e me chama para perto, fico de joelhos e com os braços sobre as pernas dele. Ele me abraça me acalmando dizendo que ja passou, beija minha testa. Passa as mãos no meu rosto e verifica se não ficou nenhuma marca. Ele sorri, uma coisa que eu adoro. Dono tem um sorriso lindo. Ainda mais com um sorriso de satisfeito. Forço um sorriso de volta, mas ainda to chateada por conta da situação.

Fiquei triste por te-lo decepcionado, porque sei que apesar de estar bravo, estava decepcionado comigo.

Nos trocamos e ele me trouxe. No caminho conversamos normal. Ele fala pouco, mas eu falo pelos dois. Voltei pra casa, vi o marido e fingi que nada aconteceu. Estou desde ontem a noite relembrando tudo.


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